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Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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Siga seu coração, mesmo que ele esteja errado.

Ela ainda acredita em contos de fadas,
mesmo depois de tantas desilusões.
Ela acredita que terá algum dia um final feliz ao lado de seu príncipe.
Deixem-na continuar a sonhar!
Não, não destruam seus sonhos.
Ela é apenas uma menina. (:

A vida parece mesmo injusta... às vezes apostamos nossas fichas na pessoa errada, esperamos amor de quem não pode nos dar, choramos por quem jamais deveríamos chorar, e esperamos mudanças de quem jamais vai mudar. Tomar decisões é a maior prova de maturidade, e há algumas decisões que nos cortam... Mas nessas horas somos como flores, que precisam ser podadas para tirar fora o que as impedem de crescer. Dói, mas é necessário. Vai doer, mas a vida segue.

Se algum dia, mesmo que demore muito tempo, você quiser recomeçar, me avisa. Eu vou te esperar.

Seu olhar me hipnotiza...Seu sorriso lindo me encanta, me atrai em admiração total a você mesmo quando não estamos juntos, porque fica gravado como na minha mente, meu coração se acelera quando te vejo, a emoção de te encontrar e tanta que não queria nunca que passasse...mais te sinto em mim mesmo longe, as vezes eu sonho acordado, penso ter ouvido sua voz, sinto seu cheiro.. corro pra ver se tem alguém chamado, mais não é ninguém...é só minha saudade, seu cheiro eu sinto porque esta gravado em mim seu suave perfume e eu o sinto o tempo toco comigo, as vezes pego as camisas que te abracei e fico deitado lembrando daquele momento, daquele abraço caloroso que só o seu é.. o calor do amor! Eu Amo Muito Você Minha Linda!

A amizade verdadeira é aquela que, mesmo distante, você sabe que pode contar. É como um apoio que, mesmo que você não use, fica lá... guardadinho!

Seja sempre você mesmo. Sem pedir desculpas por isso.

Vou abrir mão de um amor que causa sofrimento,
Vou seguir um novo caminho,mesmo com este amor vivo em minh'alma,
Vou fazer do tempo o melhor remédio pra cicatrizar esta ferida que por doer tanto queima minha alma,
Vou e tenho que por um final em uma história que onde nela só tenho,algumas horas,alguns minutos e momentos,não posso ter uma vida de alegrias compartilhadas,
Sei que foi um erro,mas meu erro foi um dia ter deixado este sentimento nascer no meu coração.
Você foi e sempre será aquilo que um dia busquei pra mim,você é a pessoa que faz o bem só em sorrir,você conseguiu voltar nascer dentro do meu coração a esperança de que posso amar,mas infelizmente não posso amar você livremente,sou obrigada esconder do mundo o meu sentimento,por parecer um crime que estou cometendo.
Pra que isso não precaleça eo sofrimento não aumente,preciso por um fim nesta história de poucos mas de grandes momentos ao seu lado.

Em geral a mulher sabe que é amada por um homem, antes mesmo que ele o perceba.

Machado de Assis
Contos Avulsos

Triunfo mesmo pra nós é o sorriso da coroa.

Sonhe

Sonhe, mesmo acordado.
Viva suas emoções intensamente.
Imagine as ondas do mar.
Olhe o pôr-do-sol...
Olhe para o céu, conte estrelas.
Tome um banho de chuva.
Sorria para todos.
Cante uma canção.
Ouça uma música...
Tome um banho de espuma.
Perca tempo com você.
Lute pelos seus sonhos.
Faça o que tem vontade.
Não tema parecer ridículo.
Mostre o quanto está feliz.
Não deixe de ser criança.
Tenha coragem das pequenas coisas.
Telefone para os amigos e diga:
- Gosto muito de você!
Fale mais: eu te amo!
Demonstre:
- Preciso de você!
Dê uma boa risada.
Compre um presente para você.
Mude alguma coisa.
Esqueça rancores, perdoe.
Permita-se o erro.
Aceite um elogio sem se desculpar.
Sinta-se com direito de brilhar!
Viva com paixão!

Sempre que te vejas obrigado pelas circunstancias a sentir-te confuso, retorne a ti mesmo rapidamente e não te desvies fora de teu ritmo mais do que o necessário. Pois serás mais dono da harmonia graças a teu contínuo retomá-la.

Qualquer um teria feito o mesmo que Hitler se tivesse o poder que ele tinha nas mãos: matar pessoas que consideramos irritantes ou despresíveis

O que me nutre é a esperança
(mesmo minúscula)




Há dias em que a mente para e o corpo permanece aceso — aceso de impossibilidade.
Penso com precisão cirúrgica, mas não atravesso o quarto.
O chuveiro vira montanha, o cabelo vira florestas que não domino,
a pia é um mapa de guerras que não escolhi lutar.
Abro a geladeira e nada combina com nada;
as panelas, como constelações desconhecidas, me olham de volta.


Eu sei o que fazer.
Eu só não consigo começar.


De fora, pedem senha: “Fala. Pede ajuda. Sorri.”
Quando falo, dizem que me exponho; quando calo, dizem que me escondo.
Se aceito convite, tenho medo de ser peso; se recuso, pareço descaso.
Não é orgulho. Não é ingratidão.
É que o corpo virou freio de mão num carro em descida.
E eu, para não atropelar ninguém, puxo mais forte — e paro.


Meu avô sussurra de um lugar antigo:
“Veja onde deposita a confiança.
O melhor amigo do seu melhor amigo… não é você.”
Aprendi a guardar as palavras para que não me devolvam em lâminas.
Mas guardar também dói — o silêncio incha, aperta, afoga.


Dentro, uma assembleia: anjos e demônios.
Os anjos falam baixo: “Respira. Existe um depois.”
Os demônios gritam com provas: a bagunça, o atraso, a lista de não feitos.
E eu, no meio, tentando não me perder dos dois.
Não são eles que me nutrem; se algo me sustenta, é outra coisa —
um fio de luz quase microscópico,
uma esperança que cabe entre a unha e a pele,
mas que ainda assim puxa o meu nome de volta para mim.


Às vezes olho para frente e só vejo um eco.
Não me reconheço no futuro que inventaram para eu caber.
A estrada é reta, sem desvios: seguir — arrastando ou não.
E, na beira da estrada, um abismo bonito demais.
O desejo de pular tem cores. A vista é linda.
Eu sei. Eu vejo.
Mas fico.
Fico pelo quase, pelo mínimo, pelo que ainda pode nascer do pó.


Há também a casa — esse espelho ampliado.
O acúmulo desenha no chão a cartografia da minha exaustão.
Cada objeto fora do lugar me aponta que falhei em existir.
E, ainda assim, entre a louça e o cansaço, às vezes encontro um gesto respirável:
um copo lavado.
Um fio de cabelo preso.
Uma toalha estendida como bandeira branca.
São pequenos tratados de paz com o dia.


Eu não sou o centro do mundo — e isso, por vezes, me salva.
Penso no outro antes de pedir.
Não quero ser fardo, não quero ser vitrine, não quero ser caso.
Mas também aprendi: quem quer ajudar, chega sem barulho,
senta no chão da minha sala, não corrige meus mapas,
e, se nada puder fazer, empresta o silêncio — aquele que não julga.


Escrevo para não me perder de mim.
Se um dia eu cair, que esta página seja pista: lutei mais do que pude.
Se eu ficar, que estas linhas sejam prova: a esperança, mesmo minúscula, ainda alimenta.
E se amanhã for só um pouquinho mais macio do que hoje,
já terá sido milagre suficiente.


Não prometo grandiosidades.
Prometo o próximo gesto possível:
abrir a janela;
encostar a testa no azulejo frio;
deixar a água tocar a nuca como quem batiza;
pentear um nó;
lavar um prato;
responder “talvez” a um convite;
aceitar um abraço que não pergunta nada.


Eu caminho dentro de uma fé tímida — às vezes vacilo, às vezes desacredito.
Olho para o céu e digo: “Se houver um Deus, que me veja quando eu não consigo.”
E quando não sinto nada, ainda assim repito — por teimosia, por pequena ousadia.


Se amanhã eu não chegar inteira, me perdoa.
Se eu chegar, celebra comigo esse quase invisível triunfo:
o fio de vida que atravessa a noite e acende um ponto no escuro.


No fim, é simples e é imenso:
o que me nutre é a esperança.
Por mais minúscula que seja.






Jorgeane Borges
06 de Setembro 2025

Gostaria de poder jogar fora os pensamentos que envenenam minha felicidade. E, mesmo assim, sinto certo prazer em ceder a eles.

Eu odeio ta triste , ai encontro um motivo pra ficar feliz e esse mesmo motivo deixa eu triste novamente.

Suponho que o casamento sempre tenha sido uma proposta econômica, mesmo na ficção.

⁠"você era meu porto seguro
Mas eu havia esquecido que
Até mesmo portos de segurança
Podem ser bombardeados"

O Peso de Sentir em Silêncio


É difícil lidar com a dor e, ao mesmo tempo, ter consciência dela.
Difícil lutar contra a vontade de desistir e, ao mesmo tempo, querer seguir.
Difícil segurar o próprio peso sem querer ser um peso para ninguém.


Eu sei o que carrego. Sei da minha dor, da minha luta. Sei que não sou o centro do mundo e que todos têm seus próprios problemas. Por isso, me contenho. Por isso, me silencio. Por isso, engulo as palavras antes que pareçam um pedido de socorro inconveniente.


Não quero ser fardo, não quero ser vítima, não quero estar sempre no mesmo lugar de vulnerabilidade. Eu tento. Eu busco. Eu me movimento. Mesmo quando parece impossível, eu me esforço.


Mas o que é mais difícil nisso tudo?
Talvez seja entender todo mundo enquanto ninguém me entende.
Talvez seja cuidar para não incomodar enquanto ninguém percebe o quanto dói.
Talvez seja ser forte o suficiente para lutar contra a dor, mas não o bastante para ser compreendida.


E assim sigo: entre a vontade de sumir e a necessidade de continuar. Entre o silêncio e o grito que nunca sai. Entre a consciência de tudo e a sensação de que minimizam.


Se soubessem quantas vezes ouvi palavras de onde menos esperava…
E como, em certos momentos, a vontade de morrer se torna um sussurro persistente só para que, no fim de tudo, percebam que era real – cada suspiro das palavras ditas e das que foram sufocadas dentro de mim.

Seja como o sol: sempre o mesmo, mas novo a cada amanhecer.