Âmago
Os seres humanos não vos conheço. Conheço a mim de todas as formas e facetas no amago do eu, sem esteriótipos ou quaisquer ética social responsável por analisar sistematicamente a falha do ser, tão dono da verdade quanto o pai da mentira. Eu sim sou só, um, dois, três... Eu personifico a mim dou qualquer menção ao eu. Sou eu lirico no mais poético humano, ou qualquer coisa e tal que convenha a um social, não vou rotular aqueles,quando é tão fácil ser eu. Eu sim sou amante do amor, não platônico, utópico, maculado... Amante de tudo que vale a pena ser amado, não o antes ou depois, apenas você que se dispõe no presente dar expediente ao mero prazer de ler.
Cultivar no próprio âmago; raízes saudáveis e produtivas cujo amor é o principal elemento. Este por si só, encarrega-se em cultivá-las através de contínuas irrigações por meio, de boas vibrações e destas, como o resultado; à multiplicação do mesmo. Nas mais contínuas correntes de: “Paz, Harmonia e Fraternidade”.
O esplendor supremo da excelência consiste em aprender a ouvir o som que vem de dentro do âmago dos pequeninos
É a força extraída do conhecimento, que projeta no âmago da consciência toda resistência pela razão, de manter viva a tradição.
Hoje acordei com um grito entorpecido no âmago. Sua falta no meu dia-a-dia resulta na lágrima silenciosa que brota sem querer e percorre aquele antigo percursso até o canto da boca. Sinto falta mesmo. Não deixo de admitir, nunca fui covarde de deixar de admitir o que eu sinto, nao, vc sempre soube o que se passava em mim. Mas agora vc ta distante, e mesmo o fato de vc não morar perto nunca me fez me sentir assim. Sinto vc mais distante do que qualquer oceano que nos separa.
Para sempre...
No vazio do âmago sinto,
viver em mim uma lembrança.
Tão perto e tão longe se encontra,
perdido num pensamento se esvai...
Como encontrá-lo? Pergunto-me.
Se tão próximo a mim se encontra.
Queria a verdade do pensamento hostil,
e viver em segundos a mentira sincera...
Sinto raiva por pensar tanto assim...
Talvez, um ódio prazeroso!
Que quando perto de ti,
perde-se o sentido e o tempo!
Mais uma vez me pergunto:
Onde estará tão imenso amor?
Na alegria de uma paixão tão iludido,
Só me resta a saudade e a dor!
Quem sabe um dia consiga,
Traduzir e dizê-lo o que sinto,
e a lembrança das coisas pequenas,
se perderão na grandiosa descoberta:
Te amarei para sempre!
Infindável procura de um sentido qualquer
existência perturbadora de um âmago incompreendido
sinta-se vago plainando em um vazio
das dúvidas que o cercam através da descrença.
Junte-se a trajetória das incertezas
aqui jaz uma fé cega
revestida de uma alma semimorta
questione o inquestionável
desperta-te afim de compreender
a busca por si só é o real viver...
Não aceito a tristeza e apoio a força que todo o ser humano tem dentro de seu âmago; uma força invisível, incompreensível, capaz de derrubar qualquer gigante, pelo simples fato de acreditar em si mesmo.
É através das lutas que aprendemos a sermos felizes com amplitude e não com um incentivo vazio e medíocre de uma felicidade superficial navegando por aí, enquanto as mesmas estão com o coração sangrando; negando-se ajuda por puro orgulho e egoísmo.
Ela levava consigo, não um livro, nem um dicionário de palavras em seu âmago. Mas sim, uma biblioteca de histórias, contos de fadas, meia dúzia de fantasias e um conto inacabado.
[...] o medo é algo que domina o âmago do ser humano de uma forma horripilante. Quando se perde o controle de suas emoções, o medo habita onde era o vácuo deixado pelo temor de não poder se controlar. Algo dentro de nós precisa de um controle, e se você não controla, o medo assim o faz. Tornando-a uma pessoa sem domínio de si mesma, dando vazão ao mal. Um mal que rouba sua voz, sua vontade, sua vida.
Confiança não vem daquilo que você conquistou e sim daquilo que mudou dentro de seu âmago e o tornou convicto de seus dons e atributos ocultos.
do âmago do nada
existente
entre a penumbra e a luz,
evola-se
um halo
cálido
que afugenta o medo.
exala-se
um sopro no gesto
do ser,
um sulco de luz
transforma
o nada
em verbo.
acende-se
subitamente por dentro
do corpo,
a vida.
in O Retorno ao Princípio
Irreparável, o misto de cores emoldurado ao fundo do âmago, expostas ao vestígio amaro fragmentado da entrega à energia vital. Estremecendo-se pelas velhas lacunas aonde se dissipam, surge a ineptidão de seu esplendor. Como estão as palavras dispersas, estão as cores. O pintor tenta justificar sua coordenação para tal obra, mas as cores apenas são. Elas estão entrelaçadas por cada pincelada incerta, pela união de suas partículas jogadas à força do vento, elas fluem entre si emoldurando um novo plano, porém em sua aurora as cores apenas são.
E no amago do meu ser, me vi chorar me vi sofrer...
Por muitas vezes desisti.
Mas enfim achei o bom, o justo o certo o melhor...
Da vida todo o sabor, que agora chamo de amor...
Você...
Não gosto de escrever, tenho medo de me expor. Mas o que me resta entre o meu âmago e a vida externa.
Que a felicidade não se aprisione nas raízes do tempo, no âmago das circunstâncias, nos paradisíacos momentos, no recordar de pequenas lembranças, no despertar de esperanças, sinônimo de renovação, que regenere a vida e o coração.
Essência
Oh bela rosa,
Você é o âmago de tudo o que escrevo,
Tão importante para mim quão o meu coração.
Rego-te com o meu amor,
Para que os teus espinhos não machuquem.
O eixo da tua essência é princípio tudo,
De tudo aquilo que venho relatar.
O eflúvio da sua essência pouco a pouco
Esvaía, invadindo o meu ser
E se tornando ainda mais presente em meu quarto,
Na minha cama e nos meus lençóis.
Quando a manhã finalmente acordar,
Você deixará de ser botão e se tornará uma bela rosa,
O seu sorriso se torna as tuas pétalas,
E a tua cor branca me atraí.
Sua beleza é o âmago da rosa,
O teu corpo se torna o pólen,
As abelhas são atraídas pelas cores das pétalas,
E se embriagam com o seu doce néctar.
Sou atraído pela cor do seu sorriso,
Mas ainda não saboreei o teu pólen.
Escrito por
Luan C.
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