Abandono
ABANDONO
Para que serve um coração bondoso
Só para que vejam um ser caridoso?
E Não vivência o real amor no peito.
Tal criatura passa de qualquer sujeito
Enganando com mentiras e falsidade
Não conhece o que é sentir saudade,
Tampouco jamais esse 'ser' amou.
Cinismo, hipocrisia é tudo que fez
E sempre negou .
Sem honra caráter e lealdade
Abandonou, quem lhe amou de verdade
Peço a Deus que pague tudo que fez a mim
se não fosse meu cérebro não teria onde cair
Foi embora com outra deixou-me no leito doente
Deixando-me à revelia como se eu não fosse gente
Aqui Nessa terra, o que plantamos Colhemos
Um dia estará retalhado em dores e não vai saber o motivo de seu sofrimento.
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
A comunicação falha, a negação e a falta de consideração. Na melhor das hipóteses, abandono. O fim derradeiro do meu sonho vivo, mesmo sem entender os últimos momentos antes de acordar, mesmo com todos os sinais, cada fibra do meu ser já sabia, a confirmação chega e a realidade muda. Azul (a frieza da mentira), Vermelho (o calor de pisar em cada pedaço do que tinha) : Roxo! (Não se importar com nada), o golpe final. Mas expandir o domínio era sacanagem, premeditação. Tudo acaba, era só sonho, a escolhida combinação: 6 olhos e infinito, chega ao fim. No peito 19 dedos minúsculos com as unhas mais afiadas que qualquer feiticeiro já viu. Agora tudo é cinza, de novo, no último segundo, um filme de toda a trajetória até ali, e ecoa na sua memória: Adeus, minha expansão de domínio, durma bem e bons sonhos, até amanhã. O mais forte em dois pedaços e a tristeza acaba.
Eu, sofrendo por causa do seu abandono? Jamais!
Só lembro que você existe quando tenho que botar o lixo lá fora.
VIOLÃO DA SAUDADE
De tempos em tempos,
flutuando entre o abandono e a adoração,
entre o barulho e o silêncio,
entre a vida e a morte;
você sai do canto da sala...
no canto da vida,
deixa seu sono profundo,
me empresta seu corpo num abraço,
se deixa ser tocado, cantado e desafinado para me encher de vida!
Sem se preocupar com o estrago ou com os vizinhos, me diverte, leva alegria até minh’alma
Quem sabe chega ao céu o som da saudade!
Arrebentem-se as cordas, mas não meu coração!
Dali
voar, e no fim ser devorado por um passáro
depois do banho de formigas
o voo de abandono a gangue
a pena negra nunca esquecida
e o canto que restou por todos os danos
não é para efeito de tempo
os relógios derretendo
e as caravanas longilíneas nos desertos
não querem devorar um religioso
está apenas fragmentando os prisioneiros
os tornando livres em seus sopros
em teu nascimento a face oculta celebrou
e um pouco de cada pedaço teu guardou em gavetas
codificou em estigmas as respostas dos segredos
e no sofrimento fez a chave
no amor nada
no prazer o caminho
na dor o intento
na solidão a compreensão
no desejo a vontade
da indústria do circo
a plebe tem saudade
do veneno do vício
do vício de lealdade
da causa que dá sentido
por não ter escolha
ignorantes da unidade
onde tudo se fragmentou
quem dele se decidiu ser cada parte
de uma mão que toca o violino
seu corpo está longe
na beira de praia
esse corpo em descarte
de tua torre enviou um navio até a minha
para encontrar algo sem sentido que te retorna
te inflama e me traz de volta tuas cinzas
no regresso queima a minha
leva as cinzas e no mar naufraga
para sempre no fundo
onde tudo ressoa.
O ABANDONO DA LINDA FLOR
Fazia meses que eu não a regava, tão linda era seu brilho que gradualmente se ofuscava na seca do sol.
Ela nasceu no meu jardim! mas eu não a plantei. Certo dia, passou-se perto de minha casa um rapaz que vendo o abandono que eu fizera com a linda flor, fazia questão de rega-la dia após dia para mim. Até que chegou o tão esperado dia que com lágrimas nos olhos decidiu levá-la para sua casa, mas nem ao menos pediu-me permissão, zangando fiquei como nunca.
Ah! Tudo era puro egoísmo, tão infeliz sou eu que não cuidei da flor e não deixo que cuidem dela por mim.
Leve-a jovem rapaz, cuide-a com carinho, enxugue os pés dos teus olhos, pois essa flor já era tua antes de mim.
Naturaleza
Chica, nesses teus 29 anos
Vencesse tanto desengano
Bebesse do abandono
Contraisse matrimônio
Fosse feita de terra
Germinasse meio a guerra
Subisse a mais alta serra
Possuída pela força materna
Controlasse sentimento
Vencesse o tempo
Dominasse o pensamento
Afogasse choro meio ao relento
Te acompanha o pequeno trovador
Bizourinho na boa palma na mão
Aponta e cheira cada flor
Flor desnuda desse sertão
Aprendendo andar meio ao calor
Ouvindo tu cantar, Drão
" Drão, o amor da gente é como grão uma semente de ilusão, tem que morrer "
A salvação em Cristo é recebida gratuitamente, mas sua manutenção fica condicionada ao abandono da vida pecaminosa e à prática da piedade.
Frutos dignos de arrependimento decorrem do abandono da prática do pecado associado à dedicação em fazer o que é agradável a Deus.
“O POVO CLAMA POR ATENÇÃO E RESPEITO”
Após mais de 20 anos de abandono total e desprezo, o povo brasileiro resolveu buscar seus direitos e promessas. Uma manifestação que só não foi 100% pacífica e ordeira por conta de poucos aproveitadores radicais que resolveram partir para a depredação pública.
Claro que isso não mancha a motivação do movimento que busca democraticamente a imposição de direitos.
O caminho é este minha gente... de forma organizada, com apoio da polícia e poder público o recado está sendo dado e os governantes estão começando a entender que o momento pede drásticas medidas para melhorar o que está muito ruim como educação, saúde, transporte, habitação, etc.
Sou totalmente contra qualquer tipo de revolução, pois isso nos levaria a uma recessão que provavelmente será irreversível e os menos favorecidos serão os maiores prejudicados.
Vamos lutar. Mas lutar com educação, ordem e pacifismo. Só assim ganharemos credibilidade de todos os setores da sociedade brasileira e mundial.
Os governantes por sua vez, dizem que o direito a manifestação deve ser respeitado, mas fazer algo para mudar... pelo menos até agora nada. Sabe por quê? Os governos não têm recursos disponíveis para fazer tais melhorias e dependem de migalhas do exterior.
Isso só se mudaria, se tivéssemos um choque de gestão pública.
Digo choque porque será preciso desacomodar muitos aproveitadores e intermediários que sugam todos os dias o sangue financeiro de nosso país.
A mudança passa por uma reformulação política e isso só acontece com alternância de poder.
Além disso, é preciso tomar as medidas a seguir:
• Redução dos gastos com folha de pagamento. Vários cargos públicos comissionados que só são contratados por conta de acordos políticos e que ganham valores que estão muito além da realidade do povo brasileiro;
• Auditoria de todas as obras públicas. Certamente várias delas estão superfaturadas e onerando frontalmente o erário público;
• Redução os encargos sociais sobre a folha de pagamento;
• Redução dos tributos incidentes sobre o nosso mercado interno;
• Promover acesso a todos a um curso técnico de nível médio e cursos superiores;
• Estimular o desenvolvimento tecnológico;
• Colocar os presos para trabalhar na construção civil, promovendo assim sua reinserção na sociedade;
• Reparcelar as dívidas públicas em todas as esferas;
• Estimular emprego nas empresas.
Claro que eu teria mais algumas ações para fazer o Brasil se desenvolver. Com as medidas acima sendo tomadas, certamente seria possível investir na saúde, educação e transporte público e quem sabe transforma-lo em gratuito para todos.
Vamos lá minha gente. A luta é árdua, mas não podemos perder a razão, por isso, ao protestar, organize-se e atue de forma pacífica, afinal a lei é para todos.
AVANTE BRASIL!!!
Nada justifica o abandono. Aquele que protege sua família, com certeza realizará os sonhos mais íntimos do seu coração.
Para, chega, eu já não aguento mais. Abandono a missão, pulo do barco, ergo bandeira branca. Já não tenho mais forças para continuar nesse caminho, e se você não pretende me amar, não repara mais já estou indo, vou sair a procura de um amor que me faça voar. Você não pode ser o suficiente pra mim quando nem ao menos é para você. Enfim, Adeus!
Quem Pula Fora do Barco na Ultima Hora, Não e Sinal de Abandono. E Por que Nao Quer Ver a Corda Arrebentar Para O Seu Lado.
Num barraco de madeira sentem a dor do abandono.
A dor da surra.
A dor do álcool, que transforma em monstro seu progenitor.
Carregam em suas cicatrizes as ofensas e furto de sua dignidade, o medo.
As lágrimas escorrem sem testemunhas, almas inocente se perdem diante do mal.
Todas as ilusões e os pesadelos são reais.
Uma angustia, a dor da fome alimenta sua queda.
Tendo certeza da desgraça caminham com mais firmeza em direção a morte.
Caídos nas ruas os anjos se calam.
Seu choro não é escutado pelos ouvidos omissos.
Essas vítimas do capital sofrem sem poder de luta.
Sem força para uma resistência.
Calados tentam alimentar seus vícios gentilmente incentivados pelos adultos.
Buscam alimentar suas ilusões, perseguem o sorriso num saco com cola.
Buscam diminuir ali o frio das ruas, do vento que corta seus rostos pequenos nas madrugadas, da fome que os devora.
Tentam fugir do medo, medo do mundo que eles não pediram pra vir, e do qual sempre tentam deixar.
No momento em que os anjos caem, lagrimas escorrem dos céus.
O opressor se alimenta, das suas dores, de seus sonhos perdidos, de suas cicatrizes.
No momento em que os anjos caem, eles nos mostram o quanto ainda somos perversos.
Pois carregam em seu corpo as marcas da vingança, pois muitas vezes são oprimidos pelos oprimidos, como seus progenitores e, nas ruas o opressor mostra sua verdadeira face.
São inocentes, sem consciência de bem ou mal, mas já sabem que a face do bem nunca se mostrará a eles.
Somente a feição perversa e maligna do mundo seus olhinhos pequenos conseguem enxergar.
E assustados, apavorados diante do poderoso inimigo, diante de grandioso sofrimento, eles agem como anjos caídos, devolvem de forma muito fraca, uma resposta a tudo isso.
No momento em que os anjos caem, toda a humanidade desce com eles.
O abandono é um estado da alma diante das atitudes de quem contávamos que estaria sempre ao nosso lado.
Me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
E já não vejo a platéia,
Apenas à escuto...
Hoje estou de luto,
E finjo não ter nada a dizer,
Algo que de fato
Já nem me culpo.
Eu não me iludo mais
Com quem não me olha nos olhos,
Com quem se camufla atrás dos próprios sonhos,
E se perde dentro de seus pequenos planos.
Eu simplesmente faço o que eu não deveria conceber...
Eu apenas me retiro,
Abandono o palco,
Me coloco atrás da cortina,
Mas agora nem escuto a platéia,
Ela já não está mais alí...
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