E então, mais uma vez acredita! Mas... Aphrodite Shakespeariana
E então, mais uma vez acredita!
Mas como numa teia,
se emaranha nas contradições,
nas mentiras tão vis.
E já esgotada e tão forjada
Sente q não há mais nada ali
A não ser a "guerra" de ego oculta
Aquelas cartadas do Sr. e Sra Smith
Os blefes tão mais escancarados
Agora por olhos, pouco menos, pra ti
Daquela Poliana, tão errônea e falha
Mas q gritava aos 7 mares o amor
Q era solar e irradiava ao teu lado
E pouco a pouco foi virando pó e carcaça
Pela falta de honradez, cumplicidade e lealdade
Presenciar hj cada gota escorrida
Congelar e apenas observar
Analisar as curvas q faziam
Porque até o caminho destas duvidava
Se pegar TB sendo "reparada"
E agir instintivamente
Onde qse me rendendo
Meu estômago amigo alertou
Ora este q se faz presente tão raramente
E qse de tão ausente já nem era mais lembrado
Imediatamente da Orbita voltei a Terra
E bati com a pá de cal naquela terra ainda fofa
Desci sem desta vez olhar pra trás.
Ouvi: - Amo você (ensaiado e repelido)
Aquele automático preto, teto solar
Rodas brilhantes, permanece apenas reluzindo
Deste xeque...
(Ou melhor seria, do cheque - embaixo da Bíblia - ;))
... não te darei o mate...
Caída talvez, mas atirando.
Num coração alado.
