Amar Realmente uma Mulher
Sua indiferença calcificou meu coração, agora é impossível amar alguém que me causou a pior decepção. Seria melhor ter apanhado, ferido, machucado do que por quem amava ser desprezado.
Não diga as palavras que estão em seus lábios,
Não me olhe desse jeito,
Só prometa que você vai lembrar
Quando o céu é cinza.
uma chance negada por si mesmo
No fim de tudo, você evita sofrer, mas assim também evita as alegrias.
Evita amar, mas também evita ser amado.
Evita viver com o coração e procura a razão, mas acaba não vivendo aquilo que realmente queria e apenas vivendo um roteiro da sua própria vida criado pelos seus medos.
Sendo que o pior de tudo é que você evita gostar das pessoas e para isso você afasta o sentimento delas de você e quando se der conta, a única coisa que realmente conseguiu fazer foi fugir de ser amado por alguém de verdade, pois cada pessoa que você viu um bom coração e um olhar com sentimentos você também chorou por não ter se dado chance. Assim você teve uma chance negada por você mesmo, chamada medo.
Se eu aprendi algo nesse verão, é que você não pode forçar alguém a te amar. O melhor que você pode fazer é tentar ser alguém que mereça o amor.
(Dipper)
Retome Meus Sentidos
Como você não pode entender
meu jeito de te olhar
Tento não pensar em você
mas meu interior teima em continuar
Até quando não vai perceber
que eu não deixei de te amar
Me tornei tão fraca
Sem você por perto
Eu sinto a falta de tudo
Não estar mais certo
Minha alma está adormecida
E ela vai continuar
Se você não me encontrar
Minha alma está fria e vazia
E ela vai continuar ... assim
Então venha e me busque
Estou morrendo aos poucos
Não me deixe partir
Desperte meu interior
Não posso e nem quero ir
Me acorde desse sono profundo
que parece não ter fim
Retome meus sentidos
Me perdi na escuridão
Me encontre e grite meu nome
Antes que eu desapareça
Me ache num nada
Entre a vida e a morte
E eu estarei lá
Eu posso te esperar o tempo que for
Porque o que sinto por você é eterno
Agora sem você nada é verdadeiro
Parece que estou presa numa fantasia
Me leve de volta a realidade
Transforme minha vida vazia
Retome meus sentidos
Eu fui criada pra você
Você foi feito pra mim
Numa combinação perfeita
Não se pode ter um fim
Você é a luz do meu lado obscuro
é a verdade de todos meus mistérios
é o único sorriso das minhas tristezas
Parece que me tornei
Como uma lágrima
Que apenas surge nas mágoas
Estou caindo e desaparecendo
Parece que estou morta
Como se tivesse envenenada
Só você é a minha cura
Aqueles momentos
Significam algo pra você?
Se sou realmente o que você quer
Querido me prove o que sente
Não tenho razões pra seguir
Vivo entre sofrimentos
Mas abri meus olhos
Me lembrei de tudo
Só agora percebi que
sem seu amor
sem você...
sem seu calor
Não existo...
De tantos oceanos que andei, ancorei em seu mar e viajei na sua praia. Você é água doce, no sal, que me sacia o paladar... O meu (a)mar.
O casal perfeito não é aquele que nunca tem problemas, mas sim aquele que, apesar dos obstáculos, sempre permanecem juntos.
Um diplomata é aquele que se lembra sempre do aniversário de uma mulher, mas nunca da sua idade.
Nota: A piada costuma ser creditada a Robert Frost, porém, a expressão "lembrar do aniversário de uma mulher e não de sua idade" já estava em circulação desde a década de 1890, sem autoria conhecida. A atriz Lillian Russell foi a primeira que se tem notícia a usar a palavra diplomata com essa expressão.
...MaisSó ele conheceu uma mulher corajosa que admitiu todos os medos, todas as neuroses, todas as inseguranças, toda a parte feia e real que todo mundo quer esconder com chapinhas, peitos falsos, bundas falsas, bebidas, poses, frases de efeito, saltos altos, maquiagem e risadas altas. Ninguém nunca me viu tão nua e transparente como você, ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente.
Só ele viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente. Só para ele eu me desmontei inteira porque confiei que ele me amaria mesmo eu sendo desfigurada, intensa e verdadeira, como um quadro do Picasso.
Uma mulher chamada guitarra
Um dia, casualmente, eu disse a um amigo que a guitarra, ou violão, era "a música em forma de mulher". A frase o encantou e ele a andou espalhando como se ela constituísse o que os franceses chamam un mot d'esprit. Pesa-me ponderar que ela não quer ser nada disso; é, melhor, a pura verdade dos fatos.
O violão é não só a música (com todas as suas possibilidades orquestrais latentes) em forma de mulher, como, de todos os instrumentos musicais que se inspiram na forma feminina - viola, violino, bandolim, violoncelo, contrabaixo - o único que representa a mulher ideal: nem grande, nem pequena; de pescoço alongado, ombros redondos e suaves, cintura fina e ancas plenas; cultivada, mas sem jactância; relutante em exibir-se, a não ser pela mão daquele a quem ama; atenta e obediente ao seu amado, mas sem perda de caráter e dignidade; e, na intimidade, terna, sábia e apaixonada. Há mulheres-violino, mulheres-violoncelo e até mulheres-contrabaixo.
Mas como recusam-se a estabelecer aquela íntima relação que o violão oferece; como negam-se a se deixar cantar preferindo tornar-se objeto de solos ou partes orquestrais; como respondem mal ao contato dos dedos para se deixar vibrar, em benefício de agentes excitantes como arcos e palhetas, serão sempre preteridas, no final, pelas mulheres-violão, que um homem pode, sempre que quer, ter carinhosamente em seus braços e com ela passar horas de maravilhoso isolamento, sem necessidade, seja de tê-la em posições pouco cristãs, como acontece com os violoncelos, seja de estar obrigatoriamente de pé diante delas, como se dá com os contrabaixos.
Mesmo uma mulher-bandolim (vale dizer: um bandolim), se não encontrar um Jacob pela frente, está roubada. Sua voz é por demais estrídula para que se a suporte além de meia hora. E é nisso que a guitarra, ou violão (vale dizer: a mulher-violão), leva todas as vantagens. Nas mãos de um Segovia, de um Barrios, de um Sanz de la Mazza, de um Bonfá, de um Baden Powell, pode brilhar tão bem em sociedade quanto um violino nas mãos de um Oistrakh ou um violoncelo nas mãos de um Casals. Enquanto que aqueles instrumentos dificilmente poderão atingir a pungência ou a bossa peculiares que um violão pode ter, quer tocado canhestramente por um Jayme Ovalle ou um Manuel Bandeira, quer "passado na cara" por um João Gilberto ou mesmo o crioulo Zé-com-Fome, da Favela do Esqueleto.
Divino, delicioso instrumento que se casa tão bem com o amor e tudo o que, nos instantes mais belos da natureza, induz ao maravilhoso abandono! E não é à toa que um dos seus mais antigos ascendentes se chama viola d'amore, como a prenunciar o doce fenômeno de tantos corações diariamente feridos pelo melodioso acento de suas cordas... Até na maneira de ser tocado - contra o peito - lembra a mulher que se aninha nos braços do seu amado e, sem dizer-lhe nada, parece suplicar com beijos e carinhos que ele a tome toda, faça-a vibrar no mais fundo de si mesma, e a ame acima de tudo, pois do contrário ela não poderá ser nunca totalmente sua.
Ponha-se num céu alto uma Lua tranquila. Pede ela um contrabaixo? Nunca! Um violoncelo? Talvez, mas só se por trás dele houvesse um Casals. Um bandolim? Nem por sombra! Um bandolim, com seu tremolos, lhe perturbaria o luminoso êxtase. E o que pede então (direis) uma Lua tranquila num céu alto? E eu vos responderei: um violão. Pois dentre os instrumentos musicais criados pela mão do homem, só o violão é capaz de ouvir e de entender a Lua.
A prostituta só enlouquece excepcionalmente. A mulher honesta, sim, é que, devorada pelos próprios escrúpulos, está sempre no limite, na implacável fronteira.
Sentou-se para descansar e em breve fazia de conta que ela era uma mulher azul porque o crepúsculo mais tarde talvez fosse azul, faz de conta que fiava com fios de ouro as sensações, faz de conta que a infância era hoje e prateada de brinquedos, faz de conta que uma veia não se abrira e faz de conta que que dela não estava em silêncio alvíssimo escorrendo sangue escarlate, e que ela não estivesse pálida de morte mas isso fazia de conta que estava mesmo de verdade, precisava no meio do faz de conta falar a verdade de pedra opaca para que contrastasse com o faz de conta verde-cintilante, faz de conta que amava e era amada, faz de conta que não precisava morrer de saudade, faz de conta que estava deitada na palma transparente da mão de Deus, (...) faz de conta que vivia e não que estivesse morrendo pois viver afinal não passava de se aproximar cada vez mais da morte, faz de conta que ela não ficava de braços caídos de perplexidade quando os fios de ouro que fiava se embaraçavam e ela não sabia desfazer o fino fio frio, faz de conta que ela era sábia bastante para desfazer os nós de corda de marinheiro que lhe atavam os pulsos, faz de conta que tinha um cesto de pérolas só para olhar a cor da lua pois ela era lunar, faz de conta que ela fechasse os olhos e seres amados surgissem quando abrisse os olhos úmidos de gratidão, faz de conta que tudo o que tinha não era faz de conta, faz de conta que se descontraía o peito e uma luz douradíssima e leve a guiava por uma floresta de açudes mudos e de tranquilas mortalidades, faz de conta que ela não era lunar, faz de conta que ela não estava chorando por dentro (...)
Menina mulher, já dizia o Poeta: "todas as mulheres deviam ser meninas".
Mulher menina, mistura perfeita para ser desejada.
Mulher, postura firme, imponente, mas o melhor mesmo, é quando nas horas certas, se deixa, se permite, sentir a menina que tem dentro de você.
Mulher desejada, amada, se protege, difícil de entender, mas sabe que deixa um doido, quando menina se permite ser.
Menina mulher, nas suas mãos, homens pensamos ser, mas na verdade, garotos somos, frágeis, impulsivos ao poder, que tanto nos faz enlouquecer. Enlouquecer de amor, de fazer e jamais cansar de querer.
Depois de muitas travessuras, um merecido descanso as voltas dos meu braços, menina volta a ser, e me permite pensar que tive o poder de fazer você se sentir mulher.
Uma mulher nua seria menos perigosa do que é uma saia habilmente exibida, que cobre tudo e, ao mesmo tempo, deixa tudo à vista.
Hoje não quero ser a mulher forte de atitude, a leoa sedutora, a que luta, defende, conquista, consola, abriga... Hoje eu quero deixar que a mulher sensível, delicada, romântica, frágil... seja vista e sentida! Quero carinho, abraço, colo... Quero braços que me envolvam, protejam, abriguem. Quero um corpo onde possa me aconchegar, um ombro, uma mão que acaricie meus cabelos, olhos que vejam minhas lágrimas rolarem no meu rosto quando falo dos meus temores, medos... uma boca que me diga palavras de ânimo e esperança e que me beijem com amor e desejo! Quero olhos q vejam minha fragilidade, que me admirem por ser delicada e que não desejem que eu tenha que ser forte o tempo todo! Quero ser admirada, notada e quero que me queiram por também ter um lado frágil. Quero que me admirem por ser mulher na total essência, não só o lado leoa, mas o lado beija-flor e também flor! O lado que necessita do outro que também precisa receber! Quero hoje a fragilidade de ser mulher!
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