A Inteligencia Nao se Mede
A humanidade do séc XXI ainda não é civilizada. Ela está em um processo lento de civilização. A tecnologia avança muito mais rápido do que a aplicação dos princípios éticos.
Não dê poder aos outros, dê responsabilidades. Se em algum momento negligenciar uma responsabilidade, esse não tem sabedoria para o poder.
Quem nunca dividiu um chocolate ou ajudou alguém que estava vomitando não sabe o que é gostar de alguém de verdade.
Autonomia é fundamental.. A saúde é o seu bem maior. Não adianta morar um Palácio e não poder usufruir.. Coloque o seu corpo, coração e mente em primeiro lugar.
Aprenda a tolerar e a compreender os erros das pessoas, ao invés de condená-las. Não podemos esquecer que também cometemos erros.
O verdadeiro educador é aquele que acolhe, ensina e transforma, e não aquele que se limita a seguir um manual sem se importar com quem está diante dele.
Não menospreze um inimigo
que está a baixo de você.
Uma cobra verde na grama
é mais mortal que um
leão em cima de uma árvore.
Ocupo muito do meu dia tentando entender o que é o tempo. Não me refiro ao tempo como uma abstração humana utilizada para contabilizar momentos, datar lugares, acontecimentos, coisas. Não me interesso por grandezas físicas, dimensões do universo. A dúvida, companheira desse devaneio que consome horas da minha vida, o que o tempo é na experiência humana, a consciência dele, o quanto nos afeta e o quanto nos permitimos ser afetados por ele. A questão: O que é o tempo? Tem a ver com o relógio-calendário? Alguma coisa a ver com o desejo? O que tem a ver com o espelho? É sobre a memória? E se tirássemos o relógio, o calendário, se o desejo se esvaísse, quebrássemos o espelho, perdêssemos a memória? Volto a perguntar: afinal, o que é o tempo?
Prologo do livro Tempo que o Tempo me deu
“A liberdade verdadeira não está na ausência de escolhas, mas na profundidade com que escolhemos viver conforme nossa essência.”
“A verdadeira liberdade não está em seguir apenas nossos impulsos momentâneos, mas em escolher viver uma vida que reflete nossa essência mais profunda. A liberdade genuína surge na contínua busca pelo saber.”
Não seja alguém que somente ofereça flores, seja quem faça florescer um jardim.
Insta: @elidajeronimo
O muito que às vezes sinto por alguém, me torna raso para os seus olhos. Sendo assim, não sou digno de seus sentimentos, fazendo com que nós percamos uma história incrível a se viver.
E foi hoje que eu engoli o orgulho. Ele não é muito bom ao paladar. Me faz vomitar. Nem consegui comer a minha salada. Ele cheira como um peixe falecido há anos. Sob o escaldante sol do verão. E eu comi ele. Engoli esse orgulho repugnante que me atrapalhou durante todos esses anos. Valeu a pena? Não sei. Sim. Não. Não sei. Ainda não decidi. Mas esse sabor inigualavelmente enjoativo ainda está rodando em meu estômago. Remoendo mágoas passadas. Quase esquecidas. Mas que nunca o serão. Não é possível esquecer. Pois tentar esquecer é lembrar. E lembrar dá raiva. Perdoar, talvez. Esquecer??? Nunca. Nunca. Nunca!!! Era para ser um esforço conjunto. Um esforço mútuo. Igual para ambos os lados. Mas não. Ela estava me esperando. Esperando que eu tomasse a iniciativa. Esperando sentada. Que bom. Porque eu sou alérgica a esse orgulho que tive de engolir, sabe? Sim, sou alérgica. E ela não valorizou meu esforço. Nunca valorizou meu esforço. Mas mesmo assim eu estava lá. Me abrindo para ela. Chorando para ela. Chorando com ela. Sobre todo o mal que tive de suportar em silêncio até hoje, e para sempre. E sobre todo o mal que ela teve de suportar por minha causa até hoje. Igual. A única pessoa que me entenderia era ela. Por que eu não pensei nisso antes? Não sei. Eu não queria. Me faz mal. MUITO mal. Muito mal MESMO. Mas consegui. Eu engoli esse orgulho apodrecido e repugnante, ainda que não tenha me feito bem a curto prazo, pois sei que à longa distância vai resolver. Sim: heróina sou. Heróina. Realmente é o que penso. Porque não vou contar isso para ninguém. Fiz isso por ela. Só por ela. Libertei ela. E quanto a mim? Continuo na mesma. Eu acho. Mas agora deve estar melhor. Em algum lugar do céu ou do mar. Espero que logo eu possa entender como fiz isso. Porque... eu consegui.
