Vou Morrer

Cerca de 31758 frases e pensamentos: Vou Morrer

⁠Abandonar o meu filho é quase como morrer.

Inserida por pensador

⁠Morrer não é ir embora dessa vida, morrer é não ficar no coração dos que amamos depois que a nossa vida física termina nessa Terra.

Inserida por ednafrigato

⁠Sobre a vida: vivemos como se nunca fôssemos morrer e, quando morremos, se não deixamos marcas seja na vida de alguém, seja alguna contribuição social, morremos como se nunca tivessemos vivido.

Inserida por SILVIAIOP

⁠o que é o inferno?

É morrer de amores por alguém que pertence a outro céu.

Inserida por eraldocosta13

⁠O corpo começa a morrer no dia em que alma começa a perder a esperança

Inserida por hanna_beatriz_matos

⁠Do livro ainda não escrito: As sete vidas do amor

Um desejo ardente
De encontrar novamente
Um olhar que seja presente

Determinado inconsciente

Pra preencher o vazio na alma
Que só um amor de verdade acalma

O beijo que reanima a vida
Que faz ela de fato ser divina

Se entregar anestesiada
Sem lembrar que o último só trouxe dor

E assim mais uma vez tentar não morrerdeamor.

Inserida por GizelliMoulin

⁠Quando eu era criança, tinha cinco ou seis anos, perguntei a minha mãe se ela ia morrer, não conseguia me imaginar sem mãe..
Ela olhou pra mim , me abraçou e disse:
Fique tranquilo, eu vou viver enquanto estiver dentro do seu coração "

Inserida por MiltonCavalcanti26

⁠Insensato coração.
O que me resta então,
Senão...
Morrer.

Inserida por EdduLara

⁠É impressionante como o amor do nada nasce, se mantém vivo mesmo sem ser alimentado, às vezes, por anos e do nada também, um belo dia morre.

Inserida por ednafrigato

⁠A vida é um mistério: a gente nasce sem saber de onde veio e morre sem saber pra onde vai.

Inserida por ednafrigato

⁠Esteja concentrado aqui e agora, e, nesse momento único, será capaz de conhecer a vida em suaeternidade.


"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"

Inserida por RuiMiguel

⁠A Jornada da Existência: Um Círculo de Coragem e Renovação.

Por: Alexandre Aniz!

A existência é, desde seu princípio, um mistério intrincado e um desafio constante. Antes de sermos plenamente, já enfrentamos nossa primeira prova: a disputa silenciosa, mas feroz, pela oportunidade de existir. Nesse instante primordial, não éramos mais do que potencial. Contudo, é justamente nesse potencial que reside a centelha do que nos tornamos — uma essência que, ao vencer o caos inicial, comprova sua vocação para o desafio.

No ventre, somos uma ideia em formação. Isolados e vulneráveis, somos protegidos por um ambiente que nos prepara para o mundo, mesmo sem jamais nos dar garantias. Esse período de gestação não é apenas biológico, mas simbólico: uma metáfora para todas as vezes na vida em que precisamos nos recolher, nos fortalecer e nos moldar, antes de encarar o desconhecido.

O nascimento marca o primeiro grande rompimento. Saímos de um espaço seguro para um mundo que desconhecemos, e a dor do primeiro respiro nos ensina uma verdade irrevogável: a vida exige esforço e, muitas vezes, dor para que possamos realmente vivê-la. É curioso como a própria existência celebra esse momento com uma ambiguidade única — o alívio do choro que confirma a vida e o desconforto do novo que nos acolhe.

Crescemos, e cada etapa da infância é uma lição disfarçada de instinto. Aprender a sustentar o próprio corpo, a engatinhar, a andar, a cair e a levantar — são atos que parecem simples, mas carregam um simbolismo profundo: a resiliência natural que nos impele a tentar, sem questionar o porquê, apenas movidos pela necessidade de continuar.

Mas, ao longo da jornada, o peso do conhecimento começa a nos moldar. Aquilo que nos impulsionava sem hesitação, a inocência do desconhecido, dá lugar à dúvida. Compreendemos a dimensão da queda, a dor do fracasso, e a consciência da opinião alheia começa a projetar sombras sobre nossas decisões. Tornamo-nos, aos poucos, reféns de nossos próprios medos, de nossas incertezas, e da ideia de que somos definidos por aquilo que os outros veem.

A grande lição da maturidade, então, é resgatar a pureza da coragem que nos fazia seguir adiante na infância. É aceitar que o mundo nunca será plenamente compreendido, que o desconhecido sempre estará presente, mas que a vida não acontece na certeza. Ela floresce, sim, na tensão entre o medo e a coragem.

Enfrentar a solidão da existência é um ato inevitável, mas não um fardo. É, na verdade, uma celebração da liberdade que nos é concedida: nascemos sozinhos, partiremos sozinhos, mas, entre esses dois extremos, temos a chance de construir conexões, legados e significados que transcendem nossa individualidade.

Se as palavras do mundo externo nos ferem, cabe a nós decidir como reagir. O julgamento pode ser uma lâmina ou uma ferramenta — e o poder de escolha está em nossas mãos. No entanto, mais do que isso, está em nossas mãos a decisão de viver plenamente, não como uma concessão ao que é esperado de nós, mas como um ato de afirmação do que realmente somos.

Ao final de tudo, a vida não é uma linha reta, mas um círculo. Retornamos à fragilidade do início, mas agora com o peso da experiência. E é nessa fragilidade que reconhecemos a essência do viver: não é o acúmulo de conquistas que nos define, mas a coragem de existir, de enfrentar o ciclo contínuo de desafios e renascimentos.

A vida, portanto, é um convite irrecusável à transformação. É o ato contínuo de nos tornarmos, não algo perfeito, mas algo pleno. E, no final, o que permanece não é o que conquistamos, mas a intensidade com que ousamos viver, amar, criar e transformar.

Inserida por Aniz

⁠Vivemos constantemente em busca de um momento em que não seja possível a morte.

Inserida por dikson_vidal_vieira

⁠somos todos adubos da terra para um novo jardim
mas não é bom morrer jovem

Inserida por FranciscoPensador

⁠O realista nada mais é do que um materialista desiludido, aprisionado pela frustração de seus próprios limites. Um sonhador que se deixou morrer.

Inserida por evermondo

⁠Assim como um sapo que vai se adaptando a água quente de uma panela até morrer, a sociedade tem se adaptado as coisas más deste mundo até que um dia será tarde demais.

Inserida por RenatoCordeiro

⁠A última das liberdades se chama 'MORRER', pois, esse mundo tenta nos APRISIONAR de várias maneiras, desde a cultura até à espiritualidade.
Talvez exista algum ser humano na Terra que não esteja em algum tipo de prisão.

Inserida por DiegoNeri

⁠GERALMENTE
Geralmente se pensa que a vida... Geralmente se pensa que uma dor... Geralmente se pensa que um momento... Geralmente se pensa que o amor...
Geralmente se pensa... e um pouco se morre.

Inserida por Fastefani

⁠Estar lúcido, como se estivesse para morrer é olhar para a vida e temer não vivê-la, é olhar para o mistério de viver e escolher desvendá-lo.

Inserida por DeyvisonLeandro

⁠A morte me espera na esquina (Alessandra Bione)

A morte me espera na esquina, paciente.

Como um amante resignado que espera que seu amor se apronte para um encontro fortuito, ela espera.

Não olha o relógio ou o telefone, mas aguarda olhando o céu azul. E quando chove, sente os pingos latentes escorrerem-lhe sobre a pele em direção ao chão.

Enquanto corro de um lado para o outro inquieta, ela aguarda tranquila.

Algumas vezes, enquanto sigo errante em sua direção, nossos olhares se encontram e ela sorri.

Em meio ao turbilhão que é a vida, uma parte de mim anseia borbulhante o momento em que ela me estenderá a mão e não poderei ignorar seu chamado.

Ela, então, solene e determinada, me levará amorosamente ao encontro de meu destino traçado desde os tempos imemoriais.
Escrito onde o tempo não existe por que quem escreveu não se submete.

A morte me espera na esquina.

Lembrando-me ao longe que a cada dia estamos mais perto de nós encontrar.

E se der tempo, deixarei um bilhete aos que ficam que dirá:
Vou na frente. E atrás de quem foi antes de mim. Saltitante em direção ao mistério inexorável que a todos nós espera. Chorem o até breve, celebrem o até aqui.

A morte me espera na esquina.

Ora, dona Morte, aguarde só mais um pouco. Já, já calçarei meus sapatos lilases de salto anabela e, quase correndo, ou me arrastando, finalmente, estaremos juntas para o o pré evento de meu dia mais feliz.

Alessandra Bione (19/12/23)

Inserida por alessandra_paes