Amiga te Conhecer foi um Prazer
PORCENTAGEM (%)
Nos 100% você era incrível
Se encaixava no amor da minha vida
Mas conforme foi passando
Sua frieza foi aumentando
E aos poucos, o seu "eu" de verdade foi me mostrando
Aos 70% já não me dava mais tanta atenção
Eu não fazia ideia do porque não me tratava como antes
E cada % que abaixava nós ficavamos cada vez mais distantes
Aos 40% você já não me chamava mais
Vi que nossos planos nunca foram reais
Porém eu não desisti de você
E fui atrás mesmo sem o seu querer
Aos 10% não adiantavam mais meus esforços
Você já estava distante o bastante
Nossa relação foi se acabando junto com a porcentagem do seu celular
E já do meu lado você não queria mais estar
Aos 5% tudo acabou e você foi embora
Sem se despedir e sem falar nada
Deixando o meu coração em uma completa desgraça
No fim de tudo me peguei chorando até dormir no banco de uma praça.
Muitas vezes a questão não é enxergar o que ainda não foi visto, mas de aceitar aquilo que está sendo mostrado.
Ontem foi o Dia do Amigo.
Hoje também é o seu dia
e amanhã igualmente será.
A Amizade não nega abrigo,
não separaninguém e não
escolhe dia, hora ou lugar.
Ame e cuide do seu Amigo.
Remisson Aniceto
O novo nem é tão novo assim. O novo já está aí há muito tempo, só que ainda não foi descoberto. Novo é aquilo que ainda não conhecemos.
Espelho, espelho meu, mostre-me o que eu ainda não sou capaz de ver.
E adivinha qual foi a resposta do espelho?
Apenas um reflexo de um ser.
Meu pai.
Meu pai nasceu em 1919 e teria hoje, se fosse vivo, 101 anos.
Infelizmente ele se foi em 1999 portanto há vinte e um anos.
Tenho vagas lembranças de como teriam sido os primeiros anos da sua vida pelos seus relatos já quase esquecidos.
Para falar a verdade, é dificílimo imaginar meu pai aos cinco, dez ou quinze anos, vivendo na cidade de São Paulo onde as novidades o teriam deixado tão surpreso, como para mim o advento da televisão colorida em meados dos anos setenta ou a internet nos anos noventa.
Naquela época as grandes novidades devem ter sido a chegada ao Brasil dos primeiros carros, a popularização do rádio e o acesso aos primeiros cursos universitários.
Meu pai contou que o primeiro carro que meu avô comprou, um Ford 1929, da sua alegria em ter um rádio e de como ele conseguiu fazer à noite, o curso de ciências contábeis e atuariais da Faculdade Álvares Penteado do Largo de São Francisco.
Tempos difíceis, dizia ele que vivenciou o gasogênio, tinha dificuldade em saber das notícias internacionais pelo rádio e tinha que chegar em casa, por imposição do meu avô, obrigatoriamente às nove horas da noite, ainda que as aulas terminassem depois desse horário.
É bem verdade que ele tinha certas regalias que a maioria dos jovens não tinham . Ele já podia dar suas voltinhas com o carro da família uma vez que desde os dezoito anos ele é quem dirigia porque meu avô tinha dificuldade para fazê-lo, para não dizer que dirigia muito mal.
Foi numa dessas voltinhas pela Rua Frei Caneca que ele viu pela primeira vez a minha mãe. Deve ter sido um impacto fulminante porque a minha mãe era seguramente a garota mais bonita de toda São Paulo. Prova disso, são as fotos que sempre publico.
Além de linda, minha mãe dançava balé, era formada em música pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e dava consertos públicos aos dezenove anos de idade. Sua educação foi primorosa. Era a mais bonita, a mais inteligente e a primeira filha mulher. Ouvi dizer que era o xodó do pai e da mãe com muita razão.
Segundo meu pai, a troca de olhares foi rápida, as primeiras conversas furtivas e o namoro alguma coisa perto de uma história de terror uma vez que o meu avô era um português no mínimo turrão.
Quando meu pai foi pedir minha mãe em namoro, a conversa teria se tornado um desafio uma vez que meu avô disse que com filha dele ninguém brincava e que ele não admitiria namoro ou noivado prolongado.
Quem conheceu meu pai sabe que o sangue espanhol dele fervia nas veias quando era confrontado e ele teria perguntado ao meu avô quanto tempo seria suficiente ou demasiado e meu avô teria dito que não poderia demorar mais que seis meses.
Oh! Deus! Imagino a cara do meu pai, que esperava autorização para ir ao cinema com minha mãe na companhia de alguma irmã e sair de lá noivo para casar.
Segundo relatos fidedignos, meu pai teria imediatamente marcado a data do casamento para daí a quatro meses e o grande problema nem foi esse e sim contar para o meu avô, o seu pai que ele casaria no final daquele mesmo ano.
Houvesse esse termo naquela época e eu diria que “a casa caiu”.
Meu pai me contou a condição imposta pelo padrasto para que ele se casasse seria ir morar em Vera Cruz, uma cidadezinha do meio do Estado de São Paulo, que hoje tem uns de dez mil habitantes, naquela época só uma rua pequena e sem saída.
A minha mãe me contou que foi uma correria louca. A noiva tinha que fazer o enxoval, e promover a festa e o dinheiro mal dava para o dia a dia da família Pacheco.
Apesar dos pesares meu pai e minha mãe casaram-se dentro dos escassos quatro meses. O vestido da noiva era uma obra-prima, a festa foi perfeita e até pouco tempo, havia em casa alguns lençóis de puro linho do enxoval original. No mais, eu estou aqui para contar essa história louca e verídica.
História do cara mais incrível que eu conheci, meu pai Antônio Guzman Mariscal.
Contabilista rádio amador, criador de pássaros de canto, espanhol esquentado, homem íntegro e honesto que fez tudo que podia pelos filhos, do qual eu me orgulho de ter muitos princípios. E o nome Guzman.
Por que Deus criou o ser humano?Bom tenho certeza que não foi para ser quem somos hoje.O pior dos seres vivos.
... foi uma trova que sonhei...
se embala
em meu crespo...
se embebeda
em meu jeito...
me aquece em teu leito
e me deixa
te
beijar...
Nem tudo foi feito para dar certo, para combinar, mas é através das diferenças, dos erros que vem o aprendizado, que vem a evolução. E é justamente a partir das diferenças que pode surgir o novo. Um desvio sempre nos leva a um caminho novo.
Ninguém nasce racista
Ninguém nasce racista, quem o é, foi condicionado a ser.
Racismo é disciplina que se aprende com a pedagogia do ódio. Todos os dias ouvimos, ou falamos expressões racistas que foram ensinadas pelas gerações que nos antecederam. Frases e palavras que levam a falsa ideia de que existe uma diferença entre os humanos. Coisas do tipo: Cabelo ruim, ao invés de cabelo crespo. A coisa está preta quando se quer dizer que a vida não anda bem.
A ciência sempre buscou explicações para questões como a cor de uma pele, os olhos mais puxados, o cabelo menos crespo, e sempre tentou explicar tudo isso, até perceber que os seres humanos possuem incontáveis semelhanças que superam qualquer pseudo diferença.
Somos todos únicos, porém temos particularidades que são determinadas por inúmeros fatores, dentre eles os fatores sociais e genéticos. Ninguém é mais, ou menos que outro alguém, no entanto, muita gente que nem pode ser chamada de gente de verdade, acredita que ter a pele com menos melanina lhe dá o direito de tratar os que não são tão pálidos, de inferiores. Gente que ainda trata gente como escravo e que ainda chicoteia nas costas sem piedade, sem dó.
Herdeiros de um preconceito maldito e histórico!
A verdade vai muito além de um texto escrito por mim e as vozes dos que sofrem preconceitos raciais são forçadas a gritar por igualdade e são silenciadas, diariamente, pela a escória da humanidade.
No Evangelho de Mateus, no anúncio do nascimento de Jesus, nos mostra que a José foi confiado à missão de ser Pai de Jesus no plano material, nos lembra de que nem todo filho é do sangue do seu sangue, mas que todo filho é um presente de Deus não só para quem exerce a missão de pai, mas, para toda a humanidade, por isso a paternidade é uma missão tão linda.
(Leonardo da Silva Garcia)
Demora pois, foi é lento, que raciocínio de quem possui, é pouco logrado e muda brisa prá vento, arrume isso, meu sábio momento.
Ninguém nasce racista, quem o é, foi condicionado a ser.
Racismo é disciplina que se aprende com a pedagogia do ódio.
Os maiores acontecimentos são os do presente, futuro ninguém sabe e passado foi ganho e algumas perdas.
Fui privado dos meus pensamentos , me foi arrancado sonhos e desejos e fui condenado sem cometer crimes , fui julgado avaliado e por muitos considerado insuficiente , então com lágrimas no rosto jurei que enquanto eu viver ,nunca ninguém mas subtrai as
minhas vontades , e prefiro a morte se mas uma vez por vontade de outros tiver que contrariar o que acredito no intuito fútil de apenas querer agradar alguém.
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