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Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir

Cerca de 760836 frases e pensamentos: Voce Nao Admite aquilo que Nao Consegue Medir

Assassinos da gramática...
....escrevo tudo sei ate não saber nada mais...
Não sei escrever apenas copio o que escreveu!
As palavras estão mortas....!
Somos cegos e analfabetos funcionais?
E alguém diz analfabeto político asas da liberdade esta em chamas...
Pois a declaração de pobreza intelectual sera superarada pelos momentos mortos...
Algoz atroz, mundo sem palavras ou fonemas...
Seria possível um percentual absurdo instante.
Voltaria num tempo da inocência...
As palavras era pequeno mundo numa mente vazia...
As chamas dos desenho rupestres elevam sonhos de futuro melhor.
Voto de cabresto ainda vemos as palavras tomarem formas.
Maldizer para o cantor que se perdeu no tempo.
A escuridão sem semântica se torna a deriva a que o abismo da palavras sejam instante de lágrimas de quem aprendeu a ler catando milhos..
A cópia ganha contraste de um abismo.

Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.

Tantos são poucos e um não é o bastante....
Apenas mais profundo do que acha ou pensa...
Pois impensável é responsável.....⁠

Às vezes não somos vistos como apenas mais um na multidão, pois não tenho rosto lindo nem sou apenas relevo o conhecimento e busco aprender.

Conhecido apenas pelo meu ser, sigo meu ser num caminho solitário. Não busco a Glória daqueles que são obras do ocaso, tendo o simbolismo sua dádiva.
Arremeto cada sonho num mundo atroz.

No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,

Não me falta amor
falta a tua presença

Não é por acaso que sistemas educacionais de países como a França, Inglaterra, Japão e EUA, por exemplo, destacam instituições universitárias de grande prestígio, com o objetivo político precípuo de formar seus respectivos dirigentes. Nessas instituições, se educam os futuros líderes na afirmação dos valores nacionais; na sublimação do respeito e da valorização de seus antepassados e da sua história; na consolidação de uma enérgica auto-estima; no estímulo a tudo o que promove e prestigia a sua gente, os seus costumes e a sua cultura..."Les Grandes Écoles", na França; Oxford e Cambridge, na Inglaterra; Tóquio e Kioto, no Japão e não menos que uma dúzia de universidades nos EUA - entre elas, Harvard, Chicago e Stanford - são estruturadas, também, com esse fim"
J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil...

Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.


Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.


Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.


Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.


E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.


Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.


E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.

“Minhas pernas pedem calma, cansadas de sustentar.. Mas é a alma teimosa que não me deixa parar.”

"A gratidão não é apenas um gesto de educação moral. É uma consciência lúcida de que a vida é feita de dádivas."

*"Basta Ser Eu"*


Não preciso ser um herói,
Nem um poeta de rimas perfeitas,
Nem um músico de canções doces,
Basta ser eu, para te amar.


Com você, meu amor, eu encontro a voz,
E as palavras simples viram poesia,
Sem máscaras, sem disfarces,
Apenas o coração, que lateja por você.


Eu não preciso de mais,
Apenas ser eu mesmo,
Para demonstrar o quanto te amo,
E o quanto você é meu refúgio.


Você é o meu sol, a minha lua,
A estrela que ilumina a minha noite,
Você é a minha casa, o meu lar,
Onde eu quero estar, para sempre.


Com você, eu sinto paz,
E o meu coração bate em harmonia,
Você é a minha música, a minha dança,
A razão pela qual eu vivo, e sou feliz.


Mas quando você se vai,
A escuridão me envolve,
E eu sinto a falta do seu sorriso,
E o meu coração se desfaz em lágrimas.


Eu sonhei com você,
Em noites de insônia e saudade,
E quando acordei,
Você estava lá, em meus braços.


Você é a minha dor,
E a minha cura,
Você é a minha cruz,
E a minha redenção.

"A música antiga faz um bem indizível... Pena que o mundo não "anda" para trás!"






Otávio Abadio Bernardes






Gyn, 23 de março de 2026.

A negação da existência de um Criador, senhores, não nasce — como muitos pretendem fazer crer — de um rigor científico absoluto, de uma demonstração irrefutável. Não! Ela emerge, frequentemente, de um processo interno, psicológico, quase íntimo, em que o indivíduo, confrontado com a dureza da realidade, tenta reorganizar o seu próprio entendimento do mundo.


E quando essa realidade não corresponde às suas expectativas — quando a dor, a frustração e o infortúnio se impõem —, o que faz esse indivíduo? Em vez de questionar suas próprias limitações, opta por descartar a hipótese de Deus. Não por tê-la refutado, mas por não encontrar nela utilidade imediata.


Ora, isso revela um equívoco fundamental!


Pressupõe-se, de maneira absolutamente distorcida, que Deus deva funcionar como um servo das vontades humanas — um agente corretor de erros, um solucionador automático de problemas. E quando essa expectativa infantil não se concretiza, instala-se não apenas a descrença, mas, muitas vezes, uma postura agressiva contra aqueles que creem.


Mas vejamos com clareza lógica: a ausência de prova não é prova de ausência! Esse é um princípio elementar, que qualquer raciocínio minimamente estruturado deve respeitar. Da mesma forma que a fé não se sustenta exclusivamente em evidências materiais, a negação também não pode se arrogar o monopólio da verdade.


O que se observa, portanto, não é uma superioridade intelectual da descrença, mas, em muitos casos, uma projeção de conflitos internos — uma tentativa de transformar frustrações pessoais em posição ideológica.


E aqui está o ponto central: a fé, para milhões, não é ingenuidade. É estrutura. É força. É reorganização da própria existência.


Por isso, o que se exige — não como favor, mas como princípio de civilidade — é a simetria intelectual: que ninguém imponha sua crença, mas que também ninguém desqualifique a fé alheia como se detivesse uma verdade absoluta.


Porque, no fim, senhores, tanto a crença quanto a descrença caminham sobre o mesmo terreno: o da limitação humana diante do infinito.

“O perdão é a força serena pela qual a consciência escolhe não perpetuar a cadeia do mal, transformando a dor em aprendizado moral.”

“Aquele que perdoa não absolve o erro. Ele liberta o próprio espírito do peso corrosivo do ressentimento.”

“Quando o coração aprende a perdoar, descobre que a justiça divina não necessita da vingança humana.”

Não quero falar da tragédia do mundo.
Ela já grita sozinha.
É preciso olhar além do caos, além das dores,
além da pressa,
além da ilusão de controle,
além até da esperança.
Não olhar de modo ansioso,
mas com consciência
e profundidade.


Plantas conversam em línguas que não ouvimos, animais atravessam o planeta sem mapas, Águas-vivas ensaiam a eternidade, Peixes vão tão fundo
que a luz fracassa, a arte dá formato a cenários mentais. E mulheres fabricam universos
dentro do próprio ventre.


Como negar
que algo sagrado respira aqui?
Talvez maturidade seja isso:
tentar ver o mundo além da nossa bolha,
além do reflexo corrompido da nossa alma.
Libertá-la.
Conectar-se com os milagres.
Aceitar a própria animalidade.
E lembrar
que não somos feitos só de ambições,
mas de experiências.
— Allan Meraki

Um sistema que alucina não pode gerir uma rede elétrica ou um hospital. Ele é um Autômato Mentiroso.

Água.


Não é recurso.


É origem.


Corre silenciosa entre raízes, rasga a terra, desenha caminhos que não pedem permissão. Sustenta o invisível, revela o essencial. Onde ela chega, a vida insiste.


Mas onde falta, o mundo se recolhe.


O que ainda chamamos de abundância já carrega sinais de exaustão. Rios interrompidos, nascentes esquecidas, ciclos rompidos. Não é sobre escassez futura. É sobre ausência presente.


Proteger a água é proteger tudo o que ainda respira.


Dia Mundial da Água.

Não tão querido, diário....

Cocei meus olhos com mais força que o esperado, me machuquei no meu afago e bocejei lentamente ao começo do dia, mordi a língua ao enrolar mais e, ao decorrer, vivi assim: bebericando café com o gosto mais amargo que o normal, tropicando nos degraus da vida e com dor na lombar de carregar o peso do meu ferimento.

Na metade do dia, senti uma angustia profunda e um embrulhar no estomago, vi a imagem perfeita do meu outro eu imbuído em magoas e perdas, sofrendo mais pelos cheiros do que os acontecimentos, doendo mais no peito do que o local do ferimento. Minha metáfora falha e a piada e caçoada, meus sentimentos afogados e meus fios desgrenhados afagados por mãos falsas.

No fim do dia, no anoitecer melancólico e quase libertador, no feixe de uma dor sem rancor, no sonhar de um horror e o perfume de minha essência, são onde escondo minha dor.
Demorei mais tempo que o normal no banheiro e me banhei ao custo do meu sofrer, sufocando em lágrimas mal derramadas e no amargar do café, que desde o começo dia, esquecido ao lado estragou ao se deixar ser abandonado.

Aquele mesmo corte feito no amanhecer, fraco e pequeno mas que dói mais que o esperado. Aquele que me traí ao arder durante meu sorriso, aquele que fisga quando digo que não tenho medo, o que machuca quando estou tão perto de mim e me afasta ao mesmo tempo.

O que me lembra que as piores infecções não surgem dos cortes mais profundas, mas das suturas mal feitas.