Frases de Adélia Prado

Cerca de 88 frases de Adélia Prado
Adélia Prado (1935-) é uma professora, filósofa e escritora brasileira. Poetisa e romancista, consagrou-se como a voz mais feminina da poesia brasileira. Com mais de 20 obras publicadas, já ganhou diversos prêmios literários, como o Jabuti e o Camões. Escreveu "Bagagem" (1976), "O coração disparado" (1978), entre outras obras. Em 2025, lançou "O jardim das oliveiras".

Com perdão da palavra, quero cair na vida.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema O alfabeto no parque.

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Quanto a mim dou graças
pelo que agora sei
e, mais que perdoo, eu amo.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Objeto de amor.

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A coisa mais fina do mundo é o sentimento.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Ensinamento.

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Era raiva não. Era marca de dor.

Adélia Prado
Solte os cachorros. Rio de Janeiro: Record, 2024.

Nota: Trecho do conto Sem enfeite nenhum.

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Estremecerei de susto até dormir. E no entanto é tudo tão pequeno. Para o desejo do meu coração, o mar é uma gota.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Desenredo.

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Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Com licença poética.

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O transe poético é o experimento de uma realidade anterior a você. Ela te observa e te ama. Isto é sagrado. É de Deus. É seu próprio olhar pondo nas coisas uma claridade inefável. Tentar dizê-la é o labor do poeta.

Há sempre uma razão, embora não haja nenhuma explicação.

Para o desejo do meu coração, o mar é uma gota.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Desenredo.

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Mulher é desdobrável. Eu sou.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Com licença poética.

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Minha mãe achava estudo
a coisa mais fina do mundo.
Não é.
A coisa mais fina do mundo é o sentimento.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Ensinamento.

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Fui dormir umas vezes tão feliz, que, se soubesse minha força, levitava. Em outras, tanta foi a tristeza que fiz versos.

Adélia Prado
Solte os cachorros. Rio de Janeiro: Record, 2024.

Nota: Trecho do texto Crônica ligeira de BDL.

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Quero você na minha frente, estático (...)
e eu para todo o sempre
olhando, olhando, olhando...

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema A terceira via.

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Se eu pudesse, hoje, varria, isto mesmo, varria as pessoas todas com vassoura, como se fossem cisco.

Adélia Prado
Solte os cachorros. Rio de Janeiro: Record, 2024.

Beleza não é luxo. É uma necessidade!

Eu ponho o amor no pilão com cinza
e grão de roxo e soco. Macero ele,
faço dele cataplasma
e ponho sobre a ferida.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Amor violeta.

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Tudo manha, truque, engenho:
é descuidar, o amor te pega,
te come, te molha todo.
Mas água o amor não é.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Corridinho.

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A gente tem sede de infinito e de permanência. Então, esse ser que assegura a permanência das coisas, é que eu chamo de Deus. É o absoluto.

Adélia Prado
Cunha, Gustavo. Após três anos Adélia Prado volta às prateleiras com “Miserere”. Metro Belo Horizonte, 25 mar. 2014.
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Não me falou em amor.
Essa palavra de luxo.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Ensinamento.

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O amor usa o correio,
o correio trapaceia,
a carta não chega,
o amor fica sem saber se é ou não é.

Adélia Prado
Poesia reunida. Rio de Janeiro: Record, 2015.

Nota: Trecho do poema Corridinho.

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