Vou dar Volta ao Mundo
Algumas coisas nunca mudam,
as outras somos nós, querida,
então, pastor, de volta ao silêncio,
trilha de estrelas sem fim,
guiando minha mente dentro da escuridão,
por favor, me dê um minuto sozinho,
"o último a sair apaga a luz",
levantei a mão e disse: "eu",
uma alma trancafiada num corpo,
"i lie just a little when i say i need you",
tudo confuso, tudo bugado outra vez.
DISTÂNCIA.
Quando se ama, não há¡ distância,
Não se conta tempo, todo tempo é tempo,
Volta-se aos bons tempos, como alegres crianças,
E se amam, perdidamente, a cada instante e momento.
É uma espécie de ansiedade,
Que dói e que faz sofrer,
Pois a maior dor da saudade,
É a distância e o desejo de se ver.
São dois corações que sofrem,
Que choram constantemente,
No silêncio e em segredo,
A falta do amor ausente.
Ai se vê a distância,
E a saudade apertar,
No peito bate a ânsia,
E a vontade de voltar.
Seja longe seja perto,
São dois corações partidos,
São dois corações abertos,
São dois corações sofridos.
É um sentimento de ausência,
Como oásis num deserto,
Mesmo longe sinto perto,
Seu amor, sua presença.
Saudade que dói e sente
Saudade que dói e chora,
Ela será mais presente,
No dia em que você for embora.
Prazo de validade
Há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar
Ser romântico no início raramente é um problema. O problema é ser romântico no fim – recusar-se a perceber que as coisas acabaram, persistir, contrariar a realidade, a inteligência e os próprios sentimentos. Não interessa se é uma semana, um mês ou se são 10 anos depois do primeiro beijo. Quando as coisas terminam, deveríamos ser capazes de perceber e aceitar. Raramente é o caso. Nos recusamos, coletivamente, a reconhecer o prazo de validade de sentimentos e relações. Queremos que durem para sempre.
Há um paradoxo aí. Aquilo a que nos apegamos no final nada tem a ver com a beleza do que sentíamos no início. O encantamento pelo outro sumiu. O desejo tomou um ônibus e foi morar em Barra do Piraí. A paciência, o carinho, o prazer de estar perto do outro quase desapareceram. Os planos estão cada vez mais turvos, enquanto as conversas se tornam cada vez mais ásperas. Ainda assim, nos agarramos. A quê? Provavelmente ao pavor da solidão e a suas implicações sociais, que não são pequenas.
Nessas horas, sinto que nos falta coragem e memória. Coragem para saltar no escuro insondável do futuro. Memória para lembrar que já fizemos isso antes, dezenas de vezes, com enorme sucesso, desde que éramos bebês e começamos a nos aventurar longe do colo da mãe. O mundo sempre foi uma sequência misteriosa de deslumbramentos e decepções que se renovam. É preciso acreditar e caminhar. De certa forma, há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar.
Uma das coisas que acontecem quando perdemos contato com o amor é secretamente deixarmos de acreditar nele. Afundados na rotina insípida da sobrevivência emocional, ou mergulhados na solidão brutalizante, passamos a dizer a nós mesmos que aqueles sentimentos de exaltação e esperança que chamamos de amor não existem. A lembrança da existência deles é tão dolorosa que preferimos negá-la. Tratamos o assunto como ilusão, imaturidade, pieguice. Nos esquecemos, espantosamente, que um mês antes, um ano antes, dez anos antes, nos sentíamos apaixonados – e não pela primeira vez. Perdemos a memória de um sentimento que deveríamos cultivar com carinho. Ela nos permitiria comparar. Também poderia nos guiar quando fosse a hora de procurar de novo.
Como saber que essa hora chegou? Cada um tem seu jeito de perceber.
Há quem use o termômetro do desejo: acabou, já era. Mas o desejo pode ser vítima de um zilhão de circunstâncias alheias ao relacionamento. Às vezes, basta um fim de semana tranquilo para renová-lo. Como saber? Outros usam o carinho, tão essencial no dia a dia de quem vive próximo. Mas ele está sujeito aos diferentes temperamentos e humores de nossa vida profissional e familiar. Há que levar em conta essas circunstâncias. Muitos se fiam na queda nos padrões de paciência e no outro lado da moeda, a irritação com o outro. É um bom teste, mas poucos casais que partilham a intimidade há muitos anos resistiriam a ele. Rabugice passa a ser quase uma norma.
Não é fácil. Mais simples, acho, é captar o conjunto da obra e os sinais emocionais que ela nos manda.
Quando o olhar do outro não nos comove mais, quando seu corpo não nos diz mais nada, quando ouvir não é mais um prazer, quando falar parece um cansaço inútil, quando a beleza que se via antes não se acha, quando a personalidade vira resmungo, quando chegar em casa parece um saco, quando sair para encontrar torna-se um fardo, quando já não se ri, já não se enternece, já não se tem vontade de chorar na despedida, parado na esquina, abraçados – bem, então talvez tenha chegado a hora de acabar e começar de novo. Cheio de dor, cheio de esperança, cheio de medo e excitação pelo futuro que há de vir.
Ivan Martins para Rev.Época
se voce pensa que as pessoas que estao a sua volta sao loucas, olhe bem e entenda o porque esta envolto delas, isso chama - se afinidade uma das grandes leis do universo!
Pra quê se mutilar?, vê se aprende
com o erro, e volta a jogar
A vida é um caminho, basta você trilhar
O caminho é longo, então levanta logo
e para de chorar, vamo caminhar.
E é com fé que devemos lutar. !
Por volta de 2005 ou assim, tornar-se-á claro que o impacto da Internet sobre a economia não tem sido maior do que o impacto das máquinas de fax.
Quanta saudade, Quero você aqui,
Quanta distancia, Vem pra mim,
Que falta me faz, Volta pra mim,
Desta vez pra ficar.
Como posso me colocar de volta (juntar as peças) com as mãos trêmulas e este horrível sentimento vazio, nada parece mais real e não importa o quanto eu tente, eu não posso lavar as manchas vermelhas da pia muito menos manchas em meu coração
No meu reino, a minha palavra não volta atrás. Mas, eu infringiria minhas próprias leis por alguns segundos , só para reviver aquele romance. #OTempo
A volta...
E a casa, continua lá
onde o lago guarda a água
e a natureza,
fez sua morada.
Cheguei bem cedo
e sentei, no mesmo lugar
onde a solidão me abraçava
e no silêncio, falava.
Era o inicio da primavera
anunciando ser uma
das mais belas em tantos anos
que me aguardava sem pressa
porque só ela, sabia
que um dia, eu voltaria.
by/erotildes vittoria
Estou de volta! Depois de ficar Internada e respirando por aparelhos ;
Ouvir de Médicos que era chegado o fim . Mas a palavra final é de Deus .
Isso jamais esquecerei.....
"E lá vai você num suspiro de volta pra casa
sem saber o que quer... indecisa e teimosa
mal sabe que alguém pensa em você antes de dormir
coisa de louco né?
O tempo mostra coisas incríveis aos sábios, mas ao
desapercebido mostra o que ele não quer ver..."
Jan(eu)ce é intertextual
Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.
Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.
Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…
Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.
Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…
Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?
Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.
“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“
Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!
Acredito no amor
Olhei me para trás
Um caminho lindo
Cheio de amor e carinho
Que não volta mais
Um sentimento verdadeiro
Sinto por ti ainda
Uma paixão inesquecível
Que me tornou sensível
Não consigo acreditar
Que agora te perdi
Meu coração esta machucado
Hoje o destino pois se a nos separar
Más minhas esperanças não perderei
Que um dia de novo te terei.
- Relacionados
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
- Textos de volta às aulas para um começo brilhante
- 127 frases de viagem inspiradoras para quem ama explorar o mundo
- Frases de volta por cima para recomeçar com força
- Frases para refletir e mudar a forma de enxergar o mundo
- Frases sobre política para transformar sua visão do mundo
- Dar Valor
