Vulnerabilidade
"" Diante da vulnerabilidade das canções
notas perfeitas, dedilhadas com esmero
a alma flutua no compasso acústico de algum poema
onde os olhos sequer repousam
brilhantes nos conceitos comuns
dançar o tempo todo como pássaro bailando no infinito
e aprender que toda melodia é angelical
mas nem todas são entendidas
por isso existe o amor...
Vulnerabilidade ao perigo.
Infelizmente, tanto para a maioria dos homens e até para algumas mulheres, só o fato de nascer e ser mulher, já é uma tradução de se expor ao perigo. Dessa forma é praticamente não ter como evitar o perigo.
A única solução viável para nós mulheres é a postura e o ato de exigir ser respeitada.
*Somos mulheres - Mulheres humanas*
Não cabe mais aceitar que somos expressão de vulnerabilidade a quaisquer tipo de perigo!
”Quanto maior a vulnerabilidade, maior o risco de delegar o que deveria ser autonomia e tornar-se refém dos próprios salvadores.”
É incrível como a vulnerabilidade conecta as pessoas em um lugar alinhado de humanidade e igualdade. Sermos verdadeiros é sempre mais poderoso do que qualquer tentativa de defesa. O fato é que só conseguimos constatar isso dentro da experiência.
Se não estamos na nossa vulnerabilidade, estamos nos jogos de recompensa da mente e do ego. Damos algo porque queremos algo, e isso não é amor.
Confiança, transparência e vulnerabilidade são os itens com os quais as verdadeiras amizades são construídas.
"Quem está firme com Deus tem a plena consciência da sua pecaminosidade e vulnerabilidade."
Anderson Silva
Tire a sua família da vulnerabilidade das frágeis emoções, aconselhando o diálogo e a mútua cooperação para promover a paz, a confiança, o respeito e a honra familiar.
Quando finalmente abandonei a postura de guerreira inabalável e aceitei a minha vulnerabilidade, foi como se estivesse desvendando um quebra-cabeça complexo, onde cada peça revelava um pedaço escondido de mim mesma.
Ao me despir da armadura que por tanto tempo me protegeu, fui confrontada com uma mistura de medo e alívio. O medo de ser julgada, de ser considerada fraca. Mas também o alívio de finalmente me permitir respirar sem o peso do mundo nos ombros, de me libertar das expectativas inatingíveis que eu mesma havia criado.
Foi um processo doloroso, onde cada transformação era acompanhada por uma sensação de desconforto e desorientação. Mas foi nesse desconforto que encontrei a minha verdadeira humanidade. Na vulnerabilidade, descobri uma força que jamais havia experimentado antes, a força de aceitar a minha própria imperfeição, de abraçar as minhas falhas e aprender com elas.
No dia a dia, encontrei beleza na simplicidade dos momentos compartilhados, na delicadeza de um sorriso, no calor de um abraço. Percebi que a verdadeira conexão nasce da coragem de ser quem sou, sem máscaras, sem pretensões.
E assim, no despir das armaduras e na aceitação das minhas vulnerabilidades, estou descobrindo a verdadeira capacidade de me conectar em um nível mais profundo, de compartilhar minhas dores e alegrias.
Quando finalmente abaixei minha guarda e permiti que minhas vulnerabilidades fossem vistas, encontrei uma estranha liberdade, uma leveza antes desconhecida. Percebi então que a verdadeira força reside na coragem de ser humana, com todas as minhas fragilidades e imperfeições. E nesse reconhecimento, encontrei uma nova forma de ser mais completa.
Não é sempre que estamos no nosso melhor dia, o que é óbvio, faz parte da vulnerabilidade humana, quando a alegria é mais discreta, a aparência não está bem apresentável, um certo desânimo se apresenta, um problema íntimo é externado, um pensamento negativo que tormenta, um sentimento que muito desagradável.
Mas não chega a ser algo que tire a nossa relevância e ainda podemos usá-lo como um forte incentivo para valorizarmos os nossos melhores momentos, percebfendo os muitos motivos de gratidão, de regozijo, usufruindo de forma sensata o nosso valioso tempo, os raros instantes de equilíbrio.
E durante os inevitáveis dias árduos, se mantivermos a luz da nossa fé no Senhor acesa, podemos ser tal como um girassol, que mesmo estando com suas lindas pétalas com pouco vigor, mantém a sua resplandecência com a sua atenção voltada para o que faz bem e revigora a sua natureza.
O amor pode parecer cruel às vezes porque envolve vulnerabilidade, expectativas, e emoções profundas que nem sempre são correspondidas da forma que esperamos. Isso não significa que o amor seja, em essência, cruel, mas sim que é uma experiência humana complexa, cheia de altos e baixos.
Ele pode ensinar, curar e transformar, mas também pode desafiar e doer. Às vezes, a dor no amor vem de desencontros, de expectativas não alinhadas ou mesmo do medo de perder algo ou alguém importante.
Por outro lado, é válido lembrar que o amor, em si, é neutro — ele não tem a intenção de ser cruel ou bondoso. É a forma como nos relacionamos com ele, e o que fazemos com essas emoções, que molda nossa percepção. Não é besteira sentir-se assim, mas também pode ser uma oportunidade de crescer, aprender e encontrar novos caminhos para amar.
Entregar-se é um ato de coragem e vulnerabilidade,
É abrir o coração e a alma para a reciprocidade.
É confiar no outro e no poder do amor,
É mergulhar fundo, sem medo de dor.
Entregar-se é mais do que apenas estar presente,
É compartilhar sonhos, desafios e ser transparente.
É ver a beleza na fragilidade que nos torna humanos,
E encontrar força no amor que nos une em mundos tão insanos.
Entregar-se é um ato de generosidade,
É oferecer a essência, sem medo da verdade.
É dançar na chuva, sem se preocupar com a tempestade,
E descobrir nas pequenas coisas a imensidão da felicidade.
Entregar-se é um poema que se escreve a dois,
É uma sinfonia de emoções, onde não há depois.
É a coragem de ser vulnerável e autêntico,
E encontrar no amor a paz, o abrigo perfeito.
