Almas que Nasceram uma para outra
Eu não sou príncipe encantado, por que uma ora ou outra o encanto passa. Entretanto, sou um ser cheio de defeitos, buscado encontrar repouso...
O dificuldade em dizer NÃO para uma outra pessoa, para a vida ou para si mesmo, está ligado aos medos e as culpas internas que nos forçam a agir de forma contrária aos nossos reais desejos.
Ela precisou apenas
De duas coisas em sua vida!
Uma era DEUS e a outra a poesia!
Com DEUS
Ela se revestia de amor, candura, paz, alegria e harmonia
Para continuar... Vivendo.
E com a poesia
Ela voava, desenhava sonhos, e adoçava seu coração
Para se elevar aos demais em sua escrita poética!
E isso lhe bastava
Pois ela era versos num lindo poema de DEUS!
uma árvore que não dá frutos deve ser cortada e lançada fora, para que se possa plantar outra semente capaz de alimentar nosso coração.
UFOs deve ser resumida assim: “Anjos ontem, extraterrestres hoje”. Ou em uma outra vertente: Demônios ontem, extraterrestres hoje.
A ufologia foi inaugurada como objeto de estudo, oficialmente, em 24 de junho de 1947, quando o aviador e empresário americano Kenneth Arnold teve seu relato amplamente divulgado, de um avistamento de um objeto voador não identificado. A partir de então, sucessivas aparições se espalharam pelo planeta, como o famoso “Caso Roswell” nos anos de 1950, em que uma suposta nave alienígena teria caído no deserto do Novo México, ocasionando a morte dos tripulantes – os quais, posteriormente, teriam sido capturados pelas forças armadas dos Estados Unidos. Após este acontecimento, sucessivos relatos de aparições desencadearam-se por diversos pontos e continentes do planeta. Anos de 1960, 1970, com casos de abduções, raptos de seres humanos, amplamente difundidos, pela BBC de Londres, CNN, jornais da época etc... Atualmente, até a Nasa já fala de contatos extraterrestres.
Inclusive, três fatos proeminentes ocorreram no Brasil, o primeiro em 1977, em Colares, município que fica a 1 hora e 35 minutos da capital de Belém do Pará; neste episódio, houve inclusive o envolvimento das Forças Armadas. Naquela ocasião, foram expressamente ditas pelo coronel da aeronáutica Uyrangê Hollanda, chefe de um contingente de mais de uma centena de soldados que desceram o Rio Amazonas em direção à região do Salgado, as seguintes declarações enfáticas:
“- Diversos objetos discoides sobrevoam a foz do Rio Amazonas, inclusive um objeto em formato cilíndrico parou a 50 metros de nossa guarnição, e um ser extraterrestre desceu flutuando e nos olhou por 2 minutos, sem qualquer contato; telepático ou de qualquer natureza”. Essas foram as palavras do coronel. Depois, tivemos a “Noite dos Ufos”, em 1986, que envolveu diretamente as forças armadas do Brasil. Em 19 de maio de 1986, foram detectados pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta) diversos óvnis sobrevoando os céus do País. Por último, o famoso “Caso Varginha”, que todos conhecem; este envolvendo o Exército brasileiro, que teria capturado alienígenas, no ano de 1996, que, posteriormente, foram supostamente enviados aos EUA. Os três casos podem ser encontrados na internet, com vídeos e depoimentos de ufólogos e autoridades da época.
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À luz da Bíblia, todos esses fenômenos são efetivamente classificados como atuações luciferinas ou satânicas. O próprio apóstolo Paulo expressa em (2 Co 11 vs 14): “É de maravilhar-se que o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz”. Para entendermos de forma bem mais elucidativa esta questão, que envolve os Ufos e os demônios, tomaremos emprestado a palavra demônio do português e, então, saberemos que sua origem é grega: Daimon – o equivalente em português à palavra “demônio”, cuja tradução é : povos ou raças; assim sendo, quem são os demônios? São raças de seres e potestades que habitam as regiões celestiais. Veja o que diz o apóstolo Paulo nesta outra passagem bíblica, “Efésios 6:10-12 (parte do versículo)”: Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.”
Me confundem com a lua por ter várias fazem, uma hora é só alegria na outra tristeza, as vezes amo, na outra odeio, isso é a ironia da vida.
A vida tem duas vias; uma é mais curta e atraente, a outra mais longa e complicada; no final da via curta você olha para trás e percebe que não construiu nada porque não deu tempo, mas ao final da via mais longa, você percebe que você construiu muitas coisas, adquiriu experiências e fez história. Existem aqueles que preferem a via mais curta, sem pensar que o que ela pode te proporcionar também é de curto prazo.
Se a vida é uma viagem
Eu quero uma passagem
Só de ida com você
Se a vida é uma outra margem
Por que? Queremos sempre entender?
Entender? Ou esquecer?
"Não se preocupe com a morte, ela chegará naturalmente de uma forma ou de outra, ocupe-se de uma forma mais feliz e plena com o que está indo embora a cada segundo, a sua vida."
As vezes as coisas na vida ... Se confundem tanto que é preciso ter uma dose de lucidez e outra de loucura para saber que continuamos vivos ...
D.A
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Autora : Gislene Pascutti
A FLOR MURCHA
Existia uma bela flor. A sua aparência era algo de dar inveja a qualquer outra riqueza da natureza, pois morava num lugar chamado “jardim das flores”, e no meio de tanta beleza ela ainda se destacava, pois tinha uma exuberância esplêndida. A sua essência exalava por todo o jardim, os galhos com espinhos que a sustentava eram sua proteção, e mais abaixo daqueles galhos, havia um ser que a amparava e fazia dela a mais bela, esse ente, não era visto por ninguém, mas só ela, aquela flor sabia da sua existência e a regava, porque entendia que se não a regasse, deixaria de ser bela e não encantaria mais a ninguém.
No jardim só existia uma regra, que não poderia ser quebrada, pois apesar de bela e exuberante aquela flor, ninguém poderia tocá-la nem muito menos sentir, teriam apenas que passar pelo jardim e apreciar a sua beleza ao longe, e assim com poucos minutos ficando naquele ambiente poderiam senti-la, mesmo sem tocá-la.
Porém, certo dia, alguém resolveu ir até aquela flor e pegá-la, pois não se conteve só em apenas vê-la distante, não só tocou como a arrancou de seu habitat. Durante algum tempo ela ainda era bela, mas algo lhe faltava e foi ficando triste, era o local onde vivia que a mantinha ali intacta sua beleza. Os dias foram se passando e a flor com o tempo foi murchando, começou a perder o seu brilho, a sua exuberância, a sua essência, pois não era mais a mesma sem a sua companhia de seu caule, sem o seu lar, sem o aconchego que era seu canto naquele jardim. Ela não tinha mais os galhos que a seguravam e a principal de todas , o lugar escondido que a protegia por entre as entranhas da sua respiração, a sua falta provocou a ponto de murchar definitivo e secou completamente, pois a falta que a RAIZ lhe fazia, deixou de lhe dar a vida. E assim tornou - se uma FLOR MURCHA.
Pode ir no seu enterro
De mil pessoas pra lá
E na outra ir uma só
Ou duas sei lá
Mas não importa quantas pessoas vá
Pois a terra que te cobre
É uma só de jogar
Não importa quem seja
Ou quantas pessoas vá
A terra que te cobre
É a mesma que cobre o outro
Mesmo sendo rico ou pobre
Mesmo feio ou bonito
Mesmo longe do infinito
O fim não é na frente
Pode ser de repente
O fim um dia chega.
A terra cala o grito
A terra cala o sujeito
Mesmo sendo bom sujeito
O fim é sempre o mesmo.
eu tinha uma melhor amiga e perdia a conta de uma minha outra amiga não cometam o mesmo erro, aproveitem,porque a amizade não dura para sempre.
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