Acreditar nas Pessoas

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Você não sente falta de todas as pessoas que perdeu. Sente falta de quem acreditou que elas poderiam ser.

É que, às vezes, as pessoas se acostumam com a versão de você que conheceram e passam a acreditar que ela é definitiva. Como se você ainda fosse exatamente a mesma pessoa de quando entrou na vida delas. E isso é tão injusto.

Ninguém atravessa a vida sem mudar. Ou atravessa?

As dores, as perdas, as conquistas e tudo o que aconteceu no meio do caminho inevitavelmente transformaram você em outra pessoa — em um novo capítulo. E talvez, nesse capítulo, a presença de algumas pessoas já não faça mais sentido como antes.

Alexsándra Duárte

A encenação do choro comove as pessoas, fazem elas acreditarem no que eu digo ainda que eu faça o contrário. Característica inata manipulativa, se para convencer for preciso chorar o soluço é coisa de segundos.

Algumas pessoas me amam, outras tantas me odeiam. Acredito nas que me odeiam, o ódio de onde quer que venha é sempre verdadeiro.

As pessoas nas redes sociais colocam o que querem para você acreditar no que ela quer que você acredite.


"A mentira visualizada e compartilhada mil vezes se torna verdade.".
Mas, é preciso saber contá-las e compartilhá-las.
Seja por quem estiver contando para quem estiver acreditando.

Muitas vezes, as pessoas confundem o teto de suas celas religiosas com o céu, acreditando estarem livres simplesmente por não tentarem voar além dos dogmas.

⁠⁠Chegará o momento em que muitas pessoas irão se arrepender de ter me tratado mal. Acredite em mim, essa hora vai chegar.

É um erro acreditar que todas as respostas estão nos livros; elas também se encontram nas pessoas. 👥

A mídia faz as pessoas acreditarem que precisam comprar objetos para ser feliz, e elas não entendem que felicidade são sensações, e sensações você já tem; não precisa comprar para ter.

E quando as pessoas mentem, quando fazem você acreditar em algo que parecia real, quando entram na sua vida justamente no momento em que você já não tem forças para continuar carregando sozinho o peso de tudo o que sente, quando elas encontram você sem as muralhas, sem as máscaras, sem as defesas que levou anos construindo para sobreviver, quando veem suas feridas abertas, seus medos mais profundos, sua fragilidade mais escondida e, mesmo assim, dizem que o amam, que se importam, que jamais o abandonarão, que sempre estarão ali para você, e por um breve instante você acredita, porque quer acreditar, porque está cansado de lutar sozinho, porque finalmente pensa que encontrou alguém diante de quem não precisa fingir ser forte o tempo todo, alguém para quem pode mostrar quem realmente é, alguém que faz nascer dentro do seu peito uma esperança que você julgava morta, a esperança de ter um amigo verdadeiro, um porto seguro, uma presença capaz de permanecer mesmo nos dias mais escuros, mas então, sem explicação, sem aviso, sem sequer olhar para trás, essa mesma pessoa desaparece, abandona você e leva embora tudo aquilo que ajudou a construir, arranca do seu peito a confiança que ela mesma plantou, destrói a esperança que ela mesma fez florescer e deixa apenas o vazio, um vazio ainda mais profundo do que aquele que existia antes dela chegar, porque antes havia solidão, mas agora existe a lembrança cruel do que parecia ser acolhimento, antes havia apenas a dor de estar sozinho, mas agora existe a dor de ter acreditado que não estaria mais, e então você começa a se perguntar se o problema sempre foi você, se realmente é tão difícil de amar, tão pesado, tão cansativo, tão insuficiente que até aqueles que prometem ficar acabam indo embora, e cada abandono passa a soar como uma confirmação dos seus piores pensamentos, como se todas as vozes que dizem que você é um fardo finalmente estivessem certas, como se a única forma de sobreviver fosse reconstruir as muralhas ainda mais altas, vestir máscaras ainda mais fortes, esconder cada sentimento, cada lágrima, cada fraqueza, e nunca mais permitir que alguém se aproxime o bastante para ter o poder de destruir o pouco que resta, porque quando a esperança morre pelas mãos de quem a criou a dor não é apenas tristeza, ela se transforma em algo muito mais profundo, um cansaço que invade a alma, uma sensação sufocante de não pertencer a lugar nenhum, de não ser importante para ninguém, de ocupar espaço demais e significar de menos, e então tudo o que resta é o desejo silencioso de desaparecer, não por falta de amor para dar, mas pelo medo de continuar existindo apenas para ser deixado para trás mais uma vez, carregando sozinho os pedaços de um coração que já não sabe quantas vezes ainda conseguirá se reconstruir.

Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.


Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.


As primeiras lembranças que tenho são de medo.


Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.


Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:


"Deus, me ajuda."


Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.


Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.


Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.


Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.


Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.


Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.


O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.


Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.


Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.


Minha mãe fugia.


Depois voltava.


Nós fugíamos.


Depois éramos levados de volta.


O ciclo parecia não ter fim.


Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.


Eu queria ajudar.


Queria construir algo melhor.


Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.


Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.


Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.


Eu tinha apenas dezesseis anos.


Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.


Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.


Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.


Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.


Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.


Mas as marcas permaneceram.


E, de certa forma, elas contam uma história.


Não apenas a história da dor.


Mas a história da sobrevivência.


Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.


Apesar do medo, continuei acreditando.


Apesar das feridas, continuei amando.


Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.


E talvez essa seja a maior vitória de todas.


Eles marcaram partes da minha história.


Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.


Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que sobreviveu a ela.

Seria eu o culpado
Por ter o mal hábito de acreditar
Nas pessoas.

É insano como tantas pessoas não precisam de nenhuma prova para acreditar em uma mentira, mas precisam de infinitas provas para aceitar a verdade.

Uma vez que as pessoas param de acreditar em Deus, o problema não é que não acreditem em mais nada, o problema é que vão acreditar em qualquer coisa.

No fim, bancos não lidam com dinheiro, mas com a forma como as pessoas acreditam nele.

Não acho que a política seja cruel. Acredito que pessoas cruéis se utilizam da política para justificar seus atos.

Inserida por mariastar

Tem pessoas que são incapazes de acreditar e intender a transformação no ser humano, acho que por sua incapacidade de mudança acaba acreditando que todos são iguais .

Inserida por EdelziaOliveira

Tudo na vida é questão de sorte, nao acredito em acasos, as pessoas famosas ou nao quais conheci, os objetos desejados que adquiri, so estava no lugar certo e na hora certa, tenham paciência, é questão de tempo, voce aprende quem sao os verdadeiros em sua volta somente quando precisa e nao os tem, aquelas pessoas que voce se fez 100% presente a tudo e nao fizeram o 1% que voce exigiu quando precisava. E nao, nao criei inimigos com isso, somente tenho a agradecer, por esses professores e atores maravilhosos que me ensinaram o que é real e o que nao é, atuando em vida, mesmo quando todas as cameras estivessem desligadas.

Inserida por LucianoFNegrao

Sempre acreditei que é muito melhor sermos o que realmente somos a viver como as pessoas acham que deveríamos ser.
Tem muita gente por aí que acredita fielmente nas próprias convicções e julga o outro pelo que vê e, assim, já afirmam que conhece determinada pessoa.
Quem já não se surpreendeu com alguém na vida?
É claro, que às vezes as surpresas são boas e, às vezes ruins.
As surpresas boas serão sempre bem-vindas!
Bem, nem sempre o que vemos do outro é a realidade, falo por experiência própria.
Já me apaixonei por um lindo que era um idiota, já desgostei das ‘caras e bocas’ de uma pessoa que hoje é uma grande amiga, já me vi julgando sem conhecer, falando coisas do tipo: ‘ridícula’, ‘metida’, ‘sem noção’, rs... sem falar nos outros adjetivos pormenores.

Metida, brega, rica ou pobre... eu sou o que sou e talvez, meus gostos mudem, mas minha essência – não!
Eu gosto de novelas, filmes de comédia, dar risada alta, fazer compras, viajar, andar descalça...sair desarrumada - não (rs).

Adoro surpreender as pessoas ao meu redor e deixá-las indecisas, do tipo - quem é ela ?

Já vi pessoas me analisando dos pés a cabeça, já vi gente sorrindo quando na verdade queria me esganar, já vi gente na minha frente fingindo não gostar de mim, mas por dentro me admirando pelas atitudes que tenho...é isso mesmo, eu sinto. Porque sei que coragem não me falta - falo e faço o que eu quero, fora as exceções.

Ontem ao surpreender alguns, fiquei eu surpresa comigo mesma, pela desenvoltura de conviver, mesmo que por alguns momentos, com pessoas que eu achava que não teria conexão comigo, pela diferente forma de pensar, agir e se comportar diante do mundo.

Pela forma como eu agi, sei que fui o assunto principal do final da noite e que muitos estão se perguntando o que me fez mudar, sem saber que eu não mudei, só fui com estas pessoas, um pouco do que sou com os meus amigos.

Espero de coração que as pessoas, assim como eu, diminuam com os pré-julgamentos, amadureça a ideia do diferente – sem essa de melhor e pior, aprender a enxergar melhor quem nos cerca. Sem criar expectativas e nem pôr nossas esperanças sobre as pessoas.

Quanto à minha mudança, posso lhes garantir: estou sempre tentando ser uma pessoa melhor do que o dia anterior... às vezes, eu não consigo, mas muitas vezes eu sou muito melhor do que eu.

Inserida por cristianeps

Acreditar num ideal e leva-lo até o final não é o que te define?existem pessoas velhas que ainda vive um sonho que foi sonhado por outros ainda existe pessoas que não sabem o que é vivem e acreditam numa ilusão por medo ou vicio e existe pessoas novas que renovam seus pensamento atitudes e vontades e que transforma pensamentos em mudanças

Inserida por alissonlibertine