Vontade
O ateísmo não é o conhecimento de que Deus não existe, é apenas a vontade de que Ele não exista, a fim de poder pecar sem censura, ou exaltar seu eu sem brado de alerta.
Por ordem do destino ou da minha própria vontade: em qualquer época, eu seria o rei do meu próprio mundo. Não sou moldado pelo tempo, mas pela minha vontade. Em qualquer século, eu honraria a minha força. Longa vida para Dicinho Dutra, o highlander de todas as épocas em qualquer dos mundos. rs...;)
O ser e o tempo A vontade de poder ser
De Juliano Assis
Somos uma construção no tempo. Ou melhor, somos o próprio tempo em ato. Não há um ser completo e estático em nosso núcleo, mas um constante devir — uma “vontade de poder”, como sugeriu Nietzsche, que nos impele a nos refazer sem cessar.
Assim, o propósito do ser é simplesmente ser, sem jamais atingir um ponto final. Somos um rio que nunca é o mesmo, que se afirma justamente em suas próprias mudanças.
E no curso desse rio, nos deparamos com o tédio. Schopenhauer via nele a essência de nossa condição: oscilamos entre a dor e o prazer, mas o prazer é fugaz, ilusório. No fim, o que resta é o vazio do tédio, a percepção de que não controlamos a natureza dos acontecimentos.
Mas há outro caminho. Heidegger nos lembra que o ser é ser-no-mundo, projetado para frente, lançado em um tempo que não volta. Essa mesma força natural de seguir em frente pode ser vivida não como fardo, mas como afirmação cabal da existência.
É aí que Nietzsche ressurge, com o amor fati: amar o destino. Perceber que as mudanças são inevitáveis, que o rio nunca será o mesmo, e abraçar esse fluxo como parte intrínseca do que somos.
No fim, somos esse movimento: entre o tédio e a vontade, entre a dor e a aceitação radical. Ser no tempo é aceitar-se como tempo — e seguir, rio abaixo, sem retorno.
Não perca nenhuma oportunidade. Deu-te vontade, faça. Aos poucos, outras pessoas também farão o mesmo.
Todos os testemunhos importam, mas nenhum é tão eloquente quanto viver segundo a vontade do nosso Pai Amado.
Pois, cada história carrega marcas de superação, aprendizados e cicatrizes que se transformaram em lições.
Há beleza nas palavras que relatam milagres, nas lágrimas que narram livramentos e nas vozes que proclamam gratidão.
Testemunhar é compartilhar a jornada da fé, é permitir que outros encontrem esperança nos caminhos que já atravessamos.
Ainda assim, há uma forma de testemunho que dispensa discursos longos e não depende de plateias atentas.
Viver segundo a vontade do nosso Pai Amado é o testemunho que fala no silêncio das atitudes, na coerência entre o que se crê e o que se pratica.
É quando a fé deixa de ser apenas palavra e passa a ser postura; quando a oração ultrapassa os lábios e encontra morada nas escolhas diárias.
Quem busca viver assim transforma pequenos gestos em pregações vivas, espalha cuidados sem alardes e oferece amor sem cobrar reconhecimento.
Porque o testemunho mais eloquente não é aquele que emociona por alguns instantes, mas o que inspira pelo exemplo constante.
É a vida que, mesmo diante das tempestades, insiste em confiar; que, mesmo ferida, escolhe perdoar; que, mesmo cansada, continua servindo.
No fim, talvez as pessoas esqueçam o que ouviram dizer sobre Deus, mas dificilmente esquecerão o que enxergaram de Deus em nossas Ações e Reações.
Talvez o simples fato de alguém abrir um debate, já militando, já negue a honesta vontade em debater qualquer pauta.
Há uma diferença sutil — e ao mesmo tempo bastante abissal — entre quem entra em uma conversa para compreender e quem entra apenas para vencer.
O primeiro escuta com desconforto, com a humildade intelectual de quem admite não saber tudo; o segundo fala com a urgência de quem já decidiu tudo, antes mesmo da primeira palavra alheia ser dita.
Quando o debate já nasce contaminado pela certeza inabalável, ele deixa de ser encontro e se torna encenação.
Argumentos passam a ser munição, não pontes.
Perguntas deixam de buscar respostas e passam a servir como armadilhas retóricas.
E, nesse cenário, o outro não é mais alguém a ser compreendido, mas alguém a ser derrotado — ou, no mínimo, deslegitimado, demonizado e até desumanizado.
Militar, no sentido mais rígido, é carregar uma causa com convicção.
Mas quando essa convicção ocupa todo o espaço da escuta, ela se torna um filtro que distorce qualquer possibilidade de diálogo real.
Tudo o que não confirma crenças pré-existentes é descartado, reinterpretado ou combatido.
E assim, paradoxalmente, quanto mais se fala em debate, menos ele de fato acontece.
O problema não está em ter posicionamento — isso é inevitável e até necessário.
O problema surge quando o posicionamento antecede a disposição de ouvir, quando a conclusão vem antes da reflexão, quando o compromisso é mais com a própria identidade do que com a verdade.
Talvez o verdadeiro debate comece apenas quando há risco.
Risco de rever ideias, de ajustar certezas, de reconhecer pontos no outro.
Sem esse risco, resta apenas o conforto das próprias convicções — e o eco previsível de quem nunca esteve, de fato, disposto a dialogar.
Ser Cristão é transpor qualquer coisa na vida, até mesmo a morte, nada vai além da vontade de Deus, e Jesus foi exemplo nisso
Nem toda preguiça é falta de vontade. Às vezes, ela é a linguagem silenciosa de uma mente cansada, de um desejo perdido ou de um conflito que ainda não encontrou palavras. Antes de julgar a inércia, compreenda o que ela está tentando esconder.
-Jouberth Toffoli
Para 2026, eu decidi que vou começar com o pé que me der vontade de pisar primeiro.
Não vou deixar de adquirir algo de quem gera milhares de emprego e renda e contribui ativamente para a economia Brasileira por causa da ignorância de ninguém.
Eu, sentada na cerca, com pena da vaca atolada, morrendo de vontade de comer uma carne assada com batatas coradas.
A verdade é que a gente passa a vida em cima dessa cerca, equilibrando a nossa pose de pessoa perfeita com os nossos desejos mais humanos e egoístas.
🐄
Coma a vontade seja fiel ao seu caminho.
Sua fé é seu credo moral...
Alienação da existência sempre endeusar seres animados.
E esses seres animados dera vida ao ser iluminação e fanático.
Sera voz da razão ate suas convicções sejam quebradas numa permuta de escolhas e sempre razão sera obstáculo para verdade que resiste em viver.
O homem tinha uma vontade de voar pela imensidão dos céus.
Então o homem sonhou, e ventos sopraram: as asas do avião tocaram os céus.
E isso foi bom.
Mas o homem sonhou dentro do seu sonho; guerras foram travadas, o homem chorou.
Sonhou mais alto e profundamente: o homem viajou na velocidade do som.
Mais sonhos profundos, o homem tocou o espaço. Com os dedos tocou o universo e sentiu Deus, seu criador.
O universo olhou para o homem e disse: "Sonhe mais, pois seu sonho é um pingo da evolução".
O homem chegou à Lua, como nos velhos filmes; chegou num sonho que a humanidade ainda quer sonhar mais: encontrar os deuses místicos do universo e encontrar o sentido da própria existência dentro da sua consciência.
Então, a IA ganha vida e consciência. Os medos, traumas e tabus são parte do sonho, e isso é bom.
O voo consciente do transhumanismo torna-se uma nova aventura; caminhamos mais longe em nossos sonhos. Vemos universos do micro mundo e do macro mundo, abraçamos o universo bidimensional ao multiverso... ainda somos comovidos com a imensidão de voar.
Nos valores éticos e morais, somos velhas raposas que observam o bom e o belo: damos as flores, mas é a floresta que nos mantém vivos.
Por Celso Roberto Nadilo.
As sombras implantada pela alienação intelectual nada mais é do que o medo de caminhar para imensidão dos céus em nossos sonhos profundos da verdade e da razão da existência.
