Amigos Antigos
O mar limpa a alma e, em suas ondas, carrega segredos antigos que sussurram poesia àqueles que ousam escutá-lo.
Os grandes líderes são como os antigos guerreiros, que ao olhar para eles tinham seus rostos como de leão.
José Guaracir
ENTENDA QUE:
Não são seus pais, seus antigos relacionamentos, seu trabalho, a economia, o clima, uma discussão ou sua idade que devem ser culpados. VOCÊ, E SOMENTE VOCÊ, é responsável por cada decisão e escolha que faz. Ponto.
Na penumbra do tempo, os antigos maçons esculpiram destinos nas pedras da tradição, tecendo símbolos secretos. Os velhos maçons, testemunhas da história, carregam a sabedoria das lojas ancestrais. Seus olhos, reflexos de uma experiência profunda, iluminam o caminho para os novos maçons. Estes, sedentos por conhecimento, adentram os rituais como portais para dimensões transcendentais. A maçonaria é o elo entre gerações, onde a experiência dos antigos é a pedra angular. Que os novos maçons absorvam essa sabedoria, guiados pelo simbolismo, para desvelar a verdade eterna na jornada maçônica.
Às vezes, os maiores desafios não vêm de enigmas antigos, mas de confrontos com a incerteza do presente.
Há silêncios que não são vazios.
São cheios de nomes, de lembranças, de risos antigos que ecoam no peito mesmo quando tudo ao redor parece calado.
A saudade mora nesses silêncios.
Não é grito, não é lamento.
É sussurro.
Entre as paredes sagradas, sussurros antigos ecoam, guardando códigos que desafiam a compreensão humana.
Ecos de minha alma
Me lembram tempos antigos,
Das manhãs cobertas pela névoa prateada,
Quando os carvalhos sussurravam segredos ocultos.
Onde a vida era simples, mas celebrada alegremente,
E os mistérios da vida jamais eram esquecidos.
Éramos gratos aos deuses da Terra,
Pela Mãe que floresce, pelo Pai que aquece,
Pela brisa que carrega os nomes dos ancestrais.
As colheitas que vinham da terra eram fartas, pois nossas almas eram gratas.
Elas eram motivo de festa e celebração.
Cada grão de trigo era bênção,
Cada gota de orvalho, mistério divino.
E ao final do ciclo — dançávamos sob as estrelas —
Homens, mulheres e espíritos:
Todos um só povo, uma só tribo — filhos da Natureza.
Permitir nos despir de antigos hábitos e paradigmas, nos possibilidade adquirir a flexibilidade necessária para provocar transformações na vida.
A corrupção segue o ser humano, desde os tempos antigos, porém a cada tempo que passa, ele acha mais uma forma de se corromper. Dinheiro, luxuria, drogas, sangue, raiva. Cada vez mais cego, quase como se cada um de nós solta-se uma corda que segura uma grande faca apontada para os nossos olhos. Cada vez mais a atualidade faz essas coisas se tornarem cada vez mais comum, como se fosse "bom". Triste é que muitas pessoas acham isso realmente bom, e apoiam esse movimento que acaba com todos nós como um câncer. Até que ponto será que chegaremos para perceber, que só estamos nós afundando cada vez mais?
Em tempos antigos, em eras passadas,
Onde a bravura e honra eram celebradas,
Na vastidão da terra, de castelos cercada,
Ecos de histórias de coragem ecoavam na estrada.
No torneio, cavaleiros erguiam suas lanças,
Em duelos valentes, provavam suas façanhas,
Os bardos entoavam canções de amor e dor,
Em festas e banquetes, nobres se reuniam com fervor.
A ética cavalheiresca guiava suas ações,
Valores nobres e virtudes, em seus corações,
Defendiam a justiça, a verdade e o bem,
Em um mundo em que o destino era o desdém.
Sob o manto da noite, a escuridão da alma pairava,
Mas a luz da esperança sempre se propagava,
No seio da natureza, mistérios desvendados,
O elo entre o homem e o divino, revelado.
No universo medieval, intemporal e mágico,
O desejo de aventura era o combustível épico,
Em meio a batalhas, castelos e lendas a se contar,
O espírito medieval jamais deixará de encantar.
In, Uma visita às memórias
Sentem-se os antigos abusos, vê-se a sua correção; mas veem-se também os abusos da própria correção.
Os bairros da cidade de Salvador-BA que foram originados dos antigos quilombos, jamais devem esquecer das suas antigas lutas no que tange ao preconceito racial, esses bairros devem levantar bandeiras contra todo tipo de preconceito, contra a misoginia, contra o elitismo classista.
O tempo não pode apagar as lutas, as histórias, as conquistas desses lugares... Devem ser lugares com o referencial de respeito ao próximo, não obstante, alguns destes, têm sido lugares carregados de hostilidade e falta de respeito aos antepassados.
Para novos, antigos, ternos e eternos namorados
oferecerem para aquele grande amor da vida...
Aquele amor sem prazo de validade,
que pode durar uma eternidade,
com amor, carinho e felicidade...
NAMORISCANDO(*)
Marcial Salaverry
N amorados fomos no início, por pouco tempo...
A lguns meses, e logo nos casamos...
M uito amor, muito carinho, dedicação, amizade...
O usando amar de verdade...
R ealmente formamos uma parceria...
I ndiscutivelmente, somos "(e)ternos namorados",
S em esquecer as "marcas do tempo",
C ada vez mais nos lembrando de que "somos dois",
A inda mais que "meu sol vem de você"...
N amorados há mais de 60 anos, o que é o real
D esejo, é que o Amigão renove o prazo de validade, por
O utros 60 anos mais...
(*)Acróstico para ser dedicado ao (E)Terno Amor de sua vida...
Uma vez namorados, sempre namorados...com amor, carinho e respeito...
Sempre achei que oferecer sacrifício aos deuses fosse fruto da ignorância de povos antigos, ou até de povos contemporâneos, mas igualmente ignorantes.
Hoje, parando pra pensar sobre isso, vi que não.
Quantas vezes eu deixei de fazer algo que queria, ou me penitenciei por ter feito, simplesmente porque era pecado. Não teria eu oferecido em sacrifício, a Deus, a minha vontade, em troca de um sentimento de bondade ou da esperança de um lugar no reino dos céus?
Isso sem contar as vezes em que ofereci em sacrifício, não a Deus, mas a outras pessoas, o meu próprio eu, em troca de uma relação mais duradoura e menos tempestuosa.
A oferenda de sacrifícios pode ser fruto da ignorância em alguns momentos, fruto de escolhas conscientes em outros e até uma prática antiga, mas definitivamente não é restrita a alguns povos. Todos, em algum momento, fazemos uso dela.
Se é inevitável que a pratiquemos, então, que a felicidade seja sempre o prêmio, nunca a oferenda dada em sacrifício.
Por mais que nossas dores, nossos traumas sejam antigos, precisamos olhar para as nossas dores de forma adulta. Só através de um olhar mais consciente, mais maduro é que vamos conseguir olhar para o nosso passado e realmente fazer as pazes com ele.
Chama a atenção a perspectiva dos povos antigos, que concebiam os deuses como seres que se erguiam acima das relações familiares. Tal visão não é um sinal de fragilidade divina, mas sim uma peculiaridade que reflete a complexidade de suas naturezas.
