Vou Morrer
Eu nunca desisti de você, mas assisti em silêncio enquanto você deixava o nosso amor morrer. Minha luta não foi suficiente para salvar o que você parou de regar.
Sim, vamos todos morrer e ser esquecidos. Mas entre agora e a morte, podemos amar, criar, lutar, construir. O niilista enxerga só a morte. O humanista enxerga o "entre".
Jesus morreu por nossos pecados? Que conveniente… morrer apenas por 3 dias e virar um deus eterno. Eu faço melhor, eu morro todo dia de tédio e raiva com essa farsa.
A rigidez cognitiva do conservadorismo é o museu onde a inteligência vai para morrer; enquanto a ciência, a arte e a filosofia exigem a destruição das tradições para existir, o conservador permanece estático, incapaz de processar qualquer ideia que não tenha sido mastigada há dois séculos.
Um ser imortal não pode se sacrificar de verdade: quem pode morrer infinitas vezes nunca perde a vida, logo, Jesus nunca se sacrificou pela humanidade!
Embora eu não experimente mais o amor quando morrer, o amor provavelmente continuará vivendo sem mim
Todo homem está predestinado a morrer. Portanto, o livre-arbítrio concedido por Deus é uma falácia da Bíblia.
"Viver de aparências é o jeito mais rápido de morrer por dentro. Prefiro ser julgada por ser quem eu sou do que ser amada por uma personagem que eu cansei de interpretar."
SerLucia Reflexoes
“A pergunta ‘o que será do meu filho quando eu morrer?’ envelhece junto com muitas mães atípicas.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
O objetivo da guerra não é morrer pela pátria, mas fazer o inimigo morrer pela dele.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…
É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.
Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.
Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.
E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.
A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.
Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.
A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.
A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!
Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!
