Adeus Meu Amor
Na sombra da noite, um suspiro silente,
Um amor não dito, um adeus iminente.
O coração que pulsa, em ritmo incerto,
Guarda um segredo, um amor desperto.
Palavras que fogem, em meio à agonia,
Um amor que se cala, em melancolia.
O tempo escorre, como areia entre os dedos,
E o amor não declarado, em lamento se perde.
Nos olhos cansados, um brilho fugaz,
A esperança que morre, a dor que se faz.
O silêncio que grita, em meio à solidão,
Um amor não vivido, uma triste canção.
A vida se esvai, em um último suspiro,
E o amor não declarado, em lamento se inspira.
As palavras que ecoam, em um vazio profundo,
Um amor que se perdeu, em um adeus moribundo.
Paixão Maldita
Por que você não diz adeus?
Você não vê? Não tem amor
São relatos prováveis de uma amor não amado
Nosso retrato em filmes queimados
Aposto que vives desiludida
Pra quê sofrer uma paixão maldita?
Por quê?
EU TENTEI!
Esquece aquele, adeus, porque eu não vou,
Sair sem ter você, amor, eu tô fora!
Quem nunca aprendeu a dizer, eu tentei!
Não sabe que o amor é um bate volta.
De mansinho um olhar, despertando o gostar, eu tentei!
Não dá pra disfarçar, esse brilho no olhar, eu tentei.
Gostar de você, meu bem querer! (...)
Fragmento da música: EU TENTEI! - AUTOR: DIBARBOSAD - Composição de: Dinaldo Barbosa da Silva.
Cupido ainda está vivo porque ele te beijou no último minuto. A palavra amor não dizia adeus às fantasias de que ele foi fiel na despedida.
Não quero te perder
Nem dizer adeus
Só quero me agarrar a esse
Amor verdadeiro
Porque dizer adeus aos que da vida se foram, as lembranças e o amor que nos uniu em vida são o combustível que alimenta a falta de quando eles se vão.
Diverte-te amor, a vida são 2 dias aquele em que me conheceste e aquele em que me dizes adeus portanto aproveita que eu serei eterno...
Nosso amor foi assim, uma história sem fim
Sem dizer um adeus você fugiu de mim
Eu queria saber a razão e o porque, preferia a verdade se ia te perder
Meu coração sincero te ama demais
Eu só vivia para você
Um sentimento lindo não se desfaz
É tão difícil esquecer
Será que estou errado?
Será que sou culpado?
Foi só um caso ou uma paixão?
Queria olhar seus olhos e ouvir da sua boca que não passou de uma ilusão.
Assim a nossa história vai ter fim.
Nunca mais ACREDITO no amor, desde o dia em que apressada em marcha ré fui chorando o adeus. Aquele adeus que não pôde dizer parada olhando o seu rosto.
ADEUS
Enches-me de amor.
Agora puro e sem perspectivas,
Sem medos nem ansiedades.
Tranquilo,
Mesmo com todas as verdades.
Enches-me de amor,
A alma que deseja partir.
Que agora por amor,
te irá deixar.
NÃO DE AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Os que amam de fato,
sem ser amados,
dão adeus e se tratam...
Ao perdurar o tumor,
às vezes morrem de amor...
mas nunca matam.
ALÉM DO AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Entendi seu adeus e não condeno
a palavra escondida em eufemismos;
mais pra frente, outro dia, qualquer hora;
um agora esticado pra depois...
Nem julguei que faltasse o sentimento,
que nevasse no chão do seu afeto,
fosse terra e cimento sobre a história
de vivências tão fortes e profundas...
Reconheço a distância das verdades
entre nossas quimeras, nossos sonhos,
nosso dom de saudades infinitas...
É por isso que aceito seu adeus
em silêncio, segredo que desvendo,
pois entendo as razões além do amor...
AMOR E DESPEDIDA
Um adeus que não se deseja professar, prolonga as noites de nossa alma
Ora! Não que sejam as noites uma ausência de luz, ou mesmo a dissipação do calor esplendoroso
Mas, a presença de uma luz calma como a lua, na qual os olhos podem penetrar em profunda contemplação, numa ausência de si mesmo
Uma espécie de inclinação devota, rendida e vulnerável a algo que se revela infinito, no efêmero de nossa experiência terrena...
O amor puro, sem matéria.
O único e verdadeiro amanhecer de nossas almas!
Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia,
Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha.
No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto,
E a dor da separação se insinua como um frio inverno repleto.
Oh, homem de coração trespassado, teu peito é um relicário,
Guardando lembranças de um passado que se desfaz no calendário.
A mulher que partiu deixou rastros de saudade e desespero,
E o que resta são memórias que ardem, como brasas no fogueiro.
Ainda paira no ar o perfume da pele que um dia foi tua,
Mas agora, na solidão, a cama é um deserto que insinua
Que o calor humano se dissipou, deixando apenas o frio,
E o eco dos risos passados ressoa como um lamento sombrio.
As lágrimas, silenciosas testemunhas da tua dor,
Deslizam pela face, buscando alívio para a alma que chora.
A cada suspiro, ecoa a melodia triste da desilusão,
Enquanto o coração insiste em bater ao ritmo da solidão.
Mesmo assim, o amor persiste, como uma chama teimosa,
Que se recusa a extinguir-se, apesar da tempestade furiosa.
A mulher ainda vive nos recantos da tua mente,
Como uma sombra que te acompanha, constante e insistente.
Na escuridão da noite, o vazio se torna mais profundo,
E o eco do silêncio é a trilha sonora desse mundo.
Mas, oh homem que ainda ama e sofre na escuridão,
Lembre-se, o amanhã pode trazer consigo a luz da redenção.
Que o tempo cure as feridas e console tua alma aflita,
E que o amor renasça das cinzas, como a fênix bendita.
Pois, mesmo na dor da separação, há a promessa de um novo dia,
Onde o coração poderá encontrar a cura e a alegria.
