Amigo de Verdade Nao Briga por Bobeira
Então, deixei os momentos irem, como pássaros que voam livres no verão e se protegem do frio no inverno... Deixei o passado cair como as folhas de uma árvore no outono, mas , tenho certeza de que na primavera elas voltarão... Volverão como lembranças e assim, deixarei brotar o presente, tal qual as flores, florescendo e espalhando o seu perfume... Enfim, esperarei o futuro chegar, assim como os pássaros esperam o verão para voarem livremente, e os bulbos entumecidos que esperam a primavera para florescer e exalar o seu perfume. Assim somos feitos... Passamos pela vida, que é feita de passado, presente, futuro, momentos, lembranças, verões, invernos, primaveras e outonos...
Marilina Baccarat (escritora brasileira) no livro E a vida tinha razão
Para evoluir é necessário debruçar-se sobre as suas dificuldades, com paciência, sistemática eficaz e persistência.
Independente do que você busca aqui, lembre-se: este é um mundo caído, de ilusões, e somente em JESUS existe um caminho para escapar do caos que se levantará contra todos..."
Eu olhei nos olhos da escuridão, e enxerguei uma luz no fim do túnel; nunca desista de alguém, por pior que ela possa ser, tenha esperança de que existe Luz.
Lembre-se de que um dia você irá morrer, portanto, busque viver de uma maneira sábia, construindo um legítimo e proveitoso legado, que deixará todos que você ama orgulhosos e inspirados para seguirem o seu exemplo.
Nós só podemos provar a Graça de Deus de maneira intensa e maravilhosa se assumirmos, diante de Deus, que somos completamente maus e totalmente corrompidos pelo pecado que há em nós.
" A coisa mais importante da vida é o respirar e isso é de graça, as demais coisas é acréscimo e vantagem. "
COMBINEI COM O TEMPO.
Fiz um acordo com o tempo, combinei com ele, pois vai fazer frio por esses dias. Pedi para que ele passe bem devagar e me deixe ver os ipês, que ainda estão floridos, neste final de outono. Que ele me deixe admirar as flores de maio, retardatárias, tão cheias de botões, que só agora, quase em junho, resolveram florir.
Combinei com o tempo para que ele espere um pouco mais, que eu possa sorrir mais, antes que o frio venha. E que as mil tarefas, que tenho a fazer, todos os dias, não sejam tão cansativas.
Fiz um trato com os relógios da casa, pedi mais tempo para mim, tempo para sentir o silêncio e para curtir mais este finalzinho de outono.
Andei ouvindo a voz do tempo, contando-me coisas antigas, como se ele tivesse retrocedido. E eu, buscando lá atrás, dentro dos sonhos, o que realmente me interessa...
Esse acordo foi firmado, sem assinatura ou cartório. Pedi ao tempo um momento, para eu poder olhar o céu e a chuva, sentindo, na alma, o sopro do vento, de um século, que não mais existe!
Saboreando um chá, que ganhei de terras distantes, tem sabor de amizade e carinho. Tem um que é bem adocicado.
Meus pés estão frios, mas as mãos aquecidas pela escrita e pela memória. Já sinto saudades da estação, que está prestes a terminar, como se esvaziasse de mim mesma, os sonhos, que foram colocados em minha memória.
Lá fora, a chuva cai, enquanto escrevo as últimas linhas...
Faz frio la fora,mas, como combinei com o tempo, queria que fosse assim. O ar gelado me é agradável e o meu coração mantêm-se aquecido, pelo prazer de ter feito o tempo retroceder...
De tê-lo colocado lá, no passado, para sempre, em letras, bem grandes, meu legado, uma estória dentro da história.
Que o tempo, este senhor que tudo pode, me permita, não me prender ao tempo, para não confundir, achando que a felicidade ficou para trás. Quero ver o tempo impresso e dando, a outros, o prazer que me deu, de voltar no tempo e escrever sobre o que senti em meus sonhos...
Combinei com o tempo, cumpri meu trato. E ele, o seu. Agora é só esperar!
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Em Busca dos Sonhos" página 55
DEUS é como uma onda sonora, nós nunca a veremos, mas ela sempre estará lá, nos trazendo música; da mesma forma Deus, "ninguém jamais viu a DEUS", mas ele sempre estará aqui, nos trazendo a Vida.
"Somos informados de que a caneta é mais poderosa que a espada, mas eu sei qual delas eu escolheria"
Somos motivados pelos nossos próprios sentimentos, sempre! Jamais damos ao outro a chance de se explicar e de esclarecer o que, para nós, já está tão claro.
Assim somos nós, quando somos vítimas de alguma situação que nos faz sofrer muito. Imediatamente achamos um(a) culpado(a) e jogamos nele(a) toda a nossa raiva, todo o nosso ódio e (por que não?) toda a nossa responsabilidade também.
A vida é feita dia-a-dia. Nada do que plantamos hoje não será colhido amanhã, assim como nada do que colhemos hoje não foi plantado por nós mesmos num passado que tivemos, remoto ou distante.
Às vezes nós mesmos abrimos brechas em nossas vidas, e elas acabam sendo preenchidas por outras luzes, por outras matérias, por "invasores", por "coisas" bem diferentes de tudo aquilo com que desejaríamos preencher essas lacunas, e, se isso acontece, essas brechas são de nossa inteira responsabilidade.
Contudo, há quem não deixe brechas em sua própria vida?! Há que se culpar quem deu este ou aquele espaço, permitindo que "invasores" se apoderassem daquele cantinho (ou daquela pessoa) que "era só nosso"? Há que se culpar o invasor pela invasão deliberada ou há que se culpar o "proprietário" que abriu as brechas e permitiu que o "invasor" chegasse?!
A vida nos surpreende com perguntas para as quais não temos respostas, mas é disso que ela é feita: de surpresas e decepções, de alegrias e frustrações.
O que nos cabe, portanto, é viver, um dia de cada vez.
Nara Minervino.
Em vez de construirmos as ambições preferimos mergulhar nela de cabeça, cavar, seguir adiante com nosso faro, para poder descobrir o que se esconde atrás do almejar de cada um...
E por isso, talvez, nessa busca solitária, nunca estamos sozinhos, pois o esperar torna-nos auspiciosos, os pensamentos fazem-nos companhia, mostrando-nos que, as aspirações não devemos discutir, pois cada ser, tem o seu gostar diferente...
No livro "E A Vida Tinha Razão"
A vida tem as cores que a gente pinta.
O sabor das cores, das plantas, do céu, da infinita gama que a natureza nos dá, o gosto de observar atentamente… O que é belo na vida se esconde ali, e por tantos outros lugares. Basta saber onde, ou melhor basta querer enxergar.
Muitas cores passam todos os dias por nossas vidas, algumas das quais não percebemos mais graças ao ritmo frenético, a enxurrada de informações que recebemos e, até mesmo, por nossa falta de vontade para enxergá-las. Esperamos até o último dia do ano para finalmente enxergarmos o colorido à nossa volta justamente quando nos vemos naquela peculiar situação de escolher com que cor faremos a passagem de um ano para o outro, buscando nas cores desejos, anseios e metas para um novo começo, um novo amor, mais prosperidade, luz e paz.
Mas como vestir tantas cores para representar todos esses desejos?
Por que não utilizarmos cores aliadas aos sabores em busca de alegria, e bem-estar?
Quem sabe, na natureza, encontraremos as respostas de um maravilhoso recomeço.
“Essa natureza é sábia, acho que, baseada nessa ideia, ela leva cores à vida das pessoas, está sempre com o seu pincel em punho e com suas cores mil!”
Reescrevamos uma nova página, experimentemos uma nova receita, mudemos a rotina, pintemos a vida com novas cores recheada com novos sabores e belas atitudes. É você quem constrói seu destino na busca da felicidade, paz, equilíbrio e saúde. Faça o Melhor Possível. O resultado será uma incrível aquarela. Única. Sua. Bela. Feliz.
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Colorindo a Vida "
AGULHA, PONTA E LINHA
Entre agulha, ponta e linha
Vive o romance esquisito
De um triângulo sem visco
Que sempre finda aflito.
A ponta é da agulha. E a linha?
A linha, sempre sempre sozinha,
Vive à procura do amor
Que no outro amor se encontrou.
A agulha, bem de metal,
Segue os passos da sua ponta,
A que lhe abre o caminho
E vai tecendo suas estampas;
A que lhe chega de mansinho
E, com jeito, devagarzinho,
Passa aqui e passa ali
Sem lhe fechar o caminho.
A agulha, "enrijizada",
Sem precisar pensar em nada,
Segue o caminho certinho
Da ponta que lhe mostra a estrada.
A linha, essa sorrateira,
Vive atrás da agulha faceira
Que segue seu lindo curso
Sem se lhe envergar nem um pouco.
A linha, sem se dar conta,
Vai deixando de perceber
Que o caminho em que ela se encontra
A ponta já esteve a fazer.
E ela, a linha malvada,
Sem se sentir resignada,
Segue tonta, feito cega,
Seguindo o caminho somente
Que a ponta da agulha carrega.
Assim são as relações
Que se estendem a três corações:
A ponta conduz o caminho,
Traçando sozinha o destino.
A agulha segue a vida
Despreocupada e destemida.
A linha, que vem perdida,
Só serve pra fechar saídas.
Aceite ser uma agulha
E não se curve facilmente.
Aceite ser uma ponta
Que da agulha está à frente,
Mas não aceite ser linha
Que, sempre sempre sozinha,
Percorre, sem nem um adeus,
Um caminho que não é seu,
Porque a ponta e a agulha
No mesmo caminho seguem
E deixam sempre para trás
A linha que, na roupa que faz,
Sozinha em si se perdeu.
Nara Minervino.
Paciência
A paciência que muitos procuram
Complicada de se achar
Poucos tem e muitos aturam
Diz a lenda que está em ouvir
Mas antes temos de mudar
Nos destruir e reconstruir
Nossas vontades e nossas verdades
Mas onde realmente ela está?
Falam que está dentro de nós
Mas em nós só existe floresta
Em que muito estamos sós
Mas as árvores devem ser cortadas
Para que as luzes sejam exaltadas
Mas não tema com suas árvores
Pois está por vir muitos fulgores
Lutas desinteressantes
Nossas lutas, nosso empenho
Refletem a vontade que tenho
Pois vê-las bem é o que quero
E através disso sou sincero
E por isso travo minha luta
Mas diante disso pouco me escuta
Minha luta amadurece e corrige
Mas diante disso muito se exige
Cortes deixados pelos embates
Isso ocorre em ambas as partes
E no fim a que resultado trouxe?
Para alguns algo se obteve
Mas para muitos pouco se teve
Então para que tantas lutas serviram?
Sendo que todos mal sentiram
Muitas lutas desnecessárias são
Pois muitas delas nos afetam o coração
Lutas para destruir
Ou paciência para resistir?
Temos o que afinal?
O que realmente temos?
Se tudo isso é uma fase mortal.
Por que hoje estamos.
E amanhã, será que estaremos?
Se hoje eu tenho algo.
Amanhã posso não ter.
Mas quem sabe posso entender.
Que o “ter” não se pode apalpar.
O “ter” pode somente se sentir.
Pode-se conhecer.
Mas vamos admitir.
Quem não gosta de se enaltecer?
Mas lembre-se
Pois o “ter” pode ser ilusão.
E muitas vezes só causa desunião.
Não te proíbo de ter, tenha!
Mas tenha coisas que não se pode ver.
Pois assim estará livre.
E assim então, se desenvolver.
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