Voce Nao Merece Sofrer
Há coisas que o sujeito não confessa ao padre, ao psicanalista, e nem ao médium, depois de morto. Uma delas, certamente, é a inveja.
Eu te amo, amo muito. Amo além das minhas expectativas de vida, amo mais que a mim. Eu não sei o quanto vai durar, mas quero que seja um amor pra vida toda. E fazer de cada instante um infinito diferente. Que cada briga seja um novo recomeço e uma oportunidade de falar que eu te amo novamente.
Não sou perfeita, nem dona da verdade, mas descobri que sou dona de mim e das minhas vontades... Então não espere que eu me esforce para te agradar, minha vida não depende de suas aceitações!
“Tempo perdido seria o tempo em que não vivemos como pessoas, em que não fizemos experiências, não aprendemos, não realizamos, não desfrutamos nem sofremos. Tempo perdido é tempo não preenchido, vazio.”
Eles não sabem sobre as coisas que fazemos
Eles não sabem sobre os "eu te amo"
Mas eu aposto que se eles soubessem
Eles ficariam com ciúmes de nós
Entre pausas e silêncios,
barulhos de uma mente calada e cansada.
Não é ausência — é excesso contido.
Pensamentos que ecoam baixo,
como quem pede descanso sem saber pedir.
Aqui estou.
Não para explicar,
nem para resistir.
Apenas para permanecer
até que o silêncio
deixe de ser abrigo.
Inteira no cansaço,
presente no intervalo,
aprendendo a existir
sem ruído.
Estou tão certo que nós dois seremos parte de uma história de amor. Eu não quero aprender a tolerar a dor de lhe perder, não. Mas quero aprender a viver, comigo e com você.
Eu não gosto de conto-de-fadas, meu negócio é realidade.
Deixa que eu te ame em silêncio.
Não pergunte, não se explique, deixe
que nossas línguas se toquem, e as bocas
e a pele
falem seus líquidos desejos.
Deixa que eu te ame sem palavras
a não ser aquelas que na lembrança ficarão
pulsando para sempre
como se amor e vida
fossem um discurso
de impronunciáveis emoções.
Sou um livro aberto, pode me ler à vontade, não tenho nada a esconder.
A tarefa difícil é me compreender nas entrelinhas, nas minhas subjetividades poéticas.
A paixão não é o problema. O problema é mendigar afeto. Cobrar o amor do outro sendo que eu não tenho amor próprio
Vamos namorar escondido. Vamos nos amar em segredo. Vamos dizer “não” quando perguntarem e “sim” um para o outro. Vamos fingir sermos eu e você para o mundo e ainda seremos nós.
Nós podemos viver pra crer, esperar pelo o que pode acontecer... Só não podemos chorar pelo o que não demos chances de ser feito.
Todo homem que se achega a Cristo, verá que Ele é capaz de salvá-lo - não apenas capaz de salvá-lo um pouco, libertá-lo de um pequeno pecado, livrá-lo de uma pequena tribulação, carregá-lo um pouco e depois deixá-lo cair - e sim, capaz de salvá-lo até a máxima extensão do seu pecado, e de suas tribulações, até ao mais profundo das suas tristezas e ao extremo da sua existência. Cristo diz a todo o que vem a Ele: "Venha pobre pecador, não precisa perguntar se tenho poder para salvar. Eu não perguntarei quão longe foi em seu pecado; Eu posso salvá-lo completa e perfeitamente."
E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Como é difícil descobrir que ser muito bom não é ser bom o bastante.
Difícil de saber o porque de dar tudo errado quando faz-se tudo certo.
Ou ainda saber que seu conceito de certo estava errado, e que é preciso uma mudança... mais uma mudança.
Como é ruim sentir-se perdido quando pensou ter se encontrado.
Contudo, como é bom chegar a conclusão de que não existe bom o bastante,
de que nada precisa mudar,
e de que os conceitos certos é que estão perdidos.
Quero alguém que me ame demais
Não quero amor de primeiro dia, amor de verão, amor de outono, primavera, inverno..
quero estações completas, apaixonas e sinceras. Quero ter a certeza - e senti-lá - de que tudo é mesmo real e de que eu mereço.
Quero alguém que me abraçe forte, e que me diga o que pensa, que não tenha medo de ficar calado, ou de falar. Quero alguém que não me diga o que eu quero escutar, mas o que eu preciso.
Não quero uma vida inteira, quero momentos. Rir quando a vontade bater, e deixar as lágrimas rolarem quando as emoções forem fortes.
Quero um muro, uma rocha. Algo como certeza, força, grandeza. Não quero beleza, nem dinheiro. Quero jeito.
E quero ser capaz de ser tudo isso também.
MINHA DEMÊNCIA
Não é fácil definir minha personalidade. Não a tenho. Um dia sou uma coisa (coisa literalmente); no outro dia sou outra. Vivo em constante metamorfose reversível, não como o personagem kafkiano que foi se transformando de gente em barata e nunca mais voltou a ser gente. Meu caso é diferente. Um dia me sinto muito gente, grande até. No outro me percebo como uma bosta fedorenta e desprezível. Tudo depende de como consigo aceitar ou não a loucura de um mundo formado por hipócritas, cretinos, violentos e, o que é pior, imbecis, já que, isso tudo somado, dá no que deu essa humanidade que integro, mas que abomino, desde que raríssimos são os que conseguem enxergar o óbvio. Quase todos são como vacas: seguem uns atrás dos outros, sem o cuidado de verem se quem lidera o rebanho tem capacidade para tanto. Mas o pior de tudo é que o mundo se divide em muitas boiadas, quase sempre comandadas por “touros” que se fazem senhores de todos, havendo mesmo aqueles que interferem nos destinos de quase todos os outros rebanhos. E os idiotas que vão atrás, por safadeza (os touros menores); preguiça mental, ou idiotia progressiva (os touros sem berros), sabem que não está bom, mas não se unem para tomar o comando para formar um sistema social onde todos comandem e ninguém mande, ou seja, onde cada um seja dono de si, respeitadas as individualidades para o bem-estar próprio de cada um ou do coletivo.
Isto posto, e como muitos males já me vêm de longa data, desde quando eu mal sabia como escrever uma carta anônima, mas identificável, para a desejável mulher do vizinho, comecei agora, já não muito longe dos finalmente da meia-idade, a perceber que uma certa demência pode aniquilar-me, se eu continuar dando apalpadelas nas bundas flácidas, fedorentas e horríveis dos meios políticos e sociais do mundo e do meu próprio país.
Informar-me já não me atrai com nenhum prazer; me deplora, deprime, convulsiona. A mesmice é um óbice repelente às forças progressistas, e o conservadorismo travestido de liberalismo falseia desavergonhadamente as idéias de um futuro solidário, de uma justiça independente, nunca refém da libertinagem ideológica da ditadura capitalista, do elitismo oligárquico ou individualista que estraçalha os seres de menor força e destrói o planeta a uma velocidade vertiginosa.
Ler as desgraças do mundo é algo que vem de encontrar-me apático, abatido, sem mais vontade de lutar, desde que o mal do ter sempre venceu a dignidade do ser e, à medida que o homem evolui em ciências exatas, ou mais se enfronha nos terrenos das humanidades, mais carrasco ele se torna, porque, paradoxalmente, a sabedoria o torna mais senhor de si e de outrem, prevalecendo mais e mais a falta de escrúpulos, de sentimentos de justiça e de “vergonha na cara”.
Ver e ouvir um político de cargo de comando ou de Leis, ou qualquer outro cargo de alto, médio ou baixo escalão, ocupar postos ilegitimamente (pelo voto da ignorância, por enxertos de recursos corporativistas, pelo dom maldito da palavra, rica de retórica e paupérrima em sentimentos), tanto em meu país quanto em qualquer parte do mundo, chega a causar-me uma sensação de ódio mortal e a tirar-me muitos momentos de sono e de serenidade.
Passo horas a fio analisando injustiças, indiferenças com o terrível sofrimento de bilhões de pessoas subjugadas pelo neoliberalismo nefasto e dadivoso com a cruel macro-economia que destrói o bom senso, que afasta homens sem caráter e nenhum escrúpulo dos problemas que impingem dores inenarráveis aos pouco bafejados pela sorte, ou que não tiveram como alcançar o reino do roubo, da corrupção e da insensibilidade.
Passei muitos anos da minha vida sonhando que um dia eu não veria mais famintos, nem seres como eu vivendo pelas ruas, sem-educação, sem-teto, sem-terras, sem-respeito, sendo violentados em seus legítimos direitos, desde que nascidos seres vivos pensantes.
As classes mas abastadas dão as costas a esses humanos que povoam o mundo em condições piores do que vermes, pois vermes estão sempre em seus devidos lugares. Não lhes interessa, ou por imbecilidade ou por medo de que desiguais se tornem mais iguais, repartir conhecimentos, bens morais e materiais. Então se arvoram de donos do mundo e, embora vão servir de comida para os mesmos vermes que devorarão os miseráveis, ou virarem cinzas num forno crematório, sempre julgam que isso é algo que o dinheiro pode até minorar.
Tudo isto (poderia escrever mil páginas) embalado e, caprichosamente instalado em minha mente, me assusta e me dá sinais inequívocos de que não posso mais pensar. Minha impotência e minha insignificância ante os direitistas mal informados, sempre deu em nada, e agora, embora ainda precocemente, sinto que posso caminhar para uma demência incurável e ficar louco de vez.
Não posso mais tolerar o que vejo nem assimilar o que leio e ouço, sem que estremecimentos me abalem de maneira assustadora. Tenho medo de perder de vez a razão e sucumbir definitivamente.
Assim, é uma questão de lucidez para a sobrevivência o meu afastamento total e irrestrito dos problemas que minha incompetência não me permitem nem permitirão jamais resolver. As forças do mal já contaminaram, combaliram e aparvalharam os cérebros formados sob a égide da moderna barbárie do neoliberalismo.
Está aqui decretado o fim de um contestador, Nada impedindo que novos fatos positivos venham alterar esta minha decisão.
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