Amigos Antigos
“O mundo está cheio, por exemplo, de hieróglifos dos antigos egípcios, dos maias, dos etruscos, dos persas, dos incas, dos astecas..., que nenhum egiptólogo, nenhum arqueólogo conseguiu decifrar. Perguntem aos ‘espíritos’ dos mortos! Allan Kardec e a sarta dos seus seguidores afirmam que ‘ao reencarnar se esquece o que aconteceu em outras vidas, mas que, após a desencarnação, se recuperam todos aqueles conhecimentos anteriores’. Então, adivinhem alguma coisa que os vivos não saibam dentro do prazo existencial. Perguntem a algum desencarnado daquelas épocas! Podem reunir todos os médiuns do Brasil...”
Nos tempos antigos como nos tempos modernos, a ‘cura’ dos curandeiros (sugestão) responde fundamentalmente aos mesmos truques e às mesmas técnicas: além de ser anticientífico, é desaconselhável e perigosíssima. A ‘cura’ sugestionada dos curandeiros é responsável pela multiplicação de doenças psíquicas e o ambiente doentio da superstição.
Fora das obras fundamentais da
Doutrina Espírita,existe um grande número de livros, tanto antigos quanto
modernos,úteis ao complemento desses estudos,e que são ignorados,ou sobre os
quais faltam informações necessárias para obtê-los. É visando preencher esta
lacuna que a Livraria Espírita foi fundada."
Allan Kardec
Ao Paraíso e Além
Os temores antigos
Não são mais os mesmos,
Aqueles sonhos perdidos
Não contém mais segredos.
A selva feroz é um jardim florido,
Este nosso céu é tão pequenino,
Que nos faz repensar, a ideia de ser,
De querer e estar.
Ouça nossa promessa,
Que nos faz transbordar,
Nossa meta concreta
É querer e estar,
Pra poder ser alguém
E humildemente alcançar,
O Paraíso e Além.
Quando Pam vem lá,
Com teus panos e missangas,
Tuas echarpes e bandanas,
Na fronteira escancarada,
Tuas altas gargalhadas, modificam,
Toda aquela preciosa atmosfera.
Quando Pam vem lá,
Nossa meta palpável,
Pra poder ser alguém,
É humildemente alcançar,
O que nos faz transbordar,
Pro Paraíso e Além.
Duvidar da sabedoria
dos antigos pode vir
a ser um contrato de risco,
Nadar na Lagoa Vermelha
pode te oferecer perigo
e pode ser que você
não volte mais deste desafio.
... dizem os antigos
que de mãos vazias, homem
algum atrairá os pássaros;
semelhantemente, uma mente
ora escassa em virtudes
seja visitada pela
sabedoria!
Dizemos antigos que:
'ninguém se basta por si só' - que nossas
grandes ideias, o autoconhecimento ora
adquirido como espíritos em intérmino
aperfeiçoamento sobrevém de todo
esforço e inspiraçãode outros seres,
que como nós, estão em busca
da própria e redentora
iluminação!
Se for para viver de passado
volto os meus olhos
para os sete mares dos povos
antigos onde posso
buscar inspirações como escudo
para ser e para não ser
num mundo que opta
por projeções perigosas
que desenham para si ideias falsas,
Para mim e para você quero
tudo aquilo que nos leve
a navegar por águas tranquilas,
ver o amor florescer e se renovar
imensamente todos os dias
num pacto de fidelidade com a vida.
Viver é esperar. "Espere que chega", dizem os antigos, os sábios, os romancistas. E então esperamos. Esperamos o ônibus, a viajem, as oportunidades. Esperamos a janta ser preparada, a chance de tentar, o trabalho, a faculdade, a pessoa certa. Esperamos por um pouquinho mais de sorte, na vida, no amor, nas tentativas frustradas de alcançar nosso melhor. Nesse jogo de espera, esperamos a morte. Pois a vida tem pressa, ela não sabe esperar e não aceita esse concelho. Seja paciente, mas não espere o acaso ou os "ventos da mudança" tomarem as rédeas da sua vida, pois eles não ligam pra você.
A rigidez dos recomeços trazia à tona os medos mais antigos e profundos. Embora a vida já tivesse proporcionado momentos difíceis de lidar, todos pareciam sempre a primeira vez. A primeira queda, a primeira desavença, o primeiro paço em falso frente ao abismo.
A grandeza estava sempre em saber levantar. Mas ainda sim, certas quedas eram duras demais. O mundo exigia uma força divina de quem pedia ao divino força pra se reerguer apenas.
Nunca leio um livro novo, pois os antigos são bem mais interessantes, deixo que o novo envelheça...
(Patife)
