A Vida e as suas Facetas
Cada gota de suor que você derrama no presente é uma semente plantada para um futuro de colheita abundante. Deus não te chamou para uma vida de escassez, mas para uma vida de crescimento e impacto. Trabalhe, persista, confie, e a prosperidade será inevitável!
Por quê questionar, pensar "tudo" tanto, se os acontecimentos na nossa vida, são resultados das nossas ações ou a ausência delas?!
"A pessoa não acredita no seu sonho, não apoia seu projeto, não quer ver você crescer, mas está sempre ali, te questionando, te testando, esperando você falhar para poder dizer ‘eu avisei’, porque para ela é mais fácil torcer contra do que admitir que está errada."
Minha querida Carla,
Miguel Pereira... ah, Vera Cruz, onde o primeiro viaduto ferroviário em curva do mundo foi construído, lugar onde nasci! Que lugar mágico, onde o tempo parece desacelerar e a natureza nos abraça com toda a sua exuberância.
Lembro-me com clareza da nossa visita à casa onde nasci. As árvores centenárias, com seus galhos entrelaçados, formavam um túnel verde que nos conduzia a um mundo à parte. A vegetação luxuriante, emoldurando a casa, criava um cenário perfeito para o nosso amor, como se a própria natureza conspirasse para nos unir ainda mais.
E então, o sofá, testemunha silenciosa de tantos momentos da minha infância, tornou-se palco do nosso amor. Seus sussurros apaixonados se misturavam ao som da cachoeira que corria atrás da casa, criando uma sinfonia que nos transportava para um estado de êxtase. A água, em sua queda constante, parecia abençoar cada toque, cada beijo, cada entrega.
Naquele sofá, em meio à natureza exuberante e ao som da cachoeira, descobrimos a intensidade do nosso amor, a força que nos une e a paixão que nos consome. Miguel Pereira, com sua beleza natural e sua atmosfera romântica, será para sempre um lugar especial em nossos corações, um refúgio onde o amor floresceu em sua forma mais pura e selvagem.
A Sinfonia do Silêncio
Passei anos acreditando que a vida era uma sucessão de equações a serem resolvidas, um labirinto de espelhos onde cada reflexo era uma promessa de resposta. Mas, ao atravessar os corredores do tempo, percebi que esses espelhos estavam quebrados. O que vi refletido neles nunca foi a verdade, apenas fragmentos distorcidos de quem eu achava que deveria ser. O problema dos espelhos quebrados não é apenas a distorção: é o fato de que, ao tentarmos nos enxergar neles, corremos o risco de nos cortar.
Ninguém nos ensina a caminhar sobre cacos sem nos ferirmos. Crescemos com a ilusão de que há um roteiro, uma sequência lógica que nos levará a algum lugar seguro, estável, definitivo. Mas a verdade, essa entidade cruel e irônica, é que tudo o que chamamos de segurança não passa de um castelo de cartas erguido sobre a ventania do acaso. Ainda assim, insistimos em seguir regras invisíveis, colecionamos conquistas como se elas fossem amuletos capazes de nos proteger do inevitável, buscamos um propósito como se ele fosse a resposta universal para todas as angústias.
Não existe trilha sonora para o vazio. O silêncio, esse grande maestro, rege a nossa existência sem partitura, sem compasso, sem ensaios. Passamos a vida tentando dar sentido ao som das nossas próprias pegadas, mas, no fundo, estamos apenas tentando não nos perder de nós mesmos. E há algo de profundamente irônico nisso: vivemos com medo do silêncio, mas é nele que a vida realmente se revela. Tudo o que somos, tudo o que sentimos, tudo o que aprendemos só faz sentido quando finalmente ousamos escutar aquilo que nos recusamos a ouvir.
Fernando Pessoa dizia que a dor, quando fingida, parece mais real do que quando sentida. Eu acrescentaria que a busca por sentido, quando levada a sério demais, se torna um tipo sofisticado de autoengano. Tentamos nomear cada experiência, medir cada sentimento, organizar cada memória como se fôssemos arquivistas de nós mesmos. Mas a vida não cabe em um sistema de classificação. Ela escorre pelos dedos, rindo do nosso desespero em tentar segurá-la. Acreditamos que podemos domesticar o tempo, que podemos domar o imprevisível, que existe um manual escondido em algum lugar. Mas não há. Nunca houve.
E então vem a pergunta inevitável: se nada tem um sentido definido, qual o motivo de continuar? A resposta, se houver uma, está na própria pergunta. Às vezes, continuar é o suficiente. Nem tudo precisa ser justificado. Talvez o real aprendizado seja esse: aceitar que o vazio é parte do percurso, que a dúvida é uma velha amiga, e que nunca estaremos completamente prontos. Há beleza em não saber. Há liberdade em admitir que estamos todos tateando no escuro, tropeçando em certezas temporárias, colecionando respostas que amanhã já não servirão mais.
A vida não é um destino, é um fluxo. E talvez o maior erro seja acreditar que existe um ponto de chegada. Passamos tanto tempo preocupados em alcançar algo que esquecemos de olhar ao redor. Quantos momentos desperdiçamos porque estávamos ocupados demais tentando encontrar uma resposta que nem sabíamos formular? Quantas vezes olhamos para trás e percebemos que o que realmente importava estava nos detalhes que ignoramos?
Este livro é uma coleção de cacos. Pequenos fragmentos de um caminho que percorri sem mapa, sem roteiro, sem garantia de chegada. São verdades provisórias, aprendizados imperfeitos, epifanias tardias. Talvez, no fim, nada disso importe. Ou talvez importe mais do que eu imagino. No fim das contas, quem decide isso não sou eu. É você.
Quem valoriza os outros, se valoriza. Quem faz o bem, atrai o bem. Quem busca Deus, encontra paz. Faça a escolha certa antes que a vida escolha por você.
É mais fácil colocar a culpa em Deus, no Diabo ou no destino, do que apontar o dedo na frente do espelho para o verdadeiro culpado pelas frustrações causadas em grande parte por sua procrastinação. 24/03/2025
Quando alguém estende a mão, uma vida volta a erguer-se.
Mas quando muitas mãos tocam uma alma, o impossível recua,
o invisível ganha forma…
e o amor revela o poder sagrado de curar o que o mundo não vê.
“O homem demostra sua dignidade não quando está no oásis de aplausos, mas quando está no deserto de vaias” Livro O futuro da humanidade: Marco Polo. A seguinte frase nos leva a refletir sobre como lidamos com a nossa “derrota”, com o nosso momento de fraqueza. Aprender que a vida é cheia de altos e baixos e como mantermos nossa dignidade, nosso merecimento para sermos merecedores da vitória. Assim como escreveu Maquiavel em um de seus ensinamentos: ‘’Dê poder ao homem, e descobrirá quem realmente ele é.” Livro: O Príncipe. Em outras palavras, diria que mostramos o verdadeiro caráter quando em situações de desvantagem. Que a dignidade do homem é mostrada quando está em um “deserto de vaias”.
Vida finita
Sim, a vida é finita,
um dia todos nós partiremos
Vem a eternidade
Ficam as memórias
a história de vida
ao longo do caminho.
As memórias com entes queridos, alegria e tristeza,
conquistas e desafios superados...
O que nos torna únicos e especiais
O que nos define e nos dá significado.
Vivamos cada dia
com intensidade e propósito
Criando memórias e histórias
Que valham a pena ser contadas.
25/03/2025 Ciria Lima
Atalhos, na vida ou ao usar uma 'fita hellermann' ou abraçadeira (quem sabia, certo?), nos desarmam para os desafios reais. Mas, sabe o que não falha? Um abraço de verdade.
Na estrada da vida,
sigo regando os ensinamentos dos meus pais
sabendo que nesse caminho havera pedras, espinhos
barreiras ,NÃO de pessoas querida,
mas com esses aprendizados dos meus genitores,
serão atraves deles que devo
continuar seguindo meu caminho
fazendo o bem sem olhar a quem.
Essa sou eu
Vanuzia vieira
Poema - Vida
O amor é algo tão belo
Que não se pode conter, que não se pode medir
A paixão é o gesto mais singelo
Que se pode oferecer, que se pode permitir
O medo é o que fere o nosso ego
Pois com ele, não se faz um elo
Entre o presente e o porvir
A esperança é a última que morre
É aquela que nos faz, nunca desistir
E com isso, requer maturidade
Saber o que sou, e pra onde devo ir
Pra onde vou, aonde fico?
Isso não importa, o que importa é que eu insisto, insistoem mim.
Portanto, o que fica, é o amor,
que se tem pela vida!
As paredes estão por todos os lados, como estradas infinitas para o céu e eu sou um carro sem rodas.
Relaxe. Nada do que você fizer irá prolongar sua vida. Na verdade, o estresse só serve para encurtá-la.
Existem três coisas que você precisa abrir mão: julgar, controlar e ser o dono da verdade. Livre-se das três, e você terá a mente íntegra e vibrante de uma criança.
A Alma diz preocupadamente:
'MORREU!!!'
Mas, Cristo responde serenamente:
'NÃO MORREU, JÁ ESTAVA MORTO, E NÃO APROVEITOU ESSA EXISTÊNCIA PARA SAIR DO ESTADO DE MORTE E ENTRAR NO ESTADO DE VIDA!'
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