Agradecimento á Escola
A vida é intensa viva cada dia como se não houvesse o amanhã,pois o amanhã não sabemos o que nos espera
A beleza da presença do outro na nossa vida é fundamental para que a lembrança da sua falta seja grandiosa.
A sabedoria de aceitar sem se dobrar,
saber ceder, sem jamais apagar,
viver no mundo, sem se anular.
Abraçar o vento, mas não o desatino,
seguir firme no próprio caminho,
resistindo ao destino sem nunca perder o tino.
A cada geração é confiada a guarda de um testemunho; e a cada época, a sagrada missão de discernir os sinais do tempo.
A gente se viu de novo,
troca de olhares, toque, beijo.
Tudo tão igual, e ao mesmo tempo, tão diferente.
Você disse que sentia minha falta,
quis ouvir isso da minha boca,
mas eu não sabia o que dizer.
Não por não sentir nada,
mas porque o que eu sentia já não era o mesmo.
Você falou de recomeçar,
de nos conhecermos mais,
mas o tempo já fez seu trabalho,
e algumas feridas já querem se cicatrizar.
Não sei se eu não te quero mais,
mas sei que não te espero mais do mesmo jeito.
A gente sempre foi isso, né?
Dois corpos que se encontram nas festas,
trocam olhares, se perdem em beijos,
mas nunca se encontram de verdade.
Não quero ser só uma vontade passageira.
Quero algo que faça sentido, que construa, que dure.
E a gente não tem isso.
A gente já sabe como essa história termina.
Não é diferente de tantas outras noites:
beijos que vêm e vão, palavras que ficam pela metade,
promessas que nunca foram cumpridas.
É hora de ir embora.
De fechar a porta que ficou aberta pra você só por costume. Ou expectativa.
Eu não quero mais ficar presa ao que nunca vamos ser.
Não quero mais ser sombra de um sonho que nunca se tornou realidade.
E hoje foi a última vez que você me levou embora pra casa.
A última vez que a gente saiu da festa juntos.
A última vez que eu me permiti acreditar que, depois do nosso encontro,
viria algo a mais do que o vazio que a gente sempre deixou.
E por mais que o nosso beijo tenha sido intenso (como sempre),
ele não apagou a certeza silenciosa que cresce aqui dentro:
a gente não é pra ser.
Você não é mais meu sonho, nem esperança, nem vontade.
É só história, com um capítulo que eu preciso fechar,
pra poder escrever outros que façam sentido, que me façam bem.
A minha história com final feliz que eu sei que mereço ter.
Tudo o que eu sentia, você já soube.
Tudo o que doeu, já doeu.
Tudo o que podia ser, já não pode ser mais.
Você me ensinou muito,
até mesmo o momento certo de ir embora.
E acho que é agora.
Agora finalmente eu vou viver.
Sem peso, sem passado, sem você.
A noite vai chegando, o vazio tomando conta e a mente ficando agitada. Quando olho o relógio percebo que me perdi em meio aos meus pensamentos, olho pela janela e o sol está nascendo.
Mais uma noite sem dormir e tendo que sorrir e transparecer ao mundo que estou bem. Mas na verdade estou quebrado. E o pior é que eu não sei como colar os pedaços, fechar as trincas. Minha essência se esvaiu, minha alegria se foi.
Nada mais importa, eu apenas sobrevivo.
"A verdadeira inteligência não se exibe — ela observa.
Não grita para provar razão, escolhe o silêncio como estratégia.
Ser sábio não é parecer ignorante, é saber quando calar, quando agir e quando deixar o ego de lado.
Quem pensa diferente de você não é burro — é um espelho que pode ampliar sua visão.
O problema não é a discordância, é a arrogância disfarçada de lucidez."
*A Libertação da Roda de Samsara*
A libertação da roda de Samsara, ciclo de nascimento, morte e renascimento no mundo material criado pelo Demiurgo, identificado por muitos gnósticos e místicos como Javé, o Deus do Antigo Testamento, é alcançada através de um conhecimento gnóstico, um despertar interior que transcende a informação intelectual. É um processo de auto-descoberta e iluminação que permite ao indivíduo romper as correntes da ignorância e do sofrimento, libertando-se da prisão do ciclo de morte e renascimento, e alcançar a reintegração total com o Absoluto, a Fonte Divina incognoscível, recuperando assim sua verdadeira natureza divina e alcançando a liberdade espiritual plena.
A busca interior que conduz à libertação envolve uma profunda introspecção, meditação e contemplação espiritual, permitindo que o indivíduo transcenda as limitações do ego e da mente racional, e acesse a sabedoria espiritual que reside em seu interior. Através dessa jornada de autoconhecimento e iluminação, o buscador pode experimentar a união com o divino e alcançar uma compreensão profunda da sua verdadeira natureza, libertando-se assim das amarras do mundo material e alcançando a paz e a liberdade espiritual.
É fundamental ressaltar que essa jornada de libertação é uma experiência profundamente pessoal e individual, que não pode ser intermediada ou encurtada por nenhuma instituição física ou autoridade externa. A verdadeira liberdade espiritual só pode ser alcançada através do esforço pessoal e da busca interior, sem depender de dogmas, rituais ou hierarquias. Cada indivíduo deve percorrer seu próprio caminho de autoconhecimento e iluminação, sem esperar que terceiros possam fazer isso por ele.
"A Pistis Sophia, (texto gnóstico que descreve diálogos entre Jesus e seus discípulos após a ressurreição, abordando temas espirituais e a natureza divina), apresenta uma visão profunda da natureza divina, revelando uma realidade espiritual complexa. Nela, encontramos a Mãe Divina, Pistis Sophia, (personificação da sabedoria divina e aspecto feminino da divindade), e o Pai Desconhecido, (o Absoluto, fonte divina incognoscível e transcendente, além da compreensão humana), distinto do Deus criador do Antigo Testamento, conforme interpretado na teologia gnóstica. Juntos, eles se manifestam através dos Aeons, (emanações divinas que nos conectam ao divino transcendente). A centelha divina dentro de nós é uma emanação dessa realidade divina, que foi aprisionada na matéria pelo Demiurgo, (ser inferior que criou o mundo material e é frequentemente identificado como Javé, o Deus do Antigo Testamento), sendo visto como obstáculo à iluminação espiritual, pois nos mantém presos às leis e regras do mundo material, impedindo-nos de reconhecer nossa verdadeira natureza divina. Nesse contexto, a busca pela gnose torna-se fundamental para a libertação da centelha divina, permitindo que ela retorne à sua fonte divina e experimente a unidade entre o interno e o externo, o humano e o divino.
"A verdadeira inteligência não se exibe — ela observa.
Não grita para provar razão, escolhe o silêncio como estratégia.
Ser sábio não é parecer ignorante, é saber quando calar, quando agir e quando deixar o ego de lado.
Quem pensa diferente de você não é burro — é um espelho que pode ampliar sua visão.
O problema não é a discordância, é a arrogância disfarçada de lucidez."
A vida não se importa com o que você acha justo.
Muitas pessoas passam toda uma vida reclamando das
dificuldades, das barreiras e das injustiças. Mas a
verdade é que a vida não está nem ai para isso.
O mundo não vai se adaptar para facilitar sua jornada.
O que importa é a sua decisão: Ou você se adapta e age,
ou vai passar o resto dos seus dias chorando pelo que
perdeu, o que não tem, e ainda pelo que não conquistou.
A vida já tem emoções gratuitas demais, então eu não preciso de mais algumas pagas através das bebidas ou das drogas. 07/07/2025
A mulher sábia não precisa gritar para ser ouvida, nem manipular para ser seguida. Sua autoridade vem de Deus. Ela tem discernimento para saber quando falar e quando calar, quando confrontar e quando esperar. Ela ora, vigia e age com fé. E com isso, edifica.
A segurança da integridade está na consciência limpa. O justo dorme em paz. Trabalha com liberdade. Relaciona-se com confiança.
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