Acreditar nas Pessoas
Sou tão tola…
Ainda acredito que as pessoas podem ser boas.
E quanto mais acredito,
mais me firo.
Mas é errado acreditar
que Deus pode transformar alguém?
Não.
Errado é depositar esperança
em quem nem sabe o que é fé.
Muitos vivem cercados por religiões,
mas nunca conheceram Deus de verdade.
Criam deuses que aprovam tudo,
deuses moldados pelos próprios desejos.
Porque o Deus verdadeiro confronta.
Mostra o pecado,
expõe a verdade,
chama para renunciar.
E é isso que muitos não suportam.
Não querem mudança,
querem permissão.
Querem um deus que aplauda os próprios erros,
que transforme pecado em liberdade
e destruição em orgulho.
Mas a verdade continua sendo verdade,
mesmo quando o mundo inteiro prefere fugir dela.
Penso que: No mundo moderno,as pessoas continuam acreditando em milagres porém, trocaram o Deus.
@valterpsico
Verdade não é a soma da quantidade de pessoas que acreditam em um determinado fato. Ir na direção que está indo o rebanho sem questionar pode ser muito perigoso. Eu vou é na direção contrária, não acredito em unanimidade. Como dizia Nelson Rodrigues: "toda unanimidade é burra".
Só existem dois tipos de pessoas que elegem políticos corruptos: O ingênuo, que acredita na inocência do mesmo. Ou o cúmplice. Que sabe da culpa mas ignora. Provavelmente por se beneficiar diretamente caso o culpado chegue ao poder.
Dia 2 — O que você não observa, governa você.
A maioria das pessoas acredita que perde o controle por falta de disciplina ou fraqueza de caráter.
Não é isso.
Você perde o controle porque vive no automático.
Tudo o que habita o seu ponto cego passa a comandar o seu destino.
Pensamentos repetidos cristalizam-se como verdades.
Reações automáticas moldam a sua identidade.
Ciclos não questionados tornam-se a sua biografia.
O problema nunca foi a existência do padrão, mas o fato de ele operar no escuro. No instante em que você não percebe o milésimo de segundo em que reage, escolhe ou se cala, você deixou de decidir. Você passou a apenas repetir.
Padrões não precisam de força para sobreviver; eles precisam apenas da sua ausência. Eles se alimentam do seu silêncio interno.
Observar não é julgar. Observar é iluminar.
No momento em que você enxerga um comportamento no ato, ele perde a soberania. Aquilo que é visto já não consegue mais agir sozinho, porque a luz da consciência cria um espaço — um intervalo — entre o impulso e a ação.
A presença começa com um deslocamento: você deixa de ser o personagem que sofre a ação e passa a ser a consciência que a testemunha.
Em vez de se perguntar "por que eu sou assim?" com culpa, pergunte-se "o que está acontecendo agora?" com curiosidade.
Nada muda antes de ser visto. Mas quase tudo começa a se dissolver quando deixa de ser inconsciente. A liberdade real não nasce do controle rígido, mas da visão clara.
O Convite
Hoje, pratique a neutralidade do observador.
Não tente corrigir o seu comportamento, nem explicar suas falhas. Apenas flagre-se em ação.
Qual reação sua se repete de forma quase mecânica, como um script decorado?
Em que momento do dia você sente que "saiu de si" e entregou o volante ao automático?
A observação é o seu primeiro gesto de retorno.
Diane Leite
Às vezes, o preço da paz é a perda de algumas pessoas mas, acredite, quando se trata de paz o investimento vale a pena.
Tem pessoas que tudo justifica para não enxergar a verdade. Fica mais cômodo acreditar numa ilusão do que bater de frente com a realidade.
A importância de não se importar.
Pessoas, como seres sociais, são estranhas.
Você não acredita? Pense.
As pessoas que lhe agradam, quem são? São as pessoas que somente lhe querem bem? Que concordam com você? Que lhe dão preciosos conselhos? Que lhe dá a mão quando você cai? Penso que essas pessoas você as tem em alta estima.
Mas, pontuemos.
Pessoas que concordam com você, não necessariamente concordam. As vezes você pode estar certo, daí tudo bem, e nesse caso, a confirmação a desnecessária. Muitas pessoas em nosso ciclo, concordam para nos agradar, para não parecer chata, ou até mesmo por não ter uma opinião sobre o assunto em tela. Ou seja, apenas concordam, e essa concordância não quer dizer nada.
Pessoas que dão conselhos, cuidado. A maioria dos conselhos, são mais para a outra pessoa do que para ti mesma. Afinal, só quem errou muito e acertou pouco, é que de fato pode dar bons conselhos. E, os conselhos de outra pessoa, poderão parecer doce aos seus ouvidos, mas, de nada adiantará, pois você dificilmente irá se fartar deste doce. Se assim fosse, você ouviria mais seus pais.
Quando você cai e alguém lhe dá a mão, cuidado para não arrastar a pessoa para o mesmo fosso que você. Se alguém lhe ajudar a sair do buraco, cuidado com a escada posta, você terá que carregá-la.
Se importe, mas, não se importe.
Você será usado e usará pessoas, e isso se chama relacionamento.
Quanto mais você usa, mais afinidade você tem, mas, não confunda usar e ser usado, com amar e ser amado.
E quando as pessoas não mais lhe tiver utilidade, serão simplesmente descartadas de sua vida. Tem dúvidas disso? Pense, você nunca descartou alguém? Nunca deixou uma amizade morrer?
Damos mais importância ao nosso egoísmo sem importância, e, por isso, somos seres estranhos.
Se você tiver conhecimento disso, não se importará com suas fraquezas e as fraquezas alheias. Entenda que neste caminho, todos estão perdidos.
Pense e reflita.
Ilumine seu dia.
Paz e bem.
Seja luz.
O Tempo das Respostas
Muitas pessoas acreditam que os sonhos se realizam quando a oportunidade aparece.
Talvez não.
Talvez eles se realizem quando nos tornamos capazes de reconhecer aquilo que sempre esteve vindo em nossa direção.
A vida raramente responde no momento em que perguntamos. Ela responde quando estamos prontos para compreender a resposta.
Por isso, nem toda espera é atraso.
Há caminhos que precisam ser percorridos antes da chegada. Há aprendizados que precisam acontecer antes da conquista. Há versões de nós mesmos que precisam nascer antes que determinados sonhos encontrem espaço para existir.
O que hoje parece distante pode estar apenas seguindo o ritmo necessário para permanecer quando chegar.
Nem tudo o que demora está ausente.
Às vezes, está apenas amadurecendo.
— Wander von Muller
As pessoas acreditam que uma vida de muito luxo envolve grandes viagens internacionais pelo mundo em ilhas belas, passeios sofisticados de navios, turismos ou de carro luxo mesmo, joias caras, relógios de marcas famosas, sapatos de grifes e elegantes, ternos italianos de grandes estilistas, os melhores vinhos do mundo em seu paladar, jantar que custa fortunas para os simples mortais como eu. O luxo está na simplicidades de um simples farmacêutico de um balcão de farmácias conhecer seus filhos pelo nome, saber de suas alegrias e seu medo na hora de aplicar uma injeção. Entregar os seus medicamentos no seu endereço em casa, cuidando da sua saúde, prolongando a vida. Simplicidade não tem preço.
Chegará o momento em que muitas pessoas irão se arrepender de ter me tratado mal. Acredite em mim, essa hora vai chegar.
E quando as pessoas mentem, quando fazem você acreditar em algo que parecia real, quando entram na sua vida justamente no momento em que você já não tem forças para continuar carregando sozinho o peso de tudo o que sente, quando elas encontram você sem as muralhas, sem as máscaras, sem as defesas que levou anos construindo para sobreviver, quando veem suas feridas abertas, seus medos mais profundos, sua fragilidade mais escondida e, mesmo assim, dizem que o amam, que se importam, que jamais o abandonarão, que sempre estarão ali para você, e por um breve instante você acredita, porque quer acreditar, porque está cansado de lutar sozinho, porque finalmente pensa que encontrou alguém diante de quem não precisa fingir ser forte o tempo todo, alguém para quem pode mostrar quem realmente é, alguém que faz nascer dentro do seu peito uma esperança que você julgava morta, a esperança de ter um amigo verdadeiro, um porto seguro, uma presença capaz de permanecer mesmo nos dias mais escuros, mas então, sem explicação, sem aviso, sem sequer olhar para trás, essa mesma pessoa desaparece, abandona você e leva embora tudo aquilo que ajudou a construir, arranca do seu peito a confiança que ela mesma plantou, destrói a esperança que ela mesma fez florescer e deixa apenas o vazio, um vazio ainda mais profundo do que aquele que existia antes dela chegar, porque antes havia solidão, mas agora existe a lembrança cruel do que parecia ser acolhimento, antes havia apenas a dor de estar sozinho, mas agora existe a dor de ter acreditado que não estaria mais, e então você começa a se perguntar se o problema sempre foi você, se realmente é tão difícil de amar, tão pesado, tão cansativo, tão insuficiente que até aqueles que prometem ficar acabam indo embora, e cada abandono passa a soar como uma confirmação dos seus piores pensamentos, como se todas as vozes que dizem que você é um fardo finalmente estivessem certas, como se a única forma de sobreviver fosse reconstruir as muralhas ainda mais altas, vestir máscaras ainda mais fortes, esconder cada sentimento, cada lágrima, cada fraqueza, e nunca mais permitir que alguém se aproxime o bastante para ter o poder de destruir o pouco que resta, porque quando a esperança morre pelas mãos de quem a criou a dor não é apenas tristeza, ela se transforma em algo muito mais profundo, um cansaço que invade a alma, uma sensação sufocante de não pertencer a lugar nenhum, de não ser importante para ninguém, de ocupar espaço demais e significar de menos, e então tudo o que resta é o desejo silencioso de desaparecer, não por falta de amor para dar, mas pelo medo de continuar existindo apenas para ser deixado para trás mais uma vez, carregando sozinho os pedaços de um coração que já não sabe quantas vezes ainda conseguirá se reconstruir.
confiar nas pessoas é igual colocar sua mao dentro da boca de um tubarão, e acreditar que ele é docil e te faz bem, mas quando ver estará sem dois braços
Acreditar na educação é acreditar que ela pode transformar as pessoas.
Mas isso não acontece fácil.
A maioria de nós, professores, assim como tantas outras pessoas:
Ganha menos do que gostaria,
É mais triste do que esperava,
Se sente mais sozinho do que sonhou,
e é bem menos importante do que imaginava.
Esse tipo de vida não ajuda ninguém a "criar novos seres humanos".
Pois, nessa situação, é comum que nasçam sentimentos ruins como:
Rancor,
Fracasso,
Inveja,
e, por causa disso, a mentira.
Você não sente falta de todas as pessoas que perdeu. Sente falta de quem acreditou que elas poderiam ser.
Muitas pessoas acreditam que o dinheiro está dentro de um grupo fechado, protegido por poucos. Mas a verdade é outra: o dinheiro não está no grupo. Ele está com quem consegue ficar entre os dois grupos, se mover, observar e ligar as informações que os outros não enxergam. Quem apenas trabalha duro, sem olhar ao redor, muitas vezes fica parado no mesmo lugar.
Pense no boi de uma fazenda. Ele é quem mais trabalha. Arar a terra do nascer ao pôr do sol, puxar peso, suar no sol quente. No entanto, no final do dia, não é dono sequer de um palmo da terra que arou. O boi entrega a força, mas não decide o destino da colheita. Quem decide é quem observa, conecta e age com inteligência.
Pare e pense com honestidade. Às vezes o dinheiro chega até você. Surge uma oportunidade, uma ideia, um caminho novo. Mas uma mente miserável, acostumada a se sentir pequena, repeli logo dizendo: “isso não é pra mim”. E assim a chance se afasta.
O mundo não recompensa só o esforço cego. Recompensa quem aprende a se posicionar entre as partes, quem liga pontos e quem acredita que merece avançar. Trabalhe, sim. Mas não seja apenas o boi. Seja também quem enxerga além da cerca e decide o próprio caminho.
Algumas pessoas me amam, outras tantas me odeiam. Acredito nas que me odeiam, o ódio de onde quer que venha é sempre verdadeiro.
As pessoas nas redes sociais colocam o que querem para você acreditar no que ela quer que você acredite.
"A mentira visualizada e compartilhada mil vezes se torna verdade.".
Mas, é preciso saber contá-las e compartilhá-las.
Seja por quem estiver contando para quem estiver acreditando.
Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.
Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.
As primeiras lembranças que tenho são de medo.
Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.
Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:
"Deus, me ajuda."
Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.
Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.
Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.
Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.
Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.
Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.
O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.
Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.
Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.
Minha mãe fugia.
Depois voltava.
Nós fugíamos.
Depois éramos levados de volta.
O ciclo parecia não ter fim.
Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.
Eu queria ajudar.
Queria construir algo melhor.
Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.
Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.
Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.
Eu tinha apenas dezesseis anos.
Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.
Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.
Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.
Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.
Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.
Mas as marcas permaneceram.
E, de certa forma, elas contam uma história.
Não apenas a história da dor.
Mas a história da sobrevivência.
Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.
Apesar do medo, continuei acreditando.
Apesar das feridas, continuei amando.
Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.
E talvez essa seja a maior vitória de todas.
Eles marcaram partes da minha história.
Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.
Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.
Sou a mulher que sobreviveu a ela.
