Amiga te Considero muito
Que papel ou função tem a família e a escola na construção de cidadãos éticos e morais?
Considero que a formação ética e morais dos alunos e, por conseguinte cidadãos são atribuições justas e solidárias entre a família e a escola. Entretanto destaco ser a família a principal responsabilidade, pois sem formação primordial no lar dificultará a eficaz da escola neste processo.
Apesar de considerar a escola como papel complementar não significa que se houver falha na primeira socialização, a segunda não terá êxito.
Se por um lado, não podemos projetar uma estruturação escolar separada da familiar, contudo, é preciso independentemente da família desempenhar seu papel, a escola necessita educar seus alunos para a vivência em uma sociedade democrática e contemporânea.
Enfim a formação moral e ética do(ã) cidadão(ã) é no geral responsabilidade da interação entre escola e família, onde cada um faça sua parte em seu âmbito de
“Considero-me uma pessoa ambiciosa SIM, porque assumo riscos, e prefiro à tristeza da derrota que a vergonha de não ter tentado.”
Eu entendo a plenitude, considero inclusive a linearidade das sensações de uma beleza irreparável, algo que de fato não se deve contestar, mas em mim isso segue oscilante demais. Momentos de uma felicidade inegável, de uma luminosidade tocante, como a observação de gente amada reunida, por exemplo, em contrapartida fases de incessante falta de sensações, sem cor, com a palidez desaforada de um triste azulejo branco encrustado na parede de um corredor de hospital.
Não entendo a felicidade constante, não entendo essa ode ao ser feliz o tempo inteiro, quase que como obrigação. Sou cercado de esquinas onde a vida se torna intolerável e isso não se deve ao fato de um olhar pessimista, eu sei olhar ao meu redor e contar todas as minhas bênçãos. Acredito que essa rejeição expectante, que essa intolerância viva venha justamente de tudo o que nos envolve e que pérfido dolorido ou nulo.
Sentir-se infeliz, entristecer-se, passar por uma fase em que a vida se torna intolerável também faz parte da completude que é existir, é no contraste que aprendemos a reconhecer nossas graças, é na intolerância pelo que é atual, por todo o cenário desastroso em que vivemos que aprendemos a reconhecer o que abre a nossa ferida interna.
Quando a vida fica intolerável é justamente quando ela se aprofunda, quando ela invoca a reflexão, quando toca a consciência, quando aflora nossas questões internas. Quando a vida fica intolerável é justamente quando aprendemos sobre nós mesmos, quando administramos a própria solidão, quando identificamos relações debilitantes.
Felicidade é a superfície, é quando o mar perde a profundidade e termina em uma coisa bonita e mansa que chamamos de praia, felicidade é rasa, é a bolha do conforto que criamos a nossa volta, é o que não nos permite ver além da própria felicidade. Felicidade é bonita, é necessária, mas não abre brechas para grandes reflexões.
Por outro lado, o intolerável da vida é quando o mar se aprofunda, é onde o sol não bate, é quando poucos nos suportam, é na negação das profundezas que fazemos bobas entregas superficiais, é na negação do intolerável e do difícil da vida que surgem as relações por conveniência a aceitação da comodidade em detrimento do que se é, os relacionamentos por medo de estar só. É na negação do intolerável da vida que a gente cria artifícios de felicidade momentânea, que alguns se entregam a vícios e às relações descartáveis.
Em contraponto a essa negação eu aprendi a reconhecer que tudo bem se eu for um pouco triste, que faz parte eu zelar pela vida quando esta se torna intolerável, que aplacar dores particulares faz parte da beleza e da completude que é estar aqui, que repensar sobre o meu caminho é o que me leva além e que a contrapartida é uma felicidade consciente, que vem e que sempre virá quando eu souber conhecê-la, ao invés de ficar perseguindo-a com tudo que for superficial demais.
Mulheres sem defeitos não são perfeitas. Por isso, eu considero seus defeitos suas maiores qualidades.
Quando era de idade avançada minha via de criança, agora, sou adulta é me considero jovem em eterna dança.
Estou sentindo algo que
considero impossível descrever,
meu peito apertado e atribulado,
minha mente corre sobre o vocabulário
tentando decifrar com linguagem
o que seria este sentimento, sensação,
sem encontrar uma resposta adaptada
transmito através das emoções,
farei com que me faça entender,
apenas deixarei fluir meu entusiasmo.
"É impossível descrever-me em apenas algumas linhas, sou um tanto de coisas que me considero um pouco de tudo.
Descubro algo de mim a cada dia, sei quem eu sou por agora, mas não sei quem eu serei amanha. Seriam tantas palavras para descrever o que sou hoje, e ainda faltariam palavras para descrever o que eu ainda nem sei que sou. "
Eu considero que a filosofia, quando se constitui como profissão universitária na universidade medieval, abre chance para um progresso formidável da técnica filosófica. Mas a profissão tem suas exigências internas. A profissão é um fenômeno sociológico por si mesmo, e a estrutura desse fenômeno sociológico é inteiramente independente da constituição da filosofia enquanto disciplina e forma de vida; não há coincidência entre as duas coisas. Se você observar as várias fórmulas sociais em que se apoiou a prática da filosofia ao longo dos tempos, você verá que é uma coisa bastante variada. A filosofia começa como uma espécie de clube de aficionados, reunidos em torno de Sócrates, Platão e Aristóteles, e as primeiras universidades se constituem exatamente assim.
Não me considero uma pessoa ignorante.Na verdade sou leiga em algumas áreas de conhecimento e não tenho vergonha de falar umas verdades.
Considero melhores as incertezas do que as certezas, pois a certeza só oferece um caminho e este pode ser bom ou ruim. As incertezas no entanto, conduzem a dúvida e esta nos faz comparar uma coisa com a outra para tentar achar a causa. Trata-se de criar caminhos diferentes para chegar onde se quer estar, escolhendo o que parecer melhor. Percebo então, que a certeza virá no caminhar.
Não me considero um grande poeta, considero-me apenas um ajuntador de palavras que a cada dia que passa tem mais zelo por elas.
Tudo o que preciso está dentro de mim: as pessoas que considero, meu equilíbrio, minha confiança, o amor, a gratidão.
Considero que as conversas com pessoas são exercícios mentais, mas eu não quero distender um músculo, então eu me alongo muito. É por isso que eu estou constantemente ou revirando os olhos ou bocejando.
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