Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir
Escrever é para muitos um privilégio, mas ter o dom da escrita consegue ser perturbador porque você só sabe se expressar verdadeiramente através das palavras e elas não são infinitas e nem possuem todos os significados, então como explicar como me sinto? Se não acho palavras que podem mostrar esse sentimento?
Me sinto inerte e em movimento, uma antítese de palavras
Sou tudo e nada no mesmo espaço-tempo
Posso fazer o que quero e moro dentro de um casulo
Sinto muito e pouco
Gosto e não quero
O que diabos eu sou?
Alguns ambientes estão tomados por trevas tão densas que nem mesmo um forte facho de luz consegue atravessar!
O poeta consegue colocar peixes na correnteza de uma frase. Ler é fazer como os peixes fazem, com as guelras
o peixe retira o oxigênio da água; com a leitura o homem tira o significado das palavras...
"Quem consegue errar o gol, sem goleiro, em um estádio lotado, faz a família e parentes nunca mais ter a mesma oportunidade."
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer Covarde sob a segunda pele do Braço Armado
do Estado.
É uma verdade que incomoda — e talvez deva mesmo incomodar.
Porque ela não exalta o crime, mas expõe uma ferida mais profunda: a da confiança traída por quem deveria, por princípio, protegê-la.
O bandido declarado não esconde suas intenções.
Ele não se disfarça de virtude, não se abriga na legitimidade de um uniforme, não reivindica para si a autoridade moral de agir em nome da lei.
Seu erro é explícito — e, por isso mesmo, enfrentado como tal.
Há clareza no confronto.
Já o covarde que veste o poder como fantasia opera num terreno muito mais perigoso.
Ele não apenas erra; ele distorce.
Usa a força que lhe foi confiada como escudo para suas fraquezas, como instrumento para seus desvios, como licença para ultrapassar limites que deveria defender.
E, ao fazer isso, não fere apenas uma vítima — corrói a própria ideia de justiça.
Porque quando a violência vem de onde se esperava proteção, ela não é só agressão: é Desilusão.
E desilusão, quando se instala, é mais devastadora do que o medo.
O medo nos alerta.
A desilusão nos paralisa.
Não se trata de romantizar quem vive à Margem da Lei, mas de reconhecer que a hipocrisia tem um peso moral diferente.
O erro de quem nunca prometeu ser correto é Gravíssimo.
Mas o erro de quem jurou ser justo — e falha por conveniência, abuso ou covardia — é uma quebra de pacto que não merece perdão.
E talvez seja isso que mais nos inquieta: perceber que o problema não está apenas na existência do mal declarado, mas na infiltração silenciosa do desvio dentro das estruturas que deveriam contê-lo.
No fim, a sociedade não se sustenta apenas por leis, mas pela confiança de que aqueles que as aplicam não as dobrarão ao sabor de seus próprios interesses.
Quando essa confiança se rompe, o que sobra não é apenas insegurança — é um vazio ético onde qualquer narrativa pode se impor.
E é nesse vazio que a verdade mais incômoda ecoa: não é a presença do Bandido Assumido que mais ameaça a ordem, mas a perda da integridade de quem deveria garanti-la.
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
É uma verdade que incomoda — especialmente aos apaixonados —, e talvez deva incomodar mesmo.
Porque ela não tem a menor pretensão de absolver o crime, nem romantizar a violência, mas expõe uma contradição moral que quase sempre preferimos ignorar: a diferença entre assumir o que se é e se esconder atrás de um papel, de um uniforme, de uma autorização institucional.
O bandido assumido não pede aplausos.
Ele não mascara sua natureza, não constrói um discurso para justificar seus atos como sendo “necessários” ou “pelo bem maior”.
Há, paradoxalmente, uma crueldade honesta nisso — uma exposição sem verniz.
Ele não exige confiança, nem reivindica moralidade.
Já o covarde que se esconde atrás do poder institucional carrega algo muito mais perigoso: a ilusão de legitimidade.
Seus atos, por mais violentos, ardilosos e injustos que sejam, são muitas vezes protegidos por narrativas, por discursos oficiais, por estruturas que o blindam da responsabilidade individual.
Ele não apenas age — ele se esconde enquanto age.
E nisso reside a sua desonestidade mais profunda.
O problema não é a existência da autoridade em si, mas o uso dela como máscara.
Quando o poder deixa de ser instrumento de justiça e passa a ser escudo para abusos, ele corrompe não só quem o exerce, mas também a confiança de toda uma sociedade desapaixonada.
Porque o dano causado por quem deveria proteger é sempre mais corrosivo do que o dano causado por quem nunca prometeu fazê-lo.
No fim, a reflexão não é sobre quem é “melhor”, mas sobre o peso da verdade.
Assumir a própria natureza, ainda que condenável, exige um tipo de coragem bruta.
Já esconder-se atrás de uma aparência de virtude, enquanto se pratica o oposto, exige apenas conveniência — e isso, talvez, seja o que mais nos ameaça.
Porque o mundo não se destrói apenas pela violência explícita, mas também — e talvez principalmente — pela hipocrisia silenciosa que a justifica.
A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.
Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.
A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.
Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.
O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.
Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.
Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.
Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.
Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.
Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.
Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.
Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.
Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.
Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.
No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.
É sobre não se perder de si mesmo no processo.
Só se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguém que nem sequer te pediu desculpas.
Quase ninguém consegue ser mais Infeliz do que os que esperam a sexta-feira para serem Felizes.
Essa constatação medonha incomoda porque revela uma verdade que muitos preferem ignorar.
Quando condicionamos nossa felicidade à chegada da sexta-feira, estamos, na prática, renunciando a vários dias da nossa própria vida todas as semanas.
Vivemos contando os dias: segunda é um peso, terça uma espera, quarta uma esperança, quinta uma ansiedade…
Então chega a sexta-feira, e depositamos nela a missão impossível de compensar tudo o que deixamos de viver.
Mas nenhuma noite, nenhum happy hour e nenhum fim de semana conseguem preencher o vazio de uma rotina que aprendemos a desprezar.
A Felicidade não pode ser um compromisso marcado apenas para o fim da semana.
Ela precisa encontrar espaço nas pequenas vitórias, nas conversas sinceras, na tranquilidade do café da manhã, no trabalho que faz sentido, no aprendizado diário e até nos desafios que nos fazem crescer.
Quem vive apenas para a sexta-feira está, sem perceber, desejando que a maior parte da própria vida passe depressa.
E desejar que o tempo passe é uma das formas mais silenciosas de desperdiçar a existência.
Que a sexta-feira continue sendo bem-vinda.
Mas que ela seja apenas mais um dia bom em uma vida que vale a pena ser vivida diariamente.
1729 📜 "Pobre Honesto se realiza e fica feliz, quando consegue pagar as contas... Mesmo que não sobre nada. É facto!"
2605 📜 "Grande Vantagem... Qualquer Desonesto consegue isso aí que vocês conseguiram. Foi o que Eu disse para os Velhacos dos Meus Cunhados Futuros!"
Vamos olhar pela janela, e dizer em alta voz: Bom dia, mas bom dia mesmo!!! Ninguém consegue resistir a nossa boa intenção. Um bom dia, mas bom dia mesmo!!! acompanhado de um sorriso, pode ajudar alguém a mudar seus pensamentos e afastar dela as energias ruins. Um bom dia, mas bom dia mesmo!!! Vamos dizer para aquele vizinho que encontramos no elevador e que está triste ou preocupado, fará com que ele, mesmo sem querer, seja obrigado a responder e a sorrir. Um bom dia, mas um bom dia mesmo!!! a um colega de trabalho, poderá fazer com que ele tenha um melhor dia. Um bom dia, mas bom-dia mesmo!!! para todos aqueles que encontrarmos no dia de hoje, vai fazer com que nos sintamos muito bem. Já que queremos ter um bom dia, desejando que os nossos problemas diários sejam resolvidos ou aquele que insiste em nos fazer sofrer, vamos dar um Bom dia, mas um bom dia mesmo!!!! Para nós mesmos. Então, Bom dia, mas um bom dia mesmo!!!!!! Para todos nós!!!!! E confiar que tudo o que nos incomoda, vai ser resolvido. Bom dia, mas um bom dias mesmo
Quando a pessoa consegue #Fama e #Dinheiro a melhor coisa é ficar surda! Nossa como as pessoas mentem só pra agradar quem tem poder!
Edelzia
A Matemática do amor nenhum Matemático consegue explicar,a Geografia do amor nenhum Geógrafo consegue explicar,a Ciência do amor muito menos um cientista não conseguiria explicar,a Química do amor é fácil de explicar,
basta eu colocar meus lábios nos seus que o amor sera explicado.
Como rocha forte , daquelas mega forte que ninguém consegue fazer caverna.
Talvez queremos um idiota qualquer pra falar: ” Sim eu vou fazer em você minha caverna e sim vou te puxar pelo cabelo como na idade da pedra” e você iria achar lindo mesmo que odeie homens da caverna.
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