Vontade

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Hoje eu acordei com vontade chupar sorvete de fogo


Depois percebi que acordei de fogo com vontade chupar um sorvete

... a vontade
do nosso Criador está perfeitamente
ajustada aos nossos mais justosquereres — ao que,
por nós absorvido e aplicado,nos aperfeiçoe — pois, como acentuou Jesus, o Cristo: "tudo é possível
àquele que crê", sobretudo,quando alinhado
a princípios que já nosmostremos
capazes de sustentar
e viver! ⁠

Você pode até me achar fraco por sumir, mas lutar contra a vontade de te ver exige uma força gigante.

Tem dias que eu acordo com tanta fome, que só de pensar na comida, perco a vontade de comer.

O maior perigo do narcisismo religioso é quando a pessoa confunde a vontade de Deus com os seus próprios caprichos.

A ROUPAGEM DOS ESPÍRITOS: O FLUIDO CÓSMICO, A VONTADE CRIADORA E A APARÊNCIA TANGÍVEL DO PERISPÍRITO
UMA INVESTIGAÇÃO ESPÍRITA SOBRE A FORMA, A MATÉRIA SUTIL E A AÇÃO DO PENSAMENTO NO MUNDO INVISÍVEL.

NOTA: - INDISPENSÁVEL BUSCAR A QUESTÃO de número 100 de O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ESCALA ESPÍRITA. Para uma compreensão melhor quanto ao grau evolutivo do Espírito e seu livre-arbítrio condicionado a esta evolução.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre os temas profundos e mais estudados oferecidos pelo Espiritismo encontra-se aquele que procura responder a uma antiga pergunta: como se apresentam os Espíritos após a desencarnação? Se o Espírito não possui mais o corpo físico, de onde vêm as vestes, os objetos, as formas e até mesmo certas características visíveis nas aparições espirituais?
A Doutrina Espírita, através das pesquisas conduzidas por Allan Kardec e dos esclarecimentos posteriormente desenvolvidos por Léon Denis, apresenta uma explicação que ultrapassa as concepções tradicionais: o Espírito não utiliza roupas confeccionadas por processos materiais semelhantes aos da Terra. Ele age sobre elementos sutis da criação, utilizando o pensamento e a vontade como forças modeladoras.
A aparência espiritual é, portanto, uma expressão da inteligência, da memória e da vontade do ser imortal.
O FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL: A MATÉRIA-PRIMA DA CRIAÇÃO ESPIRITUAL.
Allan Kardec, em A Gênese, capítulo XIV — Os Fluidos, estabelece a base para compreender os fenômenos do mundo invisível:
“Os fluidos espirituais, que constituem um dos estados do fluido cósmico universal, são, a bem dizer, a atmosfera dos seres espirituais; o elemento donde eles tiram os materiais sobre que operam; o meio onde ocorrem os fenômenos especiais, perceptíveis à visão e à audição do Espírito, mas que escapam aos sentidos carnais...”
Essa definição apresenta uma verdadeira mudança de perspectiva. Kardec não descreve um universo espiritual imaginário ou simbólico, mas uma realidade composta por elementos sutis, imperceptíveis aos sentidos físicos, porém reais para os habitantes do mundo espiritual.
O fluido cósmico universal seria, dentro da compreensão espírita, o elemento primordial de onde procedem todas as formas da criação. Ele é para o Espírito aquilo que a matéria comum representa para o homem encarnado.
Entretanto, existe uma diferença fundamental: enquanto o homem transforma a matéria através de instrumentos físicos, o Espírito atua diretamente por meio do pensamento e da vontade.
A mão é o instrumento do corpo.
O pensamento é o instrumento do Espírito.
Pela ação mental, o Espírito imprime direção aos fluidos, combina elementos, modifica propriedades e organiza estruturas que podem apresentar forma, cor, densidade e características específicas.
O mundo espiritual seria, assim, uma grande oficina onde a inteligência atua diretamente sobre a matéria em seus estados mais sutis.
O PENSAMENTO COMO FORÇA CRIADORA NO MUNDO INVISÍVEL.
Em O Livro dos Médiuns, no capítulo VIII — Do Laboratório do Mundo Invisível, Kardec analisa fenômenos que demonstram a capacidade dos Espíritos de agir sobre elementos fluídicos.
O princípio apresentado é profundo: o Espírito não necessita fabricar objetos utilizando ferramentas materiais. Basta a força da vontade associada ao pensamento para produzir determinadas formas.
No plano espiritual, pensamento e realidade encontram-se intimamente relacionados.
O Espírito que conserva uma imagem mental muito intensa pode exteriorizá-la através dos fluidos que envolvem sua individualidade.
Por isso, muitos Espíritos aparecem com a aparência que possuíam durante a última existência terrestre. Não significa que estejam presos biologicamente àquele corpo, mas que a imagem espiritual conservada pela memória e pela vontade encontra meios de manifestar-se.
O Espírito pode apresentar-se com a aparência de sua juventude, de sua maturidade, ou ainda conservar sinais característicos pelos quais será reconhecido.
A forma espiritual torna-se uma linguagem.
O PERISPÍRITO: O CORPO SUTIL DO ESPÍRITO.
Entre o corpo físico e o Espírito existe, segundo o Espiritismo, o perispírito — envoltório semimaterial que serve de ligação entre o Espírito e a matéria.
É através dele que o Espírito atua sobre os fluidos e manifesta sua individualidade.
O perispírito não é uma veste pronta recebida após a morte. Ele é um organismo espiritual capaz de absorver, modificar e exteriorizar elementos fluídicos conforme o pensamento e a vontade do Espírito.
Assim compreendemos a explicação dada pelo Espírito de São Luís a Allan Kardec no episódio conhecido como o da caixa de rapé.
Perguntado se o objeto que aparecia durante o fenômeno era uma ilusão ou possuía alguma realidade, respondeu:
“Certamente. É com o auxílio deste princípio material que o perispírito toma a aparência de vestuários semelhantes aos que o Espírito usava quando vivo.”
Kardec explica que o Espírito não encontra roupas previamente fabricadas no mundo espiritual. Ele cria a aparência através da manipulação dos fluidos.
Da mesma forma que cria, pode desfazer.
A TANGIBILIDADE DOS OBJETOS ESPIRITUAIS.
O fenômeno torna-se ainda mais extraordinário quando Kardec questiona sobre a possibilidade de um objeto espiritual possuir características materiais.
No diálogo sobre a caixa de rapé, pergunta-se:
— Poderia alguém segurá-la acreditando estar segurando uma caixa verdadeira?
A resposta é afirmativa.
Pergunta-se ainda:
— Se fosse aberta, haveria rapé em seu interior? Poderia esse rapé provocar efeitos físicos?
A resposta igualmente confirma essa possibilidade.
O ensinamento é profundo: a ação espiritual não se limita à aparência externa. O Espírito pode imprimir aos fluidos determinadas propriedades capazes de produzir sensações e efeitos semelhantes aos da matéria comum.
Isso explica relatos de manifestações espirituais acompanhadas de perfumes específicos, associados à personalidade do Espírito comunicante.
Dentro da tradição espírita, existem relatos envolvendo médiuns como Francisco Cândido Xavier, em que determinadas manifestações eram acompanhadas de aromas característicos, interpretados como exteriorizações fluídicas.
JOANA D'ARC E A INTUIÇÃO SOBRE A VESTE ESPIRITUAL.
Um episódio histórico frequentemente citado em estudos espiritualistas é o interrogatório de Joana d'Arc durante seu processo.
O bispo de Beauvais, buscando confundir a jovem, perguntou-lhe se São Miguel aparecia desnudo.
A resposta de Joana revelou uma simplicidade profunda:
“Pensas que Deus não tem com que vesti-lo?”
Embora formulada dentro da visão religiosa de sua época, essa resposta apresenta uma percepção intuitiva: o mundo espiritual não estaria submetido às limitações materiais da Terra.
A espiritualidade, segundo o Espiritismo, confirma que os Espíritos podem revestir-se de formas adequadas à sua condição, aos seus pensamentos, aos seus hábitos e até aos seus valores estéticos.
A criação divina oferece recursos infinitos para que a inteligência espiritual se manifeste.
LÉON DENIS E A VONTADE COMO PODER TRANSFORMADOR.
Léon Denis, grande continuador do pensamento espírita, amplia esses conceitos em No Invisível e em O Problema do Ser, do Destino e da Dor.
Ele demonstra que a vontade é uma força fundamental na vida espiritual.
Segundo Denis, o Espírito pode reproduzir, através da ação mental sobre os fluidos, as formas e os objetos necessários para ser reconhecido.
As roupas, acessórios e elementos simbólicos presentes nas aparições teriam principalmente uma finalidade: facilitar a identificação.
O Espírito apresenta-se conforme a imagem que deseja transmitir.
Denis cita experiências em que manifestações produziram formas visíveis através da ação fluídica, como o caso de uma entidade que teria formado uma espécie de tecido de gaze diante dos presentes.
Também menciona o caso de Emma Hardinge, relatado pelo Sr. Colville, no qual a aparição teria se apresentado com uma vestimenta simbólica associada à sua juventude.
Esses relatos reforçam a ideia de que muitas aparições podem ser compreendidas como imagens mentais exteriorizadas e revestidas de consistência suficiente para serem percebidas.
A GRANDE LIÇÃO MORAL: A VESTE ESPIRITUAL REVELA A ALMA.
O estudo da roupagem dos Espíritos não é apenas uma curiosidade sobre o mundo invisível.
Ele revela uma profunda consequência moral.
Se o pensamento possui força criadora, compreendemos que cada Espírito constrói gradualmente sua própria realidade espiritual.
A aparência exterior no mundo espiritual estaria relacionada ao estado íntimo do ser.
O Espírito elevado utiliza os fluidos para expressar beleza, harmonia e amor.
O Espírito perturbado pode carregar consigo as marcas de seus desequilíbrios, não como condenação eterna, mas como reflexo temporário de sua própria condição interior.
A verdadeira veste do Espírito é, portanto, sua própria alma.
Os tecidos fluídicos podem ocultar ou revelar a aparência; porém, a realidade profunda permanece sendo aquilo que o pensamento e os sentimentos construíram.
CONCLUSÃO.
Os Espíritos não se vestem como os homens encarnados.
Não compram roupas, não costuram tecidos e não encontram armários preparados no mundo espiritual.
A roupagem espiritual é uma criação fluídica realizada através do pensamento e da vontade.
O perispírito funciona como instrumento intermediário dessa manifestação, permitindo ao Espírito atuar sobre o fluido cósmico universal e produzir formas, cores, objetos e características perceptíveis.
A veste espiritual possui duas grandes finalidades:
identificação e expressão.
O Espírito pode apresentar-se com a aparência que melhor permita ser reconhecido por aqueles que deixou na Terra, utilizando elementos de sua memória, sua história e sua personalidade.
A ciência espírita, ao estudar esses fenômenos, apresenta uma visão grandiosa: o universo não é apenas matéria organizada pelo acaso, mas uma criação dinâmica onde a inteligência espiritual participa continuamente da obra divina.
FONTES CONSULTADAS.
KARDEC, Allan. A Gênese — Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo. Capítulo XIV — Os Fluidos, itens 13 e 14.
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Capítulo VIII — Do Laboratório do Mundo Invisível.
KARDEC, Allan. Revista Espírita. Estudos e diálogos sobre manifestações espirituais e ação dos Espíritos sobre a matéria.
DENIS, Léon. No Invisível. Capítulo XX — Aparições e Materializações; O Vestuário dos Espíritos.
DENIS, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor. Capítulo XX — A Vontade do Ser.
Processo histórico de Joana d'Arc e interrogatório conduzido pelo bispo Pierre Cauchon de Beauvais.
Relato de manifestação envolvendo Emma Hardinge, citado por Sr. Colville.
Referências complementares: estudos de Ernesto Bozzano, William Crookes e Alexander Aksakof, além de relatos mediúnicos associados a Francisco Cândido Xavier.

"Quando a educação se torna profunda, ela não apenas ilumina a mente. Ela purifica a vontade."

"O homem caminha sob o impulso de uma vontade profunda e inquieta. Mas quando por um instante ele se detém diante da dor do outro algo em seu interior se aquieta como um jardim tocado pelo vento da tarde."

" O homem, em certos períodos de sua jornada, sente vontade de fugir do mundo. Não porque odeie a humanidade, mas porque descobre que muitos vivem sem verdade e poucos suportam escutá-la. A sinceridade, quando pronunciada sem máscaras, costuma encontrar resistência entre aqueles que preferem o conforto da aparência. "

A VONTADE QUE SUSTENTA OS MUNDOS.
" há pessoas que fogem de Deus como se pudessem fugir do átomo "
Autor frase e texto: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

O pensamento que afirma que há pessoas que fogem de Deus como se pudessem fugir do átomo contém uma densidade filosófica e psicológica de rara lucidez. Ele não se limita a uma crítica moral ou religiosa. Ele aponta para um dado estrutural da condição humana. A tentativa de negar o princípio que fundamenta a realidade não é apenas uma recusa intelectual. É um movimento psíquico de evasão diante do que é inevitável. Assim como ninguém escapa à estrutura íntima da matéria. Ninguém escapa ao princípio que a sustenta.
A formação dos mundos conforme apresentada pela tradição espírita descreve um universo ordenado por leis racionais e permanentes. O universo não é um acidente. A razão filosófica rejeita a ideia de que o todo se tenha produzido a si mesmo. Aquilo que existe de forma organizada pressupõe uma causa inteligente. Esta conclusão não nasce da fé cega. Nasce da lógica clássica já presente na metafísica antiga e reafirmada pela filosofia moderna quando trata do princípio de causalidade.
A resposta que afirma que o universo não pode ter-se feito a si mesmo reconduz o pensamento humano à humildade intelectual. A razão percebe seus limites e reconhece que há uma inteligência anterior às formas. A psicologia profunda confirma esse movimento. O ser humano que tenta negar toda transcendência frequentemente o faz para preservar uma ilusão de autonomia absoluta. Essa recusa não elimina o fundamento do real. Apenas gera conflito interior. A fuga de Deus manifesta-se como fuga do sentido. E a fuga do sentido gera angústia. Conforme demonstrado pela psicologia existencial. A negação do fundamento não liberta. Ela fragmenta.
A criação pela vontade expressa a ideia de uma inteligência que não age por improviso. A vontade aqui não é impulso. É determinação consciente. A imagem da luz que surge pela palavra simboliza a passagem do caos à ordem. Filosoficamente isso representa a passagem do indeterminado ao inteligível. Psicologicamente representa o nascimento da consciência a partir do inconsciente difuso. O ser humano revive esse processo interiormente. Toda lucidez nasce quando a mente consente em organizar o que antes era confuso.
A formação dos mundos pela condensação da matéria disseminada no espaço demonstra que a criação não viola as leis. Ela as inaugura. Deus não concorre com a natureza. A natureza é expressão da inteligência divina. Esse ponto é essencial para afastar a falsa oposição entre ciência e espiritualidade. A cosmologia contemporânea ao estudar a formação dos sistemas estelares confirma que a organização do universo segue processos graduais e regulares. O pensamento espírita antecipa essa visão ao afirmar que os mundos se formam progressivamente segundo leis constantes. Fonte O Livro dos Espíritos questões 37 a 42.
A ideia de renovação dos mundos introduz uma noção profundamente psicológica. Nada permanece fixo. A impermanência não é destruição. É renovação. Assim como os mundos se transformam. A psique humana também atravessa ciclos de dissolução e recomposição. Resistir a esses ciclos gera sofrimento. Aceitá-los gera maturidade. A filosofia estoica já afirmava que viver bem é consentir com a ordem do cosmos. O espiritismo amplia essa visão ao inserir a continuidade do princípio inteligente.
Quando se trata da formação dos seres vivos. A noção de germens latentes revela uma concepção extraordinariamente avançada. A vida não surge por capricho momentâneo. Ela aguarda condições adequadas. Essa ideia encontra paralelo na biologia moderna ao reconhecer a importância do ambiente para a expressão dos potenciais genéticos. Psicologicamente isso ensina que o ser humano carrega em si virtualidades que só se manifestam quando encontra condições morais e afetivas favoráveis. Nada floresce na violência interior.
A comparação com os cristais e com as sementes demonstra que a ordem não é exclusividade do vivo consciente. Ela atravessa toda a natureza. A regularidade das formas indica uma inteligência imanente às leis. Negar isso é reduzir o universo a um mecanismo sem sentido. Essa redução empobrece a experiência humana. A psicologia mostra que indivíduos que percebem o mundo como destituído de sentido apresentam maior propensão ao vazio existencial. Fonte Viktor Frankl embora não citado nominalmente.
A questão da geração. espontânea esclarece que a vida não surge do nada absoluto. Há sempre um princípio anterior. Essa ideia preserva a coerência racional e evita tanto o materialismo radical quanto o misticismo ingênuo. O mundo minúsculo que dormita e se cria é uma metáfora poderosa daquilo que ocorre no interior humano. Pensamentos. Emoções. Tendências. Tudo possui um tempo de maturação.
No que se refere à espécie humana. A recusa da ideia de um único homem como origem literal preserva a dignidade da razão histórica. A figura de Adão compreendida como símbolo evita o conflito entre tradição religiosa e evidência científica. Psicologicamente os mitos não são mentiras. São narrativas estruturantes. Eles organizam a consciência coletiva. Reduzi-los a fatos cronológicos é empobrecer seu valor simbólico.
A permanência da humanidade antes da data tradicional atribuída a Adão confirma a continuidade do progresso humano. A evolução moral não acontece em poucos séculos. Ela exige tempo. Experiência. Repetição. Esse entendimento combate a ansiedade moderna que exige resultados imediatos. A filosofia espírita ensina a paciência cósmica. A psicologia confirma que o amadurecimento profundo é lento.
Retomando a frase inicial. Fugir de Deus é tentar negar a estrutura íntima da realidade. Assim como o átomo compõe a matéria independentemente da vontade humana. O princípio divino sustenta a existência independentemente da crença individual. A recusa não elimina a lei. Apenas distancia o indivíduo de sua compreensão. A verdadeira lucidez não está em negar o fundamento. Está em reconhecê-lo com humildade intelectual e coragem moral.
Fontes fidedignas. O Livro dos Espíritos questões 37 a 51 tradução de José Herculano Pires. A Gênese capítulo 6. Estudos de psicologia existencial e cosmologia contemporânea em consonância com o princípio de causalidade racional.
Conclusão. Quando o ser humano deixa de fugir daquilo que o sustenta. Ele não perde liberdade. Ele encontra direção.

Toda realização é um sonho que enfrentou tempestades, superou a vontade de voltar e criou raízes no mundo real.

Meus pensamentos vagam..


meus pensamentos vagam e
a cada instante, a vontade de tê-la só aumenta
o relógio não pára
ansiosamente tento,
mas é algo
que não posso controlar
pois, meus pensamentos, encontram você em todo lugar ...


"Caio Camara Cesar"

Não existem perdas quando o coração age de boa vontade.

Pensei, no que pensaria, nem devia, mas, pensei, penso por regras naturais não por vontade, sou animal?

Nascemos por vontade, vivemos por conceitos, morremos por consequências.

O poder é a qualidade indespnsável para a vontade e o querer. Sem ele a dúvida sai voando mais do que além das coisas.

O melhor dos sentimentos é aquele que fica subentendido em nosso coração, sem despertar a vontade de demonstração.
E quando, ao demonstrar, parece que ninguém mais existe no mundo.
É sentir-se bem-vindo.
É não ter vontade de ir-se, e ter a certeza da reciprocidade do que sente.
É respeitar a individualidade, sem inseguranças.
É ser transparente e desfrutar de transparência, igualmente.
É quando rimos juntos de tudo e de nada.
É quando pressentimos o momento exato em que o celular vai tocar (já sabendo quem é).
É quando, ao estarmos longe, compartilhamos um telefonema de horas, sem sono e sem fome, por todo o dia e toda a noite.
É cozinhar juntos. É sonhar juntos. É ter o prazer da companhia. É não rotular o relacionamento. É não haver "meu isso" nem "minha aquilo", mas apenas nomes.
É enxergar, nos olhos do outro, o carinho que inunda o coração.
É sentir-se em paz, bem e feliz.

“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (1 Tessalonicenses 5:18)


“Por cada dia, Senhor, Te agradeço,
pela vida, pela fé, pelo Teu amor.
Minha alma canta, mesmo em silêncio,
pois és meu Deus, meu eterno Senhor.”

"Eu não oro para que Deus faça a minha vontade. Claro que ficaria feliz se Ele me atendesse no que penso desejar, mas minha oração é para que a vontade dEle se cumpra em mim. Oro com gratidão e peço sempre a Sua misericórdia."

Quem continua em pecado e pede desculpas não ama a Deus, ama a própria vontade.
Desculpas não limpam o coração!