Voce foi o meu Momento Inesquecivel Amor
Meu computador ta tão velho que não da pra tecla mais só da pra fazer a percussão da swingueira da Bronkka No Teclado !
Por mais estrábico que'u seja
meu tempo ainda é de guerra
sob o fronte da matilha que se estreita
do assobio sem medo que a mosca tece
o encontrar com a linha
que nehum pulmão agradece
Não me assustaria se meu avô ou minha avó tivesse essa "Linha de Raciocínio " mas " JOVENS " pessoas da minha idade, com bagagem acadêmica ou não, torcendo e pra candidato ganhar com o único intuito de ter um " emprego " ou " cc " de 4 anos, te digo uma coisa meu caro amigo ou amiga, ESTUDE, SE QUALIFIQUE, SE DÊ O VALOR, e garanta seu emprego pra vida TODA, comodismo NÃO !
E eu sou muito abençoada por ter amigos assim, amigos que eu posso abrir meu coração e ser eu mesma sem ter medo de julgamentos, pedaços da minha verdade de poder ser quem eu sou !!!!
Saudade de alguém que partiu meu coração, viajou para bem longe e levou-me a solidão, da tristeza eu fiz rima e mergulhei com emoção. Ele se foi e levou com ele o meu pobre coração. Saudade, por que saudade, tu machuca e faz doer; me diz, por que, saudade, tu me fazes sofrer? Se te fiz alguma coisa, castiga-me! Mas não leva a razão do meu viver.
O meu problema é que sempre fui movida pela razão, e não pelo coração. Esse modo sempre me manteve viva por enquanto, mais não completa.
legi4o
Eu posso até estar presa mas meu coração é livre.E ter um coração livre é a maior e melhor liberdade.
O tempo, a distância ou a ausência, jamais poderão extinguir do meu coração a imagem daquele que soube conquistar a minha amizade e o meu amor.
- Mãe, tô namorando.
- Hum, com quem filha?
- Aquele menino, filho da maria.
- Oh meu deus, diga que é mentira, o filho da maria?, não quero, não da certo, pode terminar isso hoje mesmo, vou falar com seu pai.
- Mas porque eu não posso?
- A família dele é pobre, ele não tem nada, como você vai ser feliz, você não quis o filho dos andrade, menino de boa família, rico, te daria uma vida boa, ótimos presentes, fique com ele.
- Mas não é ele que eu amo, que me faz feliz, que arranca meus melhores beijos e sorrisos, e me faz um bem enorme.
- Não importa, você tem que pensar no seu futuro, já pro quarto, de castigo, vou falar com seu pai.
Fiz um pequeno resumo da realidade o que vivemos. Está voltando a época em que os pais tentavam escolher com quem suas filhas e filhos iriam namorar e casar, de acordo com quem era a família do rapaz e quanto de riqueza ele tinha, não importando se a filha estava de acordo ou feliz. Mas até mesmo naquele tempo isso não dava certo, imagine agora. Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço.
É tão difícil entender o que se passa em meu coração. E tantas vezes eu tentei entender. Eu acredito que o que sinto é real e verdadeiro. Eu sinto aqui dentro de mim, que eu te amo mais do que eu poderia amar. Sempre sonhei com um amor de verdade, e sempre tive paciência; e sei que um dia você vai estar aqui. Pois um sonho, nunca acaba.
MEU SONHO
Queria poder fechar os olhos,
E nunca mais acordar
E durante este sono profundo
Queria poder sonhar
Sonhar com você,
Sonhar em te ter,
Sonhar em te amar
Pois o meu maior sonho
É contigo estar.
Queria poder realizar tudo isso,
Mas como não consigo
Só me resta sonhar
Sonhar, sonhar
Sem nuca mais acordar.
A gente conhece as pessoas mas nem sempre sabe da sua origem.
Outro dia escrevi do meu avô, imigrante espanhol e cujo primeiro emprego foi ser carvoeiro, chegando exclusivamente pelo árduo trabalho, a ser um dos maiores latifundiários do Brasil.
Nos dias seguintes tive uma torrente de lembranças dele, do meu pai, da minha mãe e especialmente da minha avó materna Rosa de Andrade Pacheco.
Dona Rosinha como era chamada, teve quinze filhos, dos quais doze sobreviveram. Acho que foi um recorde para a época onde a mortalidade infantil era enorme. Minha mãe filha mais velha, tem hoje 92 anos de idade e vários tios e tias estão vivos.
Dona Rosinha era quase venerada por todos que a conheciam. Depois do segundo ou terceiro incêndio que destruiu a marcenaria do meu avô, deixando-o depressivo e praticamente inabilitado para o trabalho, arregaçou as mangas e com forças tiradas de não sei onde, transformou a casa onde morava e outra que herdara da mãe, em casas de cômodos, as quais alguns mal educados e deselegantes chamavam na época de cortiços.
Com a renda dos aluguéis sustentou e formou todos os filhos, tendo como peculiaridade a formação musical da maioria no Conservatório Musical e Dramático de São Paulo, coisa que não era para muitos na época.
Não eram tempos fáceis como me contou minha mãe, mas a vó Rosinha conseguiu agregar toda a família e a sua casa era o porto seguro, o lugar onde mesmo depois de casados, filhos, filhas e netos se reuniam em almoços, festas de aniversario e especialmente no Natal, na Rua Sergipe 248, endereço nobre em Higienópolis, casa que ela comprou depois que as coisas melhoraram e ela ficou até bem de vida, tendo reformado e transformado o casarão imenso num belo palacete.
Cheguei a morar com a vó Rosinha por uns seis meses porque minha mãe, acometida por uma nefrite, ficou imóvel na cama, e essa lhes pareceu a melhor solução, uma vez que eu estudava no Colégio Rio Branco, apenas três ou quatro quadras da casa da vó.
Depois que meu avô morreu e ele morreu cedo, acho que com uns cinquenta anos, minha vó e as filhas mantiveram um longo luto, vestindo-se de preto por pelo menos um ano, como era costume na época. Eu tinha quatorze anos.
Terminado o luto, e é dessa época que eu me lembro. A casa estava sempre em festa, abastecida de comida e cheia de visitas. Familiares e amigos e amigas dos filhos vinham visitar a Dona Rosinha com um carinho memorável, uma vez que ela participou ativamente na formação de todos e a todos dava conselhos, atenção e carinho.
Dona Rosinha morreu cercada da família que criou e manteve agregada. A família amparou-a na velhice e até que o casarão da Rua Sergipe desse lugar a um luxuoso prédio, a família ainda se reuniu lá por um tempo.
Tenho saudades da lembrança do que é uma família grande e unida, coisa que hoje em dia pouco se vê.
Me deitei no chão, e olhando para o céu, desejei que essa chuva que caia sobre o meu corpo, fosse capaz de me tirar as incertezas, os medos, as duvidas, as agonias, que essa chuva levasse todos os meus sentimentos.
