Vou Morrer
O sentido da vida é a morte. Nascemos para morrer e seguimos em direção a esse destino. Mas o que nos leva até ele são as escolhas que fazemos em vida. Cada escolha gera consequências, e essas consequências se tornam nossas lições.
O que aprendemos ao longo da vida é o que deixamos quando partimos. E, no fim, o que realmente fica não são bens ou conquistas, mas os afetos que espalhamos pelo caminho.
De qualquer forma, sua vida acaba e você morre.
A verdadeira questão é: você vai morrer fazendo a vontade dos outros, seja da família, dos amigos ou da sociedade em geral, ou vai morrer vivendo as suas próprias vontades, seguindo o que realmente sente em seu coração, o que realmente deseja fazer e viver?
A vida é uma única oportunidade de viver de acordo com a sua essência, e muitas vezes nos perdemos tentando atender às expectativas externas, esquecendo-nos de que o tempo não volta. Viver de acordo com os próprios desejos e escolhas, com espontaneidade, é o que verdadeiramente nos conecta ao sentido mais profundo da nossa existência. No fim, o que importa é saber que, ao olhar para trás, você fez as escolhas que realmente sentia vontade, não as que os outros esperavam de você.
Há algo profundamente trágico em existir apenas pela metade.
Em possuir asas e morrer rastejando para caber no medo de quem nunca suportou ver alguém voar.
Porque o tempo perdoa erros, quedas e desvios…
mas dificilmente absolve uma alma que traiu a si mesma todos os dias da própria vida.
FE CONFIANCA Dignidade propósito E AMOR.
Não desista.
Porque desistir e morrer
Nao me importo com pedaços eu concerto.
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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Floresça depois das tempestades, crie raízes onde a vida tentou te arrancar e deixe morrer em você tudo aquilo que já não merece permanecer. Há recomeços que nascem em silêncio, quando a alma finalmente entende que também merece florescer.
“Ele estava indo morrer… Mas não deixou o filho perceber. Porque às vezes, ser pai… é sorrir com um tiro engatilhado nas costas.”
"Existem versões de mim que ninguém conheceu, porque algumas precisaram morrer para que eu pudesse continuar."
Não quero morrer e ainda sentir que não vivi, que não vivo o que me pertence.
É como se essa vida não fosse minha.
Pois que caralhos eu tô fazendo?
De quem é essa vida, então? De quem?
E quem é esse ser que existe dentro de mim, que quer viver algo que eu não sei, que eu desconheço?
Pode alguém se desconhecer de si?
"Os pais não morrerão pelos filhos, nem os filhos pelos pais; cada qual morrerá pelo seu próprio pecado."
Deuteronômio 24:16
