Acabar o Encanto
“O universo só foi criado porque imperava o tédio!
O big-bang foi a suma endorfina dos deuses,
A brisa epifânica dos gênios!
Quando disseram “Faça-se a luz” ,
Em verdade estavam dizendo,
-Um brinde aos mais criativos, aos mestres boêmios!”
A sociedade do ópio, e ela não esconde de ninguém,
Já perdeu a razão, a educação e o espontâneo decoro.
Vai consumindo sua droga,
Quem lhe dá apoio é a sua droga,
Quem apóia se encontra ainda mais drogado.
Este é seu circulo vicioso.
Abundam sanidades e normais neste mundóide,
O biltre que governa e o boçal que abençoa,
Chegaram ao poder pela sensatez e o horrendo juízo de valor,
Que sinistra sandice! É por isso que vivemos num mundóide!
São homens bêbados, mas não de vinho.
O amor está na televisão, desligue-a.
O amor está no papel, rasgue-o.
Há casamentos demais para poucos padres,
Divórcios demais para enriquecer advogados.
Há lágrimas demais para apenas dois olhos;
Sentimento sem gracejo.
Muito amor para pouca compaixão
Na hora do esquartejo.
As regras na crase, tão meticulosas e cruéis,
Jamais resolveram o problema do analfabetismo.
Tudo continua grave!
Grave rima com crase, isso jaze!
Todo bafafá lingüístico é um tremendo entrave!
"O medo é uma reação instintiva diante do desconhecido; que desaparece totalmente quando o enfrentamos".
"Só uma mente aberta, disposta a romper paradigmas é capaz de identificar oportunidades por trás do inusitado".
"Tudo está intimamente ligado. Cada mínimo elemento carrega em si um relevante e decisivo papel para que o extraordinário aconteça; num espetáculo de infinitas possibilidades".
"A sabedoria não está sujeita a limites físicos ou formas definidas de expressão. O que é eterno revela-se de maneira simples quando se busca; ou quando se está pronto para recebê-lo como você neste exato momento".
Velhote: Temo que eles sejam uma raça sem propósito. Já estou aqui faz 70 anos. Eu os conheço bem.
Klatus: E?
Velhote: Não consigo entendê-los.Eles destroem tudo, acho que jamais mudarão.
Klatus: Esta é a sua conclusão oficial?
Velhote: Eles sabem qual é o destino deles, eles sentem. Mas não podem modificar.
Klatus: Está decidido. Irei começar com o processo imediatamente. Precisamos nos preparar para irmos embora.
Velhote: Eu ficarei.
Klatus: Não pode ficar aqui.
Velhote: Eu posso, e ficarei.
Klatus: Se você ficar, morrerá.
Velhote: Eu sei. Está é minha casa agora.
Klatus: Você mesmo falou que eles só sabem destruir.
Velhote: É verdade. Mas ainda há outro lado...Veja...Eu os amo. É um sentimento estranho. Não sei como explicar a você. Por muitos anos arrependi por ter vindo. A vida humana é difícil. Mas se esta vida chegar ao fim...considerarei que tive sorte por tê-la vivido.
Pois corre em nossas veias, um rio que sabe sobreviver as tempestades e, quando desembocamos no mar da vida, sabemos vencer as mais violentas ondas...Somos rio, somos mar, mas, sabemos vencer todas as desditas, que por acaso aparecerem em nossas velejadas pela vida...
Marilina Baccarat no livro "Corre como um Rio"
“No tempo de Jesus, não se sabia explicar o que significavam as doenças da mente. Então, elas eram vistas como uma forma do mal, do demônio.”.
O amor apenas consegue dar-se, e o entendimento de receber algo em troca nem vem à tona. Mas esse é o milagre da existência: Se oferecer amor, o amor lhe devolve o seu próprio amor mil vezes. Não é preciso mendigar. O amor faz de voce o melhor. Ele se dá e, estranhamente, descobre que o mesmo amor se desdobrou em todas as direções. Quanto mais voce oferecer, mais recebe.
A criança deve ser condicionada, de modo que seu amor esteja sempre direcionado para um objeto externo a ela. Isso torna o homem muito pobre, pois quando ama alguém que não a si mesmo, seja seus líderes espirituais, o papa, sua esposa, seu pai, seu marido, seus filhos, quem quer que seja o objeto de seu amor, torna-se dependente do objeto. Torna-se um objeto secundário a seus próprios olhos, torna-se um mendigo.
