33 anos
Um homem pobre rouba um pão de uma padaria vai preso passa quinze anos na prisão.
Ironia é simplicidade
Outro homem rouba a vida toda compra mansões com dinheiro vivo incompatível com suas rendas agora quer ser presidente.
Rachadinha, dinheiro do combustível,
Dinheiro público jogado no ralo, ops;
Verdade tem dois lados,
Máquina de lavar dinheiro da esquina...
Ainda tem gente que reza para pneus.
Homem roubou pão, morreu na prisão...
A Tragédia da Pousada
Por Celso Roberto Nadilo
No início dos anos 1990, a história trágica teve seu começo. Maria, proprietária de uma das primeiras pousadas da vila, vivia em Paranapiacaba com o marido, Alaor, e as duas filhas.
O tempo ali era proveitoso. Cultivavam uma horta farta para que tudo à mesa fosse natural e fresco, fruto da terra boa. Dois cachorros fiéis tomavam conta do galinheiro, espantando onças, macacos e até algum lobisomem metido a besta que ousasse se aproximar.
Alaor parecia um homem fiel, até o dia em que cruzou o caminho de uma jornalista vinda de São Paulo, recém-chegada de Paris. O glamour da capital francesa e a vida no exterior conferiam à visitante o status de uma mulher independente, sedutora e envolta no ar mistorioso das Mil e Uma Noites. Sua beleza era tão rara que até o gênio da lâmpada abandonaria Aladdin por ela, dominando os pensamentos de quem a olhasse. Suas frases eram pura sublimação; sua voz e seus movimentos pareciam invadir as mentes e deleitar os corpos numa hipnose impressionante.
Alaor se encantou perdidamente enquanto a esposa, alheia a tudo, cuidava dos pés de cambuci e dos coqueiros no quintal. Mas a vila de Paranapiacaba nunca guarda segredos por muito tempo.
Numa noite em que as brumas surgiram de repente, a fúria da traição tomou conta do ar. A pousada foi consumida pelo fogo. Uns dizem que o incêndio começou com um raio vindo dos céus. Outros juram que a briga de um casal de hóspedes deu início às chamas. Há quem diga, ainda, que a loucura tomou conta da mente da família.
O destino de todos virou mistério: as crianças teriam sufocado com a fumaça, e a esposa, em desespero, se jogado na linha do trem. Outra versão conta que o casal de amantes fugiu para bem longe, deixando para trás apenas cinzas e mágoa.
Hoje, o espírito de Maria vaga pela névoa em busca de vingança, enquanto as duas crianças ainda brincam nos balanços da praça do Teatro Lira — esperando, em silêncio, que a mãe volte para buscá-las.
O LEGADO DO SUCESSO
Se seus planos são para um ano, plante cereais.
Se são para dez anos, plante árvores.
Se são para cem anos, eduque as pessoas.
Se são para a eternidade, ilumine-se.
Quem ilumina a própria consciência deixa de escrever apenas a história de uma época e passa a deixar um legado que atravessa e transforma gerações.
Robin era uma ótima criança. Mais inteligente que o pai aos oito anos de idade. Ela gostava das coisas mais estranhas. Como as instruções para um brinquedo mais do que o próprio brinquedo. Os créditos de um filme em vez do filme. A maneira como alguma coisa foi escrita. Uma expressão no meu rosto.
Uma vez ela me disse que eu parecia o sol para ela, por causa do meu cabelo. Perguntei se brilhava como o sol e ela me disse: "Não, papai, você brilha mais como a lua, quando está escuro lá fora".
realidade, aceitar que
te perdi. Porém...
Nunca amei alguém
como amo você
Sei que os anos vão se
passar, mas também sei
que toda noite é por você
que vou deitar a cabeça
no travesseiro e chorar
Sei que a cada música que
tocar, que a cada filme
romantico que passar
é em você que vou pensar
Sei que pra sempre vou lhe amar
Que nunca vou te esquecer
Porém hoje...
Hoje decidi viver sem você
Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura.
Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.
Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.
Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista.
Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada.
Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.
Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.
Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse
- "Esse aqui".
- "Quer que embrulhe para presente?" - perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.
Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.
Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo.
Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.
Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: "Então, você não sabe? Faleceu essa manhã".
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria".
Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.
Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde....
O processo de enriquecimento se baseia em viver alguns anos da sua vida como a maioria não quer, para então poder passar o resto de sua vida como a maioria não poder.
Ficávamos olhando aquele vasto mar por anos
Em cima daquele cais
Criando vários planos.
Nunca nos imaginaríamos um par de casais.
Como um casal de golfinhos
Que nós avistamos ao olhar para o Horizonte.
Para dentro daquele mar azulzinho
O sol logo se misturou com ele
Formando mais um casal
Logo nos despedimos com tristeza
Nunca mais nos víamos depois.
Com aquela injusta certeza, se iríamos nos ver novamente.
Com clareza pensei - vamos nos encontrar de novo, tenho certeza -
Aguardei ansiosamente, mas não aconteceu.
Infelizmente acabamos adormecendo muito.
Uma coisa boa aconteceu depois,
Nos se encontramos no mesmo cais.
Em paz depois de tanto tempo.
Se a vida é um teste, eu acho que sou péssima aluna e que venho reprovando há anos, quando penso que vou tirar um 10, o professor descobre que corrigiu errado e me dá 5, eu sempre perco... É incrível.
Algumas reações acontecem e temos explicação cientifica anos mais tarde. Fazem alguns anos, que conheci a "P", numa praia carioca, nos identificamos, rolou um clima e combinamos para sair. Após algumas semanas, de relacionamento, fui tomar um café na casa dela e descobri que ela tinha sido criada por uma avó e uma tia avó, que fui apresentado. Desde o primeiro momento, eu percebi que a voz de uma delas era me muito familiar. Diante disto indaguei se ela tinha sido dubladora ou se teria trabalhado em radio, e prontamente me respondeu que não mas confesso que a voz a mim era extremamente conhecida. Conversa vem conversa vai, descobri que ela teria sido muito amiga de trabalho de minha mãe quando estava gravida de mim.
Iniciei me na gemologia bem cedo, por volta de 1970. Anos mais tarde, já conhecedor do oficio da lapidação de gemas de um modo geral iniciei uma grande amizade e parceria com o artista plástico joalheiro Caio Mourão, o verdadeiro percussor da arte jóia assinada no Brasil. A ourivesaria e a prataria é muito antiga no Brasil, desde os anos iniciais do período colonial, mas na verdade como advinham do oficio de oficiais ourives e prateiros, muito ligados ao clero, na sua grande maioria portugueses, trouxeram as técnicas e padrões utilizados na Europa. Talvez por conta disto, antes de Caio, a maioria dos joalheiros e ourives eram meros copistas pela imagem de obras de grandes e famosas grifes.
Os anos trazem experiência, mas a verdadeira sabedoria nasce das lições que tiramos dos nossos próprios erros.
Alguém se formou aos 22 anos, mas esperou 5 anos para conseguir um bom trabalho. Alguém se formou aos 30, mas já trabalhava em sua área desde os 18.
Alguém se tornou empresário aos 25 anos e morreu aos 50 anos.
Enquanto outro se tornou dono do seu negócio com 50 anos e viveu até 90 anos.
Alguém ainda está solteiro aos 40, enquanto outra pessoa se casou bem jovem.
Todos neste mundo trabalham com base no seu fuso horário.
As pessoas ao seu redor podem parecer estar à sua frente,
Alguns podem parecer estar atrás de você.
Mas todos estão executando sua própria corrida, em seu próprio tempo, não os inveje e não os zombe.
Eles estão no fuso horário deles e você está no seu.
A vida se resume em esperar o momento certo para agir.
Então, relaxe:
Você não está adiantado.
Você não está atrasado.
Você está no tempo certo.
Você está no seu tempo.
"Há sessenta e três anos, o Ministério Público do Estado do Acre escreve uma história de independência, coragem e compromisso com a sociedade. Que o futuro nos encontre tão fiéis aos nossos princípios quanto fomos ao longo dessa trajetória, porque as ferramentas evoluem, os desafios se renovam, mas a missão de promover a justiça permanece eterna."
Você foi o sonho mais sublime que pude sonhar; por anos, representou o único fôlego que sabia respirar.
Foi, entre todas as canções e formas, a única melodia que aprendi a cantar.
Tornou-se o meu único e eterno pedido em meio às minhas orações, a essência e a alma que pulsavam dentro do meu coração,
Foi o exagero e a simplicidade sem fim, o meu tudo até que o "nós" deixasse de existir.
Foi a necessidade e a totalidade de todo o antes e o depois... foi. Até que, um dia, você partiu e nunca mais voltou, levando do resto da minha alma o que ainda existia do amor...
Por mais que vivemos, por anos e décadas, ainda nos será pouco, para entendermos a alegria de viver. Se a morte nos abater, será como viver apenas um ano ou não mais, de uma década, pois a vida é uma criança, que não tem consciência da morte, simplesmente brinca com ela.
Natalirdes Botelho
"A moldura muda, o quadro permanece: 500 anos de reconfiguração da desigualdade"
Há uma velha parábola sobre um rio que muda de curso, mas nunca de natureza: ora inunda, ora seca, mas continua sendo água que escraviza quem depende dela. Assim é a desigualdade humana. Cinco séculos atrás, correntes de ferro prendiam pulsos nos navios. Hoje, prendem currículos, códigos postais, sobrenomes. A moldura ganhou verniz de progresso, discursos bonitos de igualdade, leis elegantes no papel. Mas o quadro permanece intocado: poucos decidem o destino, muitos apenas obedecem em silêncio.
Imagine uma casa antiga, reformada por fora, pintada de cores vivas, mas com as mesmas paredes internas, o mesmo alicerce torto. É isso que fizemos com a exclusão ao longo dos séculos: trocamos os nomes, nunca as fundações. O senhor de engenho virou patrão, o cativeiro virou informalidade, o chicote virou juros.
Existe algo abstrato nisso tudo: a desigualdade não é um evento isolado, é uma sombra que aprendeu a se camuflar com a luz do seu próprio tempo. Ela nunca desaparece, apenas troca de roupa e discurso.
Enquanto isso, seguimos acreditando que a história caminhou, quando na verdade apenas girou em círculos. Acordar é reconhecer, enfim, que a moldura bonita jamais redime o quadro podre lá dentro.
Hoje alguns anos pós pandemia da a covid-19 a infecção respiratória aguda causada pelo corona vírus SARS-CoV-2, graças aos vários isolamentos sociais, no planeta temos mais portadores de esquizofrenia, perda de contato com a realidade (psicose) do que crianças transtorno do espectro do Autismo (TEA), a diferença consiste que no autismo geralmente manifestado na infância, recebe atenção desde cedo. Já na esquizofrenia, sobre tudo em adultos, eles geralmente ficam isolados socialmente, não querem perceber que estão com problemas e precisam de medicação e apoio. Atualmente existem medicações para esquizofrenia quem tem regularidade de 6 em 6 meses, o que já é um grande avanço cientifico para está enfermidade.
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