Voz do Silêncio
Não se deixe compelir por atividades em vão, deixe ser guiado pela voz que grita em silêncio ao intimo do seu coração;
Eu sou o meu próprio algoz
Eu sou a minha própria salvação
Sou o silêncio da minha voz
Eu sou luz da minha escuridão;
Desperto em mim, um grito sem voz
Um barulho em silêncio ou um caminhar sem chão
Vivo a diferença do mesmo, sendo insensato para viver o vazio que transborda sem saber!
E é nessa minha confusão que descubro que não mais consigo viver sem você;
“Deus nunca fica em silêncio; somos nós que devemos silenciar para ouvir Sua voz.”
- Vinicius Monteiro Tito
Escuta a voz do silêncio, o mal procura infiltrar-se no meio do bem, com a aparência de coisa boa. Deus fala-nos no silêncio.
Muitos loucos falam muito sozinhos em voz alta, eu falo comigo o tempo todo em voz baixa no silêncio do pensamento.
Penso que talvez seja só um pouco louca.
O sussurro da vida é um sopro na voz do Espírito, lançado no silêncio que desperta os seres que viajam pelo mundo.
Seu silêncio cala a sua voz, mas jamais calou o seu amor... ele grita, me desperta em fervorosas lembranças todo tempo.
ESSA SOU EU
Sou o tempo, sou o mar,
sou a voz do silêncio,
o grito do vento.
Sou a dor que quer abraçar,
o carinho do mar...
o beijo da lua,
o sol para seu coração esquentar.
Sou o enigma de mim mesma em doar,
sentir, receber e se dar.
Essa sou eu... nasce para te amar
"Só conseguimos ouvir a voz de Deus dentro de nós, mesmo no silêncio; quando passamos a não escutar o barulho do mundo lá fora."
─By Coelhinha
No silêncio que antecede o nascer do dia,
há um registro escrito sem tinta nem voz,
onde o tempo se curva em linhas invisíveis
e o espaço se descortina como uma página em branco.
Cada instante é uma letra que se inscreve
no vasto compêndio da existência,
um sinal de que o agora é eterno
e o futuro, ainda por decifrar.
Em cada partícula, há uma história não contada,
um universo pulsante de possibilidades latentes,
onde a matéria se faz verso e a energia, refrão
de um cântico que transcende a lógica do olhar.
Não há fronteiras entre o ser e o nada,
apenas a dança contínua dos elementos
que se entrelaçam como pensamentos
na imensidão de um cosmos que se recria a cada sopro.
As ideias fluem como rios sem destino,
modelando pontes entre o que é e o que pode ser,
num diálogo silencioso entre o intangível
e o palpável, onde o querer se transforma
na matéria bruta da realidade.
E a mente, esse espaço em constante mutação,
se expande para abarcar horizontes inéditos,
desafiando o próprio conceito de limite.
Há, na cadência das estrelas, um compasso
que não se faz medido por relógios ou calendários,
mas pela sutileza de cada respiração,
pelo encontro espontâneo entre o sonho e o despertar.
E assim, o universo se revela em fragmentos
de pura possibilidade, onde cada suspiro
é uma nota em uma sinfonia sem partitura,
um convite para que o ser se reinvente.
Quebrar as barreiras do conhecido
é mergulhar no oceano profundo da incerteza,
onde o risco e a descoberta se fundem
num único impulso, num salto de fé
que reescreve as regras do existir.
Não há verdades fixas, apenas o movimento
incessante de transformar o que foi em novo,
de encontrar, no caos, a ordem que se oculta.
E se a razão, por vezes, se mostra insuficiente,
que seja então a intuição a bússola do espírito,
guiando-nos pelos caminhos inexplorados
da imaginação e da contemplação.
Pois cada pensamento é uma semente
de um futuro que ainda se faz presente,
um reflexo do universo que se recria
no mistério de um agora que nunca se repete.
Neste manuscrito do infinito,
onde a existência se desdobra em versos silenciosos,
a cada página virada, surge o convite
para que o ser se descubra e se renove,
para que o enigma do próprio estar se descifre
na simplicidade de um momento,
na grandiosidade de um suspiro compartilhado
com o cosmos em sua eterna dança de possibilidades.
É quando você faz silêncio que você escuta a voz de Deus, é quando você reconhece que não tem forças que ele te levanta.
No eco do silêncio, a certeza se faz presente,
Jamais ouvirei sua voz, nunca mais suerei seu olhar cintilante,
Perdido está o encontro que um dia nos uniu,
Em um horizonte distante, desvaneceram-se os momentos a sós.
Nunca mais sentirei o toque da sua mão,
O aroma que me embriagava, já não mais virá,
Os abraços que acolhiam meu ser, agora são lembranças vãs,
E as palavras trocadas, perdidas no vento, sem direção.
O sol se põe sem sua presença ao meu lado,
A praia testemunha a ausência do seu sorriso radiante,
Tudo se transformou em um eterno "nunca mais",
E no vazio que restou, ecoa a melancolia do adeus.
Há dias em que o silencio é o melhor remédio. Assim como há dias em que sua voz é a cura para meus problemas.
Minha voz, ferida e firme,
rasga o silêncio das telas frias,
onde almas se perdem na superfície, e o vazio dança disfarçado. Palavras são flechas lançadas na sombra da indiferença.
