Ame mas Nao Seja Trouxa
Que os ventos soprem a nosso favor
Que a vida seja vivida com positividade
Que reine entre nós otimismo e boa vontade
As coisas boas da vida não se afastem de nós
Que possamos encontrar a paz tão esperada
“Seja denso. Como um iceberg. Revele apenas o necessário; preserve, nas profundezas, o que há de mais valioso.” — Leonardo Azevedo.
Manual do Sucesso
Seja produtivo.
Seja eficiente.
Seja impecável.
Seja desejável.
Seja melhor que ontem.
Seja melhor que os outros.
Seja o que esperam.
Venda sua alma em suaves prestações.
Assine contratos invisíveis.
Abrace a ansiedade como rotina.
Engula o cansaço, sorrindo.
Finja plenitude.
Poste felicidade.
Monetize até o seu descanso.
Trabalhe enquanto eles dormem.
Estude enquanto eles se divertem.
Corra, corra, corra…
Até esquecer pra onde ia.
Sucesso é isso, não é?
É se encaixar no molde,
é performar perfeição,
é acumular medalhas no peito vazio.
Mas… e se não for?
E se o verdadeiro sucesso
for aprender a perder sem se perder?
For ter tempo pra existir sem função?
For olhar no espelho e reconhecer-se,
mesmo quando não há aplauso,
nem curtida,
nem validação?
Talvez o maior sucesso
seja simplesmente ser —
inteiro, imperfeito,
presente.
Que o nosso amor seja sempre feito de olhares que se devoram
e beijos que nos tiram do eixo.
_Enzo Ruchell_
Quero que a nossa rotina seja sempre o toque, e que o nosso vício seja sempre um ao outro.
_Enzo Ruchell_
Se te sentires como ovelhas no meio de lobo, seja afável como a pomba e astutos como as serpentes para não ser devorado.
Bom dia!
A Deus toda honra e glória, que seja de bênçãos nosso dia e abençoada seja a semana, bem vida a semana!🍀🌹
O que será que a vida espera de mim?
Às vezes me pergunto se ela espera que eu seja alguém digno. Alguém que tenha aprendido as regras do mundo, que saiba distinguir o certo do errado, que cumpra os valores que me ensinaram e carregue, com alguma dignidade, tudo aquilo que esperaram que eu fosse.
Mas quem decidiu o que é ser digno?
Talvez dignidade seja apenas uma palavra que inventamos para dar nome à maneira como esperamos que o outro viva.
Desde cedo nos ensinam o que devemos ser. Estudamos para ser alguém. Trabalhamos para ser alguém. Construímos relações, acumulamos histórias, conquistas, fracassos, títulos e lembranças — quase sempre tentando responder a uma pergunta que ninguém nos fez diretamente, mas que parece estar escondida em tudo:
“Você está sendo aquilo que deveria ser?”
E talvez seja justamente aí que a vida se torne estranha.
Porque, enquanto tentamos corresponder ao mundo, vamos nos afastando lentamente de nós mesmos.
Talvez a vida não queira de mim grandes feitos. Talvez não queira que eu seja extraordinário, admirado ou lembrado. Talvez queira apenas que eu consiga existir sem precisar transformar cada passo em uma prova de que mereço estar aqui.
Ser alguém simples.
Alguém que compreenda a si mesmo, ainda que nunca completamente. Alguém que reconheça as próprias contradições, faça as pazes com algumas delas e aprenda a conviver com aquilo que jamais conseguirá compreender.
E, quem sabe, compreender um pouco os outros.
Porque talvez compreender o outro seja também perceber que ninguém sabe exatamente o que está fazendo. Há pessoas que parecem ter todas as respostas, mas carregam perguntas que nunca tiveram coragem de dizer em voz alta.
Talvez todos nós estejamos apenas tentando encontrar alguma forma de chamar de vida aquilo que fazemos com o tempo que nos foi dado.
E então penso que talvez eu esteja fazendo a pergunta errada.
Talvez não seja a vida que espera alguma coisa de mim.
Talvez seja eu quem espere alguma coisa dela.
Espero que, em algum momento, tudo faça sentido. Que os encontros tenham uma razão, que as perdas tenham deixado alguma coisa, que os caminhos que não escolhi tenham me conduzido, de alguma maneira, até onde deveria estar.
Espero que exista alguma espécie de resposta escondida depois de todas essas perguntas.
Mas talvez não exista.
Talvez eu esteja procurando por algo que nunca teve nome.
Algo simples e, ao mesmo tempo, impossível de explicar. Algo que não cabe em uma profissão, em uma relação, em uma conquista ou em qualquer uma das palavras que usamos para definir uma vida.
Algo que talvez exista apenas naquele lugar silencioso dentro de nós onde ninguém mais consegue entrar.
E talvez seja por isso que, mesmo quando conquistamos aquilo que um dia desejamos, ainda sentimos que falta alguma coisa.
Porque há desejos que não sabem dizer o próprio nome.
Há vazios que não pedem para ser preenchidos, apenas compreendidos.
Há partes de nós que passam anos esperando que finalmente prestemos atenção nelas.
Talvez viver seja esse movimento estranho entre aquilo que o mundo espera de nós e aquilo que, silenciosamente, esperamos encontrar dentro de nós mesmos.
Talvez amadurecer não seja finalmente descobrir quem somos.
Talvez seja aceitar que nunca seremos uma resposta definitiva.
Somos perguntas em movimento.
Somos aquilo que fomos, aquilo que perdemos, aquilo que escolhemos, aquilo que recusamos e também tudo aquilo que ainda não conseguimos ser.
E talvez a vida não esteja esperando nada de nós.
Talvez ela simplesmente aconteça.
E sejamos nós que, diante dela, insistimos em perguntar:
“O que devo fazer com tudo isso?”
Talvez a resposta não esteja em descobrir o que a vida espera de mim.
Talvez esteja em descobrir o que, apesar de tudo, ainda faz com que eu queira continuar vivendo.
Que seja leve e seja luz, que prefira a paz e o bom humor, que seja sempre verdade e acredite no amor.
Por vezes, temos de nos contentar com a tristeza, talvez seja esse o destino da vida: viver constantemente amargurados. (Furucuto, 2025)
Só estou passando aqui pra dizer bom dia e que Deus abençoe seu dia e que seu dia seja maravilhoso
Que cada escolha que fizermos hoje... seja aquela que nos permita olhar para trás com carinho amanhã... e ter sempre motivos para sorrir.
Em tempos de redes sociais é mais importante que a postagem seja curtida, visualizada ou absorvida?
21/04/26
Viver talvez seja o mais silencioso dos fardos: suportamos a existência sem contrato de recompensa, caminhando entre perdas, desejos e ilusões, enquanto o tempo transforma tudo aquilo que amamos em lembrança.
Talvez sucesso seja apenas isso: continuar caminhando sobre a estreita linha que separa a existência do abismo, sabendo que não há garantia de chegada — apenas a escolha, absurda e silenciosa, de não parar enquanto ainda se pode dar um passo.
A vida é uma mudança permanente, e talvez seja justamente essa a sua maior crueldade: nada permanece verdadeiro por tempo suficiente para merecer nossa certeza.
É cada um com o seu cada qual.
E no final das contas, verdade seja dita, nenhum ser humano, deveria ser considerado plenamente normal.
