Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir
Amor próprio: Desperte-o ou se humilhe vivendo refém da dependência de tudo aquilo o que está fora do seu alcance controlar.
O milagre da santificação e da libertação começa quando aprendemos a renunciar a tudo aquilo que queremos fazer, porém não devemos. Assim, somos conhecidos no mundo espiritual não pelos erros e acertos que cometemos, mas pelas renúncias e resiliência santa em guardar cada princípio de Deus, para não pecar contra Ele.
A roda girou. E levou com ela tudo aquilo que eu achava que controlava.
E por mais que tenha doído, eu deixei ir.
Entre noites mal dormidas e silêncios que gritavam,
eu percebi que o que me machucava…
não era só a ausência de quem foi.
Era a ausência de mim mesmo, tentando segurar o que não queria mais ficar.
Hoje, sou força contida.
Sou o homem que sangrou calado, mas escolheu levantar firme.
Deixei de buscar abrigo onde só havia tempestade.
E construí meu próprio teto, mesmo que só com os cacos que sobraram.
Agora, eu sigo.
Menos romântico, talvez.
Mas mais inteiro.
Mais real.
Mais imperador de mim
Projetamos em nossas primeiras paixões, aquilo que queremos ou precisamos que elas sejam, por isso, frustramo-nos em conhecê-las como verdadeiramente são.
Os usos da casimira inglesa
Estou lhe escrevendo, Matilda, para lhe transmitir aquilo que a contrariedade (para não falar indignação) me impediu de dizer de viva voz. Note, é a primeira vez que isso acontece nos nossos 35 anos de casados, mas é primeira vez que pode também ser a última. Não é ameaça. É constatação. Estou profundamente magoado com sua atitude e não sei se me recuperarei.
Tudo por causa de sua teimosia. Você insiste, contra todas as minhas ponderações, em dar a seu pai um corte de casimira inglesa como presente de aniversário. Eu já sei o que você vai me dizer: é seu pai, você gosta dele, quer homenageá-lo. Mas, com casimira, Matilda. Com casimira inglesa, Matilda. Que horror, Matilda.
Raciocinemos, Matilda. Casimira inglesa, você sabe o que é isso? A lã dos melhores ovinos, Matilda. A tecnologia de um país que, afinal, deu ao mundo a Revolução Industrial. O trabalho de competentes funcionários. E sobretudo tradição, a qualidade. Esse é o tecido que está em questão, Matilda. A casimira inglesa. (...)
Isso, a casimira inglesa. Agora, seu pai.
Ele está fazendo noventa anos. É uma idade respeitável, e não são muitos que chegam lá, mas − quanto tempo ele pode ainda viver? (...) mesmo que ele viva dez anos, mesmo que ele viva vinte anos, a casimira sem dúvida durará mais. E aí, depois que o sepultarmos, depois que voltarmos do cemitério, depois que recebermos os pêsames dos parentes, e dos amigos, e dos conhecidos, teremos de decidir o que fazer com as coisas dele, que são poucas e sem valor − à exceção de um casaco confeccionado com o corte de casimira que você pretende lhe dar. Você, em lágrimas, dirá que não quer discutir o assunto, mas eu terei que insistir, até para o seu bem, Matilda; os mortos estão mortos, os vivos precisam continuar a viver, eu direi. Algumas hipóteses serão levantadas. Vender? Você dirá que não; seu pai, o velho fazendeiro, verdade que arruinado, despreza coisas como comprar e vender, ele acha que ser lojista, como eu, é a suprema degradação. Dar? A quem? A um pobre? Mas não, ele sempre detestou pobres, Matilda, você lembra a frase característica de seu pai: tem que matar esses vagabundos. (...)
O casaco ficaria pendurado em nosso roupeiro, Matilda. Ficaria pendurado muito tempo lá. A não ser, Matilda, que seu pai dure mais tempo que o casaco. Não apenas isso é impossível, como remete a uma outra interrogação: e o seguro de vida dele, Matilda? E as joias de sua mãe, que ele guarda debaixo do colchão? Quanto tempo ainda terei de esperar?
Estou partindo Matilda. Deixo o meu endereço. Como você vê, estou indo para longe, para uma pequena praia da Bahia. Trópico, Matilda. Lá ninguém usa casimira.
Ante ao teu silêncio audível
Abarquei-me de tudo aquilo que
Já era repugnante para mim
Distanciei-me
Amei-me.
vts-24/05/25
Somos, por vezes, vítimas de sonhos postergados, em virtude das esperanças que nutrimos por aquilo que, outrora, idealizamos. E se tais esperanças foram dilaceradas, é porque, em dado momento, acalentamos sonhos que nos fizeram crer na dignidade e no valor de sua realização. Contudo, pela intervenção da ambição desmedida, da ganância desordenada ou, ainda, do egoísmo humano, permitimos que a existência tomasse rumos desviantes, afastando-nos da retidão do caminho que nos fora reservado.
Todavia, por não sucumbirmos à desesperança nem renunciarmos ao dom da vida, mantemos acesa a chama dos sonhos e a virtude da esperança. Cremos, assim, que, pela graça divina e pela retidão de nossas escolhas, a Providência nos conduzirá, em tempo oportuno, à concretização de uma realidade marcada pela bem-aventurança, fruto de nossos acertos e da fidelidade aos princípios maiores.
H.A.A
A reflexão é uma forma de buscarmos significados e sentidos para aquilo que fazemos, para nós mesmos e para as outras pessoas. Nossas jornadas nos apresentam mais surpresas e desafios do que gostaríamos de admitir e, talvez, viver a vida intensamente seja experimentar cada fase e cada ciclo de nossas jornadas com menos certezas e mais abertura para as incertezas. Talvez, seja esta a melhor forma de viver a fé.
Nas adversidades, nos lembramos da existência de Deus e recebemos, prontamente, aquilo que necessitamos. Especialmente nos momentos de solidão, é quando nos comunicamos com Ele e é justamente quando estamos mais sensíveis emocionalmente que sentimos as mãos Dele, trabalhando em nossas vidas.
A simples presença do observador transforma aquilo que é observado, e o mero olhar do observador já altera o destino do observado.
Pois, só posso ser aquilo que é da vontade de Deus Pai.*
* [João 6:64-65] "'Mas há alguns entre vós que não creem...'. Pois desde
o princípio Jesus sabia quais eram os que não criam e quem o havia de
trair. Ele prosseguiu: 'Por isso, vos disse: Ninguém pode vir a mim, se
por meu Pai não lho for concedido'."
Aquilo que declaramos com
os lábios molda nosso destino espiritual: a dúvida prolonga a travessia no deserto, enquanto a confissão de fé alinha nosso coração com o cumprimento das promessas de Deus.
Quando o Prazer Vira Armadilha
“Existe algo mais agradável do que aquilo que faço com plena consciência? A mente que reflete isso se protege das armadilhas do instante. O prazer sem consciência é o disfarce mais refinado do erro. A busca cega pela satisfação é muitas vezes a renúncia silenciosa da sabedoria. Nem tudo que satisfaz o agora honra a eternidade da alma. Cuidado: há prazeres que sorriem por fora e corroem por dentro.”
Aquilo que parece impossível para o olhar comum é perfeitamente lógico para quem compreende o código da realidade.
Crescemos em um mundo que, desde cedo, nos treina a questionar aquilo que queremos.
Nos ensina a ter medo dos nossos próprios desejos.
A duvidar dos planos claros que muitas vezes florescem em nossa mente dizendo, de forma inequívoca, que eles nos levarão à vida que sonhamos.
Rejeitar a si mesmo vira um modo de viver. Você começa a acreditar que coisas igualmente importantes, como estabilidade, amor, aceitação e segurança, só podem ser alcançadas se você renunciar aos seus próprios desejos. Você se convence de que conquistar tudo que importa só é possível quando você esquece o que realmente quer. E a verdade é o inverso. Você tem fantasias todos os dias. Você as vê, você as sente. Elas te confortam nos momentos difíceis. Você só não as leva a sério. Nunca as diria em voz alta. Não acredita que sejam realmente suas. Elas vêm e vão, e você continua aí, acreditando que não sabe o que quer, sabendo que Deus, a sua intuição e seu sentimento estao dando o caminho.
O segredo da vida é respeitar e honrar os seus desejos, confiando que eles te guiarão para a sua melhor vida
O arrependimento é um sentimento reservado para quem se nega aquilo que quer. Quando você vai atrás do que deseja — com ou sem catástrofes, pra cima, pra baixo, pra qualquer lado — você vai ser feliz. O maior arrependimento será sempre aquilo que não fez
Ninguém tapa buraco de ninguém. Somente nós podemos nos dar aquilo que queremos. Os iguais se atraem. E se você deseja atrair alguém merecedor do seu amor, você precisa aprender a conhecer o seu valor. Se valorize! Você vale muito para ser pouco na vida de alguém.
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