África
África é rica, só continua miserável porcausa da mentalidade do próprio Africano, que ama mais a Europa, América do que sua própria terra.
Todos conhecem aquilo de uma borboleta bater as asas na África e, meses depois, passar um furacão em Miami. Se desconhecem, pesquisem. Significa que as coisas que parecem não ter relação, na verdade, têm.
Certamente os pigmeus do Kisangani formam uma população totalmente suigeneris na África...
Clicando no link acima, uma foto do resultado final da caçada ao elefante, que narro a seguir...
Vale a pena ver...e vale a pena lembrar...
Ósculos e amplexos,
Marcial
OS PIGMEUS DO KISANGANI
Marcial Salaverry
Inicialmente, é preciso definir o que são os "Pigmeus”. A princípio, pode-se pensar que são anõezinhos. Acontece que, na verdade, eles são é baixinhos, mas não anões.
Explica-se melhor, esclarecendo que eles têm o corpo de uma pessoa de estatura normal, apenas suas pernas é que são curtas, dando-lhes esse aspecto, digamos incomum. Sua pele é mais clara do que os demais africanos, assemelhando-se mais aos bosquimanos, outra etnia bastante curiosa, mas que não habita o Congo, portanto não tive contato com eles.
Os pigmeus vivem exclusivamente da caça, e "daquilo que encontram". São exímios caçadores e sempre encontram o que precisam para seu sustento. Quando não conseguem caçar, subsistem com os recursos naturais da floresta, ou mesmo com o que encontram nas plantações dos demais africanos. Estes, curiosamente, não se revoltam quando os pigmeus "colhem" o produto de seu trabalho, pois consideram-nos como os "donos da terra" e com direitos sobre elas. Além do que, os pigmeus colhem exclusivamente o necessário para a subsistência, nunca abusando da boa vontade dos anfitriões.
Esse sistema de vida faz com eles sejam nômades. Nunca tem parada fixa. São eminentemente pacíficos e nunca são atacados pelos demais africanos. Apenas o colonizador que não aceitava "droit sur terre" deles, e procurava defender suas plantações do que eles chamavam "pilhagem dos pequenos". Isto muitas vezes causou problemas sérios para eles. Os demais africanos sempre defendiam os direitos dos pigmeus.
Claro, que devido ao nomadismo, não faziam reservas alimentares de nada, sempre vivendo o dia a dia. Em vista disso, sempre precisavam estar em atividade, procurando o alimento. Existe um provérbio pigmeu que diz: Um pigmeu com fome é um pigmeu preguiçoso. Ou seja, não foi arranjar sua comida...
Uma grande diferença entre os pigmeus e os demais povos africanos, é o sistema familiar deles. Vivem em pequenas comunidades de 6 a 10 famílias no máximo, nunca excedendo 100 pessoas. Como vivem se deslocando, fica mais fácil em pequenos grupos.
São excelentes caçadores. Com seus pequenos "arco e flecha", tem pontaria mortífera, conseguindo abater as peças com uma precisão incrível. Quando a caça é muito boa, sempre fazem trocas com os demais. Chega a ser muito curioso verificar que, se as demais populações africanas vivem se digladiando e se matando, o comportamento delas com os pigmeus é totalmente diferente, já que eles têm livre transito entre todas as demais tribos.
Estejam onde estiverem, os pigmeus sempre serão bem recebidos por todos, e, atualmente até pelos europeus que, uma vez findo o ranço colonialista, entenderam que precisavam viver como os africanos, ou então voltar para casa. E muitos europeus, realmente aprenderam a amar a África, e nunca mais quiseram sair de lá.
Na minha passagem pela região de Kisangani, mais especificamente no Itouri, tive oportunidade de acompanhar os pigmeus numa caçada a um elefante.
Aqui cabe uma pausa para meditação. Pena que o filme com as fotos tiradas nessa viagem foi inutilizado por uma patrulha militar atrabiliária (falarei mais adiante), pois formávamos um quadro digno de nota. Entre os pigmeus, uma figura de 1m90 de altura, quase que não chamava a atenção...
Bem, imaginem a cena o elefante placidamente comendo suas folhagens, e os minúsculos pigmeus se aproximando. À distância, acompanhava a cena, um tanto quanto incrédulo quanto ao resultado da caçada. Perguntava-me que poder teriam as minúsculas setas daqueles baixinhos contra aquele monstro.
De repente, um deles, conhecido como "grande caçador de elefantes". Achei interessante nosso amigo Kilolo, com 1m50 de altura, ser conhecido por aquele apelido.
Repentinamente, vi surpreso o porque desse apelido. Kilolo, sorrateiramente chegou bem perto do elefante e, empunhando com firmeza sua pequena lança, atirou-a com precisão certeira, contra a pata traseira do "bichinho", bem na dobra do joelho, o que tirou o equilíbrio do enorme animal, que desabou por terra. Imediatamente, com a rapidez de um raio, Kilolo com outra lança, furou os olhos do elefante. Seguindo uma estratégia quase militar, os demais componentes do grupo, atiraram-se contra a tromba do elefante, cortando-a com certeiros golpes de "machete”.
Sem o apoio traseiro, cego e sem a tromba, o elefante ficou completamente indefeso.
O restante da cena, foi preciso ter um estômago um pouco forte para assistir, pois enquanto o elefante ainda se debatia, eles esperavam o "mais idoso" do grupo, pois apenas ele poderia dar o golpe final. Com sua lança, abriu o ventre do bicho e, quando o ar parou de escapar pela abertura, indicando que o elefante estava morto, os demais praticamente "entraram" dentro da carcaça do bicho, começando a retirar as vísceras, que eram comidas ali mesmo ainda quentes... Delicadamente recusei a parte que me cabia. Convenhamos seria demais para um brasileiro doido, mas nem tanto...
O grande pitéu, que seria a tromba, foi levada para a aldeia, para ser entregue com "pompa e circunstância", ao conselho de anciões. Apenas os mais velhos tinham direito a saborear essa fina iguaria.
Há mais coisas a serem ditas sobre este povo tão original... Como veremos a seguir..
UM BRASILEIRO NA ÁFRICA
ALGUMAS VIAGENS AÉREAS PELO CONGO
Puxando pela memória, vamos contar algumas coisinhas a respeito da vida no Congo,
quando precisei usar os "bons préstimos" da Air Congo...
Ósculos e amplexos
Marcial
ALGUMAS VIAGENS AÉREAS PELO CONGO
Marcial Salaverry
Viajar de avião pelo interior do Congo foi, realmente, a maior prova de insanidade mental que jamais dei em minha vida. Foram aventuras que de tão insólitas podem parecer ficção. Contudo, juro serem a mais pura expressão da verdade. Na época, tudo me parecia normal, estando onde eu estava, mas relembrando agora, chego a duvidar de tudo o que vivi por lá. Como experiencia de vida foi algo de fantástico realmente... Vou contar em episódios, e ir trabalhando a memória...
Durante um vôo Kinshasa/Kikwit, fui surpreendido por um pedido feito pelo Comandante, através do sistema de intercomunicação: O Comandante solicita que, se alguns dos senhores passageiros conhecer o caminho até Kikwit, que venha até a cabina, para indicar a rota exata. Atônito, vi um dos passageiros levantar-se e, como se fosse a coisa mais natural do mundo, dirigir-se à cabina, e ir passando as coordenadas ao piloto, algo como: Siga até aquela curva do rio, vire à esquerda. Após sobrevoar aquela aldeia, siga em frente. Fiquei sabendo depois que a torre de controle de Kikwit não tinha radar, nem qualquer possibilidade de direcionar o vôo. E, como aquela estava sendo a primeira viagem daquele piloto, ele ainda não conhecia o caminho. Só para finalizar, chegamos sãos e salvos. Dizem que Deus é brasileiro, mas eu acho que ele é africano...
Estava na localidade chamada Masi-Manimba, e precisava deslocar-me rapidamente até Kinshasa para resolver um problema urgente. Considerando que por estrada, levaria um mínimo de 12 horas, e outro tanto para voltar, optei por tentar o avião. Na pista, eufemisticamente chamada de aeroporto, fui informado pelo funcionário, de que deveria permanecer na pista, para que o piloto visse que havia um passageiro. Achei que era gozação e, considerando o tamanho do sol, resolvi ficar à sombra. Quando o avião surgiu no horizonte, o rapaz começou a agitar freneticamente os braços, dizendo que eu deveria ir para a pista. Fui, e comecei a fazer com o polegar o sinal de carona, a título de gozação. E não é que o avião deu uma volta completa sobre a pista e somente após reparar que eu estava lá, é que fez os procedimentos de aterrissagem.
Perguntei ao piloto (não havia comissário de bordo) que confirmou: "Claro... não existe nenhum sistema de comunicação. Se eu não vejo ninguém na pista, sigo viagem." Realmente interessante.
Durante um vôo Kinshasa/Mbandaka, viajava ao meu lado um jovem congolês que estava visivelmente apavorado com o fato de estar a mais de 2 metros do solo. Procurei acalmá-lo, falando sobre a segurança das viagens aéreas... aquela velha conversa de que as possibilidades de acidentes são muito maiores nas estradas do que no céu, mas ele não se convencia disso. Sugeri que tomasse um uísque para acalmar-se um pouco. Quando ele foi servido, aconteceu o que não deveria ter acontecido. O avião entrou numa área de turbulência, e começou a corcovear como cavalo bravo, e de repente a bebida subiu, e copo escapou das mãos e o rapaz se descontrolou de vez. Gritava desesperado, exigindo que o avião parasse, que ele queria descer imediatamente. Acredito que se houvesse possibilidade de abrir uma janela, ele saltaria... Foi um custo convencê-lo da impossibilidade de deixá-lo descer em pleno vôo. A chegada em Mbandaka foi épica, pois ele não queria descer de jeito nenhum com as calças molhadas...
Numa viagem com destino a Goma, fomos informados de que o avião não poderia aterrissar em Goma, pois o aeroporto estava em poder dos rebeldes simbas, numa das muitas revoluções de 1 dia que sempre aconteciam lá. Como resultado, tivemos que seguir viagem até o aeroporto mais próximo, devido problemas de combustível. Ocorre que o aeroporto em questão era em Bujumbura, capital de Burundi, país limítrofe. Como se tratava de um vôo doméstico, ninguém tinha passaportes, e tampouco o avião tinha permissão para pousar. Seguindo as regras vigentes, não havia radar e etc...etc... Então o avião pousou e foi imediatamente cercado pelas tropas burundesas. Até que o incidente fosse explicado, ficamos mais de 4 horas dentro daquela fornalha em que se havia transformado o glorioso avião da Air Congo, com tudo desligado. Tive oportunidade de começar a sentir pena dos franguinhos quando são assados... Após os tramites legais, restava um “pequeno” problema. Como voltar para Kinshasa, já que a burocracia burundesa não permitia que um avião de outra nacionalidade fosse abastecido sem o prévio pagamento, o qual, pela burocracia congolesa só poderia ser providenciado dali a 3 dias. Já estava conformado com a idéia de passar 3 ou 4 dias trancafiado no aeroporto de Bujumbura pois devido falta de documentação, sequer poderia tentar obter um visto de permanência temporária. Coisas da África... , quando surgiu a salvação do espaço. Um avião da South African se preparava para aterrissar. E, surpresa, seu destino era Kinshasa. Nova novela de mais 5 horas para que o Comandante sulafricano aceitasse receber os passageiros. Somente concordou, quando convenientemente ameaçado pelas autoridades bujumburenses de que, sem nós, não decolaria. Tudo em nome do bom senso e da amizade internacional... Enfim, chegamos de volta a Kinshasa sãos e salvos. Milagres sempre acontecem.
Outro episódio interessante. Estávamos com problemas no aeroporto de Mbandaka. O avião estava mais do que lotado. Aí então, um iluminado descobriu o "Ovo de Colombo". Pesar os passageiros, juntamente com as bagagens. Os mais pesados não poderiam viajar. Olhei para meus 120 quilos bem distribuídos, mais 12 da mala, e pensei: Tô fora... Quando chegou minha vez, antes de subir na balança, coloquei uma nota de 10 zaires na mão do coordenador e ele, com o maior cinismo do mundo, simplesmente falou : soixante quilos (ou seja, 60 quilos). E eu passei. O divertido é que ninguém se atreveu a protestar... A coisa era mais do que normal por lá...
É devido a coisas assim, que sempre agradeço ao meu querido Amigão estar vivo ainda, e poder estar contando todas essas coisas, sempre desejando que todos possam ter e bem desfrutar de UM LINDO DIA...
A vacina da/ou astrazeneca e a variante da África do Sul…
Já não bastava a tal ser perigosa;
agora vem mais esta novidade;
de a dar, a em só sessenta ou mais de idade;
por ordens dessa tal EMA ou a tinhosa!
Tinhosa por saber não proteger;
das tais variantes que estão a chegar;
sabendo bem que os tais se irão infectar;
vacinados, e não querer saber!!!
Afastem de nós essa porcaria;
que só servirá pra nos enganar;
devido a não garantir protecção!
Contra estas variantes que tão estão;
a disseminar-se em todo o lugar;
dado a em mais dos sessenta, encontrar via.
Porque já conto em mim, com cinquenta mais onze, mais uma vez afirmo que a tal PORCARIA jamais em mim permitirei.
Todo suor vem de um sacrifício
Crescer na vida é preciso ser forte , muito mas em África.onde Jovem que trabalha e chefe de família
Bem, sobre África, ela só terá um progresso significativo quando a maior parte dos seus dirigentes repudiarem a corrupção e, esse é um comportamento de autênticos indisciplinados que pensam que o continente lhes pertence;
In, cegueira
Eu não estou em pé na África fazendo ou sentindo algo porque sou forte do que algum bruxo, não. Muito menos faço missões lá porque sou mais sábio ou conhecedor do que qualquer outro conterrâneo meu na África. Na verdade tem muitos intelectuais naquele rico visto como pobre continente.
Poderia procurar um curandeiro pelos conselhos nativos que recebo as vezes para me reforçar, mas não. Poderia me alicerçar em qualquer força da magia negra, porque não é por falta de opções. De tal forma, não até este momento.
Podem procurar em todos bruxos registrados na AMETRAMO por exemplo, e perguntar se o Hélio Bulaimo convertido a Cristo saindo do islamismo em 2008 na cidade de Pemba, procurou por um deles para contratar os seus serviços para ser alguém na vida, se tiver pelo menos um pouco de verdade entre eles, dirão que nunca o vimos. Os céus me são testemunhas, de que nenhum deles dirá que comeu meu dinheiro ou teve um pedido meu.
Mas isso não quer dizer que na minha linhagem familiar não haja esse histórico (o de confiar em macumbaria). Confesso que eu e o meu lar hoje, procuro servir a Cristo na África, porque somonte a graça de Deus me basta, só isso. Não a mim, mas ao nome de Cristo eu sou o que sou hoje para glória de Deus.
Só o facto de eu viver na África sem confiar em nenhum amuleto, mas depositar toda minha confiança em Cristo, é uma das provas que venho sentindo desde a minha conversão em 2008 de que, na verdade o Deus cristão é real na minha vida. Disso não negócio com ninguém, podem esfolar a minha pele.
Por isso repito, não sou mais forte que ninguém,mas não me prendo a nenhum bruxo africano ou um fundador de nenhuma outra religião senão a Cristo, e este o Crucificado.
ETNIA BRASILEIRA
Moramos no Brasil (continente sul americano) e não na Africa.
Somos um país com grande diversidade étnica.
É necessário ter culturas variadas para atender os anseios da população em geral.
Somos um país de imigrantes onde a presença europeia é significativa.
Os valores culturais são diferentes quando olhamos pelo prisma dos costumes, gostos e tradições. Os costumes do Sul são diferentes dos do norte e nordeste.
Não podemos estigmatizar o modelo social brasileiro baseando-se em uma única cultura.
Os artistas de origem africana na sua maioria não agradam os imigrantes europeus e vice-versa.
A mídia brasileira tem que entender que não tem o direito de forçar a aceitação de determinada cultura como padrão nacional.
Não devemos discriminar culturas étnicas, e sim, oferecer oportunidades para todos os valores culturais respeitando os costumes e tradições.
África nunca esteve tão doente quanto está hoje, se o Ocidente não tivesse tanto poder dentro do continente...
In, O despertar
Os filhos de África devem voltar a cultivar o espírito de usarem a Medicina tradicional para o bem, o hábito de a usarem para o mal, é um princípio que não era cultivado ou aprecidado pela ancestralidade.
In, O despertar
Em África é muito complexo elementos da mesma família e ou pessoas que partilham o mesmo laço sanguíneo ajudarem-se umas as outras e, muito menos criarem oportunidades para juntos sobressairem na vida, esses princípios todos foram esquecidos, o teu salvador é um desconhecido...
Eu penso e sinto que o futuro da espiritualidade em Moçambique e na África, Deus está depositando a responsabilidade em nós jovens teólogos, missionários e discípulos de Cristo. Basta se colocar na brecha de Deus para que, Ele nos use como verdadeiros obreiros de Cristo na terra. Atenção, jovens que servem a Deus e ao povo são figuras importantes para o avanço da obra e da Igreja.
...Você já se perguntou quem são seus heróis e sua heroínas reais?
Os meus vieram de África, em navios negreiros
Forçados
Os meus gingam capoeira
Os meus cantam ancestralidade
Lutam no morro e se eu gritar, socorro
Aqui eles estão e tentam me libertar...
As doações para África é uma doença, uma prova que somos ainda dependentes. Até lá, não seremos livres.
Europa, Américas, eis aí Ásia o poder filosófico ocidental e ti, oh África, pede-se que olhem para ti. Verdades em estórias, deuses tocam no coração da eternidade e assim, eu, Nilo Deyson, condenado ao paraíso, não acredito nas fontes, só na hora do tempo da época que para amanhã não serve.
Dizem que a Nigéria é o gigante da África, mas um gigante que tropeça em seus próprios pés pode cair. Cai mesmo.
Como membros da Igreja na África, precisamos tomar muito cuidado em não fazer os não cristãos agirem como cristãos por meio de regras tradicionais, e sim, levando-os a cruz de Cristo primeiro.
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