Vontade de te ver nem que Seja de longe
Morro de vontade de ti e isto leva-me à exaustão à hora de dormir pois a mente sempre fica a inventar clima de paixão e durmo sossegado porquanto ao lado fica o seu amor.
O meu desejo faz o amor por ti crescer à medida do teu, assim, a vontade enorme de derrubar obstáculos colossais para a satisfação deste desejo de querer no teu segredo entrar e habitar.
Esta vontade voraz de te possuir anestesia-me os sentidos e atinge o auge com a vontade de se entregar sem retrucar, a morte fica pequena e a voz da consciência que se impõe é vencida pela paixão. Esta paixão que não se explica e esconde o verdadeiro amor, faz-se perigosa.
Rasgam-se as nuvens no céu estrelado,
invade-se a vontade de gritar,
o Sol mantém-se ao longe... calado,
ouvindo o som do belo luar.
A fada desperta do sono encantado,
com a sua harpa de sonho a tocar,
o sol dormindo... sonha deleitado,
vislumbrando ao longe um novo acordar
Surge então um novo céu... a nevar
de noite e durante a madrugada,
O sol mantém-se coberto a sonhar
com estrelas e com a sua amada...
Ouve-se ao longe um galo a cantar,
adivinha-se o nascer de um novo dia,
A lua vai-se embora a chorar,
mas o Sol... desperta com alegria.
De um novo recomeçar
Bebi 3 copos de vinho
E estou aqui esperando vc
Nesse recomeçar,!!!
Autor super desconhecido
Poema Papel
É como não poder voar...
chorar sem querer...
e quando a vontade aparecer não conseguir chorar...
é a mais pura vontade de crescer...
os sons já não se importam mais...
a tristeza de alguém que não consegue ver...
é a perspectiva que perto está...
e só faz a ansiedade aumentar...
será... que deve ser a vida como ela é...
e se todos nós vivemos de sonhos...
é como não precisar acordar...
viver o presente por ações futuras...
ou não saber viver...
É como não poder voar...
Glory to God
A minha voz transformo em música,
Canto a vontade de lutar,
Expresso esperança,
Vejo brilho nos olhos de uma criança.
No sorriso levo atitude.
Decidi a Ti amar,
Encarar a vida sem medo de errar,
Aprender a perdoar...
Pedir por favor, lhe entregar uma flor,
Fazer amizades, viver sem idade.
A Deus faço louvor.
Sei que devo ser sempre melhor do que sou,
Viajar pelo mundo, e por onde for...
Com o dom de cantar...
Canto por amor.
A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns.
Crianças no lixão é vontade do homem, é permissão de Deus, ou é livre o arbítrio delas mesmas?
A humanidade precisa ir além do conforto da espiritualidade e da virtualidade dos deuses. É preciso ir além da compaixão incondicional diante dos candelabros de ouros, é preciso sair da zona de conforto das orações e do comércio santificado de medalhinhas, é preciso menos demagogia e discursos doutrinários. A humanidade jamais chegará a igualdade, porém a prática do altruísmo seria uma forma de regrar os instintos naturais do egoísmo humano. Deus? Deus continua sendo Deus olhando para as crianças.
A. V.
Todas as tardes que sentir
A vontade de chegar
Só prá te ver
Nessas horas
Ao te ver
Somente tive que partir
Para pode fugir!
Com medo
Não pode sentir
O seu jeito de sorrir
Todas as loucuras que já fiz
Ao te ver
Me arrependir!
Nessas horas
Ao te ver
Só pude desistir
De não querer sonhar!
Perto de você é pura luz
Somente luz
Todas a tardes
Ao te ver
Descobrir outro jeito
De te ver
Vontade louca!
Vontade de não resistir
Essa tarde eu percebir
Que para um dia te ter
É preciso
Eu partir
"Em tempo de espetáculo as mentes não são usadas com própria vontade, são manipuladas com luzes e sons a pensarem como e contra sí mesmas".
Indiferença
Já vi pessoas partirem por opção, sem vontade, por necessidade, pela morte e até por obrigação. A dor da perda é diferente, por dói da mesma maneira, é aqla q machuca, que fere, que tranca seu peito num manicômio e te trás p vida que vc nunca enfrentou. Independente de ser amigo, família ou apenas conhecido, dói a perda. Porém perda pior é aqla na qual a pessoa ainda está ali, e não está ao mesmo tempo, indiferença, nossa como isso dói, isso maltrata, fere e te faz pensar se alguma das suas ações foi inconveniente, porém enqnto não tem clareza não se muda muito, não se tem bem oq fazer. A dor ela passa, ela some, mas oq fica nunca é bom. Então sempre meça a sua dor antes de qualquer decisão, essa é a diferença entre ir pro caminho certo ou não
"Que rasgue a Vaga
A fúria que invade a alma,
Perante o destino que zarpa,
Vontade na proa.
O Leme leva a bom porto,
A bombordo ou estibordo
Só pela fúria do vento,
Se ultrapassa a tempestade,
Vela do tempo,
Largada em porto seguro,
Avançar para alto mar,
Desafiar o futuro"
CORPUS CRÍTICOS
Hoje acordei com vontade de escrever um pouco (mas pouco mesmo).
Talvez não devesse porque, geralmente, o silêncio é mais sábio e mitiga os riscos de alguma inconsistência.
Mas, afinal, viver é estar constantemente em risco: de adoecer, de morrer e até – pasme-se – de acertar!
Num mundo onde temos uma tendência, talvez natural, de olhar mais para o externo, de julgar, de lançar palavras, de vociferar o que quer que se escute, onde a radioatividade ganha força se o “veneno” for bom, deixando raquítica nossa autocrítica e socrática análise! Pego “aqui carona em fragmentos de um princípio paradoxalmente singular e coletivo - TODOS SOMOS UM SÓ:
“Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Ansiamos amar o próximo,
Mas não amamos a nós mesmos.
Percebo Brahman em tudo,
Mas não percebo a mim mesmo.
Percebo tudo o que está fora,
E não o que está dentro.
Somos todos um só,
E fragmentos de nós mesmos.
Não aceitamos nossa arrogância,
Não aceitamos nosso orgulho,
Somos vários em nós mesmos. [...]”
Pois bem: comungamos o pão e o vinho neste plano terreno, representações simbólicas, respectivamente, da matéria e do espírito!!!
Sob tais aspectos, aliás, poderia dizer que minha nutrição espiritual estaria em alta!!!
Brinco - em verdade brindo - porque o bom humor auxilia a desarmar os espíritos!!!
Brincadeiras à parte, bem verdade que tanto corpo como a própria vida moderna dependem, em alguma medida, da matéria: seja para a sobrevivência física ou mínima dignidade social.
Várias vezes ouvi que homem de barriga vazia não tem liberdade.
Não discordo!
Mas homem com espírito vazio também não!
Respeito quem discorde!
Tenhamos nós maior ou menor riqueza – na dupla simbologia dantes reportada – o fato é que devemos buscar o aperfeiçoamento e este só abrirá caminho quando sentirmos, SINCERAMENTE, necessidade de nos fazermos seres melhores.
É sabido que ninguém é o dono da razão, porém, não é apontando às imperfeições alheias que acharemos uma justa medida para a evolução!
Faz-se necessário focar naquilo que depende de nosso próprio empenho e que também está ao nosso alcance realizador.
Lugar comum, mas sempre olvidado, as realidades são feitas das conquistas de pequenos sonhos e, salvo raras exceções, vão se assomando conforme a escalada que torna todo esforço enaltecedor.
Foquemos os “olhos” MAIS para estendermos as mãos e muito, mas muito, MENOS, quando for para ceder às tendências sorrateiras do julgamento hipócrita, geralmente, daqueles que não têm a mesma coragem de “arriscar” empreitada alguma (certo que aqui já me traio com uma capa preta)!
Miremo-nos mais nos bons exemplos, exaltemos as virtudes, rendamos graças à vida e à capacidade para buscar a compreensão de que estamos – TODOS - unidos de alguma forma, sendo que o que fazemos - de MELHOR ou de PIOR - acabará por refletir-nos de algum modo: como um farol ou nos cegando!!!
Encerra-se mais esse devaneio que se espera tenha valido a pena aos corajosos leitores, parafraseando o Livro mais “vendido” (isso é outra história) no mundo:
“O cálice da bênção que abençoamos é a comunhão do sangue de Cristo? Acaso o pão que partimos não é nossa participação no Corpo de Cristo? Como há somente um pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos do mesmo pão” (1 Cor 10, 16-17).
Enfim, reflitamos e transformemos nosso “Corpo Crítico” em “Corpo Autocrítico”!!!
