Agora foi o fim do nosso Amor
O fim desse deserto
É verdade, o levante contra a cruz.
Duvidam do amor.
Que o pecado ganhou penhor.
Eu creio, meu coração não é meu.
Meu sangue é teu.
Sou tomado pelo Senhor.
Tentam colocar lágrimas.
Sangrar a personalidade.
Intensificar o medo.
Esconder segredos.
Tentam coagir, inverter as verdades.
Nem mesmo quero saber desse processo violento.
Tecnologicamente, impurezas do ar, do vento.
Que penetra na mente, nas sinapses.
São vozes artificiais, mistérios cinzentos.
Agora tete a tete, cara a cara.
Novamente elevo, entrego esse intento.
Todo contexto enganador e violento.
Nas esquinas da vida, creio esta terra, sim, Sara.
A fonte de 522 anos políticos, Brasil, gosto das águas de Mara.
Clamo, suplico, imploro, humilho, jogue a tua vara.
Mude a sorte, povo, gente, terra, sim, Sara.
Não rejeito nos, não nos abandone.
Senhor, tome nossa mente e nosso coração.
É do sobrenatural, do infinito, do surreal.
É do além da imaginação.
A mais linda canção.
O teu plano da coroa real.
Teu vento, teu ar, tua inspiração milenar.
Adorne esse intento.
Onde queres teu altar.
Faço a ti, no castelo que assim, eis me ordenar.
Que mais faço eu.
Que mais lhe dedico.
Que mais faço, suplico.
Pequeno, simplório, nada posso sozinho.
Rege 100% sobrenatural.
Me lanço nessa fé.
Blinde nos do mal.
Creio na magnitude de tua grandeza.
Até mesmo entre desprezados cachorros, urubus e pardal.
Prostra diante de ti Senhor, o gigante mais infernal.
Giovane Silva Santos
Um amor mal escrito
Talvez por nunca ter permitido
Meu coração te amar
Pelo simples medo de arriscar
Ambos tenham saídos feridos
De um amor mal escrito
Que chegou ao fim
Antes mesmo de começar.
Não é somente o luto pelo fim do amor de alguém, mas também a dor de deixar o lugar para outro ocupar.
A angústia do luto pelo fim do amor aumenta com a esperança de reconquistar alguém que continua em nossas vidas, ao contrário da morte definitiva.
o amor nunca acaba, vc pode parar de gostar mais nunca vai parar de amar. As vezes me pergunta vc realmente parou de gostar de mim, ou como vc fala, parou de mim amar. Tudo tem um proposito inclusive nosso termino, mais sei la, sera q realmente chegou ao fim? oq e meu sempre volta, mais q vc e realmente minha? sera q vc foi verdadeira? sao tantas perguntas, queria q vc tivesse aqui pra responder, eu sempre vou te amar, apesar da nossa difença, nossa conexao sempre foi mais forte.
Primeiro, morre a nossa alegria, nosso entusiasmo; depois nossa autoestima, nosso amor-próprio; depois morre a nossa esperança e por último o nosso medo. Mas quando morre o nosso medo, levantamos das cinzas, como fênix, prontas para nascer de novo.
Amor sem fim
Com Deus no coração
O amor
Sempre segue
Através da
Humanidade
Transformando
Em um ser de luz
Aqueles que se envolveram
Nessa pura relação
De beleza e gratidão
Paz no coração
Você me deu o mais precioso dos presentes: o verdadeiro amor. Fomos unidos por um instante que desafiou o tempo, como um sonho que ousou ser eterno. Te amarei sempre, e para sempre... até que para sempre termine.
' AMOR SEM FIM '
Você é meu raio de sol,
meu céu estrelado,
em noite de lual.
És meu castiçal de ouro
em ceia de Natal !
Você é meu beijo
Com gosto de queijo,
Gosto de quero mais !
És amor amor profundo
Que encontrei nesse mundo,
Embora seja longa distância
Imagino longe; de seu perfume a
frangancia !
És minhas ondas tranquilas do mar
És aquele a quem escolhi
*AMAR*
És meu sonho de quimera !
És meu jardim que floresce,
um amor que cresce,
não somente em primavera
mas de janeiro a janeiro,
Tú Colores minha vida
O ano inteiro .
Tú és tudo para mim ;
a esperança de um grande amor sem fim !
Maria Francisca Leite
Era Realmente Amor?
"06:50, terça-feira, 14 de maio. Acordo-me perguntando por que não fui suficiente para você, como todos os meus esforços foram levados a nada. E me pergunto por que o seu amor teve um fim. Não consigo entender a pessoa de dois anos atrás que me amava, demonstrava exageradamente olhando nos meus olhos com aquele olhar profundo e com uma cara limpa e mentirosa me falando "eu te amo". Não dá para entender como e quando o amor dessa frase foi embora. Por que me acordo a cada dia pior? Eu não tenho nem palavras para o que se passa na sua cabeça quando eu te falava alguma coisa. Fico numa dúvida entre amor-próprio se defendendo de algo ou se é a falta de empatia pelo próximo. Sempre no começo ou fim da noite me recordo de você, de quem você era, de como era o tratamento que tínhamos, e repenso muito sobre seu amor por mim e onde ele foi parar, como de tempos a importância foi deixando de lado, a necessidade de se sentir amado foi esquecida, a presença foi acabando e nem saudades eu consigo ver que você sente ainda. É muito complexo de entender como meu abrigo foi se deixando e se desmoronando aos poucos, até o sofrimento pela perda passou a nem existir, e me vem a dúvida: para alguém que amava muito, como pode não sofrer nem um pouco e só deixar levar como se fosse nada? Mas te vejo bem e sinto que o certo é isso. A real é que ninguém pode forçar ninguém a nada, e se for realmente amor, ele seria bem cuidado, independente do tipo de pessoa."
Carta para N.S.L.
A verdade é que nunca houve amor entre nós. Não de sua parte, pelo menos. Você não me amou quando cruzamos fronteiras e paisagens juntos, nem quando arriscamos construir um lar compartilhado. Você não me amou quando o caos engolia o mundo, nem quando dividimos o mesmo teto. Eu nunca fui sua âncora, nunca sua família. Para você, eu não passava de uma distração conveniente, uma relação transitória para curar feridas de outro tempo. Você amou outros, mas a mim... a mim você apenas utilizou. Sugou-me, sobretudo, emocionalmente, como quem busca tapar o vazio deixado pela ausência de um pai, como quem tenta desesperadamente preencher buracos de uma autoestima quebrada. Talvez, no máximo, você tenha amado o reflexo do que eu te oferecia: minha dedicação, minha ternura, meu zelo. Mas amar a mim, ao meu eu mais genuíno, isso você nunca fez.
Eu, ao contrário, amei você em sua inteireza. Amei até as rachaduras da sua personalidade, os seus muitos defeitos, as suas sombras. Agora, olhando para trás com o olhar frio da razão, percebo que deveria ter encerrado essa história muito antes. Deveria ter abandonado tudo naquela fatídica tarde na estação de trem em Veneza, quando você despejou sua amargura em mim. Ou nos momentos em que você, sem motivo, se recolhia à sua frieza cortante. Ou, quem sabe, nos anos em que eu não podia expressar nem um pensamento sem que você revelasse seu lado mais cruel, mais insuportável. No fundo, eu sabia. Naquele dia em que a verdade queimou como um grito preso na garganta, eu me perguntei — e a resposta agora é cristalina — sim, você é um monstro. Um monstro não apenas em alma, mas um ser cuja maldade se reflete agora em sua face, corroendo-a lentamente.
Você viveu atormentada pelas dúvidas sobre seu propósito, mas devo admitir: encontrou sua vocação. Você é uma mentirosa extraordinária. Uma ilusionista perfeita. O que você fez comigo, transformando amor em ruína, é prova disso.
Não desejo sua queda, mas tampouco desejo sua ascensão. Para você, não guardo nem o menor vestígio de querer — nem bem, nem mal, nem absolutamente nada. Esta carta é apenas um exorcismo, um ato de purgar as memórias pútridas que você deixou impregnadas em mim, uma tentativa de varrer sua sombra de minha mente.
Dedico estas palavras em memória de alguém que um dia foi meu porto seguro, um amigo que confiava sem reservas, brutalmente traído por quem mais deveria protegê-lo. Descanse, querido amigo, embora seu legado seja agora enterrado junto com a mágoa de sua partida.
*13/04/2019
+13/06/2024
É uma ironia que chega a doer como faca: você partiu no mesmo dia em que chegou ao mundo, ambos marcados por um número que pareceu persegui-lo como uma maldição. Que o número 13, tão presente em sua história, não cruze mais meu caminho como cruzou o seu.
Que o destino leve para longe sua lembrança, e que o vazio que você deixou, ainda que enegrecido, seja minha liberdade.
Só consigo defender o que eu conheço do amor, que é o início, mas, meu Deus! Você não faz ideia de como eu gostaria de saber o que é uma história sem final.
Não há ninguém em casa, eu desmoronei, chorei, e realmente gritei, não morremos de amor, eu sei, mais chegamos perto, por isso um fim eu dei!
Hoje te despeço de mim, retiro de mim a memória daquela que um dia já foi meu amor. Despeço de mim o que um dia foi, apago o que é e jogo fora o que poderia ser, eu não quero mais você. Me permito passar dias sem lembrar de ti, hoje estou bem assim.
E com isso fico feliz, pois finalmente poderei eu me achar alguém livre. Sem você para sugar minha felicidade, até que tudo se torne infelicidade para trazer o fim. Hoje não, hoje estou fora de mim.
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
Amor de veraneio
Como um breve veraneio
O amor foi indo embora
No início, coisa maravilhosa
A qual muda com o tempo
O sol é de fato airoso
Mas deixa marcas na pele
Grandes machucados
Que se comparados
Se assemelham ao nosso amor...
Sempre sorriamos
Hoje estamos sozinhos
Tivemos amor
Hoje somente sobrou a dor
Tivemos rumos diferentes
Mais você não sai da mente
Vi sua postagem
Agente não está mais na mesma metragem
Você está com outra pessoa
Infelizmente não estou em outra
Vou ter que dar um simples fim
Em nossa história enfim
Sua foto sumiu
E você assumiu
Que não se lembrava de min
E vou ficar aqui com esse triste fim.
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