Egnaldo Barros da Silva

Encontrados 6 pensamentos de Egnaldo Barros da Silva

⁠Senhor Deus: porquê o senhor me vez negro, d pele escura? Meu filho qual diferença faz você ser de pele branca ou negra, quem ti vez e os outros foi eu, o seu Senhor soberano da terra, Eu não faço distinção de sua cor.... mas do seu carácter, eu sei de tudo principalmente dos seus pensamentos, desejos, vontade, o Senhor seu Deus. Que de moda é a vida nesse caso eu não me interfiro.

Inserida por EgnaldoBarros

⁠Os homens são obcecados com o tamanho de sua aparência, mas, nós esquecemos de que o nosso DNA tem um único dono que é Deus.

Inserida por EgnaldoBarros

⁠Em busca do príncipe encantado, que não encontramos mais, eu cansei de procurar, mas eu descobri que era pura ilusão. Na verdade, ele sempre esteve comigo, mas eu não sabia. Estava procurando em outro mundo, em lugares onde eu não podia ir. Descobri por acaso que fui eu que o construí nos meus pensamentos, criei do nada, mas fui eu que o criei.

Inserida por EgnaldoBarros

As pessoas acreditam que uma vida de muito luxo envolve grandes viagens internacionais pelo mundo em ilhas belas, passeios sofisticados de navios, turismos ou de carro luxo mesmo, joias caras, relógios de marcas famosas, sapatos de grifes e elegantes, ternos italianos de grandes estilistas, os melhores vinhos do mundo em seu paladar, jantar que custa fortunas para os simples mortais como eu. O luxo está na simplicidades de um simples farmacêutico de um balcão de farmácias conhecer seus filhos pelo nome, saber de suas alegrias e seu medo na hora de aplicar uma injeção. Entregar os seus medicamentos no seu endereço em casa, cuidando da sua saúde, prolongando a vida. Simplicidade não tem preço.

Todos nós que viemos à Terra trazemos e levamos uma história digna de ser reconhecida ou não. Há muitas vidas que, enquanto vivas, passam anónimas aos olhos de outras pessoas e do mundo, despercebidas dos olhares dos muitos, discretas e silenciosas diante do mundo, embora imensas e intensas dentro de si. Peregrinam à margem do aplauso verdadeiro ou falso, do elogio, do louvor, da hagiografia, sem se imporem, só se dando pela sua presença após a sua ausência deste mundo.

O tempo passa tão depressa, a idade avança para nós, seres humanos, e o tempo continua jovem. O progresso tecnológico evolui e muitos de nós estão ficando para trás, o uso dos telemóveis e das redes sociais deslumbra nesta época, sem nos consciencializarmos de que ler assiduamente em aparelhos com que têm por base radiações e fontes luminosas faz mal aos olhos. Por maioria de razão ao olhar e ler regularmente no telemóvel é o tope do momento. “Este é um tempo de tempo obscurecido / tempo sem a certeza do amanhã / as flores que vais colher hoje, podem murchar / antes que na palavra o Sol desponte”. Há a repetição de uma busca vã para muitos de nós, e a canção torna-se triste/ a “noite anoitecida”. É um “tempo de já ter visto e de já ter sido reformulado/ há sombras nas metáforas e na vida” sem sentidos. Afinal de conta, a ignorância humana é histórica, não é mais do que ignorância cega.