Amar um Inutil
Se em um milhão de anos eu tivesse uma única oportunidade de lhe abraçar novamente, aproveitaria cada sublime segundo.
Outrora tive um eu
Estou cansado de pessoas que são apenas inteligentes e objetivas, que são apenas elas mesmas. Que não se perdem em devaneios, não se confundem em pensamentos, ou que não se distraiam entre tantas ideias.
Outrora tive um eu, agora não me sinto representado na primeira pessoa. Este pronome pessoal define um ser que busca nutrir seu ego, enquanto mantém uma alma perecendo à míngua. É por isso que Fernando é brilhante em seus heterônimos. Ele que foi tantos sob os subterfúgios da terceira pessoa, não teria antecipado cada um de nós que o compreende.
Sonhar é coisa corriqueira
Realizar requer pulso
Idealizo um pensamento avulso
Enquanto repouso em ladeira
Assim segue a indecisão
Confusa mente
Barulhenta...
Sequer segue o coração!
A angústia de um insucesso maltrata,
mas é providencial para a maturidade
em busca da superação,
pois não há vencedor
sem a experiência de uma derrota.
Tolerei
Mais um tapa que espanca meu corpo e minha alma tolerei,
Lágrimas derramei, mais um chão beijei, de joelhos supliquei por paz a quem um dia amei,
Tolerei mais um tapa dentro do meu lar, debaixo de um teto falso onde o amor devia ser verdadeiro e manso; não era pra rimar, e com o teto combinar, era apenas pra me amar,
Num lar onde era suposto ser amada e amar, sou espancada cada dia toda vez que o sol irradia minha mente arrepia, porque mais um dia se aproxima e eu já sabia...
Tolerei, pensando que num certo dia tudo de errado em certo se tornaria, o amor em nós derramaria e ai aconteceria a magia, mas quem diria...
Quem diria que nossa lua de mel fosse porta pra um planeta inverso do universo e de um lindo verso, que por de trás daquela linda página de meu casamento havia um cabolço perverso, probabilidade zero nosso amor era incerto,
Tolerei, tolerei, mas já não tolero porque primeiro eu e depois eu em primeiro, hoje prefiro amar meu ego e me dar sussego a amar um cego que tudo de super que tem é o ego,
Não te cales mulher, pois eu, eu por vós, dei voz, eu já tolerei.
Quando o aluno não encontra
significado em que lhe impõem aprender
não consegue ver na escola
um motivo para a sua atenção reter.
"...acolher não é somente dar boas vindas e depois não dar mais nem atenção. Um bom acolhimento acontece no cotidiano, na compreensão mútua das limitações, na preocupação com o outro, não nas coisas que faz, mas nas coisas que necessita, materiais e emocionais, enfim, tudo que se faça necessário para o viver melhor, para ser mais feliz ..." ( in: Acolhendo)
A cada hora que se passa é um tempo perdido, quando não estamos solados em nosso propor eu.
A vida é pra quem corre contra o tempo na estimativa de se completar em si mesmo a paz surreal do amor.
Na vida não se existe destino, não existe propósito a unica coisa que pode se exigir de um ser humano é que ele consiga ser feliz, mas que consiga de verdade que não precisa ir em busca da felicidade e entende que isso existe a cada segundo que se respira.
A escrita é a impressão de um aspecto da alma, que ainda que seja esquecida, de algum modo permanece. Tudo aquilo que é perene passa em algum momento pela escrita. Mesmo Platão que era muito desconfiado dessa nobre arte, permanece justamente por causa dela. Porque é verdade, que quando não se manifesta aquilo que se gera na alma, parte do que há dentro se perde. E a escrita é uma forma de não deixar-se perder jamais.
Toda vida que passa pela a nossa deixa e leva um pouco de amor, conhecimento, simplicidade, serenidade. São moedas da gratidão para a cura do nosso ser.
DESMEDIDA
Quem diz que da saudade é indiferente
Mente, ou simplesmente é um fingidor
Pois, não se mede a quantidade de dor
A quem duma privação, privação sente
Quem suspira, aquele suspiro de amor
Se de uma falta a sede não é suficiente
É porque do vazio, é vazio inteiramente
Sem valor. Ou, apenas, de pouco ardor
Não há um sentimento pela metade
Nem cinquenta por cento de saudade
Se tem ou não tem... - é desmedida!
E quando a nostalgia chora profundo
Deixando o pensamento moribundo
Em vão, tudo é sem sentido, sem vida!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08 junho, 2022, 14’20” – Araguari, MG
A vida começa onde o medo termina e Inciar um novo caminho requer CORAGEM. Passo a passo começamos a perceber que é muito mais perigoso permanecer no mesmo lugar.
ACREDITAR SEMPRE MAIS e que possamos valorizar sempre; o que as pessoas significam em nossas vidas e não a sua UTILIDADE...🇧🇷
A jornada do arauto é um mais que um solfejar esperanças. É enfornar, cozinhar e transportar os tijolos empregados na materialização de um abraço.
Na vida, apenas aprendo a cada momento com as diferenças de cada um e preservo os meus objectivos!
A beleza externa encanta os olhos e é importante, mas, se for a única base de um relacionamento ele logo acabará, pois, sempre haverá alguém mais belo.
A maior beleza é quando encontramos quem desperta nossa alma e se identifica com nossos sonhos, princípios e valores.
Beleza maior que essa não há!
Tens sido...
Um homem que as desgraças e recompensas da Sorte
Aceitas com igual gratidão... Dá-me o homem
Que não é escravo da paixão, que eu o trarei
No fundo do meu coração, sim, no coração do meu coração
Como faço contigo...
Digamos SEMPRE não, à tão vil GUERRA...
Não consigo entender um tal julgar;
havido em políticos envolvidos;
no assassinar por tais LEGALIZADO…
Da guerra por a acharem natural;
dado o poderem ficar escondidos;
a verem POVO a O POVO, chacinar.
Não consigo um não punir, entender;
dos POVOS, aos sacanas que os OBRIGUEM;
protegidos por más leis marciais…
Criadas por tais pra obrigarem, TAIS;
a trucidarem-se em guerras, em que andem;
uns contra os outros, por seu pretender!
Não consigo um tão obrigar entender;
a tantos milhões que entre os POVOS somos;
por meia-dúzia de PARVOS políticos…
Que fazem de nós tais, por pouco críticos;
das guerras onde por POVO tão fomos;
mortos, por a tais sempre obedecer!
Não consigo entender tal submissão;
a tão fraco obrigar, de em burro havido;
quando tantos milhões, mais que ele somos…
Quando por seu decidir tantos fomos;
matar a tanto INOCENTE em nós tido;
por pra O MATAR, nos darem permissão!
Comecemos, pois, POVOS a mandar;
esses políticos, que as tais decidam;
a irem tão só entre os tais, lutarem…
Pra vermos tais sacanas, a provarem;
seu sentir, sempre que em tais tanto incidam;
os MALES, desse aos POVOS, tão obrigar.
Pois, se um dia, o conseguirmos fazer;
iremos provar todo O bom VALOR;
tão sentido em PURA DEMOCRACIA…
Que em governar de um POVO tanto havia;
e tão há, para que o TAL, prove O SABOR;
havido em ESSE SÓ, do em PAZ, fazer.
Com esperança num da HUMANIDADE, SÓ para a via da PAZ; caminhar/evoluir…
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