Adotar uma Familia
Amor de mãe - (Clay Werley)
Leve como uma brisa...
onda que quebra indomável,
lua que reluz inalcançável...
Tempestade que não me avisa.
Presença que cuida e realiza,
voz que ecoa incontestável,
constrói confiança inabalável,
sem ônus de contrapartida...
Da história és o começo...
Meu espelho de como ser,
dona de todo o meu apreço...
Consciência a resplandecer,
a me moldar desde meu berço!
Farol que guia o meu viver.
Ser mãe é viver uma história de amor e dificuldade ao mesmo tempo. No Dia das Mães, muita gente lembra dos presentes e das homenagens, mas nem sempre percebe tudo o que uma mãe enfrenta desde a gravidez até a vida adulta do filho.
Tudo começa na gravidez, quando surgem os medos, as dores e as preocupações. Mesmo cansada, ela continua firme, porque o amor pelo filho já existe antes mesmo do nascimento.
Depois que o filho nasce, chegam as noites sem dormir, o cansaço e a responsabilidade de cuidar de alguém tão pequeno e dependente. Mesmo exausta, a mãe sempre encontra forças para cuidar, proteger e dar carinho.
Com o tempo, vêm os desafios de educar. Ensinar o certo e o errado não é fácil. Muitas vezes o filho não entende as regras, responde mal ou acha que a mãe está exagerando, mas tudo isso faz parte do cuidado dela.
Na adolescência, as preocupações aumentam ainda mais. A mãe sente medo das escolhas do filho, das amizades e dos caminhos que ele pode seguir. Mesmo quando ele se afasta, ela continua ali, se preocupando em silêncio.
E quando o filho cresce, a mãe continua sendo mãe. Mesmo na fase adulta, ela ainda se preocupa, sente saudade e quer o melhor para o filho, mesmo sem demonstrar o tempo todo.
O Dia das Mães é mais do que uma simples comemoração. É um momento para reconhecer tudo o que uma mãe enfrenta por amor. Porque, apesar das dificuldades, ela nunca deixa de cuidar, apoiar e amar.
Existe uma diferença entre lutar por algo e lutar contra algo. E permanecer em certas situações é exatamente isso: lutar contra o que já não encaixa mais.
Existem três formas diferentes para você conhecer uma pessoa.
A primeira, através dos amigos:
Através dos amigos você vai conhecer uma pessoa pelas suas qualidades e tudo que ela tem de melhor para oferecer, pois embora conheça os suas imperfeições e seus defeitos, os amigos sempre ressaltam aquilo que Lis é mais relevante.
A segunda, através dos seus inimigos:
Através dos seus inimigos você vai conhecer as imperfeições e os defeitos da pessoa, pois embora conheça as suas qualidades, os inimigos vão apresentá-la ressaltando aquilo que lhes é mais relevante..
A terceira, através da convivência com a pessoa:
Através da convivência você vai conhecer as suas qualidades, imperfeições e defeitos, formar a sua própria opinião sobre a mesma e apresentá-la aos demais levando em conta aquilo que mais lhe impressionou!: qualidades ou defeitos e fazer Bela uma pessoa amada ou, nem tanto!
A vida me ensinou a ler entrelinhas. Às vezes, o 'carinho' do outro é apenas uma forma disfarçada de controle. Eu escolho a liberdade.
SerLucia Reflexoes
Não importa o quão alto você suba, se a sua base for feita de mentiras, a queda será apenas uma questão de tempo.
O Café de uma Soma Perfeita: Sabor, Aroma e Calor
O seu aroma é tão incomparável, satisfatório e fortemente expressivo, que já é suficiente para causar alguns suspiros de contentamento — aquela sensação de ser acolhido, que é bem-vinda em qualquer momento, independentemente do clima.
O seu sabor é inconfundível, intimida o cansaço, aquece o corpo e alegra o espírito; quando bem feito, é bastante agradável, resulta num efeito muito aprazível, que desperta quase que de imediato — um bem que fica pronto na hora certa e bastante acalorado.
O seu calor esquenta como um gesto de amor, que deve ser apreciado sem pressa, dando o devido valor a essa bebida de cor intensa e encorpada; porção de vitalidade; fogosidade de mulher, um tipo de poema quente expressado sem palavras ou simplesmente café.
Há uma tendência perigosa de minimizar certos atos sob o argumento de que são simbólicos ou inofensivos. Pintar uma estátua pública com batom, por exemplo, pode parecer um gesto pequeno, quase irrelevante à primeira vista. No entanto, a lei brasileira é clara: intervir na integridade de um monumento público, ainda que de forma aparentemente leve, configura infração.
Não se trata de exagero jurídico, mas de um princípio básico de convivência social: o respeito ao patrimônio coletivo. A legislação enquadra esse tipo de conduta como ato de conspurcação, sujeito a pena de detenção e multa. Quando o bem atingido possui valor histórico, a gravidade aumenta, e com razão.
É preciso reconhecer que manifestações e críticas têm espaço legítimo em uma sociedade democrática. Mas há uma linha clara entre expressão e degradação do que é público. Ultrapassá-la não fortalece causas; ao contrário, pode fragilizá-las ao deslocar o debate para o campo da ilegalidade.
Em tempos de tensão social e discursos intensos, vale lembrar: nem todo gesto simbólico é juridicamente neutro, e nem toda intenção justifica o meio escolhido.
Quando o "sentir" substitui o "está escrito", a fé deixa de ter uma base sólida e passa a ser uma repetição de clichês que não resistem a uma análise textual honesta.
GUERRA
Uma guerra não escolhe
Quem será o vitimado
Se a bomba é lançada
Ela não escolhe lado
Sem licença pra entrar
Ela invade o nosso lar
Deixa tudo destroçado
Deve ser bom ser uma dessas pessoas que não se apegam a nada. Nem a pessoas, nem a coisas, nem aos próprios sentimentos. Parece mais leve, mais simples.
Eu não sou assim. Eu me apego a tudo.
A pessoas que já deveriam ter saído da minha vida há muito tempo. Ainda me pego querendo saber se estão bem e quando vejo que estão, por algum motivo, algo em mim se contrai.
Me apego também a coisas que já não fazem sentido. Guardo objetos, lembranças, pequenos pedaços de um passado que já deveria ter ficado para trás. E cada coisa guardada acaba trazendo de volta algo que eu já deveria ter esquecido.
E me apego até a sentimentos vazios. Coisas que já não significam tanto, mas que continuam ocupando espaço dentro de mim.
Sinto que estou vivendo num tipo de limbo.
Sem sono, sem muito amor próprio, como se a vida tivesse perdido um pouco da força.
Às vezes penso que, se pudesse construir uma máquina do tempo, não seria para voltar.
Um velório sem um caixão,
O enterro sem uma decepção.
Apenas um coração,
Bombardeando sob pressão.
Ecoa um silêncio,
Um cheiro estranho,
Apenas um cadáver,
Morto por dentro.
Uma vez me questionaram por que eu escrevo tanto sobre o amor, se eu já vivi alguma paixão ou se apenas invento as histórias que coloco no papel. Eu respondi que eu não escrevo sobre o amor por desejar ser amada como nos meus textos, mas sim por acreditar que o amor é a força mais poderosa e transformadora que existe. Eu escrevo sobre o amor porque ele me inspira, me desafia, me ensina e me faz crescer. É, escrevo sobre o amor porque ele é a essência da vida.
Eu nunca escrevi sobre como me apaixonei de verdade, mesmo que isso possa ter acontecido. Mas a verdade é que eu sinto o amor tão presente na minha vida, como se eu tivesse amado alguém de verdade. Eu sei que parece confuso, mas é que eu sempre fui fascinado pelos filmes de romance e pela obra de Shakespeare, a qual é a minha maior referência pessoal. É por isso que o romance é o meu tema preferido para escrever, mesmo que eu não tenha vivido um na realidade.
~Safira souza
A vida é uma
bolha de sabão.
Ah,
esse martelar
não para.
Oco,
vazio,
o tempo todo,
o mesmo assunto,
sem descanso um
minuto.
Pra que isso aqui!!
Pra que tudo isso!!!
Pra que esse desperdício!!!
E a mesma pergunta,
sem resposta:
pra que existir
se vou deixar
de existir?
Isso é uma
loucura
que parece
sem cura!!!!
Sem entender,
isso vai desaparecer.
De novo isso na minha
mente.
Isso é só
oco,
vazio.
A vida é vão,
feito bolha
de sabão.
Muitos não suportam ser contrariados; veem no debate uma afronta. Quem realmente quer avançar, porém, ouve seu crítico atentamente.
Só quem vê o samsara como uma prisão poderá escapar desse ciclo de reencarnações, os outros seguirão sonhando com vidas que nunca lhe pertenceram...
E então, mais uma vez acredita!
Mas como numa teia,
se emaranha nas contradições,
nas mentiras tão vis.
E já esgotada e tão forjada
Sente q não há mais nada ali
A não ser a "guerra" de ego oculta
Aquelas cartadas do Sr. e Sra Smith
Os blefes tão mais escancarados
Agora por olhos, pouco menos, pra ti
Daquela Poliana, tão errônea e falha
Mas q gritava aos 7 mares o amor
Q era solar e irradiava ao teu lado
E pouco a pouco foi virando pó e carcaça
Pela falta de honradez, cumplicidade e lealdade
Presenciar hj cada gota escorrida
Congelar e apenas observar
Analisar as curvas q faziam
Porque até o caminho destas duvidava
Se pegar TB sendo "reparada"
E agir instintivamente
Onde qse me rendendo
Meu estômago amigo alertou
Ora este q se faz presente tão raramente
E qse de tão ausente já nem era mais lembrado
Imediatamente da Orbita voltei a Terra
E bati com a pá de cal naquela terra ainda fofa
Desci sem desta vez olhar pra trás.
Ouvi: - Amo você (ensaiado e repelido)
Aquele automático preto, teto solar
Rodas brilhantes, permanece apenas reluzindo
Deste xeque...
(Ou melhor seria, do cheque - embaixo da Bíblia - ;))
... não te darei o mate...
Caída talvez, mas atirando.
Num coração alado.
A mim não interessa uma congregação de descongregados de outros templos. Interessa-me sim, congregar os perdidos para encontrá-los em Cristo.
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