Acreditar nas Pessoas

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A mídia faz as pessoas acreditarem que precisam comprar objetos para ser feliz, e elas não entendem que felicidade são sensações, e sensações você já tem; não precisa comprar para ter.

Acreditar na educação é acreditar que ela pode transformar as pessoas.
Mas isso não acontece fácil.
A maioria de nós, professores, assim como tantas outras pessoas:
Ganha menos do que gostaria,
É mais triste do que esperava,
Se sente mais sozinho do que sonhou,
e é bem menos importante do que imaginava.
Esse tipo de vida não ajuda ninguém a "criar novos seres humanos".
Pois, nessa situação, é comum que nasçam sentimentos ruins como:
Rancor,
Fracasso,
Inveja,
e, por causa disso, a mentira.

Muitas pessoas acreditam que o dinheiro está dentro de um grupo fechado, protegido por poucos. Mas a verdade é outra: o dinheiro não está no grupo. Ele está com quem consegue ficar entre os dois grupos, se mover, observar e ligar as informações que os outros não enxergam. Quem apenas trabalha duro, sem olhar ao redor, muitas vezes fica parado no mesmo lugar.
Pense no boi de uma fazenda. Ele é quem mais trabalha. Arar a terra do nascer ao pôr do sol, puxar peso, suar no sol quente. No entanto, no final do dia, não é dono sequer de um palmo da terra que arou. O boi entrega a força, mas não decide o destino da colheita. Quem decide é quem observa, conecta e age com inteligência.
Pare e pense com honestidade. Às vezes o dinheiro chega até você. Surge uma oportunidade, uma ideia, um caminho novo. Mas uma mente miserável, acostumada a se sentir pequena, repeli logo dizendo: “isso não é pra mim”. E assim a chance se afasta.
O mundo não recompensa só o esforço cego. Recompensa quem aprende a se posicionar entre as partes, quem liga pontos e quem acredita que merece avançar. Trabalhe, sim. Mas não seja apenas o boi. Seja também quem enxerga além da cerca e decide o próprio caminho.

No fim, bancos não lidam com dinheiro, mas com a forma como as pessoas acreditam nele.

Você não sente falta de todas as pessoas que perdeu. Sente falta de quem acreditou que elas poderiam ser.

Algumas pessoas me amam, outras tantas me odeiam. Acredito nas que me odeiam, o ódio de onde quer que venha é sempre verdadeiro.

Muitas vezes, as pessoas confundem o teto de suas celas religiosas com o céu, acreditando estarem livres simplesmente por não tentarem voar além dos dogmas.

As dificuldades não mudam as pessoas. Apenas retiram as máscaras


Há quem acredite que as dificuldades chegam para destruir. Eu penso diferente.

As dificuldades chegam para revelar.

É na abundância que muitos permanecem ao nosso lado por conveniência. É na escassez que descobrimos quem permanece por convicção.

Enquanto tudo vai bem, quase todos parecem leais, generosos e presentes. Mas basta a tempestade chegar para que a verdade comece a emergir. E a verdade sempre encontra um caminho.

As dificuldades funcionam como um grande filtro da existência. Elas distinguem o passageiro do permanente, o interesse da amizade, a conveniência da fidelidade, o discurso da prática.

É na dor que aprendemos quem realmente está conosco.

É na perda que descobrimos aquilo que realmente possuímos.

É no silêncio que conhecemos quem jamais precisou de palavras para permanecer.

Mas existe uma revelação ainda mais profunda.

As adversidades não revelam apenas os outros.

Elas revelam, sobretudo, quem nós somos.

Poucos percebem que, em muitos momentos, o nosso maior adversário não está do lado de fora.

Está dentro de nós.

É a mente que mente.

É a culpa que paralisa.

É o orgulho que impede o pedido de ajuda.

É a vitimização que terceiriza responsabilidades.

É o arrependimento que lamenta o passado, mas se recusa a transformar o presente.

Nada aprisiona mais um ser humano do que insistir em responsabilizar o mundo por aquilo que somente ele pode decidir mudar.

A pior prisão não possui grades.

Possui desculpas.

Toda dificuldade nos coloca diante de uma escolha.

Podemos crescer ou endurecer.

Podemos amadurecer ou apenas envelhecer.

Podemos transformar a dor em sabedoria ou em amargura.

A decisão nunca pertence ao problema.

Pertence à consciência.

A vida jamais prometeu facilidade.

Prometeu aprendizado.

Somos eternos aprendizes matriculados na eterna escola da alma, que é a vida.

E talvez uma das disciplinas mais difíceis dessa escola seja aprender a desaprender.

Porque ninguém consegue receber um novo conhecimento mantendo as mãos ocupadas pelas antigas certezas.

Aprender amplia.

Desaprender liberta.

O conhecimento informa.

O discernimento transforma.

A educAÇÃO não tem segredo.

Mas o segredo está na educAÇÃO.

No fim, compreendemos que as dificuldades nunca foram castigos.

Foram professores.

Os problemas nunca foram inimigos.

Foram espelhos.

As perdas nunca foram apenas perdas.

Foram seleções.

E as cicatrizes jamais foram sinais de derrota.

São assinaturas daquilo que Deus permitiu que sobrevivesse dentro de nós.

Por isso, não tema as adversidades.

São elas que retiram as máscaras, revelam os corações, fortalecem o caráter e nos lembram de uma verdade que jamais deveria ser esquecida:

Não é a vida que define quem somos.

São as nossas escolhas diante da vida que definem quem nos tornamos.

Penso, logo resisto.

Carlos Eduardo Balcarse

As pessoas nas redes sociais colocam o que querem para você acreditar no que ela quer que você acredite.


"A mentira visualizada e compartilhada mil vezes se torna verdade.".
Mas, é preciso saber contá-las e compartilhá-las.
Seja por quem estiver contando para quem estiver acreditando.

Existem histórias que as pessoas escutam e têm dificuldade de acreditar. Não porque sejam impossíveis, mas porque ninguém deveria precisar viver algo assim.


Parte da minha história começou antes mesmo de eu ter idade para formar lembranças. Minha mãe me contou que, quando eu ainda era um bebê, fui amarrada e submetida a maus-tratos durante horas pelo homem que deveria ter me protegido. Ela dizia que assistiu a tudo tomada pelo medo. Ao longo dos anos, ela me contou diversos episódios da minha infância que eu jamais poderia recordar sozinha, mas que ajudaram a explicar muitas marcas que carrego até hoje.


As primeiras lembranças que tenho são de medo.


Lembro de acordar muito pequena, com cerca de três anos de idade, ouvindo uma briga dentro de casa. Havia gritos, desespero e violência. Em meio àquela confusão, fui puxada de um lado para outro enquanto minha mãe tentava escapar. Naquele momento, senti um medo que uma criança não deveria conhecer.


Curiosamente, a única coisa que me lembro de ter pensado foi uma frase que eu ouvia minha mãe repetir quando passava por situações difíceis:


"Deus, me ajuda."


Eu nem compreendia completamente o significado daquelas palavras. Apenas as repeti dentro de mim.


Essa lembrança me acompanha até hoje porque foi uma das primeiras vezes em que senti que precisava me agarrar a algo maior do que eu para continuar.


Anos depois, já com oito anos de idade, vivi outro episódio que jamais esqueci. Eu costumava levar uma menina menor para a escola. Certo dia, almocei na casa dela e acabei chegando mais tarde em casa. Lembro de sentar em uma cadeira depois de voltar. O que aconteceu em seguida desapareceu da minha memória. O próximo momento de que me recordo foi despertar assustada em meio a uma situação de agressão e punição.


Foi uma das primeiras vezes em que percebi como o medo podia surgir sem aviso e transformar um dia comum em um dia inesquecível.


Também me recordo de outra situação envolvendo meu tio, que tinha idade parecida com a minha. Nós éramos apenas crianças. Havíamos sido encarregados de uma tarefa, mas acabamos nos distraindo brincando. O resultado foi uma punição extremamente severa.


Naquela época, eu não entendia por que crianças eram responsabilizadas daquela forma por comportamentos que eram próprios da infância.


O que ficou em mim não foi apenas a dor daquele momento, mas a sensação de injustiça. Eu era apenas uma menina tentando viver a infância que toda criança merece viver.


Outra lembrança marcante aconteceu quando cheguei da escola e encontrei meus irmãos reunidos em um ambiente tomado pelo medo. Recordo do clima de tensão, das palavras assustadoras, das ameaças e da sensação de impotência. Naquela noite, quase não consegui descansar. O medo parecia ocupar todos os espaços da casa.


Durante muitos anos, essa foi a realidade que conhecemos.


Minha mãe fugia.


Depois voltava.


Nós fugíamos.


Depois éramos levados de volta.


O ciclo parecia não ter fim.


Uma das lembranças mais fortes que guardo aconteceu durante a adolescência. Eu já trabalhava como estagiária e havia recebido meu primeiro salário. Cheguei em casa feliz, trazendo comida para a família e entregando parte do dinheiro para minha mãe.


Eu queria ajudar.


Queria construir algo melhor.


Mas aquela noite se transformou em mais um capítulo de sofrimento.


Foi a partir daquele momento que compreendi que, se eu quisesse sobreviver emocionalmente, precisaria partir.


Saí levando apenas o essencial. Algumas peças de roupa, minha coragem e a esperança de construir uma vida diferente.


Eu tinha apenas dezesseis anos.


Mesmo sendo tão jovem, sentia que precisava tentar salvar não apenas a mim mesma, mas também meus irmãos.


Conseguimos sair juntos. Encontramos um lugar para recomeçar. Durante alguns dias, acreditei que finalmente estávamos livres.


Mas, pouco tempo depois, minha mãe decidiu retornar para aquele ambiente.


Foi nesse momento que compreendi uma das lições mais difíceis da minha vida: nem sempre conseguimos salvar quem não está preparado para romper com aquilo que o machuca.


Hoje, quando olho para trás, percebo que muitas lembranças se perderam no tempo. Existem acontecimentos que já não consigo recordar com clareza. Existem cicatrizes cujo momento exato de origem desapareceu da minha memória.


Mas as marcas permaneceram.


E, de certa forma, elas contam uma história.


Não apenas a história da dor.


Mas a história da sobrevivência.


Porque apesar de tudo o que vivi, eu continuei caminhando.


Apesar do medo, continuei acreditando.


Apesar das feridas, continuei amando.


Apesar de todas as tentativas de me destruir, construí minha própria liberdade.


E talvez essa seja a maior vitória de todas.


Eles marcaram partes da minha história.


Mas não conseguiram definir quem eu me tornaria.


Hoje, eu não sou a criança assustada que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que sobreviveu a ela.

As pessoas vivem no inferno, cercadas por demônios e não acreditam na existência deles

“Não acredito em deus, mas acredito piamente na incompetência das pessoas.”

⁠ás pessoas acreditam em palavras, mas esquecem que o que vale são atitudes, por isso dê valor aos que fazem não aos que dizem.

FINJA!

Finja que não está vendo o que acontece na sua sociedade!

Acredite que ver as pessoas jogadas como lixo nas ruas é algo comum...

Ache normal você escravizar sua vida trabalhando até os 60 anos enquanto seus direitos básicos de sobrevivência são roubados!

Agrade sua família, seus amigos, a sociedade e o mundo, menos você! Vista uma capa, uma aparência, uma vaidade, mantenha sua máscara para o mundo, enquanto você mesmo é deixado de lado.

Se importe com o que os outros acham ou pensam de você, não faça nada, não se mova, fique parado, quieto, calado, não seja ninguém, seja normal, indiferente, não viva!

Tenha medo de ser taxado de "louco(a)", tenha medo de ser você mesmo, seja "louco(a)" apenas dentro da sua cabeça, enquanto você finge ser "normal" para as pessoas à sua volta.

Deixe o tempo passar, viva apenas finais de semana, férias, viva de esmolas do tempo, camufle as angústias, o tédio, a falta de sentido na porta do boteco, do bar, em baladas, bebendo para disfarçar aquele pensamento de mudar, não procure trabalhar no que você ama, seja escravo de qualquer coisa, viva atrás de dinheiro, de conforto, de riqueza material.

Seja orgulhoso(a), teimoso(a), não enxergue isso também, finja que também não entendeu, que não está vendo, mantenha-se dia após dia fingindo, até envelhecer, e a morte se aproximar, finja que vive!

É que, às vezes, as pessoas se acostumam com a versão de você que conheceram e passam a acreditar que ela é definitiva. Como se você ainda fosse exatamente a mesma pessoa de quando entrou na vida delas. E isso é tão injusto.

Ninguém atravessa a vida sem mudar. Ou atravessa?

As dores, as perdas, as conquistas e tudo o que aconteceu no meio do caminho inevitavelmente transformaram você em outra pessoa — em um novo capítulo. E talvez, nesse capítulo, a presença de algumas pessoas já não faça mais sentido como antes.

Alexsándra Duárte

"Você me faz acreditar que simmm, quando as pessoas querem, elas podem melhorar... Você é uma evolução diária."

É insano como tantas pessoas não precisam de nenhuma prova para acreditar em uma mentira, mas precisam de infinitas provas para aceitar a verdade.

Uma vez que as pessoas param de acreditar em Deus, o problema não é que não acreditem em mais nada, o problema é que vão acreditar em qualquer coisa.

Pessoas acreditam que os seus pensamentos e suas ideias, prevaleçam sobre a postura de outras pessoas, mas não sabem como deveriam conhecer as outras pessoas. Pois sem sentir, acabam vendo as outras pessoas com a sua própria forma de pensar, e não com a realidade da vida e ação de cada um.

Ela cansou.
Cansou de acreditar
que as pessoas poderiam mudar.
Que um dia iam olhar pra ela
e ver o valor que ela sempre viu nelas.

Cansou de esperar respeito
que nunca chegava.
De esperar um "eu gosto de você"
que morria na garganta dos outros.

Cansou da humilhação.
Da ironia disfarçada de brincadeira.
Do tom de voz que diminui.
Da mão que aponta e do dedo que acusa.

Cansou de mendigar amor.
De mendigar atenção.
De se fazer pequena pra caber
no espaço apertado que davam pra ela.

Ela conviveu com gente
que só sabia agredir.
Que só sabia diminuir.
Que tratava com falta de respeito
como se fosse normal.

Mas um dia ela entendeu:
Amor não se implora.
Respeito não se pede duas vezes.
E quem gosta de verdade, cuida.

Então ela parou.
Parou de esperar.
Parou de provar.
Parou de sangrar pra ver se alguém notava.

E começou a se escolher.
Porque ela cansou dos outros.
Mas não cansou de si.

E agora ela caminha sozinha,
mas de cabeça erguida.
Porque quem aprende a se respeitar,nunca mais aceita menos.