A Genealogia da Moral

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Ignore quem tentar te derrubar e cuide de quem cuida de você. Só merece moral quem sabe dar moral.

⁠Atrás de todo paladino da moral, vive um canalha.

Chris avaliava a si mesmo e as pessoas ao redor com um código moral tremendamente rigoroso. Ele se arriscava a tomar um caminho extremamente solitário, mas achou companhia nos personagens dos livros que amava, de escritores como Tolstoi, Jack London e Thoreau. Ele sabia citar suas palavras em qualquer ocasião e sempre o fazia.

“Vender os valores por medo ou vantagem é declarar falência moral.”

@Suedson_Corey

⁠Eu cresci caminhando diferente, não corra atrás de mim, gritando lição de moral, eu não sou muito de rir, mas irei rir de você. A minha vida é só minha, para cuidar dela, deixo apenas quem eu quero.

Eu sou um sujeito ruim, não dou moral pra ninguém.

Matuê

Nota: Trecho da música Quer voar.

A moral é boa, mas a ética é mais gostosa!

Não adianta possuir um diploma de Bacharel em Direito, se suas ações contrariam a Ética e Moral.

A moralidade. Seria simplório pensar que o problema moral em relação aos outros consiste em agir como se deveria agir, e o problema moral consigo mesmo é conseguir sentir o que se deveria sentir? Sou moral à medida que faço o que devo, e sinto como deveria?

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

FORMAÇÃO E CONDUTA HUMANA
Nossa natureza nos capacita a raciocinar e agir de forma moral, ir ao encalço da virtude e desenvolver ao mais alto grau possível nosso caráter moral, combinando a reflexão e a repetição centralizada para nos nortear no caminho certo na busca da beleza, que parece ser a moradia da verdade universal, absoluta e imutável que, também, pode habitar na aparente imperfeição, quase sempre por necessidade, e na noção imprecisa do bem e da condição humana, com o objetivo final de viver uma existência expressiva com a excelência que nos distingue do resto da criação.

Para vivermos bem, precisamos observar as leis naturais e estarmos conscientes dos direitos naturais, com a compreensão dos conceitos do privilégio da concessão e deveres, da moralidade e suas relações, a justiça e o bem comum, a autoridade e o problema da injustiça legal.

Então, nos tornamos em adultos com anatomia e hormônios que definem nossa situação, mas, não determinam nossos papéis na sociedade.

Não podemos viver autenticamente, a menos que possamos buscar objetivos auto escolhidos observando o paradigma das leis e do direito natural e a restrição razoável à liberdade dos indivíduos evitando que prejudiquemos uns aos outros.

Com a habilidade de lidar com ideias divergentes é discuti-las abertamente, deixamos a verdade vencer através de argumentos e suas limitações, não pela força, usando o poder da razão e apreciando de um ponto de vista puramente lógico, com base no modo como as coisas parecem opostas ao feitio como pensamos que sejam, considerando, para dar sentido às nossas decisões, que exista uma situação de causa e efeito, pois, tudo o que realmente vemos é uma coisa após outra.

Sem a pretensão de sermos iguais, devemos perseguir a virtude e a bondade para criarmos espaço para a harmonia íntima e social em nossas diferenças, e sermos mais um instrumento dentro da diversidade de pessoas e perspectivas promovendo uma sociedade equilibrada, considerando a relevância de interiorizar a paridade entre o que temos e o que não controlamos centralizando nosso esforço e faculdades no que possuímos ao mesmo tempo em que lidamos com equidade e justiça com as coisas que não regemos.

O externalismo da representação e a diferença entre a necessidade e prioridade como a liberdade, ansiedade e autenticidade, são parte do pensamento do homem consciente da ausência de racionalidade e da possibilidade de eventualidades em sua vida causando a necessidade imediata de significar sua existência.

Como seres pensantes, devemos considerar as questões que desafiam pressupostos básicos sobre nós mesmos, preocupando-nos no sentido de como agir a respeito e sendo cautelosos em nossas ações ao confrontarmos as diferentes provocações no curso de nossa vida, sempre avaliando o equilíbrio entre nossos interesses e a harmonia que buscamos para viver bem.

Se chegamos ao ponto de precisarmos da presença da polícia para que tenhamos ética, moral e respeito, então é necessário pararmos – e com urgência – refletirmos a nossa história, sobretudo, revermos nosso próprio conceito de família e de educação.

"Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós. O comunismo não é uma doutrina porque é uma antidoutrina, ou uma contradoutrina. Tudo quanto o homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é de civilização e de cultura —, tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem."

Tento observar tudo com clareza.
Menos a beleza superficial, essa em minha
vida nunca teve moral....

A fidelidade só interessa como valor moral quando suas promessas do passado contradizem as inclinações afetivas do presente.

A moral é a fraqueza do cérebro.

Gostamos da paz, mas não fugimos da guerra!
Pois quando o corpo não aguenta, a moral é que sustenta!

A lição de moral só tem poder se vier acompanhada do exemplo de caráter.

Não é orgulho, só cansei de dar moral pra homem que não sabe o que quer.

De perto só sirvo para ser teu apoio moral ou para preencher teu ego, nada mais.

" O desencanto não deve ser compreendido como derrota moral, tampouco como rendição ao pessimismo. Na tradição filosófica e espiritual, ele constitui antes um processo de depuração da consciência. "