Ainda mais te Amarei na Morte
Talvez eu ainda não tenha aprendido a me perdoar, talvez eu precise parar de remoer todas essas coisas que me prendem a um passado que tanto subornou meus sonhos. Eu procuro acreditar no que vejo na minha frente e tento ver além do embaçado...constante dos meus olhos, guardo meus medos na gaveta e não me olho mais no espelho, a falta escreveu sobre minha’alma todas essas ausências, que me doem, me sufocam e me fazem em pedaços. Eu passei pela vida acreditando tanto, me esforçando tanto pra ser melhor, que hoje nem sei se esse era o melhor que eu quis pra mim. Vi tanta gente, andei com algumas, sorri com outras e chorei com poucos, mas hoje só me resta essa saudade e essa constante vontade de visitar lugares que já nem sei mais se sou aceita. Hoje chorei, chorei por ter percebido o tanto de palavras, lágrimas e momentos que queria apagar e que não posso, chorei por essa vontade descabida de te olhar, esse desejo inocente de te ver sem nenhum passado a nos sufocar. Chorei porque de toda essa descrença que minha vida se tornou, nós somos a única coisa que eu ainda acredito, mas ao mesmo tempo a única coisa que não alcanço. Hoje poderia te ligar, talvez um jantar, a gente poderia por o papo em dia, declarar saudades e afugentar temores, depois você poderia ir dormir lá em casa, eu acordaria a noite só pra te ver dormir, você se levantaria cedo e devagar pra não me acordar, hoje só hoje... a gente poderia reconstruir os sonhos tão antigos que o destino quis nos roubar.
Nunca jamais tente forçar uma pessoa a fazer alguma coisa, você acaba se dando mal e ainda por cima perde várias amizades verdadeiras. Seja verdadeiro com os outros e aceite um NÃO o mundo não quer ser comandado por você.
Saudade é um amor ainda habitando em nós, mas um dia...ele terá de nos deixar, arrumar as suas malas, para que outro morador habite em nosso coração.
[...] Volto no tempo em um mês de janeiro há alguns anos atrás e lembro-me ainda embora os dias consumam já muitas lembranças depois dos cinquenta.
Voltando a minha memória indelével de quase velho sonhador, recordo-me da menininha que foi minha anos atrás. Talvez não tivesse sido inteiramente minha, na integra eu digo, mas com o passar dos anos acrescentamos as nossas lembranças de experiências vividas com fantasias idealizadas, confundindo o que aconteceu de fato e não, tornando tudo mais agradável lembrar.
O sol ardia sobre meu pensamento pecaminoso, deixando tudo mais tentador. Do lado de fora, apenas, podia contemplar a menina de meus sonhos que almoçava com a família num restaurante próximo a sua casa.
Eu, ainda nos meus “anos dourados”, era um moço tímido e de certa forma arrogante. Meio desajeitado e cabeça dura. Era só mais um jovem moço apaixonado.
A menina conheci numa fazenda...[...]
Volto no tempo em um mês de janeiro há alguns anos atrás e lembro-me ainda embora os dias consumam já muitas lembranças depois dos cinquenta.
Voltando a minha memória indelével de quase velho sonhador, recordo-me da menininha que foi minha anos atrás. Talvez não tivesse sido inteiramente minha, na integra eu digo, mas com o passar dos anos acrescentamos as nossas lembranças de experiências vividas com fantasias idealizadas, confundindo o que aconteceu de fato e não, tornando tudo mais agradável lembrar.
O sol ardia sobre meu pensamento pecaminoso, deixando tudo mais tentador. Do lado de fora, apenas, podia contemplar a menina de meus sonhos que almoçava com a família num restaurante próximo a sua casa.
Eu, ainda nos meus “anos dourados”, era um moço tímido e de certa forma arrogante. Meio desajeitado e cabeça dura. Era só mais um jovem moço apaixonado.
A menina conheci numa fazenda...[...]
“O eco das palavras do padre ainda vibrava na sua consciência: ‘habitar continuamente uma miragem criada pela nossa obstinação’. E não era assim que ela vivia, encerrada dentro daquela atmosfera de ódio, incapaz de se libertar dos fantasmas criados pela sua fantasia? Que pior maldição poderia existir além daquela, que pior castigo poderia receber das mãos de Deus?”
Apesar de tudo, poderia ainda contar os seus esforços, medir todas as suas tentativas fracassadas, sorrir de tédio ante o vazio que se estendia implacavelmente sobre tudo. Quantas vezes não forçara esse encontro, quantas vezes não se lançara à aventura e voltara rota, marcada indelevelmente por outras decepções maiores, sangrando em toda a sua sensibilidade ferida, disposta a sufocar os seus movimentos na mais resignada sombra? Não desejavam dela senão aquilo de que precisavam – para ela não possuíam nada, ignoravam tudo e no máximo cediam com um sorriso complacente... Que fazer, pois, do calor da sua alma, da vida que pedia campo para se libertar: Que fazer, Deus do céu? E Madalena começava a odiar o seu isolamento, a desejar, por muito impossível que fosse, esse alguém que a conheceria um dia. Onde estancar a sede de ternura?"
Compreendia bem que era preciso renunciar – ainda mesmo que isto lhe custasse a vida. Que fundo cruel encontrava de repente naquele jardim? Imaginou os pés secos, as corolas murchas, a desolação dominando. Para que toda a maravilha daquela noite, se o seu amor não se realizava, se aqueles lugares apenas lhe sugeriam possibilidades de momentos felizes que decerto ela nunca teria? Sem dúvida a ideia de renúncia nascera daí: por que não se desligar de todos os laços, romper na própria carne todas as fibras que a ligavam a Pedro, readquirir a liberdade que perdera? Renunciar!
Ainda sou somente eu...
Com a luz que me acalma dentro do meu interior...Deus.
Sei que meus sonhos são passados... eles ainda são meus.
Meus pequenos...que estão na plenitude de meu amor, trago comigo juntos com os sonhos mais lindos, mesmo que os insanos do presente nos negue.
Ninguém poderá apagar minha história...
Para que tentar esquecer, o que é inesquecível,
Se suas palavras ainda se perder em meu ar.
Para que sofrer se ainda vejo sua sombra
em meu quarto, em frente ao luar
Para que deixar uma lagrima rolar
se ainda sinto o gosto da sua boca
E se perder na escuridão, se ainda
sigo o brilho dos seus olhos
para se sentir só se ainda eu sinto o calor do seu abraço
E sair correndo se meu único caminho é você
Para que negar sentimentos se você me faz senti-los com um leve toque
Para que fingir que você não esta aqui, se você vive no meu coração
E acabar comigo se a minha existência ainda permanece em sua vida
E se um dia eu deixar de existir estarei em vida em você, e cada sorriso
me tornará presente de novo,e farei da minha existência o seu olhar
Sonhos...
São locais onde eu sempre me perco e te encontro. Neles eu busco os momentos que ainda não vivi; neles o futuro ao teu lado me pertence.
Tem gente que vive na sombra dos outros e ainda reclama que não brilha! O céu tem espaço pra você desde que você não torne a sua existência um eterno eclipse!
Então que se encerrem os joguinhos e admite de uma vez que tudo aí ainda é meu, ainda que esteja com outra.
Bom Mesmo são aqueles amigos que te aturam no colégio a semana toda , e ainda fazem questão de ficar junto contigo no fim de semana -
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