Amigo Felicidade Alegria

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-Ah, o amor...ah, os casais...passamos pela fase analogica, entramos na fase digital e, todos igualmente fantasiados de felicidade...!

☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

Oxente, eu lá preciso que ninguém
me faça feliz, isso eu sei fazer sozinha.
Eu preciso é de dinheiro!
☆Haredita Angel
(Facebook Socorro Oliveira Vieira
em 13.06.17)

Inserida por HareditaAngel

⁠
"Me perguntaram porque nada
posto sobre mim.
Posto sim!
Só não faço alarde porque a minha felicidade precisa de paz!"
Haredita Angel
02.03.14

Inserida por HareditaAngel

Dez chaves para se construir a paz...

1. Olhe para todas as pessoas com respeito e benevolência.

2. Não fale mal de ninguém.

3. Perdoe as injúrias presentes e passadas, liberte-se das garras do ódio, conserve a liberdade de seu coração para amar, para conviver, para começar uma nova vida a cada dia.

4. Deseje, simplesmente, a paz a todos, a colaboração, a convivência, o prazer da fraternidade e do serviço.

5. Trate de simplificar os problemas em vez de aumentá-los;
não acumule sombras, procure em tudo as réstias de luz e os caminhos da esperança.

6. Tenha a coragem de negar-se a colaborar com qualquer projeto violento; afaste-se dos que ensinam e praticam o ódio, a vingança, o amedrontamento e a violência.

7. Crie em torno de si sentimentos e atitudes de paz, de concórdia, de convivência, de misericórdia e de consolo.

8. Apoie os que trabalham sinceramente pela paz, na verdade, na liberdade e na justiça.

9. Dedique algum tempo para você também trabalhar pela paz, com serenidade, esperança e generosidade.

10. Peça a Deus que lhe dê o espírito de sabedoria, de bondade,
de fortaleza e de generosidade para ser instrumento de sua bondade e de seu amor, em um mundo renovado, onde todos possamos viver na verdade, o amor, a liberdade e a fraternidade.

Inserida por RivaAlmeida

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.

Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.

Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.

No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.

Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.

A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.

O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.

É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.

Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.

Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.

Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.

Inserida por RivaAlmeida

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino
As estradas que nos levam à felicidade fazem parte de um método gradual de crescimento íntimo cuja prática só pode ser exercitada pausadamente, pois a verdadeira fórmula da felicidade é a realização de um constante trabalho interior.

Ser feliz não é uma questão de circunstância, de estarmos sozinhos ou acompanhados pelos outros, porém de uma atitude comportamental em face das tarefas que viemos desempenhar na Terra.

Nosso principal objetivo é progredir espiritualmente e, ao mesmo tempo, tomar consciência de que os momentos felizes ou infelizes de nossa vida são o resultado direto de atitudes distorcidas ou não, vivenciadas ao longo do nosso caminho.

No entanto, por acreditarmos que cabe unicamente a nós a responsabilidade pela felicidade dos outros, acabamos nos esquecendo de nós mesmos. Como consequência, não administramos, não dirigimos e não conduzimos nossos próprios passos. Tomamos como jugo deveres que não são nossos e assumimos compromissos que pertencem ao livre-arbítrio dos outros. O nosso erro começa quando zelamos pelas outras pessoas e as protegemos, deixando de segurar as rédeas de nossas decisões e de nossos caminhos.

Construímos castelos no ar, sonhamos e sonhamos irrealidades, convertemos em mito a verdade e, por entre ilusões românticas, investimos toda a nossa felicidade em relacionamentos cheios de expectativas coloridas, condenando-nos sempre a decepções crônicas.

Ninguém pode nos fazer felizes ou infelizes, somente nós mesmos é que regemos o nosso destino. Assim sendo, sucessos ou fracassos são subprodutos de nossas atitudes construtivas ou destrutivas.

A destinação do ser humano é ser feliz, pois todos fomos criados para desfrutar a felicidade como efetivo patrimônio e direito natural.

O ser psicológico está fadado a uma realização de plena alegria, mas por enquanto a completa satisfação é de poucos, ou seja, somente daqueles que já descobriram que não é necessário compreender como os outros percebem a vida, mas sim como nós a percebemos, conscientizando-nos de que cada criatura tem uma maneira única de ser feliz. Para sentir as primeiras ondas do gosto de viver, basta aceitar que cada ser humano tem um ponto de vista que é válido, conforme sua idade espiritual.

Para ser feliz, basta entender que a felicidade dos outros é também a nossa felicidade, porque todos somos filhos de Deus, estamos todos sob a Proteção Divina e formamos um único rebanho, do qual, conforme as afirmações evangélicas, nenhuma ovelha se perderá.

É sempre fácil demais culparmos um cônjuge, um amigo ou uma situação pela insatisfação de nossa alma, porque pensamos que, se os outros se comportassem de acordo com nossos planos e objetivos, tudo seria invariavelmente perfeito. Esquecemos, porém, que o controle absoluto sobre as criaturas não nos é vantajoso e nem mesmo possível. A felicidade dispensa rótulos, e nosso mundo seria mais repleto de momentos agradáveis se olhássemos as pessoas sem limitações preconceituosas, se a nossa forma de pensar ocorresse de modo independente e se avaliássemos cada indivíduo como uma pessoa singular e distinta.

Nossa felicidade baseia-se numa adaptação satisfatória à nossa vida social, familiar, psíquica e espiritual, bem como numa capacidade de ajustamento às diversas situações vivenciais.

Felicidade não é simplesmente a realização de todos os nossos desejos; é antes a noção de que podemos nos satisfazer com nossas reais possibilidades.

Em face de todas essas conjunturas e de outras tantas que não se fizeram objeto de nossas presentes reflexões, consideramos que o trabalho interior que produz felicidade não é, obviamente, meta de uma curta etapa, mas um longo processo que levará muitas existências, através da Eternidade, nas muitas moradas da Casa do Pai.

Inserida por RivaAlmeida

O dinheiro pode nos proporcionar uma série de momentos agradáveis e divertidos, mas nunca conseguirá “comprar” a verdadeira felicidade de alguém.

Inserida por RivaAlmeida

Uma pessoa verdadeiramente feliz não se preocupa em TER, porque sabe que a verdadeira riqueza está em SER

“Se você está feliz, você abraça. Se você está infeliz, você compra.”

As pessoas felizes são aquelas capazes de enxergar que o seu valor não é definido pelos seus bens, mas pelo seu caráter.

Após o período da Segunda Guerra Mundial foi propagada pela mídia a ideia de que a verdadeira felicidade vem do ato de consumir. Esse pensamento nos acompanha até hoje.

Crescemos ouvindo da mídia e da grande maioria das pessoas que seremos mais felizes se tivermos os melhores carros, as maiores casas e as roupas mais luxuosas. Aprendemos que só seremos respeitados se seguirmos determinado estilo de vida e que devemos viver de uma maneira que agrade mais as outras pessoas do que a nós mesmos.

Muitas pessoas ficam presas a esse padrão e nunca descobrem o que realmente significa viver com autenticidade, liberdade e alegria.
Ter coisas é algo muito bom, mas só encontramos o verdadeiro prazer de viver quando estamos verdadeiramente bem com nós mesmos.

Aqueles que fazem de suas vidas um observatório para os outros estão sempre insatisfeitos e com um sentimento de vazio no coração, porque os seus prazeres, apenas temporários, nunca são suficientes para trazer o verdadeiro significado às suas vidas.

Quando estamos apegados demais ao consumo, à vida de aparências, de alguma forma nos afastamos da necessidade de conhecer a nós mesmos e de guiar nossos caminhos com sabedoria e autoconhecimento. É por isso que muitas pessoas escolhem seguir essa direção, porque muitas vezes é mais fácil pensar na próxima coisa que se deseja comprar, do que refletir sobre o seu verdadeiro propósito no mundo.

Como o hábito de consumir revela a infelicidade
As pessoas que possuem o hábito de comprar compulsivamente fazem isso por alguma razão, e na maioria das vezes não é apenas porque podem e querem comprar. De fato, vemos cada vez mais pessoas endividadas, perdendo tudo o que têm como um resultado de sua ganância.

O consumismo exagerado é uma maneira equivocada que as pessoas encontram de trazer alguma felicidade e significado para as suas vidas. Elas experimentam um vazio interior muito grande, porque não conseguem se encontrar no mundo ou não possuem a coragem necessária para se libertar dos padrões e viver com autenticidade, por isso buscam nos bens materiais uma fonte de realização.

No entanto, nós sabemos que uma vida totalmente voltada para as aparências não pode ser uma vida feliz. O dinheiro e os bens podem ser importantes para nós, mas a felicidade verdadeira nunca vem do exterior, ela é criada dentro de nós.

Uma pessoa verdadeiramente feliz é aquela que, mesmo nos seus piores dias, é capaz de sorrir, encarar a vida com otimismo e compartilhar amor com aqueles ao seu redor.
É aquela que abraça, que demonstra o seu amor pelas pessoas de uma forma saudável e que sabe que ter boas companhias é muito melhor do que ter muito dinheiro.

As pessoas felizes são aquelas capazes de enxergar que o seu valor não é definido pelos seus bens, mas pelo seu caráter.

A necessidade de consumir e estar em evidência são características das pessoas que ainda não se encontraram, porque aqueles que realmente vivem bem consigo mesmos sabem que, se forem capazes de se deitar e dormir todos os dias com tranquilidade, suas vidas já valeram a pena.

Inserida por RivaAlmeida

A vontade de cair na estrada vem junto com o pensamento de sorrir! de todas as liberdades desse mundo, sentir o vento, o calor, o cheiro de gasolina, o ronco do motor, e o coração pulsando! Essa é minha condição de uma vida intensa e feliz. Se for de outro jeito não serei tão completo! vestir aquela jaqueta, calçar a velha bota, um óculos na cara e enfrentar o desconhecido! As pessoas procuram amor! eu procuro novas rotas e estradas! ouvindo o velho e bom rock'n'roll! o que mais quero é tomar vento na cara!

Inserida por MessiasJr

Ter maior consciência dos problemas pode ser uma maneira de gerar indiretamente um subproduto milagroso: a felicidade. (...) Porque a felicidade, como a depressão, é um ciclo de retroalimentação.

Michael Foley
A era da loucura. São Paulo: Alaúde Editorial, 2011.
Inserida por usuario1036750

Felicidade

A jovem de 15 anos que se suicidou não resistiu à própria pressão psicológica depois de inúmeras tempestades mentais na qual se sentia diferente e não conseguia satisfazer aos sonhos de seu pai, mães e exigências sociais.

O viciado em drogas de 26 anos foi preso por assassinar três pessoas que presenciaram o roubo de suas casas, surpreendidas enquanto assistiam a um filme, à medida que ele necessitava do valor financeiro das mercadorias para obter satisfação ao vício.

O homossexual de 35 anos hoje vive afastado de sua família, que se deu devido ao fim do seu primeiro casamento, financiado por seus pais cristãos conservadores e com o aval de seu filho em nome da felicidade da família. Hoje não há mais família, a não ser a sua formada depois do novo casório com um homem.

O padre de 57 anos foi levado ao seminário para cumprir a promessa de seus pais cristãos e também para vê-los felizes, tudo em contraste às dezenas de pais tristes das crianças de 5 à 12 anos por ele abusadas.

Um homem de 37 anos hoje é executivo de uma grande empresa de tecnologia após sabotar, roubar, aliciar, criminalizar e contraverter ex-colegas de trabalho que hoje ganham um salário mínimo, estimulado pelo orgulho de seu pai morto que foi trabalhava em condições precárias naquela empresa e também pelos desafios sociais sofridos por ele, que o levaram a querer provar a própria capacidade.

O comum garoto de 5 anos chamado William não tem discernimento suficiente para sentir-se pressionado a satisfazer qualquer vício, gosto excessivo, sentimento de culpa, orgulho ou vingança, ou ainda para fazer alguém que não seja ele feliz.
William não se importa com nada além de sua própria felicidade. William é feliz.

Os Amantes

Amaram-se como amam dois amantes
Da felicidade beberam toda a taça
Todo o vinho, todo o cio... de graça

Amaram-se como amam dois amantes
Somente pele e boca e mamilos e mãos
Em cada grito, greta, gole... mãos

Amaram-se como amam dois amantes
Sem palavras, sem pressa, sem “não”
Sujaram-se e fundiram-se no chão

Dois amantes não fazem escolhas
São como o tempo passando
Ou uma brisa espalhando as folhas
Nascem e renascem se amando

Inserida por purapoesia

Ser livre é viver sem medo.
Ser livre é viver tudo o que podemos viver,
na intensidade que devemos viver
e pelo tempo suficiente
que cada momento merece ser vivido.

A vida é exatamente agora.

⁠Vem amor!

Preparei a nossa cama macia feito nuvens, com cheirinho de algodão doce para deixar a nossa noite marcada com a troca de saliva açucarada da leveza do nosso doce amor.

Inserida por _maria_dutra_

Eu.
Eu poderia ser seu sonho, desde que ele fosse bom,
Poderia ainda lavar nossa louça, só pra te ver feliz.
Também poderia fazer uma massagem em seus pés e lava-los em água quente, até você gemer de prazer.
Eu poderia fazer amor, de uma forma que não te agredisse e sim te completasse como mulher.
Procuraria te beijar sempre com a leveza e o carinho dos anjos.
Eu poderia te amar cada dia com mais intensidade e te embriagar com o vinho de nossa paixão até o fim de minha vida.
Poderia viver com um único objetivo: Te fazer feliz.
... Mas isso teria um preço e você precisaria pagar na mesma moeda

Inserida por OscarKlemz