Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
Ele venceu por amor, e nós devemos lutar por aquele amor que venceu a morte e que venceu o mundo... Então só quero dizer:
Obrigado Jesus, por me amar e por ser fiel a todos nós mesmo antes de nascermos...
O amor é tão simples quanto uma pétala que cai, pois a rosa que desabrocha justifica sua morte quando colhida pelas mãos de um homem leal. Porém a rosa que murcha e seca não deveria ter alcançado as mãos de uma falsa paixão.
A definição romântica do amor como “até que a morte nos separe” está decididamente fora de moda, démodé, antiquado, tendo deixado para trás seu tempo de vida útil em função da radical alteração das estruturas de parentesco às quais costumava servir e de onde extraia seu vigor e sua valorização.
É larga a rua dos anos, onde a luz pouco existe, o amor nos esquece, onde se sobe e desce e a morte nos apanha e nos acolhe em triunfo.
"Há uma fatalidade caótica, tanto na vida quanto na morte"
"O amor é um absurdo misterioso, quando é recíproco!!!"
Réquiem 2
Para falar da morte
Tem que se falar da vida
E o que nela é contida
Tendo o amor de estandarte
Alegrias e dores também fazem parte
Em suma vontades sem sentido
Faz da razão um bandido
Tornando a vida uma arte
Sem certo ou errado
Onde nada é proibido
Para um coração inspirado
Na pratica um pecado
Por conta da libido
Então o amor é desferido
A morte do amor é indolor pois é silenciosa, vai acontecendo aos poucos. O que dói de verdade é quando você acorda e enxerga ele aos seus pés, te olhando uma última vez. Você volta lá atrás, e procura saber qual foi o momento em que você deu a ele o último e mais letal gole do veneno, O amor morre sim, quando a gente não fica ligado, quando a gente não acampa, não cuida, quando a gente só ''deixa rolar''. Quando a gente oculta. Quando a gente esconde, quando a gente não é capaz de jogar limpo. Quando a gente escapa pra outro mundo, porque o amor não tá legal, ao envés de sentar ao seu lado e cuidar para que recupere-se. Ao envés de levá-lo pra tomar um ar, passamos a sufocar ainda mais na esperança de que ele sobreviva. Ao envés de preparar surpresas, de reanimá-lo. A gente dá as costas e escolhe alguma fuga. O amor morre sim, e é sempre nossa culpa.
"...e até que a morte nos separe, o nosso amor será assim...Eu cuido de Você...e Você cuida de mim..."
Viver é amar, é não ter medo da morte, pois quem teme a morte teme a vida. Não temer o amor é viver, já que não existe risco maior e mais perigoso que este, amar.
Deus do amor.
Refaça-me Deus das feridas
Cicatrizes encravadas em mim
Livra minha alma da morte
Os meus olhos das lágrimas
E os meus pés da queda
Deus das causas impossível
Deus do livramento
Deus do amor
Olhai por mim
Refaça-me do ontem
Dai-me sabedoria para viver o hoje
E prepara-me para o amanhã.
24/11/2013
No limite de um ser que ama habita a morte, porque até no mais sincero amor há morte. Não que em sua essência seja assim, mas o amor é corrompido por aquele que o carrega.
O amor está aí, mas há quem o use para guardar rancor e matar quem o rodeia.
A LOUCURA DO AMOR MEDIÓCRE
Entrevejam bem como me abraça o amor...!
Como o aconchego da morte, cruel e forte
Morde-me a jugular numa sangria de terror
Quando o almejo mais do que nego a morte.
E porquanto mais sou por ele, sempre rejeitada
Mais mendigo seus beijos frios e eupneicos...
Como desejo por tal querido ser a mais amada
E de tanto preterida, dói-me em esforço o peito.
Quisera negar-lhe o sangue das minhas artérias
Em desdém dizer-lhe que por fim fui liberta...
Mas fiz dele meus sagrados e minhas misérias!
Vejam, vejam bem_ Não o notar seria irreal...
Morde-me as carnes fracas, se nutre delas!
Loucura. Mas consagro este alento à imortal!
Anna Corvo
( Heterônimo de Elisa Salles)
NÃO ME INQUIRA SOBRE O AMOR
Como eu vejo o amor? Pergunta inusitada!
Tal como a morte, me é certo e preciso...
Mas corta a carne como o fio da espada!
Sempre fugiu ao meu domínio. Juízo...
... Que sempre foi a guilhotina má. Afiada
Mão impiedosa do destino avassalador
Nunca fui sentida como a donzela amada
Como a morte, implacável, é o amor!
Flui-me por entre os dedos como o tempo
Este algoz, sentimento de dor e tormento
Beijos frios, pérolas aos porcos e ao vento!
Nunca vi a face do dulçor, acalento doce...
Nunca verei a morte até o fim momento
Não me fale pois do amor;esta mortal foice!
Anna Corvo
(Pseudônimo de Elisa Salles)
Negue até morrer que seu coração adormeceu no leito da morte daquele amor não correspondido, sorria para o resto das pessoas, faça elas acreditarem que você é feliz, tudo bem que elas não se importam, apenas não terão o doce sabor da zombar da sua dor.
A vida sem fé, sem amor e sem respeito e auto-respeito, de fato, é pior que a morte. Porém isso não é irreversível. Basta olhar pra dentro de si e buscar o próprio sustento que causa descongelamento interior.
