Acorde Arrependido mas Nao Durma com Vontade
Nunca tive medo ou tenha me arrependido do que tenha passado por minha vida, entendo que foi sempre um aprendizado;
Foram tantas as vezes que te magoei que me perdi quando tentei contá-las. Eu estou arrependido, por Isso, peço sempre que me perdôes. No entanto sempre rejeitas-me e continuas muito irada comigo.
CONSUMATUM EST
Autor: Tadeu G. Memória
Chorou no meu ombro, confessou-se arrependido: “foi um ato impensado, mas ele andava cantando Dita...’’ O boato andava solto na boca da vizinhança, e como vovó já dizia; quando o povo fala, ou foi , ou é, ou está para ser. Na verdade, já vira Vidigal conversando com sua mulher, Dita, (Benedita Borges do Amaral Paes Leme), era um nome de fazer inveja a qualquer pé-rapado. Foi numa manhã de domingo, então convidara o sujeito para uns tragos; passaram a tarde, entraram pela noite... foram horas de pesadelo; eram três por uma... Vidi bebia três doses, e, Tuca, uma... e as vezes fingia que ia cuspir, e punha pra fora. Meia –noite Vidi mal se punha de pé. Teve de amparar-lhe no ombro até lugar ermo e aturar comentários indecorosos e indesejáveis, sobre as delícias de sua esposa. Consumara o fato. Dois dias depois o corpo do infeliz fora encontrado: hematomas, perfurações, e, até queimaduras na face, na louca tentativa de desfigurar-lhe, para que não fosse reconhecido.
A polícia chegou fácil,ao tucá, não deu-lhe tempo nem mesmo de livrar o flagrante. O ciúme é um monstro de olhos verdes, verdes como os de Dita, desejada, cobiçada, amada... sempre notara a forma indecorosa de como Vidigal olhava a sua indivisível Dita; nunca falara nada porque, afinal Vidi era um bom parceiro para os rachas, tanto os da praia como os das cervejas; era um bom papo, contudo, andava conversando com demasiada freqüência com sua fogosa Dita. Até que inflara-lhe o ego, tanto desejo por algo que lhe pertencia, mas o ciúme...
“foi um ato impensado...” não parava de repetir. Agora sua única alegria, resumia-se aos dias de visita, mas a cobiça já aparecia nos olhos dos outros presos; era obrigado a ouvir comentários como: “meu irmão, tudo isso é só teu?” “isso não é mulher para um homem só”, “que busanfa aloprada, meu chapa”. O turco já tinha até presentes para oferecer-lhe... sentia-se ameaçado mais que nunca; contudo o diretor mostrara-se, repentinamente, cordial e atencioso; prometera-lhe cela individual e regalias que apenas o seu nível primário não lhe facultava. Diante de tanta gentileza não furtou-se a falar-lhe do receio que lhe causava, a amada e o Junior sozinhos na favela. Ouvira do diretor, a generosa promessa de visitá-los... na verdade, na última visita, ela chegara no mitshubish do diretor; tinha nas orelhas brincos lindos de pedras verdejantes como os seus olhos, um sorriso promissor e confiante num futuro de melhores dias...
Mas isso foi há três meses, Tuca nem chegou a tomar conhecimento de que, Dita mudara-se para um apartamento na aldeota, antes de “se”enforcar com uma “Teresa” na solitária...
Canção de um Prisioneiro Arrependido
No silêncio das grades, a culpa ecoa,
Um amor que julguei eterno, mas voa.
Por ti, manchei as mãos de rubro pecado,
Agora sou só um homem, pelo destino marcado.
A lua espia por frestas de aço,
Minha alma chora no lento compasso.
Por amor matei, por amor me perdi,
Mas tu nunca vieste, nunca pensaste em mim.
Teus olhos eram faróis em meu mar de tormento,
Promessas vazias, só um falso alento.
E eu, tolo amante, cego e febril,
Destrui uma vida, tornei-me um réu vil.
As cartas que escrevi, o tempo devorou,
Nenhuma resposta, nem o vento soprou.
Os dias se arrastam, companheiros de dor,
Enquanto o mundo lá fora ignora meu clamor.
No espelho quebrado, meu rosto se vai,
Um fantasma sem nome, que o tempo desfaz.
Se amar é prisão, sou o mais condenado,
Cativo do eco de um amor fracassado.
Agora entendo, tarde demais,
Que o amor verdadeiro não vive de ais.
Ele cura, ele eleva, não leva ao abismo,
Eu fui teu prisioneiro, mas tu foste o abismo.
Se algum dia ouvir minha canção de lamento,
Saiba que é o arrependimento que sopra ao vento.
Não busco perdão, nem alívio pra mim,
Só que o mundo lembre do preço do fim.
Eu estou muito arrependido por invadir a sua vida sem pedir licença e ter feito tanta confusão. Eu reconheço que eu não fui justo e que eu não soube me expressar bem com você.
Sei que te magoei no início por não saber como controlar os meus sentimentos e te fiz duvidar por não saber como provar o meu amor e me culpei por te frustrar tantas vezes... Me desculpa, é que achei que eu nunca mais ia me apaixonar até te conhecer!
Você me ensinou que é possível se entregar e amar alguém mesmo com uma cicatriz do meu passado tão profunda, mesmo com todos os meus receios e incertezas!
Obrigado, meu amor, por sempre estar ao meu lado e não ter abandonado de mim, porque a verdade é que eu te amo demais.
E eu pensei que nunca seria capaz disso porque eu tinha uma sombra enorme no meu coração, mas que sorte que eu te achei e você fez dessa sombra uma explosão de luz e cores que eu nunca imaginei que fosse acontecer.
Se alguém me falasse que eu iria me apaixonar de novo, eu iria dizer que essa pessoa estava louca. Parece que quem estava louco era eu, obrigado por você surgir na minha vida e transformar tudo o que há em mim para melhor.
Mas há tempo, ainda há tempo, de volta ao caminho e recomeçar sem fim. Com o coração arrependido, em fé sem igual, encontra a grandeza no amor celestial.
Há tempo de mudar a direção, servir o dono da obra com mais dedicação, com coração contrito, a fé renovada, na casa do pai, a verdadeira luz será achada.
Pois se o Céu celebra o arrependido,
Quem é você pra ficar ofendido?
Há um espírito sutil e perigoso,
Com aparência de santo e piedoso,
Mas por dentro é trono falso, é vaidade:
Rejeita o caído, nega a verdade.
Se esquece do Filho Pródigo voltando,
Enquanto o irmão mais velho vai murmurando.
Reclama da festa, recusa o perdão,
Mas o Pai diz: “Esse é meu filho do coração.”
Nosso Deus e Pai Celestial valoriza profundamente um coração humilde, arrependido e totalmente dependente d’Ele.
HOJE.
Hoje me deu vontade de escrever
Escrever não sei o quê, mas pra você
Hoje me deu vontade de te abraçar
De me perder em teus braços
De me envolver em abraços
Hoje me deu uma grande saudade
Uma enorme vontade
De me fundir em você
Hoje me deu um imenso desejo
De te amar
De me soltar
Hoje eu queria você
Queria viver somente com você
Por você
Hoje eu só queria teu calor
E me entregar ao cansaço
De uma noite de amor
Hoje eu queria ver teu rosto
Sentir o suor no teu corpo esgotado de amor
Hoje eu só queria dizer...
Que te quero muito!!!
Quero sentir seu corpo quente sobre o meu,
Suas mão me acariciando, seus beijos, seu desejo...
Fazia muito tempo que eu não tinha vontade de sorrir para nada nem para ninguém, então era extraordinário que ele conseguisse perturbar assim os cantos de meus lábios…
Deu vontade de ficar mais tempo junto, deu vontade de levar essa história até o fim – e eu não tenho a menor idéia do que você pensa a respeito, a gente não conversa sobre isso, só fica fazendo uma linha nada-tem-muita-importância, ou algo assim.
Desistir do que não vale a pena não é desistir, é usar a inteligência e vontade de ser feliz a seu favor.
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Hoje eu acordei com uma vontade enorme de olhar no fundo dos seus olhos e te pedir perdão. Por tudo que eu falei sobre o amor, sobre nós dois ou sobre o mundo. As vezes eu perco a razão. É que eu não reparei quando você me protegia em silêncio. E eu não soube expressar o meu carinho, o meu amor em palavras de novela. Mas quando a gente cresce a gente aprende a dar valor a quem está perto.
