A Honra Nao esta em Receber Meritos Merece-Los
Papai Noel que nunca chega
(Carta de um menino zimbabuano)
Papai Noel,
Onde é que está você?
É verdade que sua barba é branca,
Feito algodão-doce, sem sabor colorido?
Que você existe mesmo eu sei...
No Natal, eu quero um pacote de bolacha
E um ainda maior de pipoca, bem grande,
Que é para dar pros meus oito irmãozinhos,
Barrigudinhos como eu. E a titia... minha tia precisa,
Somente ela, porque minha mãe morreu,
Pai já não tinha – e morreram mais crianças,
Muitos vizinhos, morreram meus irmãozinhos, afinal,
Por enquanto, só eu fiquei,
Eu, minha tia e meu primo do meio.
Papai Noel, será que é possível passar por aqui,
Quero dizer (se não for pedir muito)
Aqui primeiro, aí depois visitar o resto do mundo,
Mundo que nos esqueceu neste lugar
Onde as estrelas se escondem atrás de nuvens marrons,
Marrom-escuras, estacionadas sobre nossas almas.
Querido Papai, velho Noel, se tiver de vir, vem logo,
Não nos deixa para depois dos outros...
Se não quiser sujar o trenó de poeira ou cinza,
Faz uma coisa prática, vem de carroça,
Mas enche a carroça de bolacha, por favor.
(Nossos corações não estão vazios, até que existe esperança,
E existe agonia; e não falta união, falta alegria
Porque nossas barrigas estão ocas. Ocas,
Simplesmente assim, ocas. Nem os vermes sobrevivem.)
Aliás, por falar em união da família,
Pelo menos aqui, a fome é que tem desfeito essa união:
Deixando filhos sem pais, pais que perdem seus filhos;
Netos que não têm sequer a bênção dos avós,
Avós que nunca nanam seus netinhos;
Tios e tias, sobrinhos, madrinhas... todos,
Todos de mãos dadas, unidos,
Mas unidos num vasto e acolhedor leito de morte
– Morte que se apresenta aqui pausadamente,
Separando um do outro,
Deixando tempo demais para a despedida,
Tempo que a gente nem queria ter.
Por isso, Papai Noel, não demore tanto para chegar...
Já estamos cheios de bolachas de barro,
Bolinhos de barro, torrões...
Faz um esforço e vem com algo de verdade,
Qualquer sabor, bolachas e mais bolachas,
O melhor presente da vida.
Faz um pouco de esforço e vem,
Vem antes de o pôr do sol,
Não dá meia-volta de novo,
Não deixa a gente para trás,
Vem, mas vem antes de o sol se pôr,
Ninguém mais pode ficar de fora,
Vem, vem logo, vem,
Vem e traz bolacha pra todos,
Traz o sorriso.
Edder Alexandre é jornalista e escritor, autor do romance Silêncio na Marcha – O Drama do Homem na Ponte do Milagre; também escreveu o infantojuvenil As Gêmeas de Getsêmani.
Está doendo, doendo muito...
a dor da ausência, da perda,
é angustiante! Nenhuma dor
dura para sempre, com o tempo irá passar...
Espero que não demore, enquanto isso.
Que Deus nos dê forças para continuar....
Filhinhos é a última hora
Creia que você está a salvo
Acredite em Jesus agora
Um dia tudo isso irá desaparecerá
Como disse o Apóstolo João
Filhinhos é a última hora
Encontre a dama
Ela deve estar aqui ou ali
Ela está voando no ar
Encontre a dama
Ela vai sorrir ou sonhar
Ela está esperando seu par
Encontre a dama
- Parece que está faltando alguma coisa no mundo
- O quê?
- O amor
- Mas o amor precisa de alguém para amar....
- De quem o amor precisa?
- De você!
- Você é o tipo de mulher que acaba com a vida de um homem!
- Mas está em tempo de você preservar a sua...
E mesmo assim ele a beijou, e ela retribuiu, tentando sugar - lhe o medo pela boca, não a vida.
É melhor apanhar da saudade dentro de um barco que ainda está navegando, a morrer afogado tentando remar um barco furado.
Sabe quem menos está preocupada(o) se eu me casei, se eu já tive filhos, se estou rica, se alguém me banca?
Eu.
o preconceito é tanto no Brasil que algumas conquistas é a base de leis federais , e digo que esta chaga esta presente em toda parte , só quem sente é que pode dizer a dor desta ignorância mundial por eu ser brasileiro digo no brasil.
Autor: JOSÉ ADÃO RIBEIRO.
O segredo para se tornar um discípulo, missionário ou uma pessoa realmente interessante... Está em quão interessado você consegue ser para melhorar a vida do próximo. Aquilo que é importante para Yeshua tem que ser importante para nós. Ame e Seja luz aonde e por onde você passar.
É necessidade, carência, logo, sofrimento, ao qual consequentemente o homem está destinado originariamente pelo seu ser. Quando lhe falta o objeto do querer, retirado pela rápida e fácil satisfação, assaltam-lhe vazio e tédio aterradores, isto é, seu ser e sua existência mesma se lhe tornam um fardo insuportável. Sua vida, portanto, oscila como um pêndulo, para aqui e para acolá, entre a dor e o tédio.
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