A Máquina
O nosso eu é igual a um "Software" de uma máquina, é o lado que você não pode pegar. É aquilo que estar lá dentro no interior da alma. E a nossa aparência é igual a um "Hardware" de uma máquina, é o lado de fora, aquilo que todos conhecem, é aquilo que você vê, o que você pode tocar, o exterior. Você pode manusear uma máquina, desmontá-la, tirar o que não serve, jogar fora e substituir o que a maltrata por outra peça nova. Ah, como seria fácil tirar e substituir tudo o que nos maltrata por dentro, como seria fácil. Mas, a alma não tem peças soltas, que possam ser recolocadas e substituídas. A alma por sua vez requer cura, e o controlador de tudo isso é nós mesmo, por meio daquilo que nos torna forte. Substituir as feridas como se elas fossem uma peça qualquer é como pegar uma flanela e tentar limpar a superfície de uma lâmpada que estar empoeirada, suja, mas, queimada. Conserta-la, não podemos fazer isso, assim, somos nós, vulneráveis a tudo. Cabe a você com sua vontade própria limpar as peças que teimam não sintonizar a vida. A alma é o Software do nosso corpo, não uma lâmpada queimada. E o Hardware o superficial o lado exterior, aquilo que estar fora, a nossa aparência. E todos a enxergam sem conhecer de fato o Software que é o lado de dentro, o nosso eu. Somos responsáveis de tirar e recolocar as peças que nos fazem bem, caso não consigamos substituir as ruins que persistem em deixar velha a alma, lembremos das ostras, depende de nós deixar brotar o que é belo e o que faz reluzir a vida. Caso não queira, pelo ou menos seja como as flores, que encantam, mesmo as fedidas, que se mostram lindas quando desabrocham, mas, todas envelhecem do mesmo jeito, baixam a cabeça, se despedem do sol como uma dama, e nem tampouco ferem as que estão ao seu lado. Todavia, sabem que voltarão a qualquer hora pois precisam morrer para que suas vidas sejam depositadas em vagem, ou pólen, e sua sementes reflorescerá um dia o mesmo canteiro. Portanto! Seja você mesmo um Software de luz, é ele que irradiará o teu hardware.
Minha visão sobre a contemporaneidade é de não nos afunilarmos no desencanto. Sinto que a máquina tecnológica e a globalização perversa avançam para extinguir a poesia e a alma das coisas. O simples ato de perceber essa realidade já é uma forma de resistência, que nos permite encontrar e cultivar a beleza nas singularidades da existência.
O subconsciente é uma máquina de gravar que reproduz o pensamento habitual. Pense o bem para os outros e estará na verdade pensando o bem para si próprio.
Encantos sem quebrantos...
Aí você vai tirar as roupas da máquina de lavar
para estender no varal...
(não daqueles da minha infância
que eram de arame farpado ou liso...)
e, sim, desses “modernos”...
próprio para pequenos espaços
Voltando às roupas...
você se depara com um “sutiãzinho”
pequenininho infantil ainda...
da sua neta tão amada...
Emoção coração na mão
e lágrimas nos olhos...
um misto de sentimentos,
aliás, um turbilhão no coração...
Gratidão pela participação
mais que especial no desabrochar
do feminino sagrado da minha neta...
Aquela em que ficou “um pouco do teu queixo”,
Filho “encantado”, Gregório...
Ela que nos “presenteia”
com a presença continuação Tua entre nós...
ela que nos “encanta” mais a cada dia com seu jeiti#2;nho“Elisa” de ser... de ser “encantadora”!
Vovó dos eletrônicos
Máquina de escrever
Coisas que a gente não esquece:
O primeiro lápis;
A primeira caneta;
O primeiro caderno;
Até aquele versinho bobo de criança, sempre vem na lembrança.
Primavera florida!
Flutuou pelo vento a palavra psicografada no verbo "Escrever"
A máquina que datilografou através do amor em busca da flor, deixou poemas maus informados e na gaveta congelou.
Já velha e enferrujada...
A máquina do tempo,
Pelos anos vividos hoje é a vovó...
Vovó dos eletrônicos.
Tento esquece-la...
Mais como...?
Procurei nas ferragens antigas em busca de algumas iguarias,
Lá estavam elas...
Ainda com flores e elas são testemunhas de um passado de gloria.
Cartas comuns e recados de amores se dissiparam na ilusão perdida e nunca mais voltaram.
Oh!Tempo...
Que viveu ,viu e amou,
Quem a usou nunca esquecerá dos calos nas pontas dos dedos e as marcas no olhar.
São os datilografados dos belos dias passados na era estudantil e dos escritores que ao passar do tempo,
Esqueceram da máquina pesada que muitas vezes quem a carregava de um lado a outro, até dores na coluna ela causou.....
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Se vai construir uma máquina do tempo num carro, por que não fazer isso com estilo?
(Dr. Emmett Brown)
A família é uma máquina de produzir ficção sobre si mesma.
"Desgarrada
Não sou um animal irracional pra seguir a manada, ou uma máquina que precisa seguir o padrão pra não ser descartada, como peça imperfeita!
Penso por mim mesma e, muitas vezes, sigo na direção contrária aos demais por ter a convicção do que quero, sem me importar com o preço a se pagar por ser uma ovelha negra.
O que importa não são os rótulos adquiridos, e sim a livre sensação de ser completamente dona de mim..."
Queria ser uma maquina pra formatar toda lembrança que me machuca
Todo sentimento ruim, toda impureza,
Apagar toda lembrança ruim, deletar pessoas q me fizeram sofrer mesmo sem intenção, deletar a timidez,maldita timidez, q existe dentro de mim.
E instalar paz, amor, esperança, experiências novas... e algum programinha q me ensinasse a viver!!!
Do futuro...
a gente tem tendência de ter medo, porque todos os sinais são dramáticos.
A máquina humanizada
[...] não há nenhum computador que tenha chance de reproduzir atributos humanos [...] É uma visão capitalista de que você não vale nada e pode ser substituído. A máquina não consegue escrever poesia, pintar como Picasso, tomar decisão baseadas na natureza humana. Todas as características que fazem a gente ser como é resultado de processos extremamentes complexos no cérebro e são fenômenos não computáveis.
Máquina do mundo
O universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade etérea.
Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria.
Daí, que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.
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