Agradecimento a Família Formatura
Comemorar aniversário de pessoas que fazem parte de nossas vidas, é um presente incomensurável.
Quando comemoramos aniversário de um amigo, estamos comemorando nossa trajetória também.
Ter amigos há mais de 40 anos, (opa, não era pra falar quanto tempo, certo? hahaha) continuando... há mais de decadaS, haha, faz com que nos olhamos atravéz deles. Vemos a vida passar e ser vivida neles, com eles.
Quando vemos em nossos amigos; seu crescimento, suas quedas e vitórias, choro e alegria... amor, perdão, estamos vendo o quanto nós também, participamos e demos novos significados para tantos momentos.
Vemos nossos amigos tendo seus filhos, netos e celebramos muitas alegrias que, não são nossas conquistas, mas por eles, celebramos, vibramos, rimos e choramos juntos.
Ter amigos de longa data, nos faz mais humanos e termos um olhar além do amor familiar.
Desenvolve em nós, a capacidade de dispor e dividir, tempo, abraço, conforto, amor.
A vida sem amigos é uma vida sem emoção. E quantas emoções vivemos não, Polaca tonga, hahaha (só pra saber, é assim que seu nome está na minha agenda, haha), mas de tonga não tem nada.
Uma comadre "loca" de esperta, inteligente, charmosa, elegante, rica, tem piscina pra nós hahaha.
O aniversário é seu, mas quero que todos os meus amigos peguem essa msg, porque falar de amizade é falar de todas as nossas histórias, é relembrar nossas vidas juntos.
Tenho orgulho em falar que eu tenho amigos de mais de décadaSS 🤗
Bem disse Cortella: 'Ter amigos, nos lembra que não somos estrelas solitárias' 🤗
Feliz aniversário Eliane polaca, comadre 😃
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Lar é onde existe felicidade, onde o abraço esquenta nossa alma, onde a mente se acalma e cada momento é uma preciosidade.
A imposição nunca foi uma opção de Deus para a conversão, o amor sim, e se não for por amor, de nada vale...
Renato Mendes Urso
Mulher ou pessoa que em casa trabalha, muito trabalha!
Quem vê e quem não, pouco acredita.
Trabalho sem ganho também compõe salário!
Labuta não é só honorário.
E pela vida à fora, não tendo com quem falar sobre meus sentimentos...
Ainda bem que existem folhas de papéis e o grafite. Nelas escrevo e descrevo quase todas as minhas reflexões, hora banhadas com lágrimas de emoção, hora necessitando de raciocínio lógico para me auto consolar.
01/05/2024 - Rubenita Simey
LARES FIÉIS AO SENHOR
“Mas, se vos parece mal cultuar o SENHOR, escolhei hoje a quem cultuareis; se os deuses a quem vossos pais, que estavam além do rio, cultuavam, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Mas eu e minha casa cultuaremos o SENHOR.” Js 24.15
Através de suas palavras, Josué nos deixa a preciosa lição de como devemos liderar nossos lares. Apesar das maldades presentes no mundo, precisamos conduzir nossas famílias a priorizar o relacionamento com Deus e a não se deixar enganar pela voz da maioria. Os projetos familiares devem ser cuidadosamente alinhados à vontade do Senhor, de modo que nossos lares encontrem plena satisfação em servir a Deus. Cada membro da família pode buscar o objetivo específico de viver para a glória de Cristo de maneira integral e significativa. (1 Co 10.31). (...)
Trecho da meditação do sexto dia da campanha “31 Dias de Oração - Jesus Transforma Minha Família” 2024 promovida pela Junta de Missões Nacionais da CBB)
Em tempos maus, perseveremos em conduzir nossos familiares à fidelidade total ao Senhor. Em Deus, nossas famílias estão alicerçadas na Rocha eterna (2Samuel 22.32).
Deus nos concedeu a responsabilidade de amar e cuidar de nossos filhos. Eles são propriedade exclusiva de Deus.
A finitude tem me ensinado a aceitação,
E desse lugar harmonizo minha centelha divina.
Honro e agradeço minhas raízes,
Vejo a beleza, a força e a resiliência.
Sou mais completa por ter o sagrado feminino ao meu lado, e mais feliz por estar com vocês em paz morando dentro de mim.
Gratidão por ser neta, filha e mãe.
Viva a vida que flui e evolui.
Vida que gera vida.
Seus filhos participarão de suas histórias. Seus netos ouvirão suas histórias. Seus bisnetos desejarão ter lhe conhecido. Sua responsabilidade de ser um bom ancestral é parte do seu legado.
As pessoas precisam acreditar pela fé que tem. Se Deus tivesse que
provar sua existência materialmente para todos, não precisaríamos
ter fé e sim da ambição e do interesse em alcançar alguma coisa que
“Ele “possa te dar.
A transição da autoridade patriarcal para abordagens mais democráticas nas famílias tem gerado novas dinâmicas, onde a falta de valores claros e limites resulta em confusão e superficialidade nas relações familiares.
Essa comparação entre a dinâmica familiar e o xadrez traz uma reflexão importante sobre o papel da mãe (a "rainha") em um contexto onde ela carrega todas as responsabilidades do lar, mas abdica da própria felicidade. Quando o "rei" (o parceiro ou a figura dominante na casa) assume um papel passivo ou controlador, desvalorizando a contribuição da "rainha", cria-se um desequilíbrio que afeta não só a dinâmica familiar, mas também o bem-estar dessa mãe.*Importância da Rainha no Xadrez*
1. *Poder ofensivo:* É a peça que geralmente lidera os ataques mais devastadores, criando ameaças múltiplas e dominando grandes áreas do tabuleiro.
2. *Flexibilidade:* A capacidade de cobrir diferentes tipos de movimentos torna a rainha indispensável em várias fases do jogo.
3. *Proteção e suporte:* Apesar de seu poder, a rainha funciona melhor em colaboração com outras peças, especialmente no meio jogo, para executar estratégias eficazes.
4. *Peça de valor elevado:* Perder a rainha é um grande golpe, pois afeta diretamente a capacidade de controlar o tabuleiro e executar táticas agressivas. Assim como no xadrez, o papel da "rainha" na vida familiar é essencial para o bom funcionamento do conjunto. Reconhecer sua importância significa valorizar quem desempenha essa função, garantindo apoio, comunicação e um ambiente harmonioso onde todos se beneficiam de sua influência positiva.
Essa comparação entre a dinâmica familiar e o xadrez traz uma reflexão importante sobre o papel da mãe (a "rainha") em um contexto onde ela carrega todas as responsabilidades do lar, mas abdica da própria felicidade. Quando o "rei" (o parceiro ou a figura dominante na casa) assume um papel passivo ou controlador, desvalorizando a contribuição da "rainha", cria-se um desequilíbrio que afeta não só a dinâmica familiar, mas também o bem-estar dessa mãe.
*A Dinâmica da Rainha no Lar*
No xadrez, a rainha tem o maior poder de ação e influência, mas, se for mal utilizada ou negligenciada, seu potencial estratégico se perde. Da mesma forma, na vida real, uma mãe que faz tudo pelos filhos e pela casa, mas não tem apoio, espaço ou tempo para si mesma, acaba se desgastando. Isso pode levar a sentimentos de frustração, vazio e, muitas vezes, a uma perda de identidade.
1. *Desequilíbrio de funções:*
- Quando a "rainha" assume todas as tarefas, o "rei" muitas vezes se torna acomodado ou age apenas como figura de autoridade. Isso sobrecarrega a mãe, que precisa ser multitarefa enquanto não recebe o reconhecimento ou suporte necessário.
2. *Abandono pessoal:*
- Assim como uma peça no xadrez que perde sua força quando deixada de lado, a mãe que prioriza exclusivamente o bem-estar dos outros pode acabar esquecendo de cuidar de si mesma. Sua felicidade, sonhos e projetos pessoais são sacrificados em nome da família.
3. *Dependência emocional e invisibilidade:*
- Quando o "rei" domina e a "rainha" deixa de assumir sua posição de equilíbrio, a relação se torna hierárquica e não colaborativa. A mãe, muitas vezes, pode sentir que sua dedicação é vista como uma obrigação e não como um esforço voluntário digno de valorização.
*Ressignificando o Papel da Rainha*
No xadrez, a rainha não só apoia o rei, mas também domina o tabuleiro com estratégia e equilíbrio. Na vida familiar, isso significa que:
1. *A rainha precisa de espaço para reinar:*
- O papel da mãe não deve ser limitado ao cuidado do lar e dos filhos. Ela precisa de apoio para viver seus próprios interesses e cultivar sua felicidade, assim como dá suporte à família.
2. *O rei precisa assumir responsabilidades:*
- O "rei" deve participar ativamente na gestão da casa, dividindo tarefas e promovendo uma relação de parceria. A rainha não é serva do rei, mas uma peça-chave em uma relação colaborativa.
3. *Os filhos como aliados, não dependentes:*
- Envolver os filhos nas responsabilidades do lar desde cedo ensina independência e respeito. Isso alivia a carga da mãe e mostra que a dinâmica familiar é um esforço conjunto.
4. *Cuidar da própria felicidade:*
- A "rainha" precisa sair do papel de mártir e lembrar que sua FELICIDADE é essencial para o bem-estar da família. UMA MAE FELIZ CRIA UM LAR MAIS SAUDAVEL E EQUILIBRADO.
*A Metáfora no Jogo da Vida*
Assim como no xadrez, a rainha tem o poder de transformar o jogo. No contexto familiar, quando a mãe assume sua força e exige equilíbrio, o "rei" e as "outras peças" (os filhos e demais membros da casa) também se movem em harmonia. O tabuleiro da vida familiar só funciona bem quando todos desempenham seus papéis, com a rainha não apenas servindo, mas também *reinando com autoridade e equilíbrio*.
A MÃE PRECISA LEMBRAR QUE SER FELIZ NÃO É UM LUXO, É UMA PRIORIDADE QUE BENEFICIA A TODOS.
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