Ainda mais te Amarei na Morte
"Se a fé é uma esperança naquilo que ainda não se ver (Heb. 11,1).Construa a sua fé na esperança do "SE" como a hemorroíssa, que na fé acreditou dizendo a si mesma: SE EU APENAS O TOCAR FICAREI CURADA. Como está a visualização do seu Se?..."
MANIPULADORES
Em todos esses anos vividos, ainda consigo ficar impressionada como algumas pessoa tentam e acham que podem manipular, mandar nas outras e quando percebem que cada um tem a sua própria personalidade e individualidade, mudam de comportamento, sentem até raiva como aquelas crianças manhosas, birrentas que querem a todo custo que lhes sejam feitas as vontades...
Todo navio supostamente tinha leme, e, tú ainda navegava em veleiro, o amor no seu coração é chave em certeiro.
Amor não é sobre quantidade, é sobre constância. Por isso ele nasce de tão pouco e por menos ainda, morre.
Mesmo quando as flores caem,
e os caminhos do outono nos levam ao inverno,
ainda assim é uma beleza sem par,
ver o mar beijando a areia
e a lua beijando o mar!
Ainda que estejas na ponta
No fim, permeável ao ódio
Que seja tão grande o que te afrontas
Mas, encoraja-te, transforma teu precipício em pódio.
“Julgo por mim!
Acredito que a única coisa que não deu certo, entre nós humanos ainda é,
essa tal incapacidade, de “achar” algo,
o qual não se sabe quem perdeu...”
Se você plantar uma semente hoje no seu quintal,no dia seguinte, ainda não haverá uma árvore grande e bonita.
Os investimentos não são diferentes, o longo prazo possibilita que você desfrute de uma árvore no futuro, a árvore da liberdade financeira,mas para isso é necessário tempo!
Levante erga a cabeça e lute você ainda tem muito a percorrer então pare de choramingar e seja aquilo que você almeja ser.
Quando nasce uma mãe
Quando você ainda era uma sementinha dentro de mim
Eu ja te amava.
Confesso, não planejava...
Mas Deus quis assim...
E quando ouvi as batidas do seu coração
A minha ficha caiu...
Ali, me enchi de emoção
Um mundo novo pra mim, se abriu
Naquele momento me tornei mãe!
Cheia de dúvidas e incertezas
Nascendo ali o meu Amor de mãe
Esse sentimento era minha única certeza
A minha vida por completo, mudou
Deixei de ser eu, e me tornei a mãe de alguém
E tudo se transformou
O meu viver agora pertencia aquele neném!
Dali para frente me entreguei a esse amor
Todo cuidado, todo carinho e dedicação
Todo empenho feito com louvor
Mesmo com pouca aptidão...
Mãe de primeira viagem,
Não havia um manual de instrução
Me superei, tive coragem!
Falhando as vezes nessa missão...
Fiz sempre o que pude fazer
Muitas vezes, por cansaço, sentei e chorei
Quando me sentia incapaz, sem saber
Mas me reinveitei e continuei
Ser mãe é assim...
A gente nunca sabe se está acertando
Uma busca de certezas sem fim
Mas, mesmo errando, a gente faz isso amando!
Eu...eu...ainda estou aceitando, que sou só um, sou só um humano, não sou especial, não nasci para um propósito ou destino, sou apenas um conjunto de células com várias incertezas; que existe coisas tão grandes como planetas, estrelas e galáxias que faz a minha existência ser insignificante; que o que eu faço ou deixo de fazer é culpa minha e só minha, eu sou responsável pela minha felicidade, tristeza, fracasso e o meu futuro; que estou aqui por nada, e á nada, que nada á um sentido, que sou apenas mais uma coisa existindo.
Senhor,
Me castiga no meu pecado,
Me ajuda ser aquilo que não sou ainda,
Não quero tristeza ao meu redor,
As lágrimas que brotam dos meus olhos
Afogam minha a alma.
Meu corpo tem enfermidades e dores,
Minha língua muitas vezes maliciosa
Palavras imundas nascem
Meu Espírito impuro manifesta
Tantas aflições renascem
Adormeceu a minha alegria em um sono profundo
Minha fome atormentada e ingrata
Enfraquecendo as minhas vestes carnais.
Depressa vem me acudir,
Envia anjos aqui para eu não desistir,
Nesse mundo de desterro de ilusões
Não quero mais existir se não for pra ti.
RUDNEY VENTURA
Onde Jaz a Borra Fria
Vou fazer um mau negócio,
Mas ainda assim vou fazer
E não sei porquê, é contra o ócio.
Vou pegar na caneca
De café frio de ontem
Que deixei por beber.
Tiro da lapela cem por conter,
Mais um comprimido pra me erguer,
Pra aumentar a dócil doze
Do meu amargo pró renascer.
Vou contra-indicar a indicação
Do concelho médico e a merda de ética.
Aproveitar a deontologia da vida,
Rasgar em mil a bula,
Só para não ter saída.
O traço de ilusão, desfaço
Em pó sem dó nem contemplação.
Vou senti-lo no meu coração,
Bater de mentira e fantasia.
Vou sobrevoar sobre este dia
E o tempo irá pairar sobre mim.
Jogar do bordo da mente que apavora,
Atestado de alucinação.
Arritmia da chuva fria que cai lá fora,
Que cai como lamina na minha audição.
Da guilhotina destravada
Pelo carrasco do desgosto,
Sem saber que ceifa
Do mundo uma alma pelo pescoço.
O beneplácito da justa injustiça...
Pior não é ser mista, é ser zarolha.
O pior é que a cabeça é roliça
E rola o mundo e a visão da vista.
Minhas mãos atadas no grilhão,
Ainda podem sufocar o carrasco,
Só não podem dar mais ao cão,
Um ensanguentado osso
Nem à mulher aquele libido desgosto.
Findo posto, crânio rola
E tudo vejo, tudo sou e me consola.
A cada amasso que levo, tombo.
Crânio estala, escalpe hematoma.
Sinto tudo, parece ate ter visto um pombo!
Mas estalar-se-me um dentre no duro
Paralelepípedo negro de granito.
De tão sarcasmo escarrado que foi,
Não me sinto mal nem aflito.
Só sei que estou para aqui
Olhando para um lado nenhum,
Como quem deita na relva enamorado.
Ainda que corpo já não tenha,
Mesmo assim ninguém me apanha.
Pelos vistos já não estou nem sou,
Sou só coisa pendida com é leve a teia de aranha.
Ai que manha, esta vida!
De invólucro tão comprimida,
Como pra culatra do revolver
Num ápice envolve alma aturdida.
Carrasco por onde andas?
Quero para mim esse capuz preto!
Pois da minha alma é certo
Que ando aqui porque vegeto.
Carrasco... Responde!...
Ou tenho que esbracejar?
E se o faço... sou lagarto a quem cortaste o rabo.
Mais tarde ou mais cedo vou-te apanhar.
Esbracejo, esbracejo, bocejo...
E vejo parede por todo lado.
É que é uma merda de um cubículo
Onde tenho esbracejado.
Tenho quatro paredes abstractas,
Vê lá tu como te tratas.
Que do carrasco precisaste,
Ca porra do amor arrastasse,
Para este findo dia à falta de ética.
Já não mais me faz companhia.
Pois minha alma se repleta,
Da caneca de outro dia onde jaz a borra fria.
Ficou alguma coisa por dizer ao carrasco?
Aguarda que uma borrasca de água se faça,
Tira da lapela mais cem por conter.
Na ética do carrasco há um capuz preto
E na deontologia, lâmina que faz chover!
E eu ainda espero
E eu ainda espero, a mensagem dela à meia noite desse novo dia
Aquela mensagem enxurrada de promessas calorosas, como uma brasa que toca meu coração semelhante à uma manhã de névoa, em um leve momento na brisa de um frescor, beijando flores de primavera daquela árvore
Aquela árvore na qual me assentava na infância, que com um toque vagaroso fechava minhas pálpebras e abria discretamente um sorriso de canto
Sorriso no qual me abrangia momentos, momentos nos quais escorria lágrimas aflitivas em meu rosto desgastado
Desgaste no qual eu amava, certamente por lembrar daqueles longos cabelos e um lindo sorriso no qual hoje habita em outros sorrisos
Aquele sorriso no qual despertou meu primeiro amor, amor no qual me fortificou e renovou
abrindo o leque da vida e instruindo cada passo futuro que meu ser aprenderia a praticar
Aaaah, como pratiquei, mágoas passadas me presentearam graciosos momentos vigentes
Momentos no qual à conheci, naquele dia, naquela mensagem na qual eu pude sentir meu coração bombeando declarações por minuto, por ela, para ela, sim.. por olhos esverdeados, claros como o mar, estonteantes a ponto de me exaltar e dizer, como eu quero, como eu desejo, como posso?
E eu ainda espero aquela mensagem, jaz uma semana que à espero inquietamente, sofregamente, avidamente, para ela testemunhar, verificar, assimilar, afirmar.. que o meu melhor está aqui, neste poema, para você.. Linda
Linda a ponto de me naufragar, por mares que costumo velejar, onde o último suspiro da vida a cada minuto tenta me capturar
E digo hoje não, porquê lá está ela.. ancorada na ilha de frente ao mar, ao por do sol
E é lá que as 13 horas tenho de estar, fora dos domínios do mar, meu grande e doce lar
Para abraçá-la, dizer, bem que podíamos ficar, envelhecer.. fazer intercorrer meu insaciável prazer em morar em teus olhos esmeraldas aqui, em teu domínio, onde todos os dias aguardarei
Aquela sua mensagem dizendo, meu amor.. eu ancorei.. dessa vez, permanecerei.
Ainda quis
Além dos olhos tênues,
dentro do colchão guardado,
menor do que vejo,
maior não minto.
A coisa da coisa
é tempo de menos
e vontade demais.
A música desperta fantasias sobre as quais se pode escrever, inclusive fantasias amorosas, ainda que de um amor platônico, da alma.
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