Agora foi o fim do nosso Amor

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⁠Com Deus, não existe fim definitivo,
Apenas recomeços!
Pois o SENHOR sempre me ensina
Que a verdadeira paz nasce
Do acolhimento dos meus próprios erros
Somado ao divino perdão
Que sempre liberta!

(do livro: O Aleph, a Poesia de José de Deus)

Inserida por freitasjuniorpoeta

TANKA 009

Tempo que não volta —
desenha no fim do dia
minha prisão muda.

Nos contratempos da vida,
as recordações me ajudam.

Inserida por freitasjuniorpoeta

⁠Agarro-me aos meus ideais e defendendo-os até o fim.

Inserida por kamorra

⁠A vida dói igual tatuagem, mas no fim vale a pena.

Inserida por kamorra

⁠Algumas pessoas irão te abandonar, mas não será o fim da sua história. Será o fim da parte delas na sua história.

Inserida por kamorra

⁠No fim das contas, pessoas que fingiam me querer bem, elas só se importavam com o que eu fazia ou o que eu tinha naquele momento.
Porque quando encontraram alguém que fazia algo mais divertido do que eu, elas me deixaram de lado. Essa é a realidade.

Inserida por kamorra

⁠Se a realidade for fatal, que aceitem o seu fim.

Inserida por kamorra

O homem que busca ser amado ⁠por todos, se curva a todos, e no fim, perde a si mesmo para agradar quem nunca o respeitou.

Inserida por kamorra

Sou o abstrato ponto que acentua, mas coloco fim!

Inserida por BALSAMELO

Ir e vir... Direitos e roteiros distintos... Início ou fim. Sair ou chegar. Focar o que se quer e seguir.

Inserida por BALSAMELO

Ponto.
Pontos.
Reticências.
Fim sem ponto final.

Inserida por BALSAMELO

Nada começado pelo fim terá o seu começo,
pois o começo já é o fim.

Inserida por BALSAMELO

Não inicie pelo fim,
mas o fim pode ser o começo.

Inserida por BALSAMELO

São sílabas compostas e postas sem exclamação!
Fim!⁠

Inserida por BALSAMELO

⁠Estabeleça um fim para a sua usina de desculpas!

Inserida por BALSAMELO

⁠"O fim de uma viagem é o início de outra."

Inserida por renato_ribeiro_autor

#POEIRA

⁠Fim de noite...
De quem sou eu...
Um cigarro...a saideira...
Nem tão tonto...
Sem zueira...
Uma última catuaba...
Subir costurando...
Pela calçada...

Quando eu for...
Poeira no vento da madrugada...
De tudo serei um pouco...
E de pouco serei nada...

Sono chega de mansinho...
Saindo à francesa...
Devagarinho...

O tempo se encarrega de me cobrir...
Partirei só com a minha alma...
Tal qual como nasci...

Conversa demais...
Chega...
Não posso mais...

Que perfume é esse?
Que sinto agora...
Não condiz...
Com essa hora...
Homem cheiroso ...
Na madrugada...
Na hora vazia...
Balança tarda...

Já tô chato...
Melhor seguir um rastro...
Minha aldeia está morta..
Não se vê...
Nada nas sombras das casas...

Janela fechada não me protege da vida...
Em meu destino...
Esperança triste...
Me resta a saudade...

Linda assim...
Me entrego...
Menino sem medo...

Tudo vai ficar bem...
Seguir adiante...
Ave Maria...
Amém...

⁠#ESTRELA #SOLITÁRIA

Estrela perdida no fim da noite...
Brilho furtivo tal qual ladrão...
A sorte final lhe abandonara...
Enquanto lhe beija a solidão...

Tudo ilusório...
Ao som das músicas e cânticos...
Não se deixa burlar nesse sonho...
Noite sem lua...Vida sem amor...
Nem respiração de anjos...

Em labirinto de olhares se perde...
O que sobra de sua imagem...
Na taça que se esvazia à sua frente...
Antes da aurora novamente...

Nessa terra que nos rouba cada pedaço...
De nosso tempo e espaço...
Segue adiante seu destino...
Sonhando pela eternidade...
A ilusão de um encontro...

Seu lugar...
Não é entre os mortos...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria

⁠#Pauladas de uma #noite...

Fim de noite...
Um cigarro de palha...
Chopp gelado...
Cadê a batata que estava aqui ao lado?
Houve tricô...
Sorrisos disfarçados...
Fofocas diversas...
De me deixar escandalizado...
Antes de ir a Portugal...
Um abraço bem dado...
O boy magia me deixou decepcionado...
O outro um tapado...
Perguntei o nome...
Disse ter nome de poeta...
Mas não sacou...
A minha letra...
A mona me contou...
Que o bofe dela está estragado...
Tá bichado...
Quase que com o bolo engasgo...
Ao ouvir esse fato...
Disfarcei...
É lógico...
Sou bem educado...
E o gorducho fedido...
Que a tudo ouvia...
Estava compenetrado...
Fazendo-se de desligado...
Não sou de muitas escolhas...
Assumo...
Sou bem facinho embriagado...
Mas antes dormir sozinho...
Que mal acompanhado...

Sandro Paschoal Nogueira

Caminhos de um poeta

.

⁠Ah...
Essas conversas de botequim...
Sem princípios...
Sem meios ...
Sem fim...

Só gente e coisas...
Tudo misturado...
Com ares fétidos...
Com fumo e álcool...

Que matou?
Quem violou ?
Quem queimou e quebrou?

Os copos balançam...
No ritmo dos corpos...
As línguas enroladas...
Cadê o bom moço?

Algum homem digno de ser possuidor?
Do que é oferecido?
São assim o sol, a lua, as estrelas proibidos?

Escolham novos amantes...
Como tragam suas bebidas...
Bêbados...
Babando ...
Contando suas feridas...

O bom não é bom, a não ser
que mil coisas o possua...
Escondem a aflita dor...
No fundo dos copos das bebidas...

Uma certa quantidade de gente à procura...
Perdendo-se entre vozes altas e lamúrias...
Enquanto aparecem os poetas à procura...
De também esquecer suas desventuras...

Amor querido...
Quando teria eu interrompido esse sonho feliz?
Mesmo por ti abandonado...
Entre os ébrios...
Ainda te quero bem...

Olhe-me nos olhos...
E por favor...
Por favor...
Não vá embora...

Sandro Paschoal Nogueira